segunda-feira, 10 de março de 2008

Pacote com Aldeias do Xisto premiado na Alemanhapela revista Geo Saison 2ª melhor viagem de descoberta

O programa do operador turístico alemão Wikinger Reisen dedicado às Aldeias do Xisto foi premiado, esta semana, pela revista da especialidade Geo Saison, como uma das "Melhores Viagens de Descoberta 2008", foi hoje anunciado. Em nota divulgada hoje, a Agência Regional de Promoção Turística (ARPT) Centro de Portugal revela que o programa "Zu Gast in den tradionellen Schieferdörfern des Pinhal" (Seja bem-vindo às tradicionais Aldeias do Xisto do Pinhal) foi distinguido com o segundo prémio ("Die goldenen Palmen") atribuído pela conceituada revista alemã Geo Saison durante a Feira Internacional de Turismo de Berlim (ITB 08).
O presidente da ARPT Centro de Portugal, Pedro Machado, destacou hoje a importância do prémio, entregue quinta-feira, ao sublinhar o prestígio da Geo Saison e o facto de a Feira Internacional de Turismo de Berlim ser um dos maiores eventos do género a nível mundial. "Para a Marca Centro de Portugal este foi claramente um prémio da maior importância, uma vez que sublinha e reforça a linha estratégica que a Marca Centro de Portugal vem desenvolvendo no mercado alemão", lê-se na nota. Kaminhos

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Beira Interior aposta no valor acrescentado do azeite biológico

Associação de produtores quer investir 126 milhões de euros para pôr dez mil hectares a produzir a tradicional variedade Galega16,6por cento da área agrícola dos 24 concelhos da Beira Interior é dedicada ao olival, que ocupa 64 mil hectares.
1,9hectares é a superfície média das 27.679 explorações contabilizadas na região, valor que está abaixo dos 2,05 hectares por exploração da média nacional.
0,59toneladas de azeite por hectare é a produtividade média na Beira Interior, abaixo da média, também ela baixa, de 0,83 ton/ha registada em Portugal. Ainda assim, a região é a terceira maior produtora, numa lista liderada pelo Alentejo e na qual Trás-os-Montes ocupa o segundo lugar.
Pùblico

Produção de Compotas e geleias tradicionais

Uma empresária de Santa Marta de Penaguião produz compotas e geleias tradicionais, de fruta colhida em pleno Douro, produtos que são vendidos nas melhores lojas de França, Suíça e Brasil.
As compotas e geleias de Adelaide Lopes conquistaram mesmo o paladar do magnata Al-Fayed, dono dos armazéns Harrods, em Inglaterra. ‘Terra Quente’ e ‘Mil Delícias’ são as denominações dos doces. “Tudo começou em 1994, quando me apercebi de que, para além do vinho, esta região produzia também frutas deliciosas que não estavam a ser devidamente apreciadas”, afirmou a empresária de 50 anos. Abóbora, framboesa, frutos silvestres, laranja, maçã, morango e kiwi são alguns dos produtos utilizados na confecção destas compotas.
Correio da Manha

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Mapa Judicial «acentua a desertificação do país»


A posição da Associação Nacional de Municípios em Seia
A Associação Nacional de Municípios (ANMP) recusou hoje em Seia, no final da reunião do seu Concelho Directivo, aprovar o novo mapa judicial apresentado pelo governo. O presidente do CD da ANMP, Fernando Ruas, afirmou não poder "concordar com um projecto que acentua a desertificação do País". No documento de trabalho, a que a Lusa teve acesso e que foi o principal ponto desta reunião, pode ler-se que "a proposta de revisão do mapa judiciário não pode nem deve constituir mais um factor determinante para a desertificação das zonas menos populosas do País".
Especificamente, sobre a proposta de lei, a ANMP sublinha que rejeita "qualquer proposta que reduza a actual implantação territorial dos tribunais", e refere o "compromisso público do Ministério da Justiça de que não se encerrará qualquer tribunal". centuando que "da proposta não se retira em que termos irão os mesmos ser mantidos ou modificados", o documento rejeita "qualquer diminuição das valências que o Estado presentemente garante às populações nos actuais tribunais". Kaminhos
Qualquer dia é as escolas secundárias e as restantes primárias, vamos todos para o litoral molhar o pezinho no mar.....

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Em defesa do Planeta Terra

Em defesa do Planeta TerraUNESCO premeia aluna da UTADDiana Carvalho, 20 anos e aluna finalista da licenciatura emComunicação e Multimédia, vai receber o prémio na sede da UNESCO emParis, na cerimónia de lançamento das celebrações, agendada para apróxima terça e quarta-feira.A jovem, que é natural de Vila Real, disse que se candidatou aoconcurso com a produção de um vídeo promocional onde procura, numa"visão pluridisciplinar e inovadora", alertar a sociedade para asgrandes preocupações com o Planeta Terra. O filme está dividido emduas partes, sendo que a primeira, com desenhos a preto e branco deuma cidade, "quer alertar para a poluição e a sujidade". Numa segundaparte, a aluna filmou o Douro, paisagem de "cores vivas e fortes". "Oobjectivo foi mostrar como, se cuidarmos do ambiente e o protegermos,a paisagem pode ficar bonita", afirmou. O Douro é Património Mundialda UNESCO desde 2001 e é um dos candidatos a sétima Maravilha daNatureza. Diana Carvalho mostrou-se "surpreendida mas muito feliz"pelo prémio, que classificou como uma "recompensa" pelo trabalhoefectuado. As celebrações de 2008 como o Ano Internacional do PlanetaTerra, proclamado por unanimidade pela Assembleia-geral das NaçõesUnidas, pretendem alertar para as alterações climáticas, os desastresnaturais, desertificação de solos ou escassez de água potável.A iniciativa pretende sensibilizar o público e os governantes de todoo mundo para o papel que as "Ciências da Terra" podem ter naconstrução de um planeta mais seguro e saudável, e destaca anecessidade de investimento público e privado na formação de uma novageração de geocientistas capaz de resolver os problemas globais.Primeiro de Janeiro

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Mercados tradicionais em vias de extinção

Os mercados municipais nasceram para substituir a venda de animais,legumes e fruta que se fazia no meio das ruas, sem regras nemcondições de higiene e salubridade. No século passado, construíram-seedifícios de raiz nos centros das cidades para abastecer aspopulações, mas em 100 anos tudo mudou. A concorrência dossupermercados veio abalar definitivamente aquele negócio tradicionalque foi envelhecendo sem se adaptar às exigências dos dias de hoje.Poucos clientes, pouco investimento nas estruturas, lojas desocupadas"ad eternum" esvaziaram a maioria dos mercados da Área Metropolitanado Porto. Os autarcas dizem querer salvá-los e alguns já começaram aentregar esse esforço aos privados. Estarão os mercados tradicionaisem vias de extinção?Não faltam vozes a dizer que sim. Vozes que receiam ver aquelesespaços transformados em shoppings. No Porto, essas vozes gritam bemalto contra a decisão da Autarquia de concessionar o Bolhão àpromotora holandesa TCN nos próximos 50 anos. Teme-se que a tradiçãoseja desvirtuada, teme-se pelo património, teme-se pelo futuro doscomerciantes. E porque se teme tanto? Porque a história deixouexemplos que não correram bem.A primeira recordação que vem à memória de Fernando Sá, presidente daAssociação de Feirantes do Distrito do Porto, é a do Mercado do Anjo.Funcionava na Praça de Lisboa, antes desta ser convertida no ClérigosShopping. Os comerciantes foram para o Bom Sucesso e alguns ficarampelas ruas da Baixa. O centro comercial durou poucos anos, estandoapenas o parque de estacionamento a funcionar. A recuperação do espaçoestá agora nas mãos da Bragaparques, única interessada no concursopúblico aberto pela Câmara. JN

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Aldeia para uma só família



Família está só, mas unida, expectante e determinada em acreditar que este é o momento para inverter a desertificação na aldeia e na região
Licínia Girão, Joana BourgardO céu, o sol, a lua e a terra. Aqui tudo é nosso", afirma, de sorriso rasgado na cara crespada pelo sol de Inverno, Elsa Maria Claro, a mãe da única família que reside em Aigra Velha, a 15 quilómetros da sede do concelho, Góis, em plena Serra da Lousã. Mulher de alma quente e de mãos frias, boas para produzir o queijo de cabra cuja venda garante parte do sustento da família, Elsa Maria diz viver num oásis. "Acordo a ouvir os rouxinóis a cantarem-me à janela, vivo num paraíso natural por opção", afirma a trabalhadora rural que explode de orgulho ao ouvir da boca dos três filhos que este é o lugar onde querem ficar para trabalhar e constituir família.Alexandra, a filha mais velha, é licenciada em Línguas e Relações Internacionais pela Universidade de Aveiro. E só não voltou já para a terra, porque assumiu a responsabilidade de acompanhar os irmãos na cidade até ao final dos estudos. Pedro, de 17 anos, estuda Design de Equipamento. Aos fins-de-semana tem trabalho assegurado numa empresa de animação turística, com sede em Góis, onde é monitor de desportos de aventura. Catarina, também de 17 anos, está a estudar Artes Visuais. Tal como os irmãos, a jovem sonha em regressar rapidamente para Aigra Velha onde pretende aliar-se à equipa que está a desenvolver o projecto da Maternidade de Árvores em Aigra Nova. Contrariando a tendência para abandonar as aldeias serranas por falta de emprego e perspectivas, estes três jovens irmãos anseiam por poder regressar. Os mais velhos já têm propostas de trabalho, a mais nova sente que não será difícil de conseguir. "Quanto mais não seja a dar continuidade ao trabalho feito pelos meus pais na agricultura e pastorícia".André Claro, 47 anos, que não quer ser identificado como o "chefe da família", mas apenas como um elemento de uma casa onde existe apenas uma carteira e a liberdade para que cada um escolha o seu caminho, é o filho mais novo de uma família de quatro irmãos. Foi sempre incentivado pelo pai a estudar, mas optou por se dedicar à pastorícia.Aos dez anos já percorria sozinho a serra com um rebanho de 400 cabeças de gado. Para vigiar as cabras contava com a ajuda de uns binóculos. "Só de pastagens a região dispunha de cerca de 500 hectares", recorda.André Claro nunca deixou de estudar. "Lia tudo o que me aparecia, jornais que os meus irmãos me enviavam de Lisboa, livros e revistas". Ainda hoje tem embrenhado no corpo o bichinho do conhecimento. Participa em acções de formação vocacionadas para a agricultura, pastorícia, apicultura e animação turística. É com frequência convidado para dar formação, participar em palestras e envolver-se em projectos. Elsa Maria, diz que os filhos saíram ao pai, "são inteligentes, têm gosto por aprender e são empreendedores". Por isso, acredita que quando estiverem de volta para a terra, a família vai ficar mais unida do que nunca , expectante e determinada. "Acreditamos que este é o momento para inverter a desertificação", diz. Na aldeia onde há anos vivem sozinhos e na região que, aos poucos, vai dando sinais de revitalização. JN


Familias como esta são cada vez mais precisas no interior.

Parabéns pela força de lutar e ficar numa terra abandonada.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

I Seminário de Economia Solidária


"Gerar Valor Sustentável do Local para o Global" realizar-se-à em Castelo Branco no dia 22 de Janeiro de 2008.
Pretende-se com este seminário:
· Promover o debate e a partilha de experiências sobre as práticas de Economia Solidária e a sua importância para o desenvolvimento sustentável dos territórios;
· Apresentar e partilhar algumas experiências territoriais no âmbito do desenvolvimento local e das potencialidades territoriais;
· Apresentar a Associação EcoGerminar de modo a constituir parcerias e uma comunidade de prática para o desenvolvimento dos seus projectos.
Destinatários:
· Todos os interessados nas Temáticas Sociais (economia solidária, desenvolvimento local e rural, ambiente…)

Descrição do Evento:
Durante o Seminário será entregue a documentação referente ao programa e algumas informações da região, em simultâneo decorrerá uma pequena mostra de produtos regionais e artesanato da região. ecogerminar@gmail.com

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Digressão eHco

Digressão eHco - Habitação Ecológica da Quercus GUARDA
A Habitação Ecológica - eHco, da Quercus, é uma casa modular e amovível, que tem como missão chegar à população sob a forma de um protótipo de casa mais sustentável e irá percorrer o País. Na eHco estão contempladas medidas que contribuem para um ambiente construído, com menor impacte ambiental. Iniciu a sua digressão no Porto (na Concreta), seguiu para Braga, Vila Real, Aveiro e a partir de dia 18 de Janeiro estará na Guarda.Desde o material de construção, em aglomerado de cortiça, até à auto suficiencia ao nível de energia electrica, através de paineís fotovoltaicos instalados na cobertura, não descurando o exemplo de uma torneira com redutor de caudal, para a promoção da poupança do recurso água, são alguns dos exemplos contemplados na eHco. Aqui poderá também recolher informação sobre materiais de construção mais amigos do ambiente e equipamentos que funcionam à base de energias renováveis.Temos ainda ao dispor, uma brochura com 25 dicas para uma casa mais sustentável.Visite-nos na Guarda, de dia 18 a dia 30 de Janeiro na Praça do MunicípioLisboa, 17 de Janeiro de 2008A Direcção do Núcleo Regional de Lisboa da Quercus. Quercus Guarda

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Aldeias portuguesas em vias de extinção


O interior esquecido
Por: Cátia Pacheco
No interior do país muitas das aldeias caíram no esquecimento. E muitas podem estar em vias de extinção
Bustelo do Caima é um lugar escondido e, ao mesmo tempo, esquecido. Esta aldeia da freguesia de Ossela e do concelho de Oliveira de Azeméis tem cerca de cem habitantes. Muitos deles fazem da aldeia apenas um dormitório. Outros são idosos e apenas uma pequena, mas muito pequena percentagem, (sobre)vive da agricultura. A sul, no interior alentejano, encontramos Corte Vicente Anes, uma aldeia da freguesia de Aljustrel e do distrito de Beja, com cerca de 300 habitantes. Aldeia típica do Alentejo, Corte Vicente Anes também teve uma quebra acentuada da população nos anos 60. Jornal Virtual

"Biocombustível é "crime contra a Humanidade"

O perito das Nações Unidas Jean Ziegler pediu a uma comissão da Assembleia Geral da ONU uma moratória de cinco anos na produção de biocombustíveis, para permitir desenvolver novas tecnologias e estabilizar os preços dos alimentos. Num só ano, o custo do trigo duplicou e o de milho quadruplicou, devido ao crescente interesse nos biocombustíveis, considerados boa alternativa ao petróleo. Mas, para o sociólogo suíço, estes produtos são "um crime contra a Humanidade". Jean Ziegler apresentou anteontem o seu relatório e aprofundou algumas das conclusões que anunciara há duas semanas, numa controversa conferência de Imprensa, em Genebra. Segundo diz o perito da ONU, os biocombustíveis estão a provocar o aumento vertiginoso no preço dos alimentos, com potenciais efeitos catastróficos nos países em desenvolvimento, sobretudo nas camadas mais pobres da população. Uma em cada seis pessoas passa fome, ou seja, um total de 854 milhões. O flagelo atinge as crianças de forma desproporcionada. Segundo a ONU, o planeta produz alimentos suficientes para alimentar 12 mil milhões de seres humanos, quase o dobro da população mundial. Mesmo assim, o número de pessoas severamente mal nutridas subiu, nos últimos 30 anos, de 80 milhões para 200 milhões. Em cada dia que passa, morrem de fome, ou das suas consequências directas, 100 mil pessoas. Por outro lado, a ciência está a evoluir depressa no campo dos biocombustíveis, acrescentou Ziegler e, "em apenas cinco anos, será possível produzir bioetanol e biodiesel a partir de restos agrícolas". O perito referia-se às partes celulósicas das plantas, hoje inúteis, em vez de milho, trigo e cana de açúcar. Os cientistas também estão a estudar alternativas, como o de um arbusto, Jatropha Curcas, que cresce em zonas áridas, impróprias para a agricultura. A argumentação do perito da ONU centra-se na questão da alimentação, mas é também controversa a ideia de que há cortes substanciais de emissões de gases de efeito de estufa no uso de biocombustíveis na gasolina. Alguns cientistas dizem que a fase de produção anula esses ganhos. Com a apresentação oficial do relatório, o debate chega, enfim, ao mais alto nível político, após os mesmos argumentos terem sido sublinhados pelo regime cubano, mas também pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Um exemplo adiantado por Ziegler é o do milho, um dos alimentos menos eficientes nos biocombustíveis. São precisos 250 quilos de milho para produzir apenas 50 litros de bioetanol. Aquela quantidade permitiria alimentar uma criança durante um ano inteiro. LUÍS NAVES
Onde é que vamos parar, por este andar acho que todos os cantinhos de terreno pelo interior e não só ainda vão voltar a dar centeio....

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

As maiores ameaças da Internet em 2008


Código malicioso espalhado por redes móveis, roubo de identidade, phishing e botnets vão ser os maiores perigos da Internet no ano que se aproxima. O alerta parte da BitDefender, uma empresa de segurança informática, e revela as quatro principais ameaças da Internet para 2008. "O estilo de vida on-line moderno", diz Bogdan Dumitru, CTO da BitDefender, "com pagamento de facturas na Internet, compras, jogos e interacção social on-line vai dar origem a novas ameaças". As principais acções de malware vão ter o lucro financeiro como objectivo, variando desde acesso a bases de dados privadas até à recolha de informação bancária. O spam vai ser cada vez mais diversificado, contornando os filtros existentes. As redes móveis, com o aumento de utilizadores de Wi-Fi, GPRS e Bluetooth, vão ser outro alvo para os cibercriminosos roubarem informação sensível. As botnets, conjuntos de computadores ligados a um principal, do hacker que os controla para os fins que entender, sem que o utilizador se aperceba, vão ter um maior destaque. Já este ano com o ataque Storm Worm vimos uma amostra do que pode ser feito. O phishing continua a desenvolver-se e a diversificar as formas de ataque, prevendo a BitDefender que se aumente o uso de identificação SSL para iludir ainda mais o utilizador final. Fonte: Exame Informática MaxIdeia
Nem todas as novidade são boa muito cuidado com elas podem arruinar a vida de muita gente fica o aviso para os mais desantentos...

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Produção de seda não sai do casulo

Freixo de Espada à Cinta: Produção de seda não sai do casulo

O concelho de Freixo de Espada à Cinta poderá ter perdido
oportunidade única de afirmação a nível europeu no que diz respeito
à produção semi-industrial de casulo para a produção de fio de seda.
Tudo porque o anterior Executivo Municipal tinha em curso um
projecto que iria ajudar a União Europeia (EU) a aumentar a sua
produção interna de seda e que não teve continuidade.

O projecto de produção de seda era orientado directamente por
Bruxelas tendo como parceiros a Espanha, Grécia e Itália e Tunísia,
países que tinham como meta ajudar a E U a alcançar um primeiro
objectivo que era o de garantir até 2006, 10% das suas necessidades
internas de seda.

Nas imediações da vila de Freixo de Espada à Cinta chegou mesmo a
ser plantado um campo de amoreiras para a produção de folha, que é o
único a alimento do bicho da seda, no entanto as coisas não correram
da melhor forma e hoje aquele concelho do interior pode ter perdido
a aposta.

Confrontado com esta situação, Pedro Mora, vice-presidente do
município de Freixo de Espada à Cinta, confirma que o projecto não
passou de uma intenção e o actual elenco camarário só, recentemente,
teve conhecimento de toda a situação. "A produção de seda é
importante para a economia do concelho, mas estamos em 2007 e o
projecto acabou por cair. A alimentação do bicho da seda é feita
através de folha de amoreira, situação não foi acautelada. Anda
foram plantadas algumas centenas de árvores mas nenhuma vingou,
situação que desde logo colocou em causa todo projecto," argumentou
o autarca.
JN

Geoparque dinamiza o turismo

Geoparque dinamiza o turismoHenrique Fernandes é de opinião que a criação do Geoparque de Arouca dará “forte impulso” ao turismo rural do município. O gestor da Quinta de Novais diz-se envolvido no projecto e pede aos restantes agentes do sector que façam o mesmo.“O Geoparque poderá ser o motor de arranque para Arouca ter um maior desenvolvimento turístico”, afirmou o empresário. Considerou que esse equipamento poderá atrair mais visitantes ao município. Henrique Fernandes está satisfeito pelo facto de a Câmara Municipal ter dado o pontapé de saída para a concretização do projecto do Geoparque. “O êxito do turismo rural depende muito da autarquia”, referiu. O gestor da Quinta de Novais disse sentir que o sector “tem pernas para andar”, mas avisou que só triunfará se os agentes apostarem “em turismo de qualidade”. A Quinta de Novais “era uma quinta antiga de família”, que começou a ser intervencionada em Março de 2005, de forma a tornar-se apta para o turismo rural.Henrique Fernandes sublinhou que a sua família resolveu apostar porque viu nela “uma mais-valia” empresarial e perfeitamente adequada ao sector turístico. O empresário voltou a realçar que foi feita “uma profissão de fé na qualidade”. E, para o futuro, vê um empreendimento que até conseguirá atrair clientes da Europa. “Estamos a tentar o mercado estrangeiro, vamos ver se lá conseguimos chegar”, afirmou Fernandes, apontando a Espanha e a Alemanha como alvos específicos. Um milhão investidoA Quinta de Novais, em Santa Eulália, Arouca, corporiza um investimento de 1,1 milhões de euros no sector do turismo rural. Com portas abertas desde Agosto de 2006, este hotel rural oferece 32 camas - em duas alas - e mais seis camas, num apartamento recentemente inaugurado. “É um espaço de qualidade, dirigido, em termos de faixa social, a pessoas de classe média e média/alta”, sublinhou Henrique Fernandes, um dos donos e gestor da Quinta de Novais. “O investimento a isso obriga”, afirmou, ainda, o empresário.Na Quinta de Novais, um quarto duplo custa 75 euros, enquanto um quarto single custa 65 euros. O hotel rural de Santa Eulália tem um restaurante, um campo de golfe - destinado a quem queira dar os primeiros passos na modalidade -, um ginásio, um jacuzzi e uma piscina coberta. O restaurante está aberto todos os dias do ano e tem capacidade para cerca de meia centena de pessoas.“E organizamos tudo o que seja desporto de aventura”, referiu Henrique Fernandes. Enumerou o rafting, o BTT, as caminhadas e o rappel como algumas das actividades que proporcionam aos seus clientes. O pico em termos de clientes tem sido o Verão - “de Julho a Setembro”. Daí que, para dinamizar os períodos menos movimentados, tenham vindo a apostar em fins-de-semana temáticos. Primeiro de Janeiro

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

PSD debate desertificação do InteriorO

PSD agendou para ontem um debate parlamentar sobre a desertificação do Interior. A discussão justifica-se, afirmam os sociais-democratas, porque o Governo e o primeiro-ministro "têm teimosamente descurado a resolução dos reais problemas da interioridade". JN
Quer dizer não basta degradarem o Litoral e arredores agora já querem vir para o Interior com megas projectos para o suposto desenvolvimento do interior.
Na minha opinião o que o interior precisa é de algumas empresas que possam empregar os lutadores que ainda resistem em se manter por cá. Não precisa de aeroportos nem TGV. Mas sim das escolas abertas e dos centros de saúde Urgencia abertos 24 horas.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Recordar o passado no Museu do Sabugal


O Museu do Sabugal incluiu no seu programa de exposições temporárias a realizar em 2008 uma iniciativa inédita entre nós. Trata-se de uma mostra de imagens ilustrativas do concelho do Sabugal doutros tempos.

Para esse efeito, estão a ser recolhidas imagens antigas do Sabugal, a fim de serem digitalizadas. Do espólio que for possível obter, irá ser feita uma selecção de fotografias a apresentar nessa exposição.

Querendo apresentar uma panorâmica o mais alargada possível do que foi a nossa terra, o Museu dirige-se a todos os que queiram colaborar com este projecto.

Para isso, basta que procure as fotografias antigas que tem em sua casa e as leve ao Museu do Sabugal. Ali, serão digitalizadas e os seus originais devolvidos. Se preferir e tiver os meios para isso, pode fazer a digitalização e enviar depois o ficheiro ao Museu. Neste caso, será aconselhável fazer um contacto prévio, a fim de ter a certeza que as reproduções ficam com a qualidade necessária.

Não tem fotos antigas mas sabe quem tem? Passe palavra ou dê-nos os contactos, que tentaremos obter a sua cedência.

Com a ajuda de todos, poderemos ficar a conhecer melhor um pouco do nosso passado.

Qualquer informação adicional pode ser obtida pelo telefone - 271 750 080 (Museu) - ou por correio electrónico – museu@sabugalmais.com



segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

8 Caminhada pelo Interior


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caminhada_8.pngA Câmara Municipal do Sabugal vai realizar a 8ª caminhada pelo Interior, no dia 9 de Dezembro de 2007, pelas 9h30, no Largo das Festas do Casteleiro.

O programa será o seguinte:


9h30 - Concentração no Largo das Festas do Casteleiro

9h35 - Saída do autocarro em direcção a Valeverdinho

9h45 - Início da caminhada

12h30 - Chegada ao Casteleiro seguida de almoço

Para mais informações poderá consultar o CARTAZ - CLIQUE AQUI para visualizar - ou pedir informações através dos seguintes contactos telefónicos:

271 751 040

961 889 266


CAMINHE CONNOSCO!!

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Cavaco preocupado com o despovoamento do interior


Fronteira com Espanha é “uma oportunidade“ para o desenvolvimento
Cavaco Silva terminou visita à GuardaPresidente da República está preocupado com despovoamento do distrito
O Presidente da República admitiu hoje em Gouveia, onde terminou uma visita oficial de dois dias ao distrito da Guarda, estar preocupado com o problema de despovoamento que afecta a região e que atribui à falta de iniciativa empresarial.

Para Cavaco Silva, o problema da "falta de gente" está "na escassez de iniciativa empresarial" registada nesta zona do interior do país. Kaminhos