quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Ecomuseu abre no Redondo para mostrar fauna e flora da Serra d´Ossa


17.02.2009
Lusa, PÚBLICO

Um Ecomuseu destinado a mostrar a rica fauna e flora da região da Serra d´Ossa, no Alentejo, vai abrir em Março no concelho de Redondo, disse hoje fonte do município local.

Trata-se de um projecto de educação e sensibilização ambiental com "um museu a céu aberto", que se estende por uma área de seis mil hectares, permitindo efectuar um reconhecimento directo do património arqueológico e ambiental do concelho.

O vereador do pelouro da Cultura da autarquia, José Portel, adiantou que o projecto envolve a criação de um centro de apoio para percursos pedestres no concelho, estando já definidos dois circuitos, o das antas e do Freixo, em que os participantes serão acompanhados por um guia.

De acordo com o autarca, o Ecomuseu, que se localiza na zona nordeste do concelho, tem como ponto de apoio a antiga escola do ensino básico de São Bento do Zambujal, desactivada há cerca de 20 anos e que foi adaptada para o efeito. A estrutura de apoio inclui uma sala para exposições e colóquios e uma sala multifunções com um atelier para a realização de actividades lúdicas, mas servirá sobretudo para apoio aos caminhantes interessados em percorrer os percursos temáticos que forem definidos.

O Ecomuseu integra uma pequena exposição permanente, na qual o património ambiental e cultural da região ocupa lugar de destaque.

A criação do Ecomuseu, segundo José Portel, envolve um investimento de 250 mil euros na recuperação do edifício e na aquisição de equipamento, contando com uma comparticipação dos fundos da União Europeia.

A autarquia justifica a criação do Ecomuseu com a necessidade de "estimular a compreensão e, ao mesmo tempo, promover a responsabilização da população na perspectiva da preservação e utilização sustentável" das paisagens e conservação das espécies e habitats do concelho. Ecosfera


Centro de recuperação de Silves vai receber 16 linces para reprodução em cativeiro

16.02.2009
Carlos Dias

No concelho de Silves já se prepara o primeiro Centro Nacional de Recuperação do Lince-Ibérico, que faz parte do programa de conservação para este felino que continua ameaçado por perigo crítico de extinção.

A região algarvia surge assim como o local onde vai decorrer a primeira reintrodução do lince-ibérico (Lynx pardinus) em Portugal e conta com o apoio técnico e científico da Junta da Andaluzia, que já assinou, neste sentido, um protocolo de colaboração com o Ministério do Ambiente português.

A União Europeia acaba de dar o seu aval a este projecto no âmbito do programa Interreg que vincula a cooperação entre a Conselharia do Meio Ambiente da Andaluzia e o Governo de Portugal para que sejam criadas, a médio prazo, condições para materializar a ligação territorial entre as populações de linces de Andévalo, em Huelva, com as espécies que se reproduzirem no Algarve, a médio/longo prazo.

Os primeiros passos nesta cooperação consistem no acompanhamento técnico e científico assegurado por especialistas andaluzes dentro de meses, no centro de criação em cativeiro que está a ser instalado no concelho de Silves. Este será o primeiro espaço receptor deste tipo de felinos reproduzidos em cativeiro e nos centros andaluzes de El Acebuche, La Olivilla e o Centro Zoobotânico de Jerez, locais que poderão ficar, em breve, saturados com os nascimentos que tiverem lugar nos próximos meses.

Todos estes esforços, no entanto, não fariam sentido se não tivessem como objectivo colocar a espécie em liberdade. Assim, uma segunda fase do programa de colaboração entre a Junta da Andaluzia e o Governo português passará pela identificação das áreas mais propícias no Algarve para a reintrodução do lince em liberdade, para os quais se prevê a criação de protocolos de trabalho conjunto, entre as duas regiões ibéricas.

Miguel Ángel Simón, responsável

pelo programa Life, é defensor da distribuição da espécie por um vasto território. Diz este especialista andaluz que "ter todos os linces em apenas dois núcleos populacionais (na Andaluzia) torna a espécie mais vulnerável". Ainda recentemente, foram vitimados dez linces por surto de leucemia, dada a escassa variabilidade genética dos exemplares que padecem de uma grande consanguinidade pela elevada endogamia que descompensou a população existente no centro de recuperação de Donãna.

As equipas envolvidas no programa Life, criado para a recuperação do Lynx pardinus, concluíram que a espécie tem cada vez mais área para recuperar no Sul de Portugal. Por isso torna-se imprescindível ir criando novas zonas para a reintrodução deste felino.

As instalações que estão a ser preparadas no centro de recuperação de Silves são amplas e naturais e estão dimensionadas para reprodutores e crias. Cada estrutura (cercado) terá cerca de mil metros quadrados de área, e está equipada com um sistema de videovigilância aplicado ao maneio dos animais, instalações de cria artificial, uma clínica veterinária com laboratório, centro de coordenação, quarentenas, cozinha e edifício de presas vivas, sobretudo coelhos, a base da alimentação do lince.

As especificidades do felino, sensível ao contacto humano, exigem que as áreas de ocupação sejam espaços vedados ao exterior. Para garantir a tranquilidade dos exemplares reprodutores, o centro de recuperação de Silves não estará aberto ao público.

Até 2011, os cientistas que se dedicam à recuperação da espécie vão dispor de 25,6 milhões de euros para aplicar um programa que evite o desaparecimento do lince. O ICNB defende o estabelecimento de "uma população em cativeiro de linces, viáveis do ponto de vista sanitário, genético e demográfico, que permita o desenvolvimento de técnicas de reprodução natural e assistida". A população do Lynx pardinus foi calculada em meados do século XX entre 5000 e 6000 exemplares. A Andaluzia conta com as únicas populações que foram consideradas viáveis (50 exemplares no Parque Donãna e cerca de 150 na Serra Morena). Ecosfera


Site das compras públicas

Conhecer e escrutinar as compras por ajuste directo de toda e qualquer entidade pública passou a estar, desde terça-feira, ao alcance de todos os cidadãos. Este passo de gigante na transparência da administração pública não resulta directamente de uma medida do Estado, mas da iniciativa da Associação Nacional para o Software Livre.

Se se quiser saber, por exemplo, que compras é que uma junta de freguesia fez, a quem e por quanto, não há qualquer problema. Basta aceder ao site http://transparencia-pt.org, escrever o nome da autarquia no campo "pesquisa" e clicar. No monitor do computador surgem todas as aquisições de bens e serviços efectuadas por ajuste directo por aquela entidade, desde Agosto de 2008, com indicação da data, do fornecedor, do objecto da aquisição e do preço.


Clicando sobre o preço ou o objecto abre-se imediatamente uma janela do portal oficial dos contratos públicos (www.base.gov.pt), criado no Verão no âmbito do Ministério das Obras Públicas, onde constam os dados mais detalhados daquele negócio. Se se clicar em cima do nome da entidade adjudicada (empresa fornecedora) surge a informação disponível sobre a mesma no site Publicacões Online do Ministério da Justiça (http://publicacoes.mj.pt). Neste site, que desde 1 de Janeiro de 2006 publica todos os registos a que as sociedades comerciais estão obrigadas, e que até então saíam na terceira série do Diário da República, extinta pelo Simplex, encontram-se, entre outros, todos os elementos relativos à identidade dos sócios e dos gerentes, e à distribuição do capital, registados depois daquela data.

Erros crassos no site oficial
As possibilidades de pesquisa oferecidas pelo site Transparência na AP incluem, para lá do nome da entidade adjudicante, o tipo de fornecimento. Torna-se assim possível procurar todas as compras de vinho, papel higiénico ou quaisquer outras, efectuadas pelas cerca de 12 mil entidades públicas sujeitas a registo obrigatório das suas aquisições por ajuste directo, da mesma forma que se localizam as contratações de empreitadas, consultorias ou outros serviços. A pesquisa pelo nome dos fornecedores também está disponível.
A matéria-prima deste "milagre" da tecnologia reside nas duas bases de dados oficiais referidas, sendo que a das Obras Públicas, gerida pelo Instituto da Construção e do Imobiliário (INCI) e criada em nome da transparência dos contratos, apresenta desde o início grandes problemas de acessibilidade e erros graves. Já com cerca de 15 mil registos de ajustes directos, este portal não obedece sequer a uma ordem cronológica, nem permite a realização de qualquer tipo de pesquisas, o que o torna em grande parte inútil. Por outro lado, as informações fornecidas estão longe de ser seguras, chegando a ser caricatas.
Basta dizer que a Câmara de Loures lá está com uma compra de vinho de 652.300 euros e que a de Castro Marim aparece como tendo contratado um professor de Educação Física por um milhão e 53 mil euros. Isto quando o limite legal para as aquisições por ajuste directo de bens e serviços está fixado, no caso das autarquias, em 206 mil euros. Casos como estes, que estão a fazer as delícias de muitos bloggers desde anteontem, são às dezenas, havendo até uma renovação de licenças de software da Microsoft que custou 14 milhões e 360 mil euros à Agência para a Modernização Administrativa.
Os erros em causa têm sido objecto de reclamação por parte de várias entidades, como é o caso da Câmara de Loures, que desde o início de Novembro está a protestar, sem sucesso, contra muitos deles, designadamente os dois zeros que foram acrescentados aos 6523 euros que pagou pelo vinho. A última reclamação desta autarquia data de 18 de Dezembro e consta de uma carta do seu presidente ao ministro das Obras Públicas, que ainda não teve qualquer efeito nem resposta.
Para explicar as fragilidades do portal Base, o presidente do INCI, Ponce Leão, disse ao PÚBLICO que o mesmo "ainda está em desenvolvimento", acrescentando que os erros que têm sido detectados correspondem normalmente a problemas na introdução dos dados e não ao software. Quanto à impossibilidade de fazer pesquisas no portal, Ponce Leão diz que os motores respectivos deverão estar a funcionar "dentro de dez dias", acrescentando que a prioridade para o INCI tem sido a criação da base de dados e a segurança do sistema.

16.01.2009, José António Cerejo

Público

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Nove cidades portuguesas assinam pacto europeu para a redução do CO2 até 2020

Quem diria que a nossa Capital de distrito era das pioneiras nestas questões...
Parabéns.
10.02.2009
PÚBLICO

A capital portuguesa é uma das nove cidades do país que assinaram hoje o acordo europeu para a redução das emissões de CO2 em 20 por cento até 2020. O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), António Costa, e o vereador José Sá Fernandes estiveram em Bruxelas para a assinatura do Pacto dos Autarcas que reuniu mais de 400 cidades da União Europeia.

A iniciativa da Comissão Europeia propõe a redução das emissões através de planos de acção para as energias sustentáveis e renováveis. Para além de Lisboa, as cidades de Almada, Aveiro, Cascais, Ferreira do Alentejo, Guarda, Moura, Porto e Vila Nova de Gaia aderiram ao projecto.

Segundo o comunicado de imprensa da Câmara de Lisboa, a autarquia definiu uma política neste sentido através da Estratégia Energético-Ambiental com o objectivo de assumir até 2013 “a dianteira a nível europeu e nacional em matéria de eficiência energética”.

O comunicado explica que durante vários anos houve uma recolha e tratamento de dados quanto aos fluxos de energia, água e materiais no Concelho de Lisboa. A câmara espera conseguir em quatro anos uma redução de 8,9 por cento do consumo de energia primária nos sectores dos edifícios residenciais, edifícios de serviços e transportes rodoviários com uma redução anual de 1,85 por cento, e uma redução de 9,4 por cento nos próprios serviços da CML com uma diminuição por ano de 1,95 por cento. Ecosfera


sábado, 14 de fevereiro de 2009

PROJECTO OFÉLIA ...Afinal em que ficamos??????'

MEGA PROJECTO ANUNCIADO PARA A BARRAGEM DO SABUGAL PARECE QUE É UM ESQUEMA DE BURLA.
SE EU FOSSE A CÂMARA MUNICIPAL TINHA MAIS CUIDADO COM O QUE ANDAM A FAZER.
EM 5 MINUTOS DE PESQUISA PELO NOME DA EMPRESA EXISTENCE, S.A DESCOBRI 4 PROJECTOS IDÊNTICOS LANÇADOS EM OUTROS MUNICÍPIOS DO PAIS.
FAÇAM A PESQUISA E VEJAM PELOS PELOS VOSSOS OLHOS.
FICAM AQUI ALGUNS LINK'S

PESQUISA NO GOOGLE:

ANUNCIADO PELO MUNICÍPIO DE ABRANTES:

POR CASTELO BRANCO:

ENTRE OUTRAS SERÁ QUE A CÂMARA MUNICIPAL DO SABUGAL PODE FAZER UM ESCLARECIMENTO, É QUE EM TEMPO DE CRISE UM PROJECTO DESTA ENVERGADURA JÁ ERA BOM E DIFÍCIL DE ACREDITAR AGORA COM 3 OU 4 IDÊNTICOS PARECE ME SER UM ESQUEÇA DE BURLA........

Caminhadas Pelo Interior

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Lince ibérico evita extinção

Em Espanha, no Parque Nacional de Doñana, os especialistas acreditam que o lince ibérico tenha encontrado a solução para a sua extinção, que consiste em acasalar 80 vezes em 48 horas.link

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Curso Online Grátis sobre Planificación Estratéxica Municipal e Marketing Terrirorial‏

A Fundación CEER organiza unha nova edición do curso sobre Planificación Estratéxica Municipal e Marketing Territorial

Traloséxitos acadados en anteriores edicións, o Campus Virtual do CEER oferta
unha nova convocatoria do curso “Planificación Estratéxica Municipal e
Marketing Terrirorial”, dirixo polo Prof. Carlos Ferrás e organizado
polo Grupo de Investigación Socio-Territorial GIS-T pertencente ó
Instituto de Estudios e Desenvolvemento de Galicia (IDEGA) da
Universidade de Santiago de Compostela.

Este curso é de modalidade a distancia, de xeito telemático, e está
composto por tres módulos impartidos ó longo dun período lectivo de
tres meses, cuxos contidos teñen como obxectivo principal capacitar ós
seus alumnos na exposición e discusión de casos prácticos de
planificación estratéxica comparativamente a nivel internacional;
aplicar metodoloxías de marketing territorial en municipios concretos;
á vez que proporcionar coñecementos fundamentais teórico -metodolóxicos
para desenvolver plans estratéxicos municipais e políticas de marketing
territorial no ámbito local.

Durante todo o proceso lectivo o alumnado poderá contar co apoio dos
docentes do curso e disporán de horas de titorías para a resolución das
dúbidas plantexadas.

A matrícula é de balde é estará dispoñible a tódalas persoas
interesadas, tras previo rexistro no Campus Virtual da Web do CEER, até
o vindeiro día 1 de marzo.

Para máis información poden consultar o seguinte enderezo electrónico:
http://www.fceer.org/formacion/ ; ou contactar a través do email:
xestion@fceer.org

Governo aprova decreto-lei que altera regime jurídico da Reserva Agrícola Nacional


29.01.2009
Lusa

O Governo aprovou hoje um decreto-lei que altera o regime jurídico da Reserva Agrícola Nacional (RAN), ficando estabelecida "uma gestão mais adequada dos espaços agrícolas" e uma "mais fácil harmonização" entre municípios.

Este decreto-lei aprovado hoje em Conselho de Ministros, visa, de acordo com o comunicado "aperfeiçoar os procedimentos de delimitação da RAN, essenciais para a preservação do solo como recurso natural finito, com uma multiplicidade de funções estratégicas relevantes na dinâmica dos processos económicos, sociais e ambientais".

"Estabelece-se uma gestão mais adequada dos espaços agrícolas, assente em cartografia digital como ferramenta de rigor e apoio à decisão, assegurando um maior controlo na gestão do território, compatibilizando-se com os restantes instrumentos de ordenamento e permitindo, ainda, uma mais fácil harmonização inter-municipal", refere o comunicado da Presidência do Conselho de Ministros (PCM).

De acordo com o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, o diploma irá também "aperfeiçoar os procedimentos de delimitação da RAN" e assegurar "a articulação entre este procedimento e a elaboração dos planos municipais de ordenamento do território".

"Esta alteração legislativa tem como pressupostos fundamentais a manutenção da natureza jurídica da RAN enquanto restrição de utilidade pública e o reforço da importância estratégica da RAN", refere o comunicado, enquanto o "regime agora aprovado introduz na ordem jurídica uma nova classificação das terras e dos solos, a da metodologia da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação".

Este método, "que permite uma nova abordagem na classificação e garante uma maior protecção dos recursos pedológicos nacionais, já se encontra aplicável a três regiões do país - Trás-os-Montes e Alto Douro, Entre Douro e Minho e Interior Centro -, prevendo-se a expansão dos trabalhos para a assegurar uma cobertura nacional", refere o comunicado da PCM.

Este novo decreto-lei aprovado hoje em Conselho de Ministros revoga o decreto-lei 196/89, de 4 de Junho. Ecosfera

Governo aprova decreto-lei que altera regime jurídico da Reserva Agrícola Nacional


29.01.2009
Lusa

O Governo aprovou hoje um decreto-lei que altera o regime jurídico da Reserva Agrícola Nacional (RAN), ficando estabelecida "uma gestão mais adequada dos espaços agrícolas" e uma "mais fácil harmonização" entre municípios.

Este decreto-lei aprovado hoje em Conselho de Ministros, visa, de acordo com o comunicado "aperfeiçoar os procedimentos de delimitação da RAN, essenciais para a preservação do solo como recurso natural finito, com uma multiplicidade de funções estratégicas relevantes na dinâmica dos processos económicos, sociais e ambientais".

"Estabelece-se uma gestão mais adequada dos espaços agrícolas, assente em cartografia digital como ferramenta de rigor e apoio à decisão, assegurando um maior controlo na gestão do território, compatibilizando-se com os restantes instrumentos de ordenamento e permitindo, ainda, uma mais fácil harmonização inter-municipal", refere o comunicado da Presidência do Conselho de Ministros (PCM).

De acordo com o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, o diploma irá também "aperfeiçoar os procedimentos de delimitação da RAN" e assegurar "a articulação entre este procedimento e a elaboração dos planos municipais de ordenamento do território".

"Esta alteração legislativa tem como pressupostos fundamentais a manutenção da natureza jurídica da RAN enquanto restrição de utilidade pública e o reforço da importância estratégica da RAN", refere o comunicado, enquanto o "regime agora aprovado introduz na ordem jurídica uma nova classificação das terras e dos solos, a da metodologia da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação".

Este método, "que permite uma nova abordagem na classificação e garante uma maior protecção dos recursos pedológicos nacionais, já se encontra aplicável a três regiões do país - Trás-os-Montes e Alto Douro, Entre Douro e Minho e Interior Centro -, prevendo-se a expansão dos trabalhos para a assegurar uma cobertura nacional", refere o comunicado da PCM.

Este novo decreto-lei aprovado hoje em Conselho de Ministros revoga o decreto-lei 196/89, de 4 de Junho. Ecosfera

Lousã Agricultura Biológica ao acesso de um clique‏

Para conhecimento de todos... para uma alimentação diária saudável, uma
utilização diária e a melhor divulgação.

a agricultura biológica de Filipe Seco dinamizada através do blogue:

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Que organização ecologista?

Não poderemos estar de acordo - o que não significa que não devamosagir, pontualmente, em conjunto - com as propostas apresentadas pelasprincipais correntes do movimento ambientalista, como aconservacionista e a ambientalista, que é onde se inserem asprincipais organizações existentes nos Açores (1). Com efeito,qualquer uma das correntes defende que com pequenas alterações aomodelo de sociedade actual é possível ultrapassar os problemasambientais actuais, uns acreditando que o “capitalismo de mercado”está em condições de regular tudo e outros defendendo que com umalimitada intervenção estatal tudo entraria nos eixos.Quanto a nós, não temos qualquer dúvida que é o capitalismo, seja eleliberal ou de estado, o responsável pela crise global que afecta todosos habitantes do Planeta. Por isso, defendemos que com a manutenção dasociedade actual não conseguiremos acabar com a “mercantilização danatureza” pelo que devemos apostar na educação do ser humano de modo aque numa sociedade futura haja uma diferente relação entre asdiferentes espécies (incluindo a humana) e a natureza.As principais organizações de ambiente, no nosso país, (sobre) vivemtotalmente dependentes de apoios estatais ou das empresas, cada vezmais funcionam com base em pessoal contratado, acabando o voluntariadopor constituir um recurso marginal, e as decisões são tomadas de cimapara baixo, ao invés de contarem com o contributo dos activistas.Nos Açores, a situação não é muito diversa, parecendo-nos que, quandose trata de capacidade de decisão, por vezes, não existem colectivosmas sim pessoas singulares. No que diz respeito ao financiamento, nãotemos dúvida que, enquanto o das empresas não existe ou é residual, oestatal é o que ainda mantém algumas associações.Se queremos criar uma organização e novo tipo, devemos basear a suaorganização interna, entre outros, nos seguintes princípios:
1- A organização ecologista deve ser autónoma, em relação às outrasinstituições, nomeadamente ao Estado, aos partidos políticos, aossindicatos burocratizados, às igrejas, às empresas, etc.
2- O processo de tomada de decisões tem de ser ágil. Emboraconsideremos que o consenso deva ser procurado, dado que o mesmopoderá ser pouco eficiente, defendemos que, após o devido debate, asdeliberações devam ser tomadas por maioria;
3- A democracia directa deve ser o método de tomada de decisões, istoé, todos os membros devem participar, de forma igualitária, noprocesso de tomada de decisões;
4- Cada membro deverá agir com responsabilidade, isto é, deve teriniciativa e assumir as tarefas e cumpri-las, evitando que poucosfiquem sobrecarregados;
5- Os activistas devem agir com ética de modo a que sejam fomentadas acooperação, a solidariedade e o apoio mútuo.6- No caso de representação da organização, o mandato dosrepresentantes deve ser imperativo, ou seja, as posições daqueles sãoas discutidas previamente no colectivo e não as suas. Para além disso,e da obrigação de prestarem contas à organização, os mandatos devemser revogáveis a qualquer momento (2);
7- Os membros dos órgãos sociais das organizações também devem termandatos temporários, rotativos e revogáveis a qualquer momento.Ninguém se pode petrificar em nenhuma função.
(1) Achamos insuficiente, também, o ambientalismo “mudança de estilode vida” ou a educação ambiental que é feita, sobretudo pelasEcotecas, que pouco mais é do que ensino da biologia, sensibilizaçãopara a valorização do património natural ou doutrinação para aalteração de comportamentos, já que não reflecte nem põe em causa osresponsáveis pelos problemas nem aponta verdadeiros caminhos para asua superação.
(2) . Não é isto o que se passa na “democracia representativa”. Serdirigente/ representante de uma organização é para muitos um rentávelmodo de exposição pública, um trampolim para um emprego, um governo ouparlamento, etc. Autor Teófilo Braga
Coloquei este texto da autoria do amigo Teófilo, dado que no interior se passa o mesmo, passa-se o mesmo em todo o lado mas no interior vê-se mais este tipo de jogadas quando as pessoas só assumem os cargos de qualquer organização para subir mais na vida e se mostrarem ao povo mas na realidade não valem nada e andam só a procura de uma escada cada vez mais alta, mas cuidado que a queda pode ser grande....

domingo, 21 de dezembro de 2008

Cientistas portugueses e espanhóis propõem salvar lince ibérico recuperando diversidade genética do coelho

19.12.2008 Lusa
Cientistas portugueses e espanhóis propõem uma nova estratégia para salvar da extinção o lince ibérico assente na recuperação da diversidade genética do coelho, a sua principal presa, e do seu habitat natural.A proposta é apresentada por Márcia Barbosa e colegas das universidades de Évora, Málaga e da Estação Biológica de Doñana num estudo a publicar na revista científica internacional Diversity and Distribution, especializada em biogeografia da conservação.O felino mais ameaçado de extinção em todo o mundo alimentava-se até ao século passado de duas linhagens genéticas de coelho com habitat em duas zonas distintas da Península Ibérica, uma situada no nordeste e outra no sudoeste.Os dois animais surgiram aproximadamente ao mesmo tempo na península e evoluíram em conjunto ao longo do último milhão de anos, período durante o qual estabeleceram inter-relações complexas cuja preservação é agora defendida pelos cientistas.Devido a doenças, a população de coelhos do nordeste sofreu nos anos 1980 uma redução drástica que foi acompanhada por um declínio da população de linces, tendo estes passado a ficar confinados ao sudoeste, numa área que abrange Espanha e Portugal.As duas zonas geográficas são, grosso modo, separadas por uma diagonal situada entre Vigo e Múrcia, sendo que o lince foi ficando relegado à parte esquerda desta diagonal e, mais recentemente, ao sul desta área.Perante esta situação, a equipa de investigadores procurou saber se o declínio do lince seria apenas um problema de falta de coelhos ou também, como suspeitavam, de falta de diversidade desta presa.Para testar esta hipótese desenvolveram dois modelos matemáticos, um para cada espécie, em que relacionaram conjuntos de factores ambientais, como o clima e o estado dos solos, com a abundância da população.Os modelos foram depois usados para testar se a razão principal do declínio do lince eram variações ambientais ou variações nas populações de coelhos, tendo a conclusão apontado fortemente para a última hipótese.A equipa constatou também uma associação negativa entre a linhagem de coelhos do sudoeste, a única actualmente ao dispor do lince, e as condições óptimas de vida do coelho, sugerindo que esta subespécie não está a prosperar, contrariamente à do nordeste, o que compromete ainda mais a situação do lince."Os planos de conservação actuais consistem em tentar manter ou reintroduzir o lince no sudoeste, com a ajuda de repovoamento de coelhos, mas os resultados não têm sido satisfatórios", disse à Lusa Márcia Barbosa, que durante o estudo estava a fazer o seu doutoramento na Universidade de Málaga (Espanha)."Propomos complementar isto com reintroduções de lince também em zonas mais a nordeste, de onde o lince se extinguiu há mais tempo, mas onde os coelhos hoje em dia parecem estar a dar-se melhor", afirmou."Isso permitiria ao lince contar com toda a diversidade natural da sua presa", acrescentou.O objectivo é restabelecer as antigas inter-relações entre os dois animais, de modo a que o lince volte a contar, como no passado, com ambas as linhagens genéticas do coelho, reduzindo-se desse modo o risco de doenças ou mudanças ambientais que prejudiquem mais uma raça do que a outra."Já é bastante arriscado para um predador limitar-se a uma só espécie de presa, mas quando o lince se viu restringido ao quadrante sudoeste da península ficou também restringido a uma das duas raças de coelho, aumentando ainda mais o risco", acrescentou a investigadora."Vieram depois as doenças do coelho, que ainda por cima parecem ter afectado mais a raça do sudoeste, e ficou o caldo entornado", comentou.Para outro dos autores do estudo, Raimundo Real, do Departamento de Biologia Animal da Faculdade de Ciências da Universidade de Málaga, "há também que ter em conta que o coelho tem uma estratégia reprodutora muito diferente da do lince e pode recuperar depois de vários anos de declínio"."É que se durante vários anos seguidos as populações de coelho escassearem, o lince poderá extinguir-se localmente", referiu o investigador espanhol à Lusa.Associadas a este estudo estão a Estação Biológica de Doñana, a Universidade de Málaga, o Imperial College de Londres e a Universidade de Évora. Márcia Barbosa participou no trabalho na Universidade de Málaga, quando estava a fazer o doutoramento, depois no Imperial College de Londres, onde faz actualmente um pós-doutoramento, e na Universidade de Évora, para onde se muda em Fevereiro.O estudo foi financiado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia espanhol, o FEDER e a Junta da Andaluzia, sendo Márcia Barbosa apoiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. In Ecosfera

sábado, 13 de dezembro de 2008

18ª CAMINHADA PELO INTERIOR

A Câmara Municipal do Sabugal vai realizar a 18ª CAMINHADA PELO INTERIOR, no dia 14 de Dezembro de 2008, pelas 9h30, junto à sede do Grupo Cultural e Desportivo de Rebelhos.



O programa será o seguinte:

09h30 - Concentração Junto à sede do Grupo Cultural e Desportivo de Rebelhos
09h45 - Início da Caminhada
10h30 - Pequeno-almoço oferecido pela Associação Cultural dos Amigos dos Trigais
13h00 - Almoço na sede do Grupo Cultural e Desportivo de Rebelhos

CLIQUE AQUI para visualizar/descarregar o cartaz do evento.

Para mais informações:

271 751 040 ou 961 889 791

CAMINHE CONNOSCO!!

sábado, 29 de novembro de 2008

Campanha de Sensibilização – Entrega de Pinheiros de Natal

No Concelho do Sabugal, a floresta com as suas múltiplas funções, é um recurso estratégico e um dos pilares principais da política de desenvolvimento rural, especificamente no que respeita à sua contribuição para a criação de emprego e rendimentos e ao seu valor ecológico e social.

Além do valor económico e social, a paisagem, a biodiversidade, o património genético e cultural são reconhecidos pela sociedade.
Tão vasto e importante património não nos é alheio, procurando a Câmara Municipal conservar e proteger estes valores da sua principal ameaça – o fogo. A maior parte dos incêndios que ocorrem no Concelho é devido a negligência, sendo a prevenção fundamental com acções de informação, formação e educação. Torna – se assim importante alertar, informar e consciencializar as pessoas, para os perigos que representam, em determinada altura do ano, algumas práticas aliadas ao uso do fogo.
Tendo em conta que nos encontramos próximos da Época Natalícia, sendo frequente as pessoas dirigirem – se aos povoamentos à procura de um pinheiro de natal, queremos inverter essa tendência e acima de tudo sensibilizar a população do Concelho para o valor da floresta e a necessidade crescente de a proteger. Um dos meios de divulgação que a Câmara Municipal pretende levar a cabo é através da distribuição de Pinheiros de Natal à População do Concelho, provenientes dos desbastes efectuados pelas equipas de sapadores florestais em áreas de baldios.
Assim sendo, a partir do dia 06 de Dezembro 08, os escuteiros do Sabugal e Soito irão efectuar a distribuição nessas localidades, com o objectivo de fornecer gratuitamente a toda a população do Concelho, os Pinheiros de Natal, de forma a embelezar esta Quadra Natalícia. Assim, gostaríamos de abraçar esta iniciativa colocando as melhores expectativas no seu sucesso. Depende de todos, por isso divulgue esta mensagem a familiares e amigos. Não deixem que outros destruam o que é de todos, ainda que seja pelo melhor motivo: O NATAL!
Agradecemos desde já a participação de toda a população e um agradecimento especial aos Escuteiros, por nos ajudarem a promover esta iniciativa, relembrando sempre o lema:
“Defender a floresta começa em cada um de nós”
Para qualquer contacto:
Município do Sabugal – Câmara Municipal Carla Pereira
(Gabinete Técnico Florestal) telem. 967834179
Ana Morgado e Tânia Alves (Sector de Acção Social e Educação) telef. 271 752230

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

NOTA DE IMPRENSA



Associação Cultural AMIGOS DA SERRA DA ESTRELA
Rua General Póvoas, 7 – 1º – 6260-173 Manteigas
www.asestrela.org
e-mail: asestrela@gmail.com
Telemóvel: 965839564


N.º 036.G.2008


VENDA DOS EDIFÍCIOS MILITARES DA TORRE – SERRA DA ESTRELA


O território do planalto da Torre, na Serra da Estrela, é pertença dos baldios de 4 freguesias: Alvôco da Serra e Loriga, do concelho de Seia; S. Pedro e Unhais da Serra, respectivamente dos concelhos de Manteigas e da Covilhã.

Em finais dos anos 50 do século XX, o Estado Português tomou posse duma vasta área daquele espaço, para aí instalar a Esquadra nº 13 do Grupo de Detecção Alerta e Conduta de Intercepção que, entretanto, acabou por ser desactivada no início da década de 70 desse século, por razões técnicas e operacionais.

A partir da desactivação e do desinteresse manifestado pelo Estado em manter ali qualquer base militar, cessam, no entendimento da ASE, quaisquer direitos de transacção dos terrenos ou negociação que envolvam esses mesmos direitos.

Parece-nos justo que deixando aquela área de ter o interesse militar para que foi desanexada os terrenos regressem à gestão dos seus titulares, pelo que o anúncio, tornado público, da venda dos edifícios militares, sem que para o efeito se invoque o direito dos Concelhos Directivos dos Baldios – titulares no âmbito da Lei dos Baldios – a serem ouvidos no processo é uma injustiça e um atentado aos Direitos consagrados na Constituição da República.

A ASE entende que a venda dos edifícios poderá estar ferida de ilegalidade, uma vez que se desconhece qualquer venda ou doação, para outros fins que não os militares, com a agravante do futuro objecto dos imóveis virem a parar a mãos privadas e assim abrir um precedente muito grave no Parque Natural da Serra da Estrela.

A ASE considera importante que o Parque Natural da Serra da Estrela informe quais as condicionantes e funções que os edifícios poderão vir a merecer para que depois não surjam motivos de contestação que poderão ser lesivos da imagem da Serra da Estrela pela polémica que uma transacção menos transparente poderá gerar na sociedade portuguesa.

Serra da Estrela, 25 de Novembro de 2008
A Direcção da ASE

terça-feira, 18 de novembro de 2008

ROLINHAS” CHEGA À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ICNB – Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, AFN – Autoridade Florestal Nacional, APA – Agência Portuguesa do Ambiente, CNE – Corpo Nacional de Escutas e QUERCUS – Associação Nacional de Conservação da Natureza, aliam esforços para proteger e recuperar a floresta autóctone portuguesa.

Depois de instalado em restaurantes, escolas, centros comerciais e outros locais, chega agora à Assembleia da República um novo “Rolhinhas”, o recipiente de recolha de rolhas de cortiça para reciclagem do projecto “Green Cork” desenvolvido pela Quercus.
Os proveitos económicos do “Green Cork” são convertidos em financiamento de parte do Programa “Criar Bosques, Conservar a Biodiversidade” e é chegado agora o momento de dar início à plantação de árvores (Quercus spp. entre outras) e arbustos constituintes da floresta original portuguesa.
Assim, e na sequência de um trabalho já iniciado pelo ICNB, de recolha de sementes para posterior germinação em viveiro de espécies autóctones ameaçadas (a maioria com áreas de distribuição relativamente reduzidas mas algumas em sério risco de extinção), foram desenvolvidos esforços de concertação entre as várias entidades nas áreas ambiental e florestal, para que este projecto pudesse ser o mais abrangente possível, não só ao nível das 56 espécies de flora portuguesa nas quais se pretende intervir, bem como ao nível do alargamento do projecto a todo o território nacional.
Este projecto aposta no estabelecimento de canais de comunicação entre os vários intervenientes e apoia-se numa forte componente de parceria entre a sociedade civil e o Estado, envolvendo as empresas e o voluntariado, nomeadamente através do Corpo Nacional de Escutas, comprometendo assim a população portuguesa com a preservação e recuperação da sua floresta original.
As vantagens das florestas autóctones são variadas e vão desde um sequestro de carbono com muito maiores garantias de durabilidade, uma vez que são mais resistentes aos incêndios; a um melhor suporte de biodiversidade e a uma perfeita integração com os ciclos da água e bioquímicos dos ecossistemas naturais. Recuperar e repor as nossas florestas originais, articulando-as de forma sustentável com as florestas de produção, será uma das melhores heranças que poderemos deixar às próximas gerações.
Estão já disponíveis para plantio cerca de 220.000 árvores provenientes de sementes colhidas em Portugal no ano transacto, e que irão ser plantas um pouco por todo país. Para algumas espécies estima-se que o número de plantas existentes neste momento em viveiro seja maior do que o existente na natureza.
Durante o corrente ano, já com uma significativa ajuda voluntária, foi possível recolher sementes suficientes para no próximo ano se atingirem, pelo menos, os dois milhões de árvores e arbustos autóctones para plantar.
A cerimónia de apresentação do projecto “Criar Bosques”, que conta já com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, decorrerá a 19 de Novembro no Auditório do Edifício Novo da Assembleia da República, com início às 15h.

Para mais informações poderá consultar Quercus ou Condominio da Terra

Hélder Spinola – 93 7788472
Paulo Magalhães – 93 9575888

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Actividade: Apanha da Azeitona‏


A ATN vem por este meio solicitar a divulgação da Actividade de voluntariado "Apanha da Azeitona". A ATN, ONG de ambiente, sediada em Figueira de Castelo Rodrigo (distrito da Guarda), tem desenvolvido um projecto multi-disciplinar e inovador de conservação da natureza na ZPE do Vale do Côa, a Reserva da Faia Brava. A ATN conta já com cerca de 500 ha de propriedades, nas margens do rio Côa, que foram adquiridas pela associação para a conservação de natureza e gestão sustentável dos recursos naturais. Temos vindo a desenvolver várias campanhas para dar a conhecer a associação e para angariação de sócios, e mostrar o que temos de melhor: a ZPE (Zona de Protecção Especial) do Vale do Côa, uma zona riquíssima em biodiversidade e ainda muito desconhecida do público português. Através destas campanhas procuramos sensibilizar e alertar as pessoas para os problemas relacionados com a conservação da natureza, integrando-as no nosso grande projecto que é a Reserva da Faia Brava. Em baixo e em anexo, encontra toda a informação sobre esta campanha para a conservação do Vale do Côa. Para mais informações, por favor consulte a página web da associação em http://www.atnatureza.org/ ou contacte-nos por email (geral@atnatureza.org).