5,6 e 7 de Setembro – Sortelha [aldeia histórica] – Sabugal
Num desafio permanente ao público, aos conceitos culturais estabelecidos, à criatividade, à
participação activa e à descoberta, a associação Transcudânia, os colectivos Rodobalho e Tradballs e a Junta de Freguesia de Sortelha preparam a 3ª edição do IberFolk, entre 5 e 7 de Setembro, na aldeia histórica de Sortelha.
Num formato em que a participação daqueles que seriam os espectadores é o centro do programa, o festival pretende levar o valor histórico e patrimonial de Sortelha e da região a novas pessoas.
Pretendemos construir um ponto de encontro saudável, partilhado em redor da música, da dança e da cultura tradicional, nas suas diversas formas de reconstrução e re-interpretação.
Depois do sucesso da 2ª edição, com a magia de Sortelha aclamada por todos, temos a certeza que em 2008 Setembro abrirá as portas da muralha a almas novas em busca de momentos ímpares.
O programa será um misto de aprendizagem e descoberta – das danças, dos instrumentos, das artes, da paisagem – durante o dia e de partilha e alegria em sons diversos à noite.
A grupos de cariz tradicional, com propostas inovadoras de interpretação, juntaremos a paisagem ímpar de Sortelha e arredores para que o olhar, a audição, o tacto e o olfacto se sintam em casa, numa casa-aldeia.
Assente numa organização voluntária e na conjunção de muitos esforços, o programa será aberto
também a propostas de todos quantos se queiram juntar. Seja na preparação, ou no próprio dia, seja na logística, seja no palco.
Mais do que nomes sonantes para serem consumidos pelo imediato, dizemos agora que Sortelha
volta a acontecer, que em Setembro as muralhas desaparecem. Mais do que prometer programas recheados de habituais, deixamos o desafio para que o construam.
A Transcudânia será o motor.
Contactos:
Transcudânia – Carlos Alexandre – 917021183 -www.transcudania.com – transcudania@gmail.com
Colectivo Rodobalho – Ana Bica - 968197601 - www.rodobalho.com - rodobalho@rodobalho.com
quarta-feira, 9 de abril de 2008
terça-feira, 8 de abril de 2008
Menezes no Fundão
Será que é desta que se faz luz, ou será mais uma manobra de politica para angariar votos paras as próximas eleições.
Àlguem ainda tem duvidas que o interior tem outras potencialidades que o litoral não tem, temos é que saber quais são essas potencialidades e desenvolve-las para conseguirmos emprego e riqueza ao interior. Quanto ao desenvolvimento continuo a dizer que tem que ser obrigatóriamente um modelo de desenvolvimento sustentável, para não tornarmos o interiro o litoral sem água....
segunda-feira, 7 de abril de 2008
O interesse público ou privado
E coloco esta referencia pela simples razão que refere o interior que passo a citar.
"Por seu turno, a EP salienta que: Em algumas zonas do interior, face aos custos das infraestruturas e aos níveis de tráfego, a cobrança de um preço adequado ao custo do investimento torna-se inviável, dada a dificuldade que isso representaria na aceitação pública."
Não tive tempo de olhar para o relatório mas será que isto é mesmo assim dos custo se tornar inviável????? Espero bem que sim já que a população do interior não se consegue sustentar a nivel de bens essenciais quanto mais pagar portagens.
Outra questão que retiro disto é que o País move-se pelos interesses que vai havendo ainda agora alguns dias o lançamento de novas auto-estradas para a zona de Leiria e a nova ponte sobre o tejo são os interesses das empresas de construção que apertaram com o governo a parede.
Lamentável no minimo não seria mais interressante investir na criação de emprego a longo prazo e não emprego temporário?
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Desertificação no Concelho do Sabugal II
Para os que falam falam mas não fazem nada e até tem vontade de combater a desertificação seja no Sabugal ou noutro concelho perto deixo aqui uma dica de venda de bens penhorados pelas finanças agora com a modalidade internet as tencologias do dia de hoje, e assim já podem vir semera batatas ou será plantar?
Terrenos jeitosos a um preço base de venda muito baixos.
Claro que não vão comprar nenhum monte de 1000 e tal ha como há no alentejo, mas já dá para fazer uma agricultura jeitosa.
Terrenos jeitosos a um preço base de venda muito baixos.
Claro que não vão comprar nenhum monte de 1000 e tal ha como há no alentejo, mas já dá para fazer uma agricultura jeitosa.
Desertificação no Concelho do Sabugal
Deixo aqui duas ligações para textos noutras moradas sobre molde de travar a desertificação:
Promover a fixação de novos residentes de molde a travar o fenómeno da desertificação, através da criação de postos de trabalho, deverá ser o principal objectivo estratégico dos responsáveis autárquicos.
Outro texto ainda no mesmo assunto:
A definição de uma estratégia de desenvolvimento do Concelho é uma tarefa colectiva, para a qual todos temos o dever de contribuir.
E a respectiva critica:
Desmontar ideias
Todos falam mas não os vejo a fazer nada, há muita associação no concelho e estão ás moscas porque os que falam não metem lá os pés e não perdem uma hora para ajudar no verdadeiro desenvolvimento do concelho, iniciativas para chamar pessoas pelo menos um turismo diferente do que se tem praticado.
Promover a fixação de novos residentes de molde a travar o fenómeno da desertificação, através da criação de postos de trabalho, deverá ser o principal objectivo estratégico dos responsáveis autárquicos.
Outro texto ainda no mesmo assunto:
A definição de uma estratégia de desenvolvimento do Concelho é uma tarefa colectiva, para a qual todos temos o dever de contribuir.
E a respectiva critica:
Desmontar ideias
Todos falam mas não os vejo a fazer nada, há muita associação no concelho e estão ás moscas porque os que falam não metem lá os pés e não perdem uma hora para ajudar no verdadeiro desenvolvimento do concelho, iniciativas para chamar pessoas pelo menos um turismo diferente do que se tem praticado.
Lutar, Abafar, Resolver Conflitos sociais
A socióloga Paula Silveira produziu recentemente um interessante artigo sobre a gestão de conflitos sociais, os quais encara como uma manifestação saudável da inteligência de grupos e, se correctamente vividos, podem ser o motor da resolução criativa de problemas. Segundo a autora, gerir eficazmente um conflito é utilizar a energia e criatividade dos grupos, resultantes da aplicação da inteligência colectiva a um dado problema. Trata-se de um tema que atravessa todas as áreas de actividade humana. Este documento intitula-se "Lutar, Abafar, Resolver: 3 técnicas para gerir conflitos sociais" e os interessados poderão descarregá-lo gratuitamente a partir do seguinte link:
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Comissões para combater a crise no comércio
Ass. Comercial de Castelo Branco combate a «Crise»
A Associação Comercial, Industrial e Serviços de Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila Velha de Ródão (ACICB), no âmbito da reunião que no passado dia 10 de Março, reuniu cerca de uma centena de comerciantes para alertar e pedir apoio dos políticos locais para fazer face à grave crise que o sector atravessa, já criou com os seus associados três comissões que visam estudar alguns melhoramentos para serem implementados. Assim, das ideias surgidas na reunião de 10 de Março, a ACICB em conjunto com os seus associados decidiu criar a Comissão de Sinalética e Cartazes, a Comissão de Acções de Animação e a Comissão do Cartão de Descontos que tomaram posse no passado dia 31 de Março e vão, a partir de agora, iniciar os respectivos trabalhos no âmbito de cada uma das áreas previamente definidas. Kaminhos
Criam-se associações, cooperativas, comissões mas acho que ninguem sabe realmente o papel das associações e cooperativas. Que é a promoção do produtos que os seus associados produzem, e quando se fazem campanhas ou comissões é preciso estudar o assunto até ao fundo e não fazer campanhas curtas.....
segunda-feira, 31 de março de 2008
Falta de médicos /Criação de condições no interior
O bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, considerou ontem que o problema de falta de médicos em Portugal estará resolvido dentro de uma década, com o aumento de vagas que tem ocorrido nas faculdades de medicina.
Segundo Pedro Nunes, as entradas anuais nas faculdades de Medicina aumentaram de 300 para 1300 nos últimos dois anos, "um número que é razoável e que vai resolver os problemas do país". No entanto, o bastonário salientou que "não é amanhã, é daqui por dez anos, o tempo de formação de um médico", já que o aumento das vagas nas universidades foram tomadas com "uma década de atraso".
Pedro Nunes defendeu que, embora o número de médicos em formação seja suficiente para as necessidades, será necessário que o governo planifique, já a médio e longo prazo, a implementação de medidas incentivadoras para fixar os futuros clínicos onde eles são necessários, nomeadamente em regiões do interior.
Entre estas medidas, apontou a criação de vagas protocoladas para internato, que ofereça ao médico condições preferenciais para se estabelecer no interior, possibilidade de colocar os filhos nas escolas e emprego para o cônjuge. "Quando estes médicos começarem a sair das faculdades tem que se lhes dar condições" para se instalarem no interior, já que não é possível "pegar num médico com 50 e tal anos, que tem uma vaga num quadro de um hospital central, e dizer-lhe agora vai trabalhar para o interior. Claro que ele não vai. "
Para Pedro Nunes, esta planificação está nas mãos do Ministério da Saúde, mas assegurou que a Ordem dos Médicos está disponível para dar todo o apoio que o Governo pretender nessa matéria. JN
Não podia deixar passar esta noticia que anda na actualidade, e esta que publico já é de 2005 mas já relata o que todos sabemos.
Não posso concordar com isto " Quando estes médicos começarem a sair das faculdades tem que se lhes dar condições" para se instalarem no interior..." , por se vamos por este ponto de vista para os PSP, GNR, empresários Agricolas qualquer que seja a profissão tem que arranjar condições.
Ora que gosta de exercer a profissão que escolheu é que tem que criar as condições para se instalar, e no interior tem muitas valencias que outros sitios não tem, sossego, ar ainda puro e respiravel niveis de vida saudaveis muito maiores que os grandes centros. Não sei quais condições os jovens licenciados querem? Centros comerciais? Transito Infernal?
Eu espero ficar pelo inteior e tenho muitas ideias para dinamizar a minha terra, se 50 % pensasem assim o inteiro do pais estava muito melhor e não tinha os numeros de fuga de população que tem. Hoje em dia os jovens recém licenciados ficam em casa a espera que uma empresa lhes abra a porta e lhes pague um bruto ordenado, e não pode ser assim.
Tem que lutar criar o seu próprio emprego e sector de actividade e explorar o interior.
Espero recolher aqui outras opiniões.
Segundo Pedro Nunes, as entradas anuais nas faculdades de Medicina aumentaram de 300 para 1300 nos últimos dois anos, "um número que é razoável e que vai resolver os problemas do país". No entanto, o bastonário salientou que "não é amanhã, é daqui por dez anos, o tempo de formação de um médico", já que o aumento das vagas nas universidades foram tomadas com "uma década de atraso".
Pedro Nunes defendeu que, embora o número de médicos em formação seja suficiente para as necessidades, será necessário que o governo planifique, já a médio e longo prazo, a implementação de medidas incentivadoras para fixar os futuros clínicos onde eles são necessários, nomeadamente em regiões do interior.
Entre estas medidas, apontou a criação de vagas protocoladas para internato, que ofereça ao médico condições preferenciais para se estabelecer no interior, possibilidade de colocar os filhos nas escolas e emprego para o cônjuge. "Quando estes médicos começarem a sair das faculdades tem que se lhes dar condições" para se instalarem no interior, já que não é possível "pegar num médico com 50 e tal anos, que tem uma vaga num quadro de um hospital central, e dizer-lhe agora vai trabalhar para o interior. Claro que ele não vai. "
Para Pedro Nunes, esta planificação está nas mãos do Ministério da Saúde, mas assegurou que a Ordem dos Médicos está disponível para dar todo o apoio que o Governo pretender nessa matéria. JN
Não podia deixar passar esta noticia que anda na actualidade, e esta que publico já é de 2005 mas já relata o que todos sabemos.
Não posso concordar com isto " Quando estes médicos começarem a sair das faculdades tem que se lhes dar condições" para se instalarem no interior..." , por se vamos por este ponto de vista para os PSP, GNR, empresários Agricolas qualquer que seja a profissão tem que arranjar condições.
Ora que gosta de exercer a profissão que escolheu é que tem que criar as condições para se instalar, e no interior tem muitas valencias que outros sitios não tem, sossego, ar ainda puro e respiravel niveis de vida saudaveis muito maiores que os grandes centros. Não sei quais condições os jovens licenciados querem? Centros comerciais? Transito Infernal?
Eu espero ficar pelo inteior e tenho muitas ideias para dinamizar a minha terra, se 50 % pensasem assim o inteiro do pais estava muito melhor e não tinha os numeros de fuga de população que tem. Hoje em dia os jovens recém licenciados ficam em casa a espera que uma empresa lhes abra a porta e lhes pague um bruto ordenado, e não pode ser assim.
Tem que lutar criar o seu próprio emprego e sector de actividade e explorar o interior.
Espero recolher aqui outras opiniões.
quinta-feira, 27 de março de 2008
Realização da Rota do Pobreiro e Estreia de "Névoa no Vale
5 de ABRIL . 2008 Covas do Monte (São Pedro do Sul) Inauguração do novo ciclo dos Ritmos da Terra e Cinema nas Aldeias (2008)Realização da Rota do PobreiroEstreia nacional do documentário “Névoa no Vale”, um filme de VíctorSalvador sobre a aldeia de Covas do Monte e suas gentes… *** Depois do sucesso da iniciativa no ano passado, os Ritmos da Terra regressampara uma segunda edição, melhor estruturados, com mais percursos, maisassociações envolvidas e mais locais a descobrir no Maciço da Gralheira, noconcelho de São Pedro do Sul. Para este retomar de actividades escolhemos novamente a Rota do Pobreiro, emCovas do Monte, seguindo assim os passos ancestrais da pastoríciacomunitária. Teremos assim um dia inteiro dedicado ao tema que culminará comcinema (desta vez um documentário, em estreia, sobre a própria aldeia). Saíremos de manhã cedo com os pobreiros (nome dado aos pastores na aldeia)encosta acima, acompanhando “o gado” rumo ao Caminho do Ribeiro. São doispobreiros, à vez, todos os dias, de diferentes parceiradas que guiam orebanho pela serra. O almoço/merenda será na serra, com os pastores. Regressaremos ao fim dodia, onde se fará uma visita à aldeia e aos projectos que estão a serfeitos, nomeadamente o espaço internet e a recuperação do lagar comunitáriode azeite. O jantar será no restaurante "Os Amigos de Covas do Monte" (antiga escolaprimária pertença da associação). Em anexo segue informação detalhada. -- Projecto "Criar Raízes"Largo da Cerca, 1.º Bloco, Fracção G, 1.ºEsq.3660-503 S. Pedro do Sul
Tel e Fax: 232 728 330 Email
quarta-feira, 26 de março de 2008
Comemoração 150 anos de Joaquim Manuel Correia
150 anos de Joaquim Manuel Correia
Passam, no corrente ano, 150 anos do nascimento do Dr. Joaquim Manuel Correia, autor natural do concelho do Sabugal (Ruvina). Jurista de profissão, manteve durante toda a vida um grande interesse pelas coisas da sua terra, sendo autor do conhecido livro Terras de Riba-Côa. Memórias sobre o concelho do Sabugal, onde aborda aspectos da história, tradições e património do nosso concelho. Além disso, foi um interessado colector de objectos arqueológicos, enviando para o Museu Nacional de Arqueologia algumas das peças mais significativas encontradas no Sabugal.
O dia 5 de Abril marcará o início das comemorações, no Museu e Auditório Municipal.
De manhã, teremos no Auditório um conjunto de palestras sobre o autor, a sua época e a sua obra, a cargo de importantes figuras da cultura do Sabugal, ou outros especialistas: doutores Adérito Tavares, João Serra, Leal Freire, Manuel Meirinho e Pinharanda Gomes.
Da parte da tarde, terá lugar a inauguração de uma exposição evocativa do autor, no Museu do Sabugal, bem como a sessão de lançamento do romance inédito Celestina, em que o autor evoca a realidade histórica do Sabugal em finais do século XIX.
A entrada em todos estes eventos é livre.
Com os melhores cumprimentos,
Passam, no corrente ano, 150 anos do nascimento do Dr. Joaquim Manuel Correia, autor natural do concelho do Sabugal (Ruvina). Jurista de profissão, manteve durante toda a vida um grande interesse pelas coisas da sua terra, sendo autor do conhecido livro Terras de Riba-Côa. Memórias sobre o concelho do Sabugal, onde aborda aspectos da história, tradições e património do nosso concelho. Além disso, foi um interessado colector de objectos arqueológicos, enviando para o Museu Nacional de Arqueologia algumas das peças mais significativas encontradas no Sabugal.
O dia 5 de Abril marcará o início das comemorações, no Museu e Auditório Municipal.
De manhã, teremos no Auditório um conjunto de palestras sobre o autor, a sua época e a sua obra, a cargo de importantes figuras da cultura do Sabugal, ou outros especialistas: doutores Adérito Tavares, João Serra, Leal Freire, Manuel Meirinho e Pinharanda Gomes.
Da parte da tarde, terá lugar a inauguração de uma exposição evocativa do autor, no Museu do Sabugal, bem como a sessão de lançamento do romance inédito Celestina, em que o autor evoca a realidade histórica do Sabugal em finais do século XIX.
A entrada em todos estes eventos é livre.
Com os melhores cumprimentos,
terça-feira, 25 de março de 2008
Centro Transfronteiriço quer fixar empresários
Na vila do Soito, Sabugal
Um Centro de Negócios Transfronteiriço, com capacidade para receber 32 pequenas e médias empresas, está a ser criado na vila do Soito por iniciativa da Câmara Municipal do Sabugal, disse hoje à Lusa fonte autárquica. Segundo o presidente da Câmara do Sabugal, Manuel Rito, a infra-estrutura ocupa as antigas instalações da fábrica de refrigerantes "Cristalina", que encerrou em 1994, e a sua construção deve ficar concluída até final de Maio. "São 32 fracções autónomas que ficam à disposição dos empreendedores deste concelho e daqueles que aqui se queiram fixar", afirmou o autarca à Lusa, adiantando que o espaço possui cinco mil metros quadrados de área coberta.
"A Câmara adquiriu um bem futuro por 725 mil euros até à entrega da chave e pagará 125 mil euros por ano, durante os próximos dez anos", salientou, acrescentando que o proprietário do imóvel procederá à entrega do edifício quando as obras de adaptação estiverem realizadas. Além de espaços para acolher empresas, o futuro Centro de Negócios Transfronteiriço terá doze fracções para armazéns (o maior com 450 metros quadrados e o mais pequeno com 250), espaços comerciais, salas para escritórios e para serviços, um café-restaurante, um banco, um espaço para venda de artesanato e para a administração, bem como uma zona para a instalação de uma média superfície comercial. Manuel Rito espera que o projecto resulte e tenha aceitação por parte dos pequenos e médios empresários do concelho e de Espanha, tendo em conta a proximidade da localidade do Soito com o território espanhol. "Sei que o empreendedorismo não é o forte das nossas regiões, mas, ali estarão criadas todas as condições para quem tiver um projecto viável avançar com facilidade", admitiu, acrescentando que o regulamento do Centro de Negócios Transfronteiriço será discutido na próxima Assembleia Municipal do Sabugal, em Abril, e que as instalações serão alugadas "a preços módicos". "Já há manifestações de interesse, mais por parte da população do Soito e de alguma gente do concelho, mas como ainda não saiu o regulamento, a Câmara ainda não abriu inscrições", disse. O presidente da Câmara do Sabugal admite tratar-se de um projecto inovador na região, porque existirão condições para instalar os empresários e os jovens empreendedores do concelho "a preços convidativos e, numa primeira fase, o regulamento prevê que pela criação de postos de trabalho se possam oferecer meses de renda". "Um empreendedor que queira instalar-se, tem garantida a instalação imediata, a preços módicos. É só entrar e começar a trabalhar", afirmou. O projecto do Centro de Negócios é dinamizado pela autarquia, podendo no futuro ser gerido num sistema que poderá passar "por parcerias com entidades e associações vocacionadas para o apoio ao empreendedorismo". Kaminhos
19-03-2008 ASR Lusa
Um Centro de Negócios Transfronteiriço, com capacidade para receber 32 pequenas e médias empresas, está a ser criado na vila do Soito por iniciativa da Câmara Municipal do Sabugal, disse hoje à Lusa fonte autárquica. Segundo o presidente da Câmara do Sabugal, Manuel Rito, a infra-estrutura ocupa as antigas instalações da fábrica de refrigerantes "Cristalina", que encerrou em 1994, e a sua construção deve ficar concluída até final de Maio. "São 32 fracções autónomas que ficam à disposição dos empreendedores deste concelho e daqueles que aqui se queiram fixar", afirmou o autarca à Lusa, adiantando que o espaço possui cinco mil metros quadrados de área coberta.
"A Câmara adquiriu um bem futuro por 725 mil euros até à entrega da chave e pagará 125 mil euros por ano, durante os próximos dez anos", salientou, acrescentando que o proprietário do imóvel procederá à entrega do edifício quando as obras de adaptação estiverem realizadas. Além de espaços para acolher empresas, o futuro Centro de Negócios Transfronteiriço terá doze fracções para armazéns (o maior com 450 metros quadrados e o mais pequeno com 250), espaços comerciais, salas para escritórios e para serviços, um café-restaurante, um banco, um espaço para venda de artesanato e para a administração, bem como uma zona para a instalação de uma média superfície comercial. Manuel Rito espera que o projecto resulte e tenha aceitação por parte dos pequenos e médios empresários do concelho e de Espanha, tendo em conta a proximidade da localidade do Soito com o território espanhol. "Sei que o empreendedorismo não é o forte das nossas regiões, mas, ali estarão criadas todas as condições para quem tiver um projecto viável avançar com facilidade", admitiu, acrescentando que o regulamento do Centro de Negócios Transfronteiriço será discutido na próxima Assembleia Municipal do Sabugal, em Abril, e que as instalações serão alugadas "a preços módicos". "Já há manifestações de interesse, mais por parte da população do Soito e de alguma gente do concelho, mas como ainda não saiu o regulamento, a Câmara ainda não abriu inscrições", disse. O presidente da Câmara do Sabugal admite tratar-se de um projecto inovador na região, porque existirão condições para instalar os empresários e os jovens empreendedores do concelho "a preços convidativos e, numa primeira fase, o regulamento prevê que pela criação de postos de trabalho se possam oferecer meses de renda". "Um empreendedor que queira instalar-se, tem garantida a instalação imediata, a preços módicos. É só entrar e começar a trabalhar", afirmou. O projecto do Centro de Negócios é dinamizado pela autarquia, podendo no futuro ser gerido num sistema que poderá passar "por parcerias com entidades e associações vocacionadas para o apoio ao empreendedorismo". Kaminhos
19-03-2008 ASR Lusa
segunda-feira, 10 de março de 2008
Pacote com Aldeias do Xisto premiado na Alemanhapela revista Geo Saison 2ª melhor viagem de descoberta
O programa do operador turístico alemão Wikinger Reisen dedicado às Aldeias do Xisto foi premiado, esta semana, pela revista da especialidade Geo Saison, como uma das "Melhores Viagens de Descoberta 2008", foi hoje anunciado. Em nota divulgada hoje, a Agência Regional de Promoção Turística (ARPT) Centro de Portugal revela que o programa "Zu Gast in den tradionellen Schieferdörfern des Pinhal" (Seja bem-vindo às tradicionais Aldeias do Xisto do Pinhal) foi distinguido com o segundo prémio ("Die goldenen Palmen") atribuído pela conceituada revista alemã Geo Saison durante a Feira Internacional de Turismo de Berlim (ITB 08).
O presidente da ARPT Centro de Portugal, Pedro Machado, destacou hoje a importância do prémio, entregue quinta-feira, ao sublinhar o prestígio da Geo Saison e o facto de a Feira Internacional de Turismo de Berlim ser um dos maiores eventos do género a nível mundial. "Para a Marca Centro de Portugal este foi claramente um prémio da maior importância, uma vez que sublinha e reforça a linha estratégica que a Marca Centro de Portugal vem desenvolvendo no mercado alemão", lê-se na nota. Kaminhos
O presidente da ARPT Centro de Portugal, Pedro Machado, destacou hoje a importância do prémio, entregue quinta-feira, ao sublinhar o prestígio da Geo Saison e o facto de a Feira Internacional de Turismo de Berlim ser um dos maiores eventos do género a nível mundial. "Para a Marca Centro de Portugal este foi claramente um prémio da maior importância, uma vez que sublinha e reforça a linha estratégica que a Marca Centro de Portugal vem desenvolvendo no mercado alemão", lê-se na nota. Kaminhos
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Beira Interior aposta no valor acrescentado do azeite biológico
Associação de produtores quer investir 126 milhões de euros para pôr dez mil hectares a produzir a tradicional variedade Galega16,6por cento da área agrícola dos 24 concelhos da Beira Interior é dedicada ao olival, que ocupa 64 mil hectares.
1,9hectares é a superfície média das 27.679 explorações contabilizadas na região, valor que está abaixo dos 2,05 hectares por exploração da média nacional.
0,59toneladas de azeite por hectare é a produtividade média na Beira Interior, abaixo da média, também ela baixa, de 0,83 ton/ha registada em Portugal. Ainda assim, a região é a terceira maior produtora, numa lista liderada pelo Alentejo e na qual Trás-os-Montes ocupa o segundo lugar.
Pùblico
1,9hectares é a superfície média das 27.679 explorações contabilizadas na região, valor que está abaixo dos 2,05 hectares por exploração da média nacional.
0,59toneladas de azeite por hectare é a produtividade média na Beira Interior, abaixo da média, também ela baixa, de 0,83 ton/ha registada em Portugal. Ainda assim, a região é a terceira maior produtora, numa lista liderada pelo Alentejo e na qual Trás-os-Montes ocupa o segundo lugar.
Pùblico
Produção de Compotas e geleias tradicionais
Uma empresária de Santa Marta de Penaguião produz compotas e geleias tradicionais, de fruta colhida em pleno Douro, produtos que são vendidos nas melhores lojas de França, Suíça e Brasil.
As compotas e geleias de Adelaide Lopes conquistaram mesmo o paladar do magnata Al-Fayed, dono dos armazéns Harrods, em Inglaterra. ‘Terra Quente’ e ‘Mil Delícias’ são as denominações dos doces. “Tudo começou em 1994, quando me apercebi de que, para além do vinho, esta região produzia também frutas deliciosas que não estavam a ser devidamente apreciadas”, afirmou a empresária de 50 anos. Abóbora, framboesa, frutos silvestres, laranja, maçã, morango e kiwi são alguns dos produtos utilizados na confecção destas compotas.
Correio da Manha
As compotas e geleias de Adelaide Lopes conquistaram mesmo o paladar do magnata Al-Fayed, dono dos armazéns Harrods, em Inglaterra. ‘Terra Quente’ e ‘Mil Delícias’ são as denominações dos doces. “Tudo começou em 1994, quando me apercebi de que, para além do vinho, esta região produzia também frutas deliciosas que não estavam a ser devidamente apreciadas”, afirmou a empresária de 50 anos. Abóbora, framboesa, frutos silvestres, laranja, maçã, morango e kiwi são alguns dos produtos utilizados na confecção destas compotas.
Correio da Manha
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Mapa Judicial «acentua a desertificação do país»
A posição da Associação Nacional de Municípios em Seia
A Associação Nacional de Municípios (ANMP) recusou hoje em Seia, no final da reunião do seu Concelho Directivo, aprovar o novo mapa judicial apresentado pelo governo. O presidente do CD da ANMP, Fernando Ruas, afirmou não poder "concordar com um projecto que acentua a desertificação do País". No documento de trabalho, a que a Lusa teve acesso e que foi o principal ponto desta reunião, pode ler-se que "a proposta de revisão do mapa judiciário não pode nem deve constituir mais um factor determinante para a desertificação das zonas menos populosas do País".
Especificamente, sobre a proposta de lei, a ANMP sublinha que rejeita "qualquer proposta que reduza a actual implantação territorial dos tribunais", e refere o "compromisso público do Ministério da Justiça de que não se encerrará qualquer tribunal". centuando que "da proposta não se retira em que termos irão os mesmos ser mantidos ou modificados", o documento rejeita "qualquer diminuição das valências que o Estado presentemente garante às populações nos actuais tribunais". Kaminhos
Qualquer dia é as escolas secundárias e as restantes primárias, vamos todos para o litoral molhar o pezinho no mar.....
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Em defesa do Planeta Terra
Em defesa do Planeta TerraUNESCO premeia aluna da UTADDiana Carvalho, 20 anos e aluna finalista da licenciatura emComunicação e Multimédia, vai receber o prémio na sede da UNESCO emParis, na cerimónia de lançamento das celebrações, agendada para apróxima terça e quarta-feira.A jovem, que é natural de Vila Real, disse que se candidatou aoconcurso com a produção de um vídeo promocional onde procura, numa"visão pluridisciplinar e inovadora", alertar a sociedade para asgrandes preocupações com o Planeta Terra. O filme está dividido emduas partes, sendo que a primeira, com desenhos a preto e branco deuma cidade, "quer alertar para a poluição e a sujidade". Numa segundaparte, a aluna filmou o Douro, paisagem de "cores vivas e fortes". "Oobjectivo foi mostrar como, se cuidarmos do ambiente e o protegermos,a paisagem pode ficar bonita", afirmou. O Douro é Património Mundialda UNESCO desde 2001 e é um dos candidatos a sétima Maravilha daNatureza. Diana Carvalho mostrou-se "surpreendida mas muito feliz"pelo prémio, que classificou como uma "recompensa" pelo trabalhoefectuado. As celebrações de 2008 como o Ano Internacional do PlanetaTerra, proclamado por unanimidade pela Assembleia-geral das NaçõesUnidas, pretendem alertar para as alterações climáticas, os desastresnaturais, desertificação de solos ou escassez de água potável.A iniciativa pretende sensibilizar o público e os governantes de todoo mundo para o papel que as "Ciências da Terra" podem ter naconstrução de um planeta mais seguro e saudável, e destaca anecessidade de investimento público e privado na formação de uma novageração de geocientistas capaz de resolver os problemas globais.Primeiro de Janeiro
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Mercados tradicionais em vias de extinção
Os mercados municipais nasceram para substituir a venda de animais,legumes e fruta que se fazia no meio das ruas, sem regras nemcondições de higiene e salubridade. No século passado, construíram-seedifícios de raiz nos centros das cidades para abastecer aspopulações, mas em 100 anos tudo mudou. A concorrência dossupermercados veio abalar definitivamente aquele negócio tradicionalque foi envelhecendo sem se adaptar às exigências dos dias de hoje.Poucos clientes, pouco investimento nas estruturas, lojas desocupadas"ad eternum" esvaziaram a maioria dos mercados da Área Metropolitanado Porto. Os autarcas dizem querer salvá-los e alguns já começaram aentregar esse esforço aos privados. Estarão os mercados tradicionaisem vias de extinção?Não faltam vozes a dizer que sim. Vozes que receiam ver aquelesespaços transformados em shoppings. No Porto, essas vozes gritam bemalto contra a decisão da Autarquia de concessionar o Bolhão àpromotora holandesa TCN nos próximos 50 anos. Teme-se que a tradiçãoseja desvirtuada, teme-se pelo património, teme-se pelo futuro doscomerciantes. E porque se teme tanto? Porque a história deixouexemplos que não correram bem.A primeira recordação que vem à memória de Fernando Sá, presidente daAssociação de Feirantes do Distrito do Porto, é a do Mercado do Anjo.Funcionava na Praça de Lisboa, antes desta ser convertida no ClérigosShopping. Os comerciantes foram para o Bom Sucesso e alguns ficarampelas ruas da Baixa. O centro comercial durou poucos anos, estandoapenas o parque de estacionamento a funcionar. A recuperação do espaçoestá agora nas mãos da Bragaparques, única interessada no concursopúblico aberto pela Câmara. JN
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Aldeia para uma só família

Família está só, mas unida, expectante e determinada em acreditar que este é o momento para inverter a desertificação na aldeia e na região
Licínia Girão, Joana BourgardO céu, o sol, a lua e a terra. Aqui tudo é nosso", afirma, de sorriso rasgado na cara crespada pelo sol de Inverno, Elsa Maria Claro, a mãe da única família que reside em Aigra Velha, a 15 quilómetros da sede do concelho, Góis, em plena Serra da Lousã. Mulher de alma quente e de mãos frias, boas para produzir o queijo de cabra cuja venda garante parte do sustento da família, Elsa Maria diz viver num oásis. "Acordo a ouvir os rouxinóis a cantarem-me à janela, vivo num paraíso natural por opção", afirma a trabalhadora rural que explode de orgulho ao ouvir da boca dos três filhos que este é o lugar onde querem ficar para trabalhar e constituir família.Alexandra, a filha mais velha, é licenciada em Línguas e Relações Internacionais pela Universidade de Aveiro. E só não voltou já para a terra, porque assumiu a responsabilidade de acompanhar os irmãos na cidade até ao final dos estudos. Pedro, de 17 anos, estuda Design de Equipamento. Aos fins-de-semana tem trabalho assegurado numa empresa de animação turística, com sede em Góis, onde é monitor de desportos de aventura. Catarina, também de 17 anos, está a estudar Artes Visuais. Tal como os irmãos, a jovem sonha em regressar rapidamente para Aigra Velha onde pretende aliar-se à equipa que está a desenvolver o projecto da Maternidade de Árvores em Aigra Nova. Contrariando a tendência para abandonar as aldeias serranas por falta de emprego e perspectivas, estes três jovens irmãos anseiam por poder regressar. Os mais velhos já têm propostas de trabalho, a mais nova sente que não será difícil de conseguir. "Quanto mais não seja a dar continuidade ao trabalho feito pelos meus pais na agricultura e pastorícia".André Claro, 47 anos, que não quer ser identificado como o "chefe da família", mas apenas como um elemento de uma casa onde existe apenas uma carteira e a liberdade para que cada um escolha o seu caminho, é o filho mais novo de uma família de quatro irmãos. Foi sempre incentivado pelo pai a estudar, mas optou por se dedicar à pastorícia.Aos dez anos já percorria sozinho a serra com um rebanho de 400 cabeças de gado. Para vigiar as cabras contava com a ajuda de uns binóculos. "Só de pastagens a região dispunha de cerca de 500 hectares", recorda.André Claro nunca deixou de estudar. "Lia tudo o que me aparecia, jornais que os meus irmãos me enviavam de Lisboa, livros e revistas". Ainda hoje tem embrenhado no corpo o bichinho do conhecimento. Participa em acções de formação vocacionadas para a agricultura, pastorícia, apicultura e animação turística. É com frequência convidado para dar formação, participar em palestras e envolver-se em projectos. Elsa Maria, diz que os filhos saíram ao pai, "são inteligentes, têm gosto por aprender e são empreendedores". Por isso, acredita que quando estiverem de volta para a terra, a família vai ficar mais unida do que nunca , expectante e determinada. "Acreditamos que este é o momento para inverter a desertificação", diz. Na aldeia onde há anos vivem sozinhos e na região que, aos poucos, vai dando sinais de revitalização. JN
Familias como esta são cada vez mais precisas no interior.
Parabéns pela força de lutar e ficar numa terra abandonada.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
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