domingo, 21 de dezembro de 2008

Cientistas portugueses e espanhóis propõem salvar lince ibérico recuperando diversidade genética do coelho

19.12.2008 Lusa
Cientistas portugueses e espanhóis propõem uma nova estratégia para salvar da extinção o lince ibérico assente na recuperação da diversidade genética do coelho, a sua principal presa, e do seu habitat natural.A proposta é apresentada por Márcia Barbosa e colegas das universidades de Évora, Málaga e da Estação Biológica de Doñana num estudo a publicar na revista científica internacional Diversity and Distribution, especializada em biogeografia da conservação.O felino mais ameaçado de extinção em todo o mundo alimentava-se até ao século passado de duas linhagens genéticas de coelho com habitat em duas zonas distintas da Península Ibérica, uma situada no nordeste e outra no sudoeste.Os dois animais surgiram aproximadamente ao mesmo tempo na península e evoluíram em conjunto ao longo do último milhão de anos, período durante o qual estabeleceram inter-relações complexas cuja preservação é agora defendida pelos cientistas.Devido a doenças, a população de coelhos do nordeste sofreu nos anos 1980 uma redução drástica que foi acompanhada por um declínio da população de linces, tendo estes passado a ficar confinados ao sudoeste, numa área que abrange Espanha e Portugal.As duas zonas geográficas são, grosso modo, separadas por uma diagonal situada entre Vigo e Múrcia, sendo que o lince foi ficando relegado à parte esquerda desta diagonal e, mais recentemente, ao sul desta área.Perante esta situação, a equipa de investigadores procurou saber se o declínio do lince seria apenas um problema de falta de coelhos ou também, como suspeitavam, de falta de diversidade desta presa.Para testar esta hipótese desenvolveram dois modelos matemáticos, um para cada espécie, em que relacionaram conjuntos de factores ambientais, como o clima e o estado dos solos, com a abundância da população.Os modelos foram depois usados para testar se a razão principal do declínio do lince eram variações ambientais ou variações nas populações de coelhos, tendo a conclusão apontado fortemente para a última hipótese.A equipa constatou também uma associação negativa entre a linhagem de coelhos do sudoeste, a única actualmente ao dispor do lince, e as condições óptimas de vida do coelho, sugerindo que esta subespécie não está a prosperar, contrariamente à do nordeste, o que compromete ainda mais a situação do lince."Os planos de conservação actuais consistem em tentar manter ou reintroduzir o lince no sudoeste, com a ajuda de repovoamento de coelhos, mas os resultados não têm sido satisfatórios", disse à Lusa Márcia Barbosa, que durante o estudo estava a fazer o seu doutoramento na Universidade de Málaga (Espanha)."Propomos complementar isto com reintroduções de lince também em zonas mais a nordeste, de onde o lince se extinguiu há mais tempo, mas onde os coelhos hoje em dia parecem estar a dar-se melhor", afirmou."Isso permitiria ao lince contar com toda a diversidade natural da sua presa", acrescentou.O objectivo é restabelecer as antigas inter-relações entre os dois animais, de modo a que o lince volte a contar, como no passado, com ambas as linhagens genéticas do coelho, reduzindo-se desse modo o risco de doenças ou mudanças ambientais que prejudiquem mais uma raça do que a outra."Já é bastante arriscado para um predador limitar-se a uma só espécie de presa, mas quando o lince se viu restringido ao quadrante sudoeste da península ficou também restringido a uma das duas raças de coelho, aumentando ainda mais o risco", acrescentou a investigadora."Vieram depois as doenças do coelho, que ainda por cima parecem ter afectado mais a raça do sudoeste, e ficou o caldo entornado", comentou.Para outro dos autores do estudo, Raimundo Real, do Departamento de Biologia Animal da Faculdade de Ciências da Universidade de Málaga, "há também que ter em conta que o coelho tem uma estratégia reprodutora muito diferente da do lince e pode recuperar depois de vários anos de declínio"."É que se durante vários anos seguidos as populações de coelho escassearem, o lince poderá extinguir-se localmente", referiu o investigador espanhol à Lusa.Associadas a este estudo estão a Estação Biológica de Doñana, a Universidade de Málaga, o Imperial College de Londres e a Universidade de Évora. Márcia Barbosa participou no trabalho na Universidade de Málaga, quando estava a fazer o doutoramento, depois no Imperial College de Londres, onde faz actualmente um pós-doutoramento, e na Universidade de Évora, para onde se muda em Fevereiro.O estudo foi financiado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia espanhol, o FEDER e a Junta da Andaluzia, sendo Márcia Barbosa apoiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. In Ecosfera

sábado, 13 de dezembro de 2008

18ª CAMINHADA PELO INTERIOR

A Câmara Municipal do Sabugal vai realizar a 18ª CAMINHADA PELO INTERIOR, no dia 14 de Dezembro de 2008, pelas 9h30, junto à sede do Grupo Cultural e Desportivo de Rebelhos.



O programa será o seguinte:

09h30 - Concentração Junto à sede do Grupo Cultural e Desportivo de Rebelhos
09h45 - Início da Caminhada
10h30 - Pequeno-almoço oferecido pela Associação Cultural dos Amigos dos Trigais
13h00 - Almoço na sede do Grupo Cultural e Desportivo de Rebelhos

CLIQUE AQUI para visualizar/descarregar o cartaz do evento.

Para mais informações:

271 751 040 ou 961 889 791

CAMINHE CONNOSCO!!

sábado, 29 de novembro de 2008

Campanha de Sensibilização – Entrega de Pinheiros de Natal

No Concelho do Sabugal, a floresta com as suas múltiplas funções, é um recurso estratégico e um dos pilares principais da política de desenvolvimento rural, especificamente no que respeita à sua contribuição para a criação de emprego e rendimentos e ao seu valor ecológico e social.

Além do valor económico e social, a paisagem, a biodiversidade, o património genético e cultural são reconhecidos pela sociedade.
Tão vasto e importante património não nos é alheio, procurando a Câmara Municipal conservar e proteger estes valores da sua principal ameaça – o fogo. A maior parte dos incêndios que ocorrem no Concelho é devido a negligência, sendo a prevenção fundamental com acções de informação, formação e educação. Torna – se assim importante alertar, informar e consciencializar as pessoas, para os perigos que representam, em determinada altura do ano, algumas práticas aliadas ao uso do fogo.
Tendo em conta que nos encontramos próximos da Época Natalícia, sendo frequente as pessoas dirigirem – se aos povoamentos à procura de um pinheiro de natal, queremos inverter essa tendência e acima de tudo sensibilizar a população do Concelho para o valor da floresta e a necessidade crescente de a proteger. Um dos meios de divulgação que a Câmara Municipal pretende levar a cabo é através da distribuição de Pinheiros de Natal à População do Concelho, provenientes dos desbastes efectuados pelas equipas de sapadores florestais em áreas de baldios.
Assim sendo, a partir do dia 06 de Dezembro 08, os escuteiros do Sabugal e Soito irão efectuar a distribuição nessas localidades, com o objectivo de fornecer gratuitamente a toda a população do Concelho, os Pinheiros de Natal, de forma a embelezar esta Quadra Natalícia. Assim, gostaríamos de abraçar esta iniciativa colocando as melhores expectativas no seu sucesso. Depende de todos, por isso divulgue esta mensagem a familiares e amigos. Não deixem que outros destruam o que é de todos, ainda que seja pelo melhor motivo: O NATAL!
Agradecemos desde já a participação de toda a população e um agradecimento especial aos Escuteiros, por nos ajudarem a promover esta iniciativa, relembrando sempre o lema:
“Defender a floresta começa em cada um de nós”
Para qualquer contacto:
Município do Sabugal – Câmara Municipal Carla Pereira
(Gabinete Técnico Florestal) telem. 967834179
Ana Morgado e Tânia Alves (Sector de Acção Social e Educação) telef. 271 752230

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

NOTA DE IMPRENSA



Associação Cultural AMIGOS DA SERRA DA ESTRELA
Rua General Póvoas, 7 – 1º – 6260-173 Manteigas
www.asestrela.org
e-mail: asestrela@gmail.com
Telemóvel: 965839564


N.º 036.G.2008


VENDA DOS EDIFÍCIOS MILITARES DA TORRE – SERRA DA ESTRELA


O território do planalto da Torre, na Serra da Estrela, é pertença dos baldios de 4 freguesias: Alvôco da Serra e Loriga, do concelho de Seia; S. Pedro e Unhais da Serra, respectivamente dos concelhos de Manteigas e da Covilhã.

Em finais dos anos 50 do século XX, o Estado Português tomou posse duma vasta área daquele espaço, para aí instalar a Esquadra nº 13 do Grupo de Detecção Alerta e Conduta de Intercepção que, entretanto, acabou por ser desactivada no início da década de 70 desse século, por razões técnicas e operacionais.

A partir da desactivação e do desinteresse manifestado pelo Estado em manter ali qualquer base militar, cessam, no entendimento da ASE, quaisquer direitos de transacção dos terrenos ou negociação que envolvam esses mesmos direitos.

Parece-nos justo que deixando aquela área de ter o interesse militar para que foi desanexada os terrenos regressem à gestão dos seus titulares, pelo que o anúncio, tornado público, da venda dos edifícios militares, sem que para o efeito se invoque o direito dos Concelhos Directivos dos Baldios – titulares no âmbito da Lei dos Baldios – a serem ouvidos no processo é uma injustiça e um atentado aos Direitos consagrados na Constituição da República.

A ASE entende que a venda dos edifícios poderá estar ferida de ilegalidade, uma vez que se desconhece qualquer venda ou doação, para outros fins que não os militares, com a agravante do futuro objecto dos imóveis virem a parar a mãos privadas e assim abrir um precedente muito grave no Parque Natural da Serra da Estrela.

A ASE considera importante que o Parque Natural da Serra da Estrela informe quais as condicionantes e funções que os edifícios poderão vir a merecer para que depois não surjam motivos de contestação que poderão ser lesivos da imagem da Serra da Estrela pela polémica que uma transacção menos transparente poderá gerar na sociedade portuguesa.

Serra da Estrela, 25 de Novembro de 2008
A Direcção da ASE

terça-feira, 18 de novembro de 2008

ROLINHAS” CHEGA À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ICNB – Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, AFN – Autoridade Florestal Nacional, APA – Agência Portuguesa do Ambiente, CNE – Corpo Nacional de Escutas e QUERCUS – Associação Nacional de Conservação da Natureza, aliam esforços para proteger e recuperar a floresta autóctone portuguesa.

Depois de instalado em restaurantes, escolas, centros comerciais e outros locais, chega agora à Assembleia da República um novo “Rolhinhas”, o recipiente de recolha de rolhas de cortiça para reciclagem do projecto “Green Cork” desenvolvido pela Quercus.
Os proveitos económicos do “Green Cork” são convertidos em financiamento de parte do Programa “Criar Bosques, Conservar a Biodiversidade” e é chegado agora o momento de dar início à plantação de árvores (Quercus spp. entre outras) e arbustos constituintes da floresta original portuguesa.
Assim, e na sequência de um trabalho já iniciado pelo ICNB, de recolha de sementes para posterior germinação em viveiro de espécies autóctones ameaçadas (a maioria com áreas de distribuição relativamente reduzidas mas algumas em sério risco de extinção), foram desenvolvidos esforços de concertação entre as várias entidades nas áreas ambiental e florestal, para que este projecto pudesse ser o mais abrangente possível, não só ao nível das 56 espécies de flora portuguesa nas quais se pretende intervir, bem como ao nível do alargamento do projecto a todo o território nacional.
Este projecto aposta no estabelecimento de canais de comunicação entre os vários intervenientes e apoia-se numa forte componente de parceria entre a sociedade civil e o Estado, envolvendo as empresas e o voluntariado, nomeadamente através do Corpo Nacional de Escutas, comprometendo assim a população portuguesa com a preservação e recuperação da sua floresta original.
As vantagens das florestas autóctones são variadas e vão desde um sequestro de carbono com muito maiores garantias de durabilidade, uma vez que são mais resistentes aos incêndios; a um melhor suporte de biodiversidade e a uma perfeita integração com os ciclos da água e bioquímicos dos ecossistemas naturais. Recuperar e repor as nossas florestas originais, articulando-as de forma sustentável com as florestas de produção, será uma das melhores heranças que poderemos deixar às próximas gerações.
Estão já disponíveis para plantio cerca de 220.000 árvores provenientes de sementes colhidas em Portugal no ano transacto, e que irão ser plantas um pouco por todo país. Para algumas espécies estima-se que o número de plantas existentes neste momento em viveiro seja maior do que o existente na natureza.
Durante o corrente ano, já com uma significativa ajuda voluntária, foi possível recolher sementes suficientes para no próximo ano se atingirem, pelo menos, os dois milhões de árvores e arbustos autóctones para plantar.
A cerimónia de apresentação do projecto “Criar Bosques”, que conta já com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, decorrerá a 19 de Novembro no Auditório do Edifício Novo da Assembleia da República, com início às 15h.

Para mais informações poderá consultar Quercus ou Condominio da Terra

Hélder Spinola – 93 7788472
Paulo Magalhães – 93 9575888

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Actividade: Apanha da Azeitona‏


A ATN vem por este meio solicitar a divulgação da Actividade de voluntariado "Apanha da Azeitona". A ATN, ONG de ambiente, sediada em Figueira de Castelo Rodrigo (distrito da Guarda), tem desenvolvido um projecto multi-disciplinar e inovador de conservação da natureza na ZPE do Vale do Côa, a Reserva da Faia Brava. A ATN conta já com cerca de 500 ha de propriedades, nas margens do rio Côa, que foram adquiridas pela associação para a conservação de natureza e gestão sustentável dos recursos naturais. Temos vindo a desenvolver várias campanhas para dar a conhecer a associação e para angariação de sócios, e mostrar o que temos de melhor: a ZPE (Zona de Protecção Especial) do Vale do Côa, uma zona riquíssima em biodiversidade e ainda muito desconhecida do público português. Através destas campanhas procuramos sensibilizar e alertar as pessoas para os problemas relacionados com a conservação da natureza, integrando-as no nosso grande projecto que é a Reserva da Faia Brava. Em baixo e em anexo, encontra toda a informação sobre esta campanha para a conservação do Vale do Côa. Para mais informações, por favor consulte a página web da associação em http://www.atnatureza.org/ ou contacte-nos por email (geral@atnatureza.org).

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Campanha “Reflorestar a Faia Brava” com o Colectivo Germinal



A Associação Transumância e Natureza (ATN), ONGA com sede em Figueira de Castelo Rodrigo, e o Colectivo Germinal estão a organizar dois campos de trabalho voluntariado para a reflorestação da Reserva da Faia Brava, que irão decorrer dias 24,25 e 26 de Outubro e dias 7,8 e 9 de Novembro.

O objectivo primeiro é o repovoamento de áreas ardidas e agrícolas abandonadas, promovendo assim a recuperação destes ecossistemas. Haverá também a manutenção de um viveiro florestal e recolha de sementes de espécies autóctones.As árvores utilizadas para os repovoamentos são autóctones, como carvalhos (sobreiros, azinheiras, roble, etc), freixos, entre outras. As áreas intervencionadas são propriedade da Associação Transumância e Natureza, sendo portanto protegidas. Toda a área está inserida num projecto de criação de uma futura reserva natural. Estas acções têm por objectivo criar as condições necessárias para a recuperação de um ecossistema natural onde espécies da fauna e flora autóctones, possam sobreviver e prosperar. Os acampamentos de voluntários realizam-se de Sexta a Domingo, sendo a Sexta-feira para recepção dos participantes. O ponto de encontro é Figueira de Castelo Rodrigo, junto à Câmara Municipal. A partir daqui asseguramos transporte até ao local do Acampamento e retorno. Durante os três dias da reflorestação, garantimos refeições veganas / vegetarianas confeccionadas no acampamento (Pequeno-almoço, Merenda no campo e Jantar).
Necessitas trazer tenda, saco-cama, o teu próprio prato, copo e talher, lanterna, termo, impermeável e roupa quente, botas ou galochas, instrumentos musicais, alegria e boas vibrações!! Para participares não te esqueças de quando fizeres a inscrição , indicares o fim-de-semana que pretendes estar presente e aguardar a nossa confirmação.
Colectivo Germinal - Associação Cultural
Rua Dr. Pedro Lemos nº 14, R/c 3200-237 LOUSÃ
Telefones: 239422927 963605378

sábado, 11 de outubro de 2008

País das cunhas e do "mexer de cordelinhos"


Estudo revela que portugueses são permissivos com a corrupção e o pequeno tráfico de influências
CLARA VASCONCELOS
Um inquérito realizado à população portuguesa revela que os portugueses toleram bem o tráfico de influências e vêem nele a única forma de ultrapassar um Estado lento e desatento aos seus direitos e necessidades.
A maioria dos portugueses tem uma "visão permissiva" da corrupção e é bastante tolerante quando o acto corrupto é realizado em nome de uma "causa justa" ou se traduz "em benefícios para a população". Quando questionados sobre o que fazer para combater o fenómeno, 11% dizem não saber, mas a maioria aponta para a criação de uma agência anti-corrupção, com altos poderes de investigação.
Os resultados deste estudo vão ser apresentados no próximo dia 16, altura em que será lançado o livro "A Corrupção e os Portugueses. Atitudes, práticas e valores", de Luís de Sousa e João Triães, editado pelas RCP Edições. O trabalho foi financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, no âmbito do projecto "Corrupção e Ética em Democracia: o caso de Portugal" e resulta de um inquérito à população portuguesa onde se procurou perceber o que pensam da corrupção e que comportamentos reputam de corruptos.
Os resultados revelam, segundo a análise feita pelos próprios autores - ambos sociólogos - que "o problema da corrupção em Portugal não é apenas um problema legal, mas, também, de cultura cívica". Os portugueses tendem a considerar "actos corruptos" aqueles que "mais se aproximam da definição penal", deixando, assim, de fora uma série de outros comportamentos tipo "cunhas", "favorecimentos", ou "patrocinato político".
Em relação a esses comportamentos revelam-se permissivos e até favoráveis, sempre que os mesmos tenham por objectivo uma causa justa ou o interesse colectivo (o orçamento limiano, por exemplo). É o que os autores chamam de "corrupção ao estilo Robin Hood", própria de "uma cultura cívica ainda muito assente na satisfação das necessidades básicas". Continuação da Noticia in JN

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Caminhos da Ruralidade em Baião‏

Desafios para uma ruralidade

O que é a ruralidade hoje e como se pode construir a realidade de amanhã? Quais são os problemas do desenvolvimento rural na zona do Tâmega? Estas são algumas das questões que Baião, o concelho mais verde do distrito do Porto, vai debater, sábado, no Auditório Municipal, durante a jornada de reflexão 'Desafios para uma Ruralidade com futuro' " Se é o concelho mais verde, honra lhe seja, mas há 300 e mais concelhos portugueses, inclusive em regiões urbanas, que muito ganhariam em fazer reflexão idêntica. O caminho para as regiões rurais não está em imitar a (má) urbanização mas em redescobrir a sua base na terra, sem menosprezar o bem-estar dos seus residentes. E isso significa necessariamente que o cultivo sustentável da terra e outros aspectos do sector primário (florestas, solos) tem que ganhar ou voltar a ganhar, em novos moldes embora (a par da conservação da natureza, da agricultura biológica, etc) um peso determinante. Só assim se conseguiria talvez evitar ainda o caminho descendente para o abandono e a monocultura florestal, com seu cortejo de ruínas e degradações. E é esse o maior contributo que pode ser dado pela maioria do nosso território ao combate às alterações climáticas. Continuar a consentir em alterações imprevidentes do uso do solo que vão no sentido da mineralização (as "grandes obras") é que certamente não ajudará. In Público

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Contabilistas são os que mais procuram as hortas distribuídas pela Câmara de Guimarães

04.10.2008

A câmara de Guimarães está a oferecer hortas para que os habitantes cultivem alimentos biológicos e já tem 25 candidatos, maioritariamente contabilistas.

“Já existem 25 inscrições para o cultivo das hortas mas ainda existem muitos espaços vagos”, disse à Lusa Costa e Silva, vereador dos Serviços Urbanos e do Ambiente na câmara de Guimarães. Após uma nova campanha de divulgação, a autarquia decidiu prolongar a inscrições para “hortelãos” até ao dia 15 de Outubro.

A Horta Pedagógica de Guimarães está situada na Veiga de Creixomil, à entrada da cidade, a 100 metros de um hipermercado e num dos terrenos outrora mais férteis e cultivados do concelho.

Por cinco euros anuais, os candidatos ficam na posse de uma parcela de terreno apenas com a única obrigação de a cultivarem.

Cedência por um ano

Entre os candidatos a uma parcela de terreno, estão maioritariamente contabilistas mas também, educadoras de infância, professores e um serralheiro. “São pessoas que querem cultivar um terreno pelo prazer de lidar com a terra e não exactamente por necessidade”, frisou o vereador.

Os campos, em tempos cultivados pelos proprietários, estavam agora desocupados. “A câmara decidiu fazer uma horta pedagógica e biológica nos terrenos não cultivados para permitir uma maior educação ambiental mas também para que os habitantes da cidade possam cultivar produtos para depois consumir”, referiu ainda o vereador.

A Horta está dividida em pequenas parcelas delimitadas por caminhos e regatos, apresentando várias actividades ligadas à agricultura e à educação ambiental. Com uma área de três hectares, as hortas cedidas pela câmara têm áreas que vão dos 50 aos 100 metros quadrados e o contrato de cedência tem a validade de um ano.

Até que todos os espaços estejam entregues à população, os serviços camarários estão a cultivar legumes, fruta e ervas aromáticas. “Os produtos serão entregues a uma cooperativa de solidariedade para que façam parte do banco alimentar e possam ser entregues a famílias carenciadas”, frisou Costa e Silva.

Aos técnicos camarários cabe depois o fornecimento de informações sobre as épocas de cultivo, as formas de rega e até sugestões culinárias. Os utensílios agrícolas, propriedade da autarquia, ficarão guardados num anexo que está ainda a ser construído pela autarquia e que funcionará também como ponto de encontro dos pequenos agricultores.

Projecto do Continente abrange 20 concelhos

Integrado no projecto HiperNatura Continente, o conceito de hortas pedagógicas custou 600 mil euros. A verba destina-se a recuperar, edificar e modernizar espaços verdes de 20 cidades de norte a sul do país onde existam hipermercados da marca Continente [detidos pelo grupo Sonae, proprietário do PÚBLICO] e em que as autarquias se queiram associar ao projecto.

“É uma forma de participar activamente na preservação e na revitalização da natureza urbanas”, segundo Miguel Rangel, da empresa promotora do projecto.

Além de Guimarães, as autarquias abrangidas pelo projecto são Albufeira, Amadora, Cascais, Covilhã, Coimbra, Leiria, Lisboa, Loures, Maia, Matosinhos, Ovar, Porto, Portimão, S. João da Madeira, Seixal, Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia, Vila Real e Viseu.

Em Guimarães, a câmara continua à procura de novos agricultores. “Queremos pessoas que gostem da terra, que queiram semear e colher de uma forma biológica”, finalizou Costa e Silva.



Até já os contabilistas estão a ver a crise que se avizinha e começam a procura de terra para cultivar as batatas.....
Ainda vamos ter todos os cantinhos do interior culvidados novamente...

Lista Vermelha

Mamíferos e anfíbios atravessam "crise de extinção"

07.10.2008

O lince ibérico foi ontem utilizado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) como um exemplo da "crise de extinção" por que passam os mamíferos do mundo. A edição de 2008 da Lista Vermelha de espécies ameaçadas, ontem divulgada pela UICN, dá conta de 1141 mamíferos em risco de extinção - cerca de 21 por cento das 5487 espécies conhecidas.
Pela primeira vez, a Lista Vermelha avaliou todas as espécies descritas de mamíferos. Mas, entre elas, existem 836 para as quais não há dados suficientes para se saber se estão ou não ameaçadas. O número de mamíferos em perigo pode chegar aos 36 por cento do total.
Há 188 mamíferos "criticamente em perigo" de desaparecer, entre eles o lince ibérico (Lynx pardinus), "que tem uma população de 84 a 143 adultos e que continua em declínio", sustenta a UICN, num comunicado. Também os anfíbios atravessam uma séria crise de sobrevivência. Praticamente um em cada três espécies que existem no mundo corre o risco de se extinguir. Mamíferos, anfíbios e aves são os únicos grupos de seres vivos cujas espécies estão quase todas identificadas e estudadas. O mesmo não ocorre com répteis, peixes, invertebrados e plantas.
No total, dos cerca de 1,6 milhões de espécies até agora descritas no mundo, apenas 2,7 por cento foram avaliadas pela Lista Vermelha. Destas, 38 por cento estão em risco de extinção.
Do resto pouco se sabe, sendo impossível fazer-se uma avaliação completa, por exemplo, das quase 300 mil plantas ou dos 1,2 milhões de invertebrados conhecidos.
Por isso, a UICN está a lançar um índice que funciona como uma espécie de Dow Jones - o indicador da tendência das bolsas norte-americanas - para a biodiversidade. O índice SRLI (Sampled Red List Index) avalia a tendência de extinção dentro de um grupo a partir de uma amostra aleatória das suas espécies.

domingo, 5 de outubro de 2008

Pobreza e Conservação: paisagens, povos e poder‏

A IUCN/UICN publicou em 2008 o livro "Pobreza y Conservación: Paisajes, Pueblos y Poder" no qual se analisa e discute como contribuir para a conservação da natureza e, ao mesmo tempo, para a redução da pobreza e para uma maior justiça social.Neste documento é enfatizada a importância de encontrar mecanismos económicos que assegurem uma relação harmoniosa entre conservação e desenvolvimento, de forma a garantir um futuro sustentável. Os interessados poderão obter a versão digital deste livro a partir do seguinte link:

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Passeio Fotográfico por Terras do Lince



A Transcudânia em associação com diversas entidades privadas, promove nos dias 17, 18 e 19 de Outubro, um passeio com workshop de fotografia acompanhado de um biólogo e um historiador à descoberta do concelho do Sabugal.
O Sabugal é uma das regiões mais desconhecidas do País, cheia de coisas novas a descobrir, as surpresas surgem a cada pedaço de caminho.A organização propõe que venham descobrir e fotografar algumas das pérolas escondidas deste maravilhoso concelho do Sabugal, os recantos pitorescos, a arquitectura militar, religiosa e rural, as florestas da Reserva Natural da Serra da Malcata, as aldeias históricas, os locais de sonho onde a saborosa gastronomia regional será servida.No final será seleccionada uma fotografia por participante para realizar uma exposição que estará na galeria do bar «O Bardo» no bairro do Castelo do Sabugal.
Programa do workshop
17 de Outubro
20.00 - Sabugal – Porta do Castelo – Bar «O Bardo» – Recepção dos participantes, breve introdução à visita, apresentação da equipa.
21.00 - Sabugal – Casa do Castelo – Jantar - entradas de produtos regionais, enchidos e queijos, «assado de porco à Monumenta», sobremesas típicas.
22.30 - Sabugal Castelo - Workshop de fotografia nocturna à envolvente do Castelo do Sabugal acompanhada por um historiador que fará o enquadramento histórico.
23.30 - Sabugal - Hotel – dormida.
18 de Outubro
8.30 - Sabugal - Pequeno-almoço.
9.00 - Sabugal – Partida em autocarro para a Reserva Natural da Serra de Malcata.
10.00 - Malcata - Whorkshop de fotografia de natureza com acompanhamento de um biólogo.
13.00 - Malcata - Almoço em plena mata da Serra da Malcata – Ementa surpresa de produtos da terra.
15.00 - Malcata - Partida em autocarro para Sortelha.
16.00 - Sortelha - Workshop de fotografia de arquitectura histórica e rural, a visita será acompanhada por um historiador que fará o enquadramento histórico.
19.00 - Sortelha - Jantar numa quinta rural com um ambiente único e uma paisagem de cortar a respiração – entradas de enchidos e queijos, borrego assado na brasa e sobremesa.
21.00 - Sortelha - Partida em autocarro para o Sabugal
22.30 - Sortelha - Analise critica do trabalho realizado – debate sobre os resultados obtidos. A exposição, o enquadramento a estética.
23.30 - Sabugal - Hotel – dormida.
19 de Outubro
8.30 - Sabugal - Pequeno-almoço.
9.00 - Sabugal / Sortelha - Partida em autocarro para Alfaiates.
9.30 - Alfaiates - Sacaparte - Alfaiates Sacaparte, continuação do workshop de fotografia de monumentos e património arquitectónico.
10.30 - Alfaiates - Sacaparte - Partida em autocarro para Vilar Maior.
11.00 - Vilar Maior - Enquadramento histórico seguido de período livre para explorar e por em pratica alguns dos conhecimentos partilhados.
13.00 - Vilar Maior - Almoço típico de produtos regionais.
16.00 - Vilar Maior - Partida em autocarro para o Sabugal.
17.00 - Sabugal - Analise dos trabalhos realizados e selecção de um trabalho por participante para exposição na galeria de «O Bardo».
19.00 - Sabugal - Despedidas.
Sobre os preços e condições de participação devem os interessados contactar a organização através do email: transcudania@gmail.com

domingo, 21 de setembro de 2008

Pró-Raia prevê criar 400 postos de trabalho

Lurdes Saavedra, presidente da Pró-Raia-Associação de Desenvolvimento Integrado da Raia Centro Norte, anunciou esta quarta-feira, 10 de Setembro, a apresentação de uma candidatura ao PRODER-Programa de Desenvolvimento Rural que prevê a criação de cerca de 400 novos postos de trabalho nos concelhos do Sabugal e da Guarda.
«A candidatura ao PRODER-Programa de Desenvolvimento Rural no valor de 11,5 milhões de euros foi entregue nos serviços do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e da Pescas, insere-se no âmbito do QREN-Quadro de Referência Estratégico Nacional e visa a criação de dinâmicas territoriais económicas, sociais e culturais», explicou Lurdes Saavedra, presidente da Pró-Raia e vereadora da Câmara da Guarda.
A autarca adiantou que em caso de aprovação da candidatura global «serão convidados os privados, as associações locais, as Juntas de Freguesia a apresentarem os seus projectos no âmbito do referido programa de desenvolvimento».
A proposta económica pretende aumentar o investimento produtivo, a fixação da população activa jovem, incentivar o empreendedorismo jovem e apostar na agricultura biológica. «Está prevista a criação de um observatório para investimento produtivo e escoamento de produtos do território, a criação de pequenas infra-estruturas de diversificação nas explorações agrícolas e a criação de micro-empresas locais em respeito pelo ambiente», esclareceu Lurdes Saavedra.
A candidatura da Pró-Raia tem ainda como objectivo promover a inserção social e profissional elevando o número de empregos qualificados e a empregabilidade de jovens e mulheres em meio rural e aumentar a capacidade instalada em respostas sociais, como serviços itinerantes de saúde, acompanhamento domiciliário e animação sócio-cultural.
href="http://capeiaarraiana.wordpress.com/">In CapeiaArraiana

Vamos ver se torna realidade ou é mais uma promessa!!!
É preciso começar a prepara a campanha eleitoral para a próxima temporada que se avizinha......
Estamos cá para ver.....

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

5,6 e 7 de Setembro – Sortelha [aldeia histórica] – Sabugal



Uma muralha impenetrável assalta o topo do monte, dentro dela, protegida como o maior tesouro de reis e princesas, uma aldeia, Sortelha, parece saída intocada dos séculos passados. À porta principal, uma ginginha-de-rei envolve no verde todo o largo de onde é possível ainda ver as feridas deixadas pelo assalto das tropas Francesas, a mando de Napoleão. Um cenário cinematográfico que recebe um projecto cheio de ambição, própria da sua juventude, o Iberfolk 2008.

O Iberfolk é um desafio permanente ao público, aos conceitos culturais estabelecidos, à criatividade, à participação activa e à descoberta, que as associações Transcudânia e Tradballs, o colectivo Rodobalho e a Junta de Freguesia de Sortelha preparam entre 5 e 7 de Setembro, na aldeia histórica de Sortelha.

Num formato centrado na participação daqueles que seriam os espectadores, o Iberfolk pretende levar o valor histórico e patrimonial de Sortelha, e da região, a novos públicos mas também cativar os milhares de visitantes da aldeia para desconcertantes formas de fazer cultura. Pretendemos construir um ponto de encontro saudável, partilhado em redor dos valores patrimoniais, da música, da dança e da cultura tradicional, nas suas diversas formas de reconstrução e re-interpretação.
Depois do sucesso da 2ª edição, com a magia de Sortelha aclamada por todos, temos a certeza que Setembro abrirá as portas da muralha a almas novas em busca de momentos ímpares.

O programa será um misto de aprendizagem e descoberta – das danças, dos instrumentos, das artes, da paisagem.
À música de grupos de raiz tradicional com propostas inovadoras de interpretação, como as adufeiras de Paúl, João Gentil e Luís Formiga ou No Mazurka Band adicionaremos projectos novos e dinâmicos como Rabies Nubis, Ishbarian Bagpipe, PortFolk ou Arranca Telhados e juntaremos a paisagem ímpar de Sortelha e arredores para que o olhar, a audição, o tacto e o olfacto se sintam em casa, numa casa-aldeia.
Mas porque a participação do público é essencial também o dia será feito de desafios: Workshops de instrumentos tradicionais e dança, escalada, caminhadas e passeios de burro.

Assente numa organização voluntária e na conjunção de muitos esforços e iguais vontades, o programa será aberto a propostas de todos quantos se queiram juntar. Seja na preparação, na logística ou no palco [que pode ser improvisado].


Todas as actividades serão gratuitas, havendo inscrição prévia obrigatória nas caminhadas.

Haverá campismo gratuito, com chuveiros de água quente [a confirmar] e serviço de cantina.

Destes ingredientes nascerão 3 dias de intensa vivência e descoberta, crescerá um projecto de participação e utopia, cimentará uma forma de dinamizar espaços de inegável valor patrimonial construído e humano.

Em Setembro as muralhas desaparecem.


Programa detalhado


Sexta,5

21:00 - Documentário
21:00 - Observação astronómica
21:30 – Arranca Telhados
22:30 – Hora do conto
23:00 – Rabies Nubis
00:00 – No Mazurka Band
DJ Folk

Sábado, 6
11:00 - Workshop de reciclagem

11:00 – Passeio de burro
13:00 – Caminhada à descoberta da serra da Malcata *
15:00 - Documentário
16:00 – Escalada do castelo
16:00 – Workshop de dança tradicional
17:00 - PortFolk

22:00 – Observação Astronómica
22:00 – Adufeiras de Paúl
22:40 – Hora do conto
23:30 – Ishbarian Bagpipe
00:30 – João Gentil e Luís Formiga
DJ Folk




Domingo, 7
11:00 – Passeio de Burro

11:00 - Workshop de reciclagem

16:00 – Workshop de dança tradiconal
16:00 – Workshop de inic. Gaita-de-foles
17:00 – Escalada do castelo
17:30 – Workshop de dança tradicional



Endereços Web

www.transcudania.com
www.rodobalho.com
www.tradballs.com
ww.myspace.com/nomazurkaband
ww.myspace.com/arrancatelhados
ww.myspace.com/rabiesnubis
www.myspace.com/ishbarianbagpipes
portfolk.no.sapo.pt/
www.joaogentil.com
Contactos

Transcudânia – Carlos Alexandre – 917021183 - www.transcudania.comtranscudania@gmail.com
Colectivo Rodobalho – Ana Bica - 968197601 - www.rodobalho.com - rodobalho@rodobalho.com

terça-feira, 12 de agosto de 2008

III IBERFOLK 5,6 e 7 de Setembro 2008 em Sortelha


Já mexe mais uma edição do melhor festival do interior o III IBERFOLK organizado pela associação Transcudania com a colaboração de algumas entidades da região e do pais.
Para estar actualizado com as novidades do evento até a data visite as páginas da associação e do Rodobalho.
Algumas bandas já confirmadas
Rabies Nubis.
Adufeiras do Paul
Arranca telhados
Porto folk



Não falte.......

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Oficina de Formação de Guardiões

* A Colher para Semear informa a todos os sócios, amigos e interessados que noprimeiro fim-de-semana de Setembro, respectivamente dias 6 e 7, terá lugarem Figueiró dos Vinhos, na Quinta do Olival, na localidade de Aguda (sede danossa associação), um conjunto de oficinas práticas, onde todos os amantesdas variedades tradicionais poderão participar na recolha de frutos elegumes, para posterior extracção de sementes, tratamento e sua preservação.Pretendemos assim, partilhar com todos vós alguns ensinamentos e preceitosno sentido de vos proporcionar mais sucesso na recolha e conservação dasvossas sementes. Deste modo, informamos que: - O programa para os dois dias de oficinas, consiste no sábado, em colheitae extracção, e no domingo, em limpeza e acondicionamento; - O custo das oficinas é de 15 euros para não sócios e de 7,5 euros parasócios; - O alojamento pode efectuar-se em tendas próprias em espaços da quinta, ouem residenciais/ hotéis na região (ficando a procura e o contacto a cargodos próprios); - A alimentação é da responsabilidade de cada um, pelo que podem trazercomida própria para merendar ou fazer piquenique, ou ainda, procuraralternativas na região; - Está prevista a possibilidade de degustar alguns dos produtos colhidos; - O número de inscrições é limitado pelo que deverão efectuar a vossainscrição até final do mês de Agosto (dia 31), através dos seguintescontactos:
José Miguel Fonseca (236622218);
Graça Ribeiro (914909334) ou
José Mariano Fonseca (919969311).
Em caso de previsão de condições climatéricas adversas para as datasmencionadas, todos os participantes inscritos serão avisados com 48 horas deantecedência sobre possíveis alterações.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Recriação Histórica do Cerco de Almeida Pelas Tropas de Napoleão



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Dia a Realizar : 22, 23 e 24 de AgostoVenha assistir a uma fantástica recriação e lembrar os tempos em que Almeida era a Princesa da Beira e uma das Praças Fortes mais importantes de Portugal.Visite AlmeidaSaiba onde ficar:[ Clique aqui