O Museu do Sabugal vai receber de 7 de Maio a 29 de Junho de 2008, a exposição “A arte que o Côa Guarda – Arte Rupestre e Arqueologia do Vale do Côa”.
A mostra integra 16 painéis gigantes que reproduzem algumas das mais importantes gravuras descobertas no Vale do Côa, duas réplicas de painéis gravados, a exibição de um filme sobre o Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC) e a reconstituição de um acampamento paleolítico.
Durante a exposição irá funcionar, no local do acampamento, uma oficina de arqueologia experimental, dedicada aos alunos das escolas, que será assegurada por técnicos do PAVC. Ali serão desenvolvidas algumas modalidades de interpretação do quotidiano dos homens e mulheres do paleolítico, e recriadas a produção e e utilização de armas de caça, produção de fogo, realização de gravuras em suportes de xisto.
Esta iniciativa pretende dar a conhecer melhor o que é a arte rupestre do Vale do Côa, dando a conhecer este vasto património e despertar as pessoas para a visita ao parque, . Por outro lado vão ser recriados cenas do quotidiano através das quais podemos estabelecer ligação com a nossa exposição permanente, de cariz arqueológico.
A exposição foi organizada pela Câmara Municipal da Guarda em colaboração com o Ministério da Cultura, IGESPAR e PAVC .
Pode ser visitada de terça a sexta-feira das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 e ao fim-de-semana das 14h30 às 18h30, na sala de exposições temporárias do Museu do Sabugal.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Sistemas Complementares de Troca: instrumentos para a promoção do desenvolvimento sustentável
O Graal e a Fundação Holandesa STRO
têm o prazer de convidá- lo(a) para a Palestra:
Sistemas Complementares de Troca: instrumentos para a promoção do desenvolvimento sustentável
Data: 12 de Maio
Horário: 18 horas
Local: Terraço Graal
Rua Luciano Cordeiro nº 24- 6º A
Orador: Miguel Yasuyuki Hirota
Ritsumeikan Asia Pacific University, Japão
Introdução ao Tema: Um dos desafios mais importantes das sociedades actuais é sem dúvida a construção de modelos sustentáveis de desenvolvimento local que privilegiem a alocação de recursos locais na satisfação das necessidades locais, respeitando as vocações, particularidades e valores das populações e das comunidades.
Face a um sistema monetário e financeiro internacional que assumidamente não cumpre com a sua função de “motor de desenvolvimento” em algumas regiões, tem sido cada vez mais discutida a necessidade de construir mercados e economias locais mais fortes, auto-sustentados e menos dependentes dos mercados financeiros internacionais para intermediar transacções e criar fontes de emprego e riqueza.
As últimas duas décadas foram por isso palco de um ressurgimento notável de sistemas monetários não- estatais, especialmente impulsionados pelas novas tecnologias da comunicação e informação, com exemplos nos 5 continentes.
Considerados como verdadeiros “laboratórios” de inovação económica e social, os Sistemas Complementares de Troca poderão fornecer contributos importantes para a definição de políticas e iniciativas de desenvolvimento local e humano.
Caracterizam-se por uma grande diversidade de modelos organizacionais, estes são sistemas não- estatais, administrados localmente pelas comunidades aos quais estão delimitados, desenhados como verdadeiros “fatos feitos à medida” destas. Compreendê-los significa, portanto, compreender as necessidades e características das comunidades do século XXI.
Biografia do Orador: Miguel Yasusuki Hirota nasceu em Fukuoka, Japão em 1976. Tendo terminado o seu Mestrado no Departamento de Estudos Internacionais Avançados da Universidade de Tóquio, prepara actualmente o seu Doutoramento da Universidade de Ritsumeikan Asia Pacific, no Japão. Desde 1999, estuda e promove sistemas complementares de troca em todo o Mundo, tendo publicado vários artigos e livros para além de ser um orador frequentemente requisitado sobre o tema.
têm o prazer de convidá- lo(a) para a Palestra:
Sistemas Complementares de Troca: instrumentos para a promoção do desenvolvimento sustentável
Data: 12 de Maio
Horário: 18 horas
Local: Terraço Graal
Rua Luciano Cordeiro nº 24- 6º A
Orador: Miguel Yasuyuki Hirota
Ritsumeikan Asia Pacific University, Japão
Introdução ao Tema: Um dos desafios mais importantes das sociedades actuais é sem dúvida a construção de modelos sustentáveis de desenvolvimento local que privilegiem a alocação de recursos locais na satisfação das necessidades locais, respeitando as vocações, particularidades e valores das populações e das comunidades.
Face a um sistema monetário e financeiro internacional que assumidamente não cumpre com a sua função de “motor de desenvolvimento” em algumas regiões, tem sido cada vez mais discutida a necessidade de construir mercados e economias locais mais fortes, auto-sustentados e menos dependentes dos mercados financeiros internacionais para intermediar transacções e criar fontes de emprego e riqueza.
As últimas duas décadas foram por isso palco de um ressurgimento notável de sistemas monetários não- estatais, especialmente impulsionados pelas novas tecnologias da comunicação e informação, com exemplos nos 5 continentes.
Considerados como verdadeiros “laboratórios” de inovação económica e social, os Sistemas Complementares de Troca poderão fornecer contributos importantes para a definição de políticas e iniciativas de desenvolvimento local e humano.
Caracterizam-se por uma grande diversidade de modelos organizacionais, estes são sistemas não- estatais, administrados localmente pelas comunidades aos quais estão delimitados, desenhados como verdadeiros “fatos feitos à medida” destas. Compreendê-los significa, portanto, compreender as necessidades e características das comunidades do século XXI.
Biografia do Orador: Miguel Yasusuki Hirota nasceu em Fukuoka, Japão em 1976. Tendo terminado o seu Mestrado no Departamento de Estudos Internacionais Avançados da Universidade de Tóquio, prepara actualmente o seu Doutoramento da Universidade de Ritsumeikan Asia Pacific, no Japão. Desde 1999, estuda e promove sistemas complementares de troca em todo o Mundo, tendo publicado vários artigos e livros para além de ser um orador frequentemente requisitado sobre o tema.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
O novo fôlego do lince em Portugal
02.05.2008, Ana Fernandes
É o felino mais ameaçado do mundo e ninguém garante que ainda se passeie por Portugal. Daqui a uns anos talvez o possamos voltar a ver em oito áreas classificadas do país
Lá fama o bicho tem. Serão poucos os que nunca ouviram falar do lince. Os mais velhos talvez ainda se lembrem da campanha Salvem o lince e a serra da Malcata, uma das primeiras que houve na área do ambiente no país, há 30 anos. Os mais novos, mais que não seja, ouviram falar dele por causa da barragem de Odelouca. É o felino mais ameaçado do mundo e ninguém mete a mão no fogo que ainda se passeie por Portugal. Mas esta já foi a sua casa e hoje o Governo lança um plano de acção para voltar a acolhê-lo.
Foi precisamente por causa da barragem de Odelouca, no Algarve, que destrói parte do habitat natural desta espécie, que as acções de conservação do lince ganharam um novo impulso. Por causa das medidas de compensação exigidas por Bruxelas, será construído, em Silves, o Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico. Re-
ceberá bichos vindos dos centros espanhóis, que já fazem reprodução em cativeiro há vários anos.
Mas como o objectivo não são os parques zoológicos mas sim a natureza, a ideia é voltar a repovoar o território com estes esquivos felinos. Para isso, havia que montar um plano de acção, agora concluído, e que será hoje apresentado pelo secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, na Malcata. O despacho que o concretiza conta também com a assinatura do secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e Florestas.
Isto porque muitas das acções previstas terão de ser postas em prática num esforço conjunto entre o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, a Direcção-Geral dos Recursos Florestais, a Direcção--Geral da Veterinária e as unidades científicas.
Ainda não há uma estimativa do valor total do plano, adiantou Humberto Rosa. Sabe-se que o centro de reprodução e as medidas de recuperação do habitat em Odelouca custarão entre quatro a cinco milhões de euros.
"A primeira tarefa da comissão de acompanhamento [do plano] se-
rá passar as medidas a projectos", adiantou o responsável. Só nessa altura haverá um cálculo final dos custos. Para pôr as acções em prática, haverá apoios comunitários, tanto da Agricultura como do Ambiente e do Desenvolvimento Regional, e também do sector privado.
O papel dos cidadãos
Pouco será conseguido sem o envolvimento dos particulares, já que as acções cruciais passarão pela recuperação do habitat natural do lince - o matagal mediterrânico - e o seu prato predilecto, o coelho-bravo. Co-
mo a maioria do país é privado, a adesão dos proprietários às medidas propostas é crucial.
Mas, "enquanto instrumento potencial de execução deste plano, o
arrendamento de terrenos ou a aquisição ou expropriação por parte do Estado serão considerados sempre que sejam as únicas opções viáveis para o desenvolvimento de acções de conservação de relevância primordial", adianta o plano de acção, a que o PÚBLICO teve acesso.
As medidas previstas terão como áreas prioritárias de intervenção as áreas classificadas da Malcata, Nisa--Laje da Prata, São Mamede, Moura--Barrancos, Guadiana, Monchique, Caldeirão e Barrocal algarvio.
Há 30 anos, o apelo - e os autocolantes - da Liga para a Protecção da Natureza tiveram grande sucesso. Mas, desde aí, o que na altura se jurava existir em Portugal possivelmente desapareceu. O último sinal da sua presença foi dado por excrementos encontrados em 2001 na serra da Adiça. O Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade con-
sidera-o pré-extinto no país.
Com a ajuda de Espanha, Portugal joga agora o tudo ou nada. Para que a Ibéria não perca para sempre um dos seus mais antigos habitantes.
É o felino mais ameaçado do mundo e ninguém garante que ainda se passeie por Portugal. Daqui a uns anos talvez o possamos voltar a ver em oito áreas classificadas do país
Lá fama o bicho tem. Serão poucos os que nunca ouviram falar do lince. Os mais velhos talvez ainda se lembrem da campanha Salvem o lince e a serra da Malcata, uma das primeiras que houve na área do ambiente no país, há 30 anos. Os mais novos, mais que não seja, ouviram falar dele por causa da barragem de Odelouca. É o felino mais ameaçado do mundo e ninguém mete a mão no fogo que ainda se passeie por Portugal. Mas esta já foi a sua casa e hoje o Governo lança um plano de acção para voltar a acolhê-lo.
Foi precisamente por causa da barragem de Odelouca, no Algarve, que destrói parte do habitat natural desta espécie, que as acções de conservação do lince ganharam um novo impulso. Por causa das medidas de compensação exigidas por Bruxelas, será construído, em Silves, o Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico. Re-
ceberá bichos vindos dos centros espanhóis, que já fazem reprodução em cativeiro há vários anos.
Mas como o objectivo não são os parques zoológicos mas sim a natureza, a ideia é voltar a repovoar o território com estes esquivos felinos. Para isso, havia que montar um plano de acção, agora concluído, e que será hoje apresentado pelo secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, na Malcata. O despacho que o concretiza conta também com a assinatura do secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e Florestas.
Isto porque muitas das acções previstas terão de ser postas em prática num esforço conjunto entre o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, a Direcção-Geral dos Recursos Florestais, a Direcção--Geral da Veterinária e as unidades científicas.
Ainda não há uma estimativa do valor total do plano, adiantou Humberto Rosa. Sabe-se que o centro de reprodução e as medidas de recuperação do habitat em Odelouca custarão entre quatro a cinco milhões de euros.
"A primeira tarefa da comissão de acompanhamento [do plano] se-
rá passar as medidas a projectos", adiantou o responsável. Só nessa altura haverá um cálculo final dos custos. Para pôr as acções em prática, haverá apoios comunitários, tanto da Agricultura como do Ambiente e do Desenvolvimento Regional, e também do sector privado.
O papel dos cidadãos
Pouco será conseguido sem o envolvimento dos particulares, já que as acções cruciais passarão pela recuperação do habitat natural do lince - o matagal mediterrânico - e o seu prato predilecto, o coelho-bravo. Co-
mo a maioria do país é privado, a adesão dos proprietários às medidas propostas é crucial.
Mas, "enquanto instrumento potencial de execução deste plano, o
arrendamento de terrenos ou a aquisição ou expropriação por parte do Estado serão considerados sempre que sejam as únicas opções viáveis para o desenvolvimento de acções de conservação de relevância primordial", adianta o plano de acção, a que o PÚBLICO teve acesso.
As medidas previstas terão como áreas prioritárias de intervenção as áreas classificadas da Malcata, Nisa--Laje da Prata, São Mamede, Moura--Barrancos, Guadiana, Monchique, Caldeirão e Barrocal algarvio.
Há 30 anos, o apelo - e os autocolantes - da Liga para a Protecção da Natureza tiveram grande sucesso. Mas, desde aí, o que na altura se jurava existir em Portugal possivelmente desapareceu. O último sinal da sua presença foi dado por excrementos encontrados em 2001 na serra da Adiça. O Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade con-
sidera-o pré-extinto no país.
Com a ajuda de Espanha, Portugal joga agora o tudo ou nada. Para que a Ibéria não perca para sempre um dos seus mais antigos habitantes.
Municípios da Serra desenvolvem estudo estratégico
De desenvolvimento da região, coordenado por Daniel Bessa
Seis municípios da Serra da Estrela estão a elaborar um estudo estratégico de desenvolvimento da região, com uma forte aposta no turismo, dirigido pelo economista Daniel Bessa, foi hoje anunciado.
Celorico da Beira, Covilhã, Gouveia, Guarda, Manteigas e Seia são os seis municípios que constituem o Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE) e que "por isso se uniram neste trabalho", disse à Agência Lusa José Manuel Biscaia, presidente da Câmara de Manteigas, o único concelho cujo território está totalmente dentro do Parque.
O objectivo é "transformar a realidade da Serra da Estrela em vários atractivos, sobretudo turísticos, para além de um ou outro produto específico, como a neve", acrescentou.
Segundo Biscaia, "o estudo não pretende substituir entidades já existentes como o Pólo Turístico da Serra da Estrela (ex-Região de Turismo), mas antes complementá-las".
Os autarcas e Daniel Bessa encontram-se hoje, a partir das 17:30, na Câmara da Covilhã, numa reunião à porta fechada.
Entre outros pontos, vai estar em discussão a possibilidade de candidatar projectos do estudo estratégico ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).
"Avistam-se dificuldades, na medida em que o governo entende que para execução do QREN devem existir entidades que coincidam com áreas das NUT III", antecipou o autarca de Manteigas. Kaminhos
Projectos e mais projectos e estudos mas para que, não sabem fazer uma unica coisa bem, e andam sempre a pedir estudos e mais estudo.
Vamos ver no que dá este ultimo.
Seis municípios da Serra da Estrela estão a elaborar um estudo estratégico de desenvolvimento da região, com uma forte aposta no turismo, dirigido pelo economista Daniel Bessa, foi hoje anunciado.
Celorico da Beira, Covilhã, Gouveia, Guarda, Manteigas e Seia são os seis municípios que constituem o Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE) e que "por isso se uniram neste trabalho", disse à Agência Lusa José Manuel Biscaia, presidente da Câmara de Manteigas, o único concelho cujo território está totalmente dentro do Parque.
O objectivo é "transformar a realidade da Serra da Estrela em vários atractivos, sobretudo turísticos, para além de um ou outro produto específico, como a neve", acrescentou.
Segundo Biscaia, "o estudo não pretende substituir entidades já existentes como o Pólo Turístico da Serra da Estrela (ex-Região de Turismo), mas antes complementá-las".
Os autarcas e Daniel Bessa encontram-se hoje, a partir das 17:30, na Câmara da Covilhã, numa reunião à porta fechada.
Entre outros pontos, vai estar em discussão a possibilidade de candidatar projectos do estudo estratégico ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).
"Avistam-se dificuldades, na medida em que o governo entende que para execução do QREN devem existir entidades que coincidam com áreas das NUT III", antecipou o autarca de Manteigas. Kaminhos
Projectos e mais projectos e estudos mas para que, não sabem fazer uma unica coisa bem, e andam sempre a pedir estudos e mais estudo.
Vamos ver no que dá este ultimo.
Internet para captar turistas para a região
Associação Comercial da Guarda apresentou candidatura ao Interreg
A Associação Comercial da Guarda (ACG) pretende atrair turistas para a região através da Internet, tendo já apresentado uma candidatura ao programa comunitário Interreg, numa parceria com duas entidades espanholas, anunciou hoje a direcção.
Segundo Paulo Manuel, presidente da direcção da ACG, o projecto, elaborado numa parceria com a Fundação do Parque Científico da Universidade de Salamanca e Associação Comercial de Ciudad Rodrigo (Espanha), consiste em criar um "mundo digital" onde estejam presentes o património, a gastronomia, a cultura e a educação das regiões de ambos os lados da fronteira.
O resultado da candidatura, no valor de 2,5 milhões de euros, será revelado dentro de dois meses e, caso seja aprovada, vigorará até 2010, referiu.
"O objectivo é fazer a promoção do turismo cultural e da natureza do distrito da Guarda e da província de Salamanca" num site na Internet, salientou, dando conta que o "mundo digital" perspectivado tem "características muito idênticas ao second life".
Paulo Manuel referiu tratar-se de "criar um mundo interactivo onde os visitantes podem ter um conhecimento mais aprofundado da cultura e da natureza" das regiões abrangidas. Kaminhos
Eles inventam cada uma, apostassem realmente na qualidade do turismo prestado, para incentivar as pessoas a gastarem e consumirem.....Enfim...
Espero que consigam levar a bom porto esta ideia....
A Associação Comercial da Guarda (ACG) pretende atrair turistas para a região através da Internet, tendo já apresentado uma candidatura ao programa comunitário Interreg, numa parceria com duas entidades espanholas, anunciou hoje a direcção.
Segundo Paulo Manuel, presidente da direcção da ACG, o projecto, elaborado numa parceria com a Fundação do Parque Científico da Universidade de Salamanca e Associação Comercial de Ciudad Rodrigo (Espanha), consiste em criar um "mundo digital" onde estejam presentes o património, a gastronomia, a cultura e a educação das regiões de ambos os lados da fronteira.
O resultado da candidatura, no valor de 2,5 milhões de euros, será revelado dentro de dois meses e, caso seja aprovada, vigorará até 2010, referiu.
"O objectivo é fazer a promoção do turismo cultural e da natureza do distrito da Guarda e da província de Salamanca" num site na Internet, salientou, dando conta que o "mundo digital" perspectivado tem "características muito idênticas ao second life".
Paulo Manuel referiu tratar-se de "criar um mundo interactivo onde os visitantes podem ter um conhecimento mais aprofundado da cultura e da natureza" das regiões abrangidas. Kaminhos
Eles inventam cada uma, apostassem realmente na qualidade do turismo prestado, para incentivar as pessoas a gastarem e consumirem.....Enfim...
Espero que consigam levar a bom porto esta ideia....
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Lançamento de Livro "Pensar como uma Montanha"
Pensar Como Uma Montanha
Hoje as 21:00 h
A Associação do Amigos do Rio Ovelha em conjunto com o Marco de Letras, fará no próximo dia 28, Segunda-Feira, a apresentação no Auditório Municipal, da obra mais discutida mundialmente no domínio da ecologia e da natureza, em especial da ética ambiental: A Sand Country Almanac, de Aldo Leopold.
Conservando na capa o título original em inglês, a obra tem por título em português Pensar como uma montanha (expressão do próprio autor).
A obra será apresentada em conversa entre José Carlos Marques (Filósofo, Editor e Vice-Presidente da ONGA "Campo Aberto), Paulo Telhadas dos Santos (Biólogo, Presidente da FAPAS) , Miguel Dantas da Gama (Director da Revista "Tribuna da Natureza") e Raúl erqueira Lima (Astrónomo e Editor da Revista "Tribuna da Natureza").
Esta iniciativa surge no âmbito do Marco de Letras - Feira do Livro de Marco de Canaveses, que realiza de 25 de Abril até 1 de Maio.
Para mais informações, contactar 931 109 418.
Hoje as 21:00 h
A Associação do Amigos do Rio Ovelha em conjunto com o Marco de Letras, fará no próximo dia 28, Segunda-Feira, a apresentação no Auditório Municipal, da obra mais discutida mundialmente no domínio da ecologia e da natureza, em especial da ética ambiental: A Sand Country Almanac, de Aldo Leopold.
Conservando na capa o título original em inglês, a obra tem por título em português Pensar como uma montanha (expressão do próprio autor).
A obra será apresentada em conversa entre José Carlos Marques (Filósofo, Editor e Vice-Presidente da ONGA "Campo Aberto), Paulo Telhadas dos Santos (Biólogo, Presidente da FAPAS) , Miguel Dantas da Gama (Director da Revista "Tribuna da Natureza") e Raúl erqueira Lima (Astrónomo e Editor da Revista "Tribuna da Natureza").
Esta iniciativa surge no âmbito do Marco de Letras - Feira do Livro de Marco de Canaveses, que realiza de 25 de Abril até 1 de Maio.
Para mais informações, contactar 931 109 418.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Lançado prémio nacional para distinguir pessoas que criam sustentabilidade
Distinguir o que de melhor se faz em Portugal pela sustentabilidade é o
objectivo dos Green Project Awards, um prémio lançado hoje e que lança o
desafio a cidadãos comuns, empresas, associações, autarquias e escolas.
Desta vez o que conta não são só as ideias mas os resultados.
O prémio, iniciativa do grupo GCI (empresa de consultoria de
comunicação), tem três categorias: projectos e investigação já
concretizados ? para estas duas categorias nas áreas da ecoeficiência,
construção sustentável, arquitectura bioclimática, energia, água, ar,
resíduos, biodiversidade e conservação da natureza, florestas e
transportes ? e comunicação (melhor relatório de sustentabilidade e
ambiente e campanhas de sensibilização e informação).
O júri reúne pessoas de várias áreas, entre elas a Agência Portuguesa do
Ambiente (organismo do Ministério do Ambiente), a Quercus ? Associação
Nacional de Conservação da Natureza, Parque EXPO, Universidade Católica
Portuguesa e MIT Portugal.
A inscrição dos participantes vai de 22 de Abril a 12 de Setembro. A
avaliação de candidaturas decorrerá de 15 de Setembro a 31 de Outubro e
a atribuição dos prémios acontecerá em Novembro.
A Quercus foi desafiada a embarcar nesta iniciativa. ?Achámos muito
interessante o conceito de premiar resultados e não apenas ideias,
distinguir a concretização da sustentabilidade?, comentou Susana
Fonseca, da Quercus, ao PÚBLICO.
Outra ideia que agradou à associação foi a preocupação com a
comunicação. ?A sustentabilidade não é uma palavra fácil de definir. Por
exemplo, muitos pensam que é só Ambiente. Mas não. É um equilíbrio entre
as componentes ambientais, sociais e económicas. E hoje circulam muitas
mensagens contraditórias. É preciso comunicar bem a sustentabilidade,
para que possamos ter cidadãos informados e pró-activos?, considerou.
António Gonçalves Henriques, director-geral da Agência Portuguesa do
Ambiente, vê neste galardão uma ?iniciativa muito relevante? que deve
ser incentivada. ?Nós, enquanto Agência [Portuguesa de Ambiente] não
podemos trabalhar sozinhos [pela sustentabilidade]. Precisamos da ajuda
de todos, tanto de parceiros privados como dos cidadãos?, comentou ao
PÚBLICO depois do lançamento da iniciativa, esta manhã na Agência
Portuguesa do Ambiente, em Alfragide.
Segundo Susana Fonseca, o júri está consciente do desafio que tem em
mãos. ?Este é um prémio muito abrangente, quer quanto às áreas quer
quanto aos participantes. Mas este ainda é o primeiro ano. Vamos ver
como corre?.
Para Susana Fonseca, nos cidadãos ?já há alguma consciência para a
sustentabilidade. Mas ainda há muito trabalho a fazer?. Ainda há muitas
pessoas que ?dizem querer ser sustentáveis mas, ao mesmo tempo, querem
comprar telemóveis novos todos os anos?, exemplificou. Ecosfera
Helena Geraldes
objectivo dos Green Project Awards, um prémio lançado hoje e que lança o
desafio a cidadãos comuns, empresas, associações, autarquias e escolas.
Desta vez o que conta não são só as ideias mas os resultados.
O prémio, iniciativa do grupo GCI (empresa de consultoria de
comunicação), tem três categorias: projectos e investigação já
concretizados ? para estas duas categorias nas áreas da ecoeficiência,
construção sustentável, arquitectura bioclimática, energia, água, ar,
resíduos, biodiversidade e conservação da natureza, florestas e
transportes ? e comunicação (melhor relatório de sustentabilidade e
ambiente e campanhas de sensibilização e informação).
O júri reúne pessoas de várias áreas, entre elas a Agência Portuguesa do
Ambiente (organismo do Ministério do Ambiente), a Quercus ? Associação
Nacional de Conservação da Natureza, Parque EXPO, Universidade Católica
Portuguesa e MIT Portugal.
A inscrição dos participantes vai de 22 de Abril a 12 de Setembro. A
avaliação de candidaturas decorrerá de 15 de Setembro a 31 de Outubro e
a atribuição dos prémios acontecerá em Novembro.
A Quercus foi desafiada a embarcar nesta iniciativa. ?Achámos muito
interessante o conceito de premiar resultados e não apenas ideias,
distinguir a concretização da sustentabilidade?, comentou Susana
Fonseca, da Quercus, ao PÚBLICO.
Outra ideia que agradou à associação foi a preocupação com a
comunicação. ?A sustentabilidade não é uma palavra fácil de definir. Por
exemplo, muitos pensam que é só Ambiente. Mas não. É um equilíbrio entre
as componentes ambientais, sociais e económicas. E hoje circulam muitas
mensagens contraditórias. É preciso comunicar bem a sustentabilidade,
para que possamos ter cidadãos informados e pró-activos?, considerou.
António Gonçalves Henriques, director-geral da Agência Portuguesa do
Ambiente, vê neste galardão uma ?iniciativa muito relevante? que deve
ser incentivada. ?Nós, enquanto Agência [Portuguesa de Ambiente] não
podemos trabalhar sozinhos [pela sustentabilidade]. Precisamos da ajuda
de todos, tanto de parceiros privados como dos cidadãos?, comentou ao
PÚBLICO depois do lançamento da iniciativa, esta manhã na Agência
Portuguesa do Ambiente, em Alfragide.
Segundo Susana Fonseca, o júri está consciente do desafio que tem em
mãos. ?Este é um prémio muito abrangente, quer quanto às áreas quer
quanto aos participantes. Mas este ainda é o primeiro ano. Vamos ver
como corre?.
Para Susana Fonseca, nos cidadãos ?já há alguma consciência para a
sustentabilidade. Mas ainda há muito trabalho a fazer?. Ainda há muitas
pessoas que ?dizem querer ser sustentáveis mas, ao mesmo tempo, querem
comprar telemóveis novos todos os anos?, exemplificou. Ecosfera
Helena Geraldes
Seminário Internacional
Foi criada uma página web simples mas contendo a informação principal do Seminário Internacional “Educação, Ambiente, Turismo e Desenvolvimento Comunitário”. A informação colocada vai sendo actualizada com o tempo.De qualquer forma, podem utilizar este recurso para recolher informação e para divulgação também. O link é:
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Compreender e combater a desertificação
Vanessa Mateus disponibilizou na plataforma Pluridoc a sua interessante dissertação de mestrado, produzida no âmbito do Mestrado em Geografia do King's College da Universidade de Londres, na qual analisou o processo de desertificação da bacia hidrográfica do Rio Guadalentín no Sudeste de Espanha, recorrendo ao sistema de apoio à decisão MedAction® Policy Support System. Com o auxílio deste sistema, a autora procurou compreender a complexa dinâmica de interacções entre factores biofísicos e factores socio-económicos que podem levar à degradação de recursos e avaliar as implicações previsíveis de diferentes cenários e alternativas de gestão. Este documento intitula-se "Desertification assessment for the Guadalentín River Basin, Spain using the Medaction PSS Integrated Model" e os interessados poderão descarregá-lo gratuitamente a partir do seguinte link:
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Delphi de Castelo Branco poderá absorver parte dos 439 trabalhadores despedidos
Delphi de Castelo Branco poderá absorver parte dos 439 trabalhadores despedidos em Ponte de Sor
Negociação de indemnizações já arrancou
A Delphi em Castelo Branco poderá vir a receber até cem dos 439 trabalhadores que serão despedidos da congénere de Ponte de Sor. O transporte dos trabalhadores até pode vir a ser suportado pela edilidade local.
Apesar de se iniciar hoje a negociação das indemnizações aos trabalhadores, o representante sindical, Nelson Freitas, está a fazer diligências para que pelo menos cem funcionários da unidade em Ponte de Sor venham a ser transferidos para a congénere em Castelo Branco, avança a rádio TSF.
Para Nelson Freitas, trabalhador da Delphi, a fábrica de Castelo Branco “tem muito trabalho” e pode estar em condições de receber esses trabalhadores, adiantando que a fábrica teve que alugar um pavilhão em frente às suas instalações para dar resposta ao volume de produção actual. Kaminhos
No minimo dá que pensar, não será mais fácil distribuir o trabalho pelas duas fábricas em vez de absorver os recem desempregados e serem obrigados a irem para outra cidade darem mais riqueza ao novo concelho e deixar a Guarda e o interior ainda mais pobre onde é que isto vai chegar..................
Negociação de indemnizações já arrancou
A Delphi em Castelo Branco poderá vir a receber até cem dos 439 trabalhadores que serão despedidos da congénere de Ponte de Sor. O transporte dos trabalhadores até pode vir a ser suportado pela edilidade local.
Apesar de se iniciar hoje a negociação das indemnizações aos trabalhadores, o representante sindical, Nelson Freitas, está a fazer diligências para que pelo menos cem funcionários da unidade em Ponte de Sor venham a ser transferidos para a congénere em Castelo Branco, avança a rádio TSF.
Para Nelson Freitas, trabalhador da Delphi, a fábrica de Castelo Branco “tem muito trabalho” e pode estar em condições de receber esses trabalhadores, adiantando que a fábrica teve que alugar um pavilhão em frente às suas instalações para dar resposta ao volume de produção actual. Kaminhos
No minimo dá que pensar, não será mais fácil distribuir o trabalho pelas duas fábricas em vez de absorver os recem desempregados e serem obrigados a irem para outra cidade darem mais riqueza ao novo concelho e deixar a Guarda e o interior ainda mais pobre onde é que isto vai chegar..................
IberFolk – Festival de Cultura Tradicional
5,6 e 7 de Setembro – Sortelha [aldeia histórica] – Sabugal
Num desafio permanente ao público, aos conceitos culturais estabelecidos, à criatividade, à
participação activa e à descoberta, a associação Transcudânia, os colectivos Rodobalho e Tradballs e a Junta de Freguesia de Sortelha preparam a 3ª edição do IberFolk, entre 5 e 7 de Setembro, na aldeia histórica de Sortelha.
Num formato em que a participação daqueles que seriam os espectadores é o centro do programa, o festival pretende levar o valor histórico e patrimonial de Sortelha e da região a novas pessoas.
Pretendemos construir um ponto de encontro saudável, partilhado em redor da música, da dança e da cultura tradicional, nas suas diversas formas de reconstrução e re-interpretação.
Depois do sucesso da 2ª edição, com a magia de Sortelha aclamada por todos, temos a certeza que em 2008 Setembro abrirá as portas da muralha a almas novas em busca de momentos ímpares.
O programa será um misto de aprendizagem e descoberta – das danças, dos instrumentos, das artes, da paisagem – durante o dia e de partilha e alegria em sons diversos à noite.
A grupos de cariz tradicional, com propostas inovadoras de interpretação, juntaremos a paisagem ímpar de Sortelha e arredores para que o olhar, a audição, o tacto e o olfacto se sintam em casa, numa casa-aldeia.
Assente numa organização voluntária e na conjunção de muitos esforços, o programa será aberto
também a propostas de todos quantos se queiram juntar. Seja na preparação, ou no próprio dia, seja na logística, seja no palco.
Mais do que nomes sonantes para serem consumidos pelo imediato, dizemos agora que Sortelha
volta a acontecer, que em Setembro as muralhas desaparecem. Mais do que prometer programas recheados de habituais, deixamos o desafio para que o construam.
A Transcudânia será o motor.
Contactos:
Transcudânia – Carlos Alexandre – 917021183 -www.transcudania.com – transcudania@gmail.com
Colectivo Rodobalho – Ana Bica - 968197601 - www.rodobalho.com - rodobalho@rodobalho.com
Num desafio permanente ao público, aos conceitos culturais estabelecidos, à criatividade, à
participação activa e à descoberta, a associação Transcudânia, os colectivos Rodobalho e Tradballs e a Junta de Freguesia de Sortelha preparam a 3ª edição do IberFolk, entre 5 e 7 de Setembro, na aldeia histórica de Sortelha.
Num formato em que a participação daqueles que seriam os espectadores é o centro do programa, o festival pretende levar o valor histórico e patrimonial de Sortelha e da região a novas pessoas.
Pretendemos construir um ponto de encontro saudável, partilhado em redor da música, da dança e da cultura tradicional, nas suas diversas formas de reconstrução e re-interpretação.
Depois do sucesso da 2ª edição, com a magia de Sortelha aclamada por todos, temos a certeza que em 2008 Setembro abrirá as portas da muralha a almas novas em busca de momentos ímpares.
O programa será um misto de aprendizagem e descoberta – das danças, dos instrumentos, das artes, da paisagem – durante o dia e de partilha e alegria em sons diversos à noite.
A grupos de cariz tradicional, com propostas inovadoras de interpretação, juntaremos a paisagem ímpar de Sortelha e arredores para que o olhar, a audição, o tacto e o olfacto se sintam em casa, numa casa-aldeia.
Assente numa organização voluntária e na conjunção de muitos esforços, o programa será aberto
também a propostas de todos quantos se queiram juntar. Seja na preparação, ou no próprio dia, seja na logística, seja no palco.
Mais do que nomes sonantes para serem consumidos pelo imediato, dizemos agora que Sortelha
volta a acontecer, que em Setembro as muralhas desaparecem. Mais do que prometer programas recheados de habituais, deixamos o desafio para que o construam.
A Transcudânia será o motor.
Contactos:
Transcudânia – Carlos Alexandre – 917021183 -www.transcudania.com – transcudania@gmail.com
Colectivo Rodobalho – Ana Bica - 968197601 - www.rodobalho.com - rodobalho@rodobalho.com
terça-feira, 8 de abril de 2008
Menezes no Fundão
Será que é desta que se faz luz, ou será mais uma manobra de politica para angariar votos paras as próximas eleições.
Àlguem ainda tem duvidas que o interior tem outras potencialidades que o litoral não tem, temos é que saber quais são essas potencialidades e desenvolve-las para conseguirmos emprego e riqueza ao interior. Quanto ao desenvolvimento continuo a dizer que tem que ser obrigatóriamente um modelo de desenvolvimento sustentável, para não tornarmos o interiro o litoral sem água....
segunda-feira, 7 de abril de 2008
O interesse público ou privado
E coloco esta referencia pela simples razão que refere o interior que passo a citar.
"Por seu turno, a EP salienta que: Em algumas zonas do interior, face aos custos das infraestruturas e aos níveis de tráfego, a cobrança de um preço adequado ao custo do investimento torna-se inviável, dada a dificuldade que isso representaria na aceitação pública."
Não tive tempo de olhar para o relatório mas será que isto é mesmo assim dos custo se tornar inviável????? Espero bem que sim já que a população do interior não se consegue sustentar a nivel de bens essenciais quanto mais pagar portagens.
Outra questão que retiro disto é que o País move-se pelos interesses que vai havendo ainda agora alguns dias o lançamento de novas auto-estradas para a zona de Leiria e a nova ponte sobre o tejo são os interesses das empresas de construção que apertaram com o governo a parede.
Lamentável no minimo não seria mais interressante investir na criação de emprego a longo prazo e não emprego temporário?
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Desertificação no Concelho do Sabugal II
Para os que falam falam mas não fazem nada e até tem vontade de combater a desertificação seja no Sabugal ou noutro concelho perto deixo aqui uma dica de venda de bens penhorados pelas finanças agora com a modalidade internet as tencologias do dia de hoje, e assim já podem vir semera batatas ou será plantar?
Terrenos jeitosos a um preço base de venda muito baixos.
Claro que não vão comprar nenhum monte de 1000 e tal ha como há no alentejo, mas já dá para fazer uma agricultura jeitosa.
Terrenos jeitosos a um preço base de venda muito baixos.
Claro que não vão comprar nenhum monte de 1000 e tal ha como há no alentejo, mas já dá para fazer uma agricultura jeitosa.
Desertificação no Concelho do Sabugal
Deixo aqui duas ligações para textos noutras moradas sobre molde de travar a desertificação:
Promover a fixação de novos residentes de molde a travar o fenómeno da desertificação, através da criação de postos de trabalho, deverá ser o principal objectivo estratégico dos responsáveis autárquicos.
Outro texto ainda no mesmo assunto:
A definição de uma estratégia de desenvolvimento do Concelho é uma tarefa colectiva, para a qual todos temos o dever de contribuir.
E a respectiva critica:
Desmontar ideias
Todos falam mas não os vejo a fazer nada, há muita associação no concelho e estão ás moscas porque os que falam não metem lá os pés e não perdem uma hora para ajudar no verdadeiro desenvolvimento do concelho, iniciativas para chamar pessoas pelo menos um turismo diferente do que se tem praticado.
Promover a fixação de novos residentes de molde a travar o fenómeno da desertificação, através da criação de postos de trabalho, deverá ser o principal objectivo estratégico dos responsáveis autárquicos.
Outro texto ainda no mesmo assunto:
A definição de uma estratégia de desenvolvimento do Concelho é uma tarefa colectiva, para a qual todos temos o dever de contribuir.
E a respectiva critica:
Desmontar ideias
Todos falam mas não os vejo a fazer nada, há muita associação no concelho e estão ás moscas porque os que falam não metem lá os pés e não perdem uma hora para ajudar no verdadeiro desenvolvimento do concelho, iniciativas para chamar pessoas pelo menos um turismo diferente do que se tem praticado.
Lutar, Abafar, Resolver Conflitos sociais
A socióloga Paula Silveira produziu recentemente um interessante artigo sobre a gestão de conflitos sociais, os quais encara como uma manifestação saudável da inteligência de grupos e, se correctamente vividos, podem ser o motor da resolução criativa de problemas. Segundo a autora, gerir eficazmente um conflito é utilizar a energia e criatividade dos grupos, resultantes da aplicação da inteligência colectiva a um dado problema. Trata-se de um tema que atravessa todas as áreas de actividade humana. Este documento intitula-se "Lutar, Abafar, Resolver: 3 técnicas para gerir conflitos sociais" e os interessados poderão descarregá-lo gratuitamente a partir do seguinte link:
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Comissões para combater a crise no comércio
Ass. Comercial de Castelo Branco combate a «Crise»
A Associação Comercial, Industrial e Serviços de Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila Velha de Ródão (ACICB), no âmbito da reunião que no passado dia 10 de Março, reuniu cerca de uma centena de comerciantes para alertar e pedir apoio dos políticos locais para fazer face à grave crise que o sector atravessa, já criou com os seus associados três comissões que visam estudar alguns melhoramentos para serem implementados. Assim, das ideias surgidas na reunião de 10 de Março, a ACICB em conjunto com os seus associados decidiu criar a Comissão de Sinalética e Cartazes, a Comissão de Acções de Animação e a Comissão do Cartão de Descontos que tomaram posse no passado dia 31 de Março e vão, a partir de agora, iniciar os respectivos trabalhos no âmbito de cada uma das áreas previamente definidas. Kaminhos
Criam-se associações, cooperativas, comissões mas acho que ninguem sabe realmente o papel das associações e cooperativas. Que é a promoção do produtos que os seus associados produzem, e quando se fazem campanhas ou comissões é preciso estudar o assunto até ao fundo e não fazer campanhas curtas.....
segunda-feira, 31 de março de 2008
Falta de médicos /Criação de condições no interior
O bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, considerou ontem que o problema de falta de médicos em Portugal estará resolvido dentro de uma década, com o aumento de vagas que tem ocorrido nas faculdades de medicina.
Segundo Pedro Nunes, as entradas anuais nas faculdades de Medicina aumentaram de 300 para 1300 nos últimos dois anos, "um número que é razoável e que vai resolver os problemas do país". No entanto, o bastonário salientou que "não é amanhã, é daqui por dez anos, o tempo de formação de um médico", já que o aumento das vagas nas universidades foram tomadas com "uma década de atraso".
Pedro Nunes defendeu que, embora o número de médicos em formação seja suficiente para as necessidades, será necessário que o governo planifique, já a médio e longo prazo, a implementação de medidas incentivadoras para fixar os futuros clínicos onde eles são necessários, nomeadamente em regiões do interior.
Entre estas medidas, apontou a criação de vagas protocoladas para internato, que ofereça ao médico condições preferenciais para se estabelecer no interior, possibilidade de colocar os filhos nas escolas e emprego para o cônjuge. "Quando estes médicos começarem a sair das faculdades tem que se lhes dar condições" para se instalarem no interior, já que não é possível "pegar num médico com 50 e tal anos, que tem uma vaga num quadro de um hospital central, e dizer-lhe agora vai trabalhar para o interior. Claro que ele não vai. "
Para Pedro Nunes, esta planificação está nas mãos do Ministério da Saúde, mas assegurou que a Ordem dos Médicos está disponível para dar todo o apoio que o Governo pretender nessa matéria. JN
Não podia deixar passar esta noticia que anda na actualidade, e esta que publico já é de 2005 mas já relata o que todos sabemos.
Não posso concordar com isto " Quando estes médicos começarem a sair das faculdades tem que se lhes dar condições" para se instalarem no interior..." , por se vamos por este ponto de vista para os PSP, GNR, empresários Agricolas qualquer que seja a profissão tem que arranjar condições.
Ora que gosta de exercer a profissão que escolheu é que tem que criar as condições para se instalar, e no interior tem muitas valencias que outros sitios não tem, sossego, ar ainda puro e respiravel niveis de vida saudaveis muito maiores que os grandes centros. Não sei quais condições os jovens licenciados querem? Centros comerciais? Transito Infernal?
Eu espero ficar pelo inteior e tenho muitas ideias para dinamizar a minha terra, se 50 % pensasem assim o inteiro do pais estava muito melhor e não tinha os numeros de fuga de população que tem. Hoje em dia os jovens recém licenciados ficam em casa a espera que uma empresa lhes abra a porta e lhes pague um bruto ordenado, e não pode ser assim.
Tem que lutar criar o seu próprio emprego e sector de actividade e explorar o interior.
Espero recolher aqui outras opiniões.
Segundo Pedro Nunes, as entradas anuais nas faculdades de Medicina aumentaram de 300 para 1300 nos últimos dois anos, "um número que é razoável e que vai resolver os problemas do país". No entanto, o bastonário salientou que "não é amanhã, é daqui por dez anos, o tempo de formação de um médico", já que o aumento das vagas nas universidades foram tomadas com "uma década de atraso".
Pedro Nunes defendeu que, embora o número de médicos em formação seja suficiente para as necessidades, será necessário que o governo planifique, já a médio e longo prazo, a implementação de medidas incentivadoras para fixar os futuros clínicos onde eles são necessários, nomeadamente em regiões do interior.
Entre estas medidas, apontou a criação de vagas protocoladas para internato, que ofereça ao médico condições preferenciais para se estabelecer no interior, possibilidade de colocar os filhos nas escolas e emprego para o cônjuge. "Quando estes médicos começarem a sair das faculdades tem que se lhes dar condições" para se instalarem no interior, já que não é possível "pegar num médico com 50 e tal anos, que tem uma vaga num quadro de um hospital central, e dizer-lhe agora vai trabalhar para o interior. Claro que ele não vai. "
Para Pedro Nunes, esta planificação está nas mãos do Ministério da Saúde, mas assegurou que a Ordem dos Médicos está disponível para dar todo o apoio que o Governo pretender nessa matéria. JN
Não podia deixar passar esta noticia que anda na actualidade, e esta que publico já é de 2005 mas já relata o que todos sabemos.
Não posso concordar com isto " Quando estes médicos começarem a sair das faculdades tem que se lhes dar condições" para se instalarem no interior..." , por se vamos por este ponto de vista para os PSP, GNR, empresários Agricolas qualquer que seja a profissão tem que arranjar condições.
Ora que gosta de exercer a profissão que escolheu é que tem que criar as condições para se instalar, e no interior tem muitas valencias que outros sitios não tem, sossego, ar ainda puro e respiravel niveis de vida saudaveis muito maiores que os grandes centros. Não sei quais condições os jovens licenciados querem? Centros comerciais? Transito Infernal?
Eu espero ficar pelo inteior e tenho muitas ideias para dinamizar a minha terra, se 50 % pensasem assim o inteiro do pais estava muito melhor e não tinha os numeros de fuga de população que tem. Hoje em dia os jovens recém licenciados ficam em casa a espera que uma empresa lhes abra a porta e lhes pague um bruto ordenado, e não pode ser assim.
Tem que lutar criar o seu próprio emprego e sector de actividade e explorar o interior.
Espero recolher aqui outras opiniões.
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