domingo, 10 de maio de 2009

III Encontro de Blogger´s na Serra da Estrela

As inscrições estão abertas até ao dia 4 de Junho.

Está já marcado o 3º Encontro de Blogger´s a realizar na Serra da Estrela. O evento vai ter lugar no dia 6 de Junho com o objectivo de «promover um salutar convívio entre blogger´s que diariamente vão mantendo viva a blogosfera através das suas ideias e troca de opiniões, numa sociedade que se quer cada vez mais participativa e interventiva» refere um comunicado. Este ano a organização está a cargo dos autores dos blogues http://oceanodepalavras.blogspot.com (de Luís Silva) e http://seiaportugal.blogspot.com (de Mário Jorge Branquinho). O programa inclui recepção aos participantes em frente à Câmara Municipal de Seia, visita à Feira do Livro e do Brinquedo, debate informal sobre a blogosfera, a realizar durante a visita ao Centro de Interpretação da Serra da Estrela, almoço inserido na III Mostra Gastronómica do Sabugueiro e ainda, a visita pelas ruas da aldeia mais alta de Portugal, à Torre e a algumas lagoas da Serra da Estrela. Os interessados em participar na iniciativa devem fazer a sua inscrição até ao dia 4 de Junho para o email luis.silva.75@gmail.com.

Data Início :

06-06-2009 0:00

Local Evento :

Seia

Petição "Rotulagem dos Organismos Geneticamente Modificados"


No nosso país não existe nenhuma lei que submeta os produtos alimentares a uma rotulagem obrigatória relativamente á sua origem, com isto, diariamente ingerimos produtos alimentares que possuem componentes transgénicos (modificados em laboratório) sem sequer termos conhecimento disso. Independentemente das suas consequências benéficas ou maléficas o consumidor tem direito à informação, para poder discernir entre aqueles que prefere consumir.
Esta petição tem como objectivo propor á Assembleia da República aprovar uma lei que possibilite aos consumidores diferenciar os produtos naturais dos produtos geneticamente modificados, permitindo assim possuir um poder de escolha entre aqueles que deseja consumir.

Assine aqui.

FESTA DO MUNDO RURAL ‘09

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Cartaz
FESTA DO MUNDO RURAL ‘09

Soito

Vai decorrer mais uma Mostra Agro-alimentar do Alto Côa, nos dias 30 e 31 de Maio de 2009, na freguesia de Soito. O evento realiza-se na Casa da Juventude, Desporto, Cultura e Lazer dessa localidade. Esta pretende ser uma forma de divulgação e promoção dos produtos alimentares do Sabugal, da sua gastronomia e Pecuária.

Clique aqui para aceder ao programa

Saída de Campo - De Olho nas Aves 23 Maio‏

Com a primavera chegam os cantos e os vôos das aves. Convidamo-lo a passar um dia diferente, aprendendo a identificar algumas espécies comuns e outras raras e emblemáticas, que nidificam na Reserva da Faia Brava. Dos aves canoras do sobreiral, às aves de rapina das arribas do Côa, venha descobrir o projecto internacional "Cliff Breeders/Aves Rupícolas", desenvolvido pela ATN, na Reserva da Faia Brava, desde 2000, em colaboração com a STN (Transhumance and Nature Foundation). Terá também a oportunidade de construir uma caixa-ninho e participar numa caça ao tesouro muito especial: um ninho de um grifo. As aves são a razão pela qual o vale do Côa é tão importante. Venha daí conhecer este santuário e participe nas acções de conservação de aves da ATN.

Data: 23 Maio

Local: Reserva da Faia Brava, Algodres (Figueira de Castelo Rodrigo)

Programa do Percurso: A visita começa às 9h00, em frente da igreja da aldeia de Algodres, e tem a duração aproximada de 8 horas, com várias pausas e um merecido descanso nas Hortas da Sabóia. A partir de Algodres, seguiremos até à entrada da Reserva da Faia Brava, ao longo de uma extensa mancha de sobreiral. Percorrendo os caminhos que atravessam o mosaico agro-florestal característico da região, terá a oportunidade de deslumbrar-se com a diversidade de espécies que poderá com alguma sorte observar. Após o almoço irá aprender como construir uma caixa-ninho para as aves. Chegada a Algodres às 17h00.

Dificuldade: Fácil.
Distância: 8 km.

Número de participantes (mín. e máx)- 6/12

Preço e o que inclui: Actividade gratuita para sócios da ATN. 9 euros para não sócios. Inclui seguro de acidentes pessoais, visita guiada por técnico da ATN, material para observação de aves (binóculos, telescópio).
*Notas: almoço de campo não incluído. Por favor, consulte a ATN em relação à possibilidade de incluir um almoço de campo. Em caso de mau tempo a visita será adiada para data a combinar com os participantes. Para usufruir de seguro, é indispensável o envio da ficha de inscrição e comprovativo de pagamento até 2 dias antes da actividade.

Inscriçõese pedidos de informação: geral@atnatureza.org

Inventário do Património Rural e Cultural na Reserva da Faia Brava 18-30 Agosto‏

Numa região profundamente marcada ao longo dos séculos pela acção humana, onde a paisagem natural se funde com a humanizada, a ATN convida-o a participar num Campo de Trabalho Internacional (CTI), realizado com o apoio do Instituto Português da Juventude (IPJ) e em parceria com a APDARC (Associação para a Promoção da Arte e Cultura do Vale do Côa e Douro Superior) e o Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC). Este campo pretende apoiar a inventariação de estruturas e construções rurais, assim como de histórias e saberes locais, na Reserva da Faia Brava, propriedade da ATN na ZPE do Vale do Côa. Os participantes deste CTI recebem formação teórica e prática em metodologias de inventário de arquitectura rural e de inquéritos e apoiam a ATN nos trabalhos de campo de inventário e reconstrução, que serão realizados em conjunto com especialistas convidados. Todo os dados e conhecimento recolhidos serão compilado num relatório final, que servirá de apoio à elaboração de actividades ecoturísticas, marcação de percursos pedestres, equestres e de bicicleta, a ser implementado na Reserva da Faia Brava.

Datas: 18 a 30 Agosto

Local: Reserva da Faia Brava, Algodres, (Figueira de Castelo Rodrigo) e Cidadelhe (Pinhel)

Programa:
Dia 18
o 13h00 Recolha dos participantes em Vila Nova de Foz Côa. Transporte até Algodres.
o 15h00 – 16h00 Recepção de participantes em Algodres e preparação do alojamento.
o 17h00 Breve apresentação sobre a ATN, APDARC e PAVC e sobre o programa do campo de trabalho.
o 18h00 – 19h30 Preparação do jantar
o 20h00 Jantar
Dia 19
o 08h00 Pequeno-almoç

o.
o 9h00 – 12h00 Módulo Teórico I: Introdução ao património rural típico do Vale do Côa (tipologias, funções, construção). Metodologias de levantamento.
o 12h30 Almoço de campo (Hortas da Sabóia, Reserva da Faia Brava.
o 14h30 – 17h30 Trabalho de Campo: Inicio de Inventário de património rural na freguesia de Algodres.
o 20h00 Jantar.
Dia 20
o 09h00 – 17h30 Trabalho de campo: Continuação de Inventário de património rural na freguesia de Algodres
o 12h00 – 14h30 Pausa para almoço de campo
o 20h00 Jantar e serão musical em Algodres (concertinas e danças tradicionais)
Dia 21
o 9h00 – 17h30 Trabalho de Campo: Continuação de Inventário de património rural na freguesia de Vale de Afonsinho.
o 12h00 – 14h30 Pausa para almoço de campo (Cachão, Reserva da Faia Brava)
o 20h00 Jantar
Dia 22
o 09h00 – 12h00 Saída de campo na Reserva da Faia Brava com um pastor local. Realização de inquérito sobre a sua actividade, as suas histórias, trabalhos, expressões de linguagem, registo de rotas antigas e de construções.
o 14h30 – 17h30 Trabalho de Campo: Continuação de Inventário de património rural na freguesia de Vale de Afonsinho
o 23h00 Passeio nocturno na Reserva da Faia Brava (fauna nocturna)
Dia 23
o 09h00 -12h00 Saída de campo no Parque Natural do Douro Internacional
o 12h30 Almoço de campo (Capela de Stº André, Almofala)
o 14h30 – 18h00 Tarde Livre em Figueira de Castelo Rodrigo
o 18h30 Regresso a Algodres
o 20h00 Jantar

Dia 24
o 09h00 – 17h30 Trabalho de campo: Inventario de património rural na freguesia de Cidadelhe
o 12h00 – 14h30 Pausa para almoço de campo (Ervideiro, Reserva da Faia Brava)
o 18h00 Regresso a Algodres
o 20h00 Jantar.
Dia 25
o 09h00 – 17h30 Trabalho de campo: Continuação de Inventario de património rural na freguesia de Cidadelhe.
o 12h00 – 14h30 Pausa para almoço
o 18h00 Regresso a Cidadelhe
o 20h00 Jantar e cozer o pão com a população de Cidadelhe
o 22h00 Regresso a Algodres
Dia 26
o 09h00 – 11h30 Módulo teórico II: Introdução a técnica de construção tradicionais.
o 12h30 Almoço de Campo (Hortas da Sabóia, Reserva da Faia Brava)
o 14h30 – 17h30 Trabalho de campo: Recuperação de muros tradicionais
o 20h00 Jantar.
Dia 27
o 09h00 – 17h30 Trabalho de Campo: construção de telhados de colmo e recuperação de pombal tradicional.
o 12h00 – 14h30 Pausa para almoço de campo
o 20h00 Jantar
o 21h00 Visita nocturna às gravuras Rupestres do Vale do Côa.
Dia 28
o 09h00 – 11h30 Módulo teórico III: Levantamento e Marcação de percursos pedestres.
o 12h00 – 14h30 Pausa para almoço em Algodres
o 14h30 – 17h30 Trabalho de campo: Levantamento e marcação de percursos pedestres
o 20h00 Jantar
Dia 29
o 09h00 – 12h00 Trabalho de campo: levantamento e marcação de percursos pedestres.
o 12h30 Almoço de campo (Hortas da Sabóia, Reserva da Faia Brava)
o 14h30 – 17h00 Tarde Livre em Algodres
o 18h00 Avaliação dos trabalhos
o 20h00 Jantar e Serão musical em Algodres (concertinas e danças tradicionais)
Dia 30
o 09h00 Pequeno-almoço
o 10h00 – 11h00 Arrumação da casa
o 12h00 Transporte dos participantes até à Guarda e Pocinho.

Preço e o que inclui: Gratuito para estrangeiros e portugueses residentes no estrangeiro. 25€ para portugueses e estrangeiros residentes em Portugal, de acordo com as vagas oferecidas pelo IPJ. Alojamento em casa alugada na aldeia mais próxima, onde serão oferecidas 3 refeições diárias, preparadas pelos participantes (pequeno-almoço, almoço e jantar). A casa está equipada com cozinha, casa-de-banho e os quartos em camarata. A aldeia tem um pequeno super-mercado e café. A ATN oferece transporte até à vila mais próxima, para compras de supermercado, farmácia, etc. Inclui também um seguro de acidentes pessoais.

Mais informações em: geral@atnatureza.org ou www.atnatureza.org

Inscrições: Instituto Português da Juventude

Conservação de Aves de Rapina na Reserva da Faia Brava - 2ª Edição‏

No âmbito do projecto "Cliff-Breeders/

Aves Rupícolas", projecto internacional, que decorre desde 2000, este campo de trabalho pretende apoiar as acções práticas de conservação das populações de aves rupícolas na Reserva da Faia Brava, ZPE do Vale do Côa. Os participantes deste campo de trabalho, que já vai na sua 3ª Edição, recebem formação teórica e prática na identificação e conservação de aves de rapina e apoiam a ATN nos trabalhos de campo de monitorização de populações e de restauração ecológica, que serão realizados em conjunto com especialistas convidados.

Datas: 29 Junho a 5 julho

Programa:
Dia 29
o 16h30 Recepção de participantes (F.C.Rodrigo) e transporte até Algodres
o 18h30 Sessão de boas-vindas aos participantes e apresentação do programa de trabalhos
o 20h00 Jantar
o 21h15 Palestras 1 e 2: A ATN e o projecto Reserva da Faia Brava, Vale do Côa. Aves rupícolas do Vale do Côa – o projecto Cliff-Breeders/Aves Rupícolas (Alice Gama)

Dia 30
o 8h30 Pequeno-almoço
o 9h00 – 19h00 Módulo Teórico-Práctico: Identificação e Monitorização de aves rupícolas;
o 20h00 Jantar
o Palestras 3 e 4: Identificação de Aves de Rapina e Conservação de aves rupícolas do P.N. Douro Internacional (Jorge Amaral e António Monteiro)

Dia 1
o 8h30 Pequeno-almoço
o 9h00 – 19h00 Módulo Práctico: Gestão de espécies-presa (coelho-bravo) – alimentação e repovoamento
o 20h00 Jantar
o Palestra 5: Parque Arqueológico do Vale do Côa (Dalila Correia).

Dia 2
o 8h30 Pequeno-almoço
o 9h00 – 19h00 Módulo Práctico: Gestão de espécies-presa (perdiz-vermelha) – alimentação; Gestão de alimentadores de aves necrófagas;
o 19h30 Jantar
o 20h30 Visita Nocturna ao Parque Arqueológico do Vale do Côa

Dia 3
o 8h30 Pequeno-almoço
o 9h00 – 19h00 Módulo Práctico: Monitorização de espécies-presa (coelho-bravo, perdiz e pombo-da-rocha);
o 19h00 Jantar
o Palestra 6: Legislação europeia e o futuro das aves necrófagas (Bruno Morais e Lara Aguiar)

Dia 4
o 8h30 Pequeno-almoço
o 9h00 – 19h00 Módulo Práctico: Monitorização de espécies-presa (coelho-bravo, perdiz e pombo-da-rocha) - continuação; Módulo Práctico: Recuperação e gestão de um pombal tradicional
o 20h00 Jantar
o Palestra 7: Aves de rapina – problemáticas e projectos de conservação (Carlos Pacheco)

Dia 5
o 8h30 Pequeno-almoço
o 9h00 – 12h00 Visita ao Parque Natural do Douro Internacional
o 12h30 Almoço
o 14h00 Encerramento de trabalhos e transporte de participantes

Custo e o que inclui:
90 Euros (sócios ATN) e 150 euros (não sócios). Inclui: seguro de acidentes pessoais; transporte de Vila Nova de Foz Côa a Algodres e entre módulos de formação; peq. almoços, almoços e jantares; certificado de participação, documentação e t-shirt.

Número de participantes (mín. e máx): 10-15.

Inscrições e pedidos de informação: geral@atnatureza.org

terça-feira, 5 de maio de 2009

Curso: Ecologia da Paisagem

- A Paisagem no Turismo Rural e de Natureza 16 e
17 de Maio de 2009
Bragança - Instituto Politécnico de Bragança


Inscrições e toda a informação em www.aldeia.org


PROGRAMA:

*Sábado, 16 de Maio*

9.00 - Abertura do secretariado e apresentação do curso.

9.30 - Ecologia da Paisagem: origem e as bases conceptuais (José Castro,
ESAB).

11.00 - Intervalo

11.15 - Componentes e funcionamentos da paisagem rural: exemplos da
etnobotânica local e regional (Ana Maria Carvalho, ESAB).

13.00 - Almoço

15.00 - Exercício prático sobre o carácter da paisagem de origem de cada
participante: as diferentes escalas para a sua representação, e os
principais elementos e funcionamentos envolvidos.

18.00 - Análise e discussão em conjunto da informação recolhida e
trabalhada.

*
Domingo, 17 Maio*

9.30 - A percepção da Paisagem (Ana Lavrador, Universidade Nova de Lisboa).

11.00 - Intervalo.

11.15 - A exploração estética da Paisagem (Luísa Genésio, ESAB).

13.00 - Almoço.

15.00 - Exercício prático de elaboração de um guia da paisagem em estudo por
cada participante, adaptado a diferentes fins: pedestrianismo, btt, burro,
birdwatching, janela do quarto do alojamento, etc.

17.00 - Apresentação final dos trabalhos realizados. Discussão sobre o
futuro das paisagens em estudo, o seu ordenamento, a sua conservação, e o
seu desenvolvimento.

18.00 - Encerramento do Curso



INFORMAÇÕES:

*Descarregar a ficha de inscrição
AQUI<http://www.aldeia.org/portal/user/documentos/curso_eco_paisagem_fichInsc.doc>
*


*NOTA: Cada participante deverá trazer computador portátil, bem como
fotografias que apresentem a paisagem que pretende estudar*

*PREÇO*:
*
*
Até 10 de Maio:*
Sócios da ALDEIA e da APEP: 30€
Não sócios**: 40€

*Após 10 de Maio:*
Sócios da ALDEIA: 40€
Não sócios**: 50€

* Inclui:
- Participação no curso e respectivo certificado
- CD com a documentação

** Há a possibilidade de inscrição como sócio/actualização de quota durante
o evento, usufruindo assim de redução de preço. A quota anual é de 10 € .
Não há jóia de inscrição.
* *
*INSCRIÇÕES – MODO DE PAGAMENTO:*
*Em caso de desistência não será reembolsado o valor da inscrição*
* *
- *CHEQUE*: Em nome de Associação ALDEIA enviado juntamente com a ficha de
inscrição para:
ALDEIA. Apartado 29. 5230-314 Vimioso
*
- TRANSFERÊNCIA*:*
NIB: 003504710001216793071 (Caixa Geral de Depósitos de Miranda do Douro)
* Enviar comprovativo de transferência por correio para a morada acima
indicada, ou por correio electrónico para
aldeia.eventos@gmail.comjuntamente com a ficha de inscrição.


*CONTACTOS:*
*ALDEIA*
Correio electrónico: aldeia.eventos@gmail.com
Tel: 962255827
 

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Passeio Fotográfico Rotas na Natureza|2009 no Monte Barata 9 e 10 de Maio‏

O núcleo regional da Quercus de Castelo Branco organiza nos dias 9 e 10 de Maio um passeio fotográfico no Tejo Internacional mais propriamente no Monte Barata, propriedade pertencente a Quercus que muitos de vocês já conhecem.


Este passeio tem como objectivo a sensibilização dos participantes para os valores naturais do Tejo Internacional através da fotografia de Natureza e ainda dar a conhecer o Monte Barata, onde é possível ver algumas das espécies de flora e fauna emblemáticas da região.



Contará com a presença de um guia/formador com experiência em fotografia de natureza que irá ajudar os participantes nas dúvidas que forem surgindo.



Valor da Inscrição:

60€ para sócios da Quercus

80€ para não sócios, sendo que as pessoas que pretendam tornar-se sócias da Quercus no acto da inscrição beneficiarão do valor para sócio.



O preço inclui:

- alojamento,

- alimentação,

- Seguro,

- guia/formador,

- documentação,

- certificado de participação.



O transporte até Monforte da beira é da responsabilidade dos participantes, de Monforte da Beira até ao Monte Barata é da responsabilidade da Quercus.



Material necessário: saco-cama, roupa e calçado confortável.

Material fotográfico aconselhado: Maquina fotográfica (analógica ou digital), tripé, flash, cabo disparador



Inscrições e mais informações:

madalena.quercus@gmail.com

tlf: 272324272

tlm: 966 484 942



Contacto formador:

Pedro Martins - Fotógrafo Freelancer

Telemóvel: +35196 294 34 54 | E-Mail: info@pmartins.net

http://www.pmartins.net

http://www.photosensibilidade.blogspot.com

terça-feira, 28 de abril de 2009

Regresso ao Interior "Sem stresse nem carros a apitar"

Viviam em Rio de Mouro, uma das mais populosas freguesias de Sintra, num prédio com sete andares onde não falavam com ninguém. Há quatro anos mudaram-se para uma casa de granito num lugarejo mais pequeno do que uma aldeia, sem nome na rua, nem número na porta. Não é preciso. Em Apeadeiro de Maçainhas, esquecido atrás da Serra da Estrela, não há quem não conheça "o casal que veio de Lisboa".

Hoje, Carla Pais, de 35 anos, garante quase nem se lembrar de algum dia ter tido outra vida. Começa a apagar-se da memória o medo que tinha de sair à rua de noite, o espaço que faltava no apertado T2 e o stresse que lhe consumia os dias e esgotava o tempo que nunca sobrava. Dessa altura já só tem pequenos relances, como quando ouve na rádio as informações do trânsito. Sempre que dizem que "o IC19 está compacto, com longos quilómetros de filas paradas", brilham-lhe os grandes olhos verdes e sorri. Ela que agora chama "hora de ponta" a três carros parados no semáforo.

"É como se estivesse no paraíso, em total paz de espírito e sem precisar de nada. Parece que vivi aqui toda a minha vida", diz. Quem a ouve, com tamanha alegria e entusiasmo, falar da opção que tomou com o marido pode achar que tudo foram facilidades. Mas a decisão foi radical e arriscada. Carla despediu-se da empresa onde trabalhava como administrativa e esteve dois anos sem conseguir arranjar novo trabalho quando se mudou para o concelho de Belmonte, em plena Beira Interior. Carlos teve de vender ao sócio a quota que tinha numa empresa de comercialização de congelados e hoje trabalha como metalúrgico numa fábrica.

Os ordenados baixaram, mas o custo de vida também. André, o filho de 8 anos, nunca mais teve uma constipação, quando em Rio de Mouro tinha de ser internado quase todos os meses com problemas respiratórios e bronquiolites provocadas pela humidade e poluição. E arranjaram espaço, muito espaço. Quase 7 mil metros quadrados de terreno, com uma vista deslumbrante para os picos ainda brancos da serra, onde plantaram relva e flores e o miúdo se delicia a brincar com os cães que sempre quis, mas nunca antes tinha podido ter. Atrás de Carla foi a irmã, o marido e as filhas, que também optaram por fazer as malas e rumar à pacatez do Interior.

A qualidade de vida numa terra pequena onde "é mais seguro e saudável educar as crianças" e onde a vizinhança "é calorosa e tem tempo para dizer bom-dia e boa-tarde" tem levado muitos outros a tomar a mesma decisão. Os vários incentivos dados pela autarquia para fixar população fazem o resto. Certo é que Belmonte é, a par da Guarda, o único concelho de toda a Beira Interior a ganhar habitantes. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), registaram-se 143 novos belmontinos entre 2001 e o final de 2007. Um aumento de quase 1,9% conseguido graças a pessoas de outras terras que ali escolheram viver. Parece pouco, mas é uma verdadeira proeza, sobretudo tendo em conta que os concelhos vizinhos não param de ver gente partir.


Em Lisboa não se vive

A mudança permitiu a Paula poupar mais de 400 euros por mês. Hoje a guia turística garante que já não troca a “vila dos judeus” por nada
António Pedro Ferreira
"Temos crescido de há uns tempos para cá, ao contrário do que acontece com o resto dos municípios das Beiras, mesmo os grandes como o Fundão, a Covilhã ou Castelo Branco. Belmonte é uma espécie de oásis no deserto", regozija-se Amândio Melo, presidente da Câmara desde 2001.

Isenção de taxas municipais, redução do IRS em 5%, comparticipação de creches, subsídios à natalidade ou majoração do abono de família são algumas das medidas lançadas para combater a desertificação. No total, custam quase um milhão de euros ao já magro orçamento da autarquia. Mas fazem com que seja muito mais barato viver ali. E isso pode ser decisivo.

"Começamos agora a ver resultados destes incentivos. Havendo dúvidas, as pessoas acabam por optar pelo sítio onde pagam menos e onde vivem melhor", resume o autarca. Foi o que aconteceu com Ana e Manuel Francisco, um casal de enfermeiros que há pouco mais de seis meses trocou os grandes hospitais lisboetas pelo pequeno centro de saúde de Belmonte.

Em Odivelas, nos subúrbios da capital, pagavam quase ¤500 por um T2. Em Belmonte um T3 custa-lhes €160. Com o ATL do filho de 3 anos comparticipado pela autarquia, a gasolina que deixaram de gastar ou a diferença no preço de bens essenciais, a mudança permitiu-lhes um desafogo económico que nunca antes tinham conhecido.

"Em Lisboa não se vive, sobrevive-se. Lá éramos mais uma família endividada. Agora o dinheiro não só chega até ao fim do mês, como ainda sobra. Até estamos a pensar ter um segundo filho, coisa que antes era impensável", conta a enfermeira, de 38 anos.

Mas nem todos os novos habitantes vieram de tão longe. O saldo positivo do concelho nas estatísticas demográficas consegue-se também com os jovens da terra que partiram para fazer a universidade nas grandes cidades e, ao contrário do que acontecia, agora optam por regressar, já de diploma na mão. E também com moradores dos concelhos vizinhos que fizeram contas à poupança e não hesitaram em mudar-se. Para Paula Carvalho, de 39 anos, a matemática foi muito simples: trocar a Covilhã, uma das mais desenvolvidas cidades da Beira, pela pequena vila de Belmonte, conhecida por albergar uma das maiores comunidades judaicas do país, rendeu-lhe mais de 400 euros por mês.

"O bairro onde eu vivia tinha mais eleitores do que o concelho de Belmonte todo junto. Mas aqui é tudo muito mais barato e, sobretudo, vive-se melhor. Não há stresse, não há carros a apitar e as pessoas não são robôs. Ainda têm afectos e prazer de cumprimentar. Podem chamar-me provinciana ou sopeira, mas já não troco isto por nada", jura.
"in "Expresso"

Ainda dizem que o interior não dá, bem se ve que os mais espertos já estão a fugir para cá......

Promessas de Alqueva apenas aceleraram desertificação de aldeias da Estrela e da Luz

27.04.2009, Carlos Dias (jornal Público)

Populações ribeirinhas que ficaram com o lago artificial à porta de casa não vêem nem novas nem mandado do progresso prometido pela barragem e os mais novos optam pela emigração

Completados em Março sete anos após o encerramento das comportas da barragem de Alqueva, nas aldeias alentejanas ribeirinhas da Estrela e da Luz a desertificação humana avoluma o número de casas vazias e a população activa entra nas malhas da emigração, desiludida com as promessas de desenvolvimento garantidas anos a fio pelas autoridades nacionais, regionais e locais.
Em vez do anunciado progresso sob a forma de grandes projectos turísticos que prometiam levar à pequena aldeia o bem-estar na forma de emprego seguro em lugar do incerto e duro trabalho sazonal na agricultura, o mais que conseguiram foi um cais para os barcos atracarem junto ao esgoto que lança sem tratamento, na albufeira de Alqueva, os efluentes domésticos produzidos na comunidade. Quem sai das embarcações que chegam é imediatamente confrontado pelo cheiro intenso do esgoto.
"No Verão é muito pior com as moscas e os mosquitos", lamenta-se Rui Almeida, presidente da Junta de Póvoa de São Miguel. Os efluentes produzidos na aldeia da Estrela eram lançados, antes da construção da barragem do Alqueva, em quatro fossas sépticas. Com a subida das águas da albufeira ficaram submersas, e até hoje o sistema não foi reposto, responsabilidade que imputa à Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA), mas esta alega que a solução "passa pelo plano de pormenor", processo que está a ser liderado pela Câmara de Moura.
O tratamento dos efluentes domésticos foi assumido pela autarquia, que se comprometeu a solucionar o problema "nos próximos dias", disse ao PÚBLICO o presidente da câmara, José Maria Pós-de-Mina, mas sem deixar de realçar que esta decisão "não corresponde ao que foi acordado" entre as duas entidades, isto é, a responsabilidade era da EDIA, que a passou à autarquia. O plano, refere o autarca, continua "em fase de elaboração", na câmara, há pelo menos oito anos. Sem este documento não se pode fazer o que quer que seja na aldeia.
Esquecidas as promessas anunciadas por autoridades locais, regionais e nacionais, a Estrela apresenta-se hoje como uma aldeia-fantasma. "Vende-se", lê-se nas frontarias das casas, a confirmar o estado de abandono a que chegou o pequeno aglomerado populacional, onde reside uma comunidade de idosos, rodeada de água por todos os lados menos por um.
Um dos moradores, de 82 anos, insurge-se contra a EDIA, "que prometeu muita coisa". "E agora arrimou-
-nos à parede." Recorda que na escola da aldeia chegaram a estar "mais de 40 moços". Os poucos que restavam "já partiram", queixa-se.
Outra das dores colectivas está expressa na igreja da aldeia que a EDIA se comprometeu a recuperar. Josefa Estevão, representante da comissão fabriqueira, insurge-se contra o estado "deplorável" das coisas. Depois de terem recuperado o exterior e o telhado, "deixaram o interior sujo e com obras por acabar", obrigando os paroquianos a celebrar o culto num pequeno edifício. A talha que adorna o altar está a apodrecer e as figuras estão guardadas à espera de melhores dias. "Está assim desde 2005", observa Josefa Estevão.
Rui Almeida foca ainda outra situação insólita. A subida das águas de Alqueva obrigou à desactivação do cemitério da aldeia da Estrela e à construção de um novo. Seguindo a tradição, os corpos não descem à terra, são depositados em ocos (caixas construídas em cimento). Como a região está sujeita a grandes amplitudes térmicas, "as paredes dos ocos abrem fendas", libertando, por vezes, gases da decomposição aeróbica dos corpos. A EDIA, que construiu o cemitério, diz que o facto "nunca foi reportado" pela junta de freguesia, "desconhecendo-se em absoluto a sua existência".
a Construir uma nova Aldeia da Luz para alojar os cerca de 400 habitantes que foram deslocados, em 2003, do aglomerado submerso pelas águas de Alqueva obrigou a um investimento de 50 milhões de euros.
Tida como aldeia-modelo com equipamentos colectivos de que muitas cidades de Portugal não dispunham, com o decorrer dos anos o novo aglomerado não conseguiu atrair novos moradores, nem ter um aumento demográfico. Francisco Oliveira, autarca local, diz que, pelas suas contas, quase 50 moradores já deixaram a terra, "fora os que já morreram", acrescenta.
O decréscimo populacional acabou por se reflectir na escola da aldeia, considerada no acto da sua inauguração, pelo então primeiro-ministro Durão Barroso, como das mais modernas. A população escolar nessa altura rondava os 30 alunos. Hoje restam sete alunos e mais cinco no jardim-de-infância. Perante este cenário, a comunidade anda sobressaltada com a possibilidade do seu encerramento, desfecho que o autarca se recusa a admitir: "Se isso acontecer, a aldeia morre."
Perante a desertificação, o autarca interroga-se sobre o esforço dos portugueses para suportar a construção da aldeia que corre riscos de entrar em colapso, se o desenvolvimento não chegar à Luz, ou pelos projectos turísticos, ou pela componente agrícola.
C.D.

terça-feira, 21 de abril de 2009

É obrigatório duplicar produção agrícola mundial até 2050", apela agência da ONU

19.04.2009
AFP

O presidente do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), uma agência da ONU, Kanayo Nwanze, declarou hoje que é "obrigatório" duplicar a produção alimentar agrícola até 2050 para assegurar a segurança alimentar no mundo. "É obrigatório duplicar a produção [agrícola mundial] porque, em 2050, a população mundial terá crescido enormemente", indicou.

Nwanze falava em conferência de imprensa, à margem da reunião dos ministros da Agricultura do G8, realizada no Nordeste de Itália.

"Nós esperamos, os países do G8 e os países em desenvolvimento aqui presentes, um plano concreto de acção, e não uma nova declaração, para assistir verdadeiramente à inversão da tendência porque a agricultura é a chave do crescimento económico dos países em desenvolvimento e a segurança alimentar é uma chave da segurança internacional", acrescentou o mesmo responsável, de nacionalidade nigeriana.

Nwanze apelou também aos ministros do G8 para que levem o novo apelo "muito a sério" e para que se comece a ver "um crescimento dos investimentos agrícolas e da produtividade".

O presidente do FIDA participa hoje numa reunião ministerial do grupo dos G8, do qual fazem parte os Estados Unidos, Rússia, Alemanha, Japão, França, Canadá, Grã-Bretanha e Itália. Será a primeira deste género, em especial no sector alimentar, e amanhã será o último dia.

Os ministros da Agricultura do G5 ou os respectivos representantes (Brasil, China, Índia, México e África do Sul), tal como da Argentina, Austrália e Egipto, foram também convidados.

http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1375228

You Never Drink Alone: projecto pioneiro de solidariedade sobre a água‏

Arrancou esta semana em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade.
.
A água embalada Earth Water é o único produto no mundo com o selo do
Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR),
revertendo os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela
instituição.
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Ao nível nacional, a Earth Water é um projecto que conta com a
colaboração da Tetra Pak, do Continente, da Central Cervejas e
Bebidas, da MSTF Partners, do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo.
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Com o preço de venda ao público (PVP) de 59 cêntimos, a embalagem de
Earth Water diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais
ao programa de ajuda de água da ACNUR», apresentando, mais abaixo, o
slogan «A água que vale água».

Actualmente morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água
potável. Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado
por um dia.http://earth-water.org/".
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Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e
destas, 80% são crianças.
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A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma doença relacionada
com a água.

Em:
http://porcatudonamesma.blogspot.com/2009/04/you-never-drink-alone.html

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Desertificação: Portugal morto ou outro olhar do interior

Desertificação: Portugal morto ou outro olhar do interior
O exemplo de um dos concelhos mais envelhecidos do país
Oleiros é um dos concelhos mais envelhecidos do país e da Europa. Terá cerca de 100 jovens para 400 idosos, segundo a especialista em Geografia Humana, Fernanda Cravidão, que aponta como casos idênticos Vila de Rei, Mação e Alcoutim.

Para a professora da Universidade de Coimbra, uma escola reconvertida em capela mortuária representa «o Portugal morto materializado». «Tem essa carga simbólica. As escolas já estão a servir para centros de idosos, agora morgue é o fim da linha», exclama a especialista, com trabalho desenvolvido na área da geografia da morte.

Porém, considera que se dramatiza demasiado e que a solução passa por olhar para o interior de outra forma, tirando «partido daquilo que temos». «Aquele discurso de povoar o interior, subsídios para casais e coisas desse tipo, é tudo muito bem intencionado, mas não resulta. A mobilidade do interior para o litoral é desde sempre. Esse é um discurso perdido», afirma. In Kaminhos

domingo, 29 de março de 2009

Manteigas, Gouveia e Seia recebem Missão Internacional Serra da Estrela 2009


Jovens Reporteres realizam investigações ambientais em Manteigas, Gouveia e Seia entre 29 de Março e 4 de Abril.
iconnoticia yre.jpgde 29 de março a 4 de Abril
Leia as notícias realizadas pelos Jovens Repórteres



Manteigas, Gouveia e Seia vão receber Jovens Repórteres para o Ambiente provenientes de diversas escolas do país e ainda um jovem cipriota que está também integrado neste projecto internacional da Foundation for Environmental Education (FEE).
A actividade a realizar por este conjunto de 16 jovens consiste numa investigação ambiental durante uma semana na região da Serra da Estrela. A comunicação será realizada sob a forma de artigos jornalísticos e foto reportagem.
A Missão que conta com o apoio dos referidos municípios, bem como de um conjunto de entidades locais e nacionais (ver programa e cartaz) tem como objectivo treinar os jovens não só na investigação e comunicação jornalística de temática ambiental, mas principalmente, o seu espírito crítico e criativos essencial ao exercício da cidadania.

No último dia será realizada uma conferência de imprensa, durante a qual serão apresentados os trabalhos realizados nesta semana. O objectivo é também o de debater com todas as entidades envolvidas e outras entidades locais as conclusões da Missão.


Sites onde serão publicados os trabalhos da Missão:
Na página da ABAE
Na página internacional Young Reporters for the Environment
No BLOG JRA Portugal
Neste Portal

O que são os Jovens Repórteres para o Ambiente
A Associação Bandeira Azul da Europa desenvolve há 12 anos um Projecto Jovens Repórteres para o Ambiente (JRA), que se integra numa rede internacional da Foundation for Environmental Education (FEE) .
Portugal é o pais com mais escolas envolvidas na rede internacional estando este ano lectivo inscritos em todo o pais cerca de 150 projectos em 80 escolas secundárias e profissionais.
Em cada escola o Jovem Repórter investiga um problema ambiental de carácter local divulgando o resultado das suas investigações através dos media.Para além das Missões são anualmente organizados : um concurso Nacional de artigos fotografia e vídeo bem como um Seminário Nacional destinado à formação de professores e alunos envolvidos no projecto.
Periodicamente cada um dos países da rede (actualmente com 22, neste projecto) organiza uma Missão JRA que constitui um momento único de aplicação das competências adquiridas pelos jovens das escolas participantes durante a realização dos seus projectos: investigação ambiental e jornalística, produção de peças de comunicação, publicação e comunicação nos media e na comunidade dos resultados da investigação; levantamento de questões e problemas relativos à sustentabilidade e procura de soluções.
O projecto tem o apoio de um conjunto de entidades que constituem a Comissão Nacional: Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular; Agência Portuguesa do Ambiente (APA); Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB); Instituto da Água (INAG); Secretaria Regional de Ambiente e do Mar dos Açores (SRAM Açores); Secretaria Regional de Ambiente e Recursos Naturais da Madeira (SRA Madeira); Agência para Energia (ADENE); Cenjor (Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas)
In Portal da Serra da Estrela

quinta-feira, 26 de março de 2009

Neste mandato queremos sair mais para a praça pública e lançar debates»

P - O que o levou a decidir recandidatar-se à presidência da Direcção do Núcleo Regional da Quercus da Guarda?

R - Vários motivos. Um deles está no gosto que tenho pelo associativismo e pelo companheirismo, que se cria e mantém na família Quercus. Outro está no facto de ser estudante de Engenharia Florestal. Além disso, quero contribuir para o reconhecimento da importância que o Ambiente desempenha nos dias actuais. Nenhuma cidade, distrito ou país conseguirá vingar se não tiver em conta o Ambiente e o conceito de desenvolvimento sustentável. Sou jovem e sinto que sou capaz de fazer mais e melhor.

P – Que balanço faz destes últimos quatro anos?

R - Positivo, dentro do possível. Fizemos o que pudemos nas direcções que tive a oportunidade de coordenar e nunca dissemos que não a uma solicitação. Conseguimos resolver vários assuntos, estabelecemos várias parcerias com entidades da região e interagimos também com a população. Assegurámos, digamos, o mínimo. Mas consegui manter o núcleo aberto, o que é um ponto de partida para estes próximos dois anos serem mais favoráveis.

P – O núcleo não se tem mostrado muito activo. O que tem falhado?

R - Para isso tem que ter uma boa equipa estruturada, o que não tem acontecido. Têm estado apenas uma ou duas pessoas à frente do núcleo. Mas a mudança está próxima. Devo também dizer que houve aspectos positivos, como os 20 passeios “Ciência Viva” no Verão do ano passado, nos quais tivemos participantes em 18. O núcleo pode não parecer activo, mas há muito trabalho feito nos bastidores, que também é necessário. Neste mandato queremos sair mais para a praça pública e lançar debates.

P – A continuidade do núcleo chegou alguma vez a estar em causa?

R - O interior já perdeu demasiados gabinetes públicos e privados de vários serviços para outras regiões. Uma vez que o núcleo está instalado há 20 anos é necessário fazer um esforço para o manter, mesmo que pouco activo. Confesso que esta foi uma das razões que levou à minha recandidatura. E esse esforço deve ser feito também pelos associados, pelo que gostaria que passassem a mostrar-se mais activos do que até aqui.

P – O que se pode esperar desta nova equipa?

R - Temos pessoas novas, com novas dinâmicas e métodos de trabalho e, acima de tudo, com muita vontade de trabalhar para fazer mais pelo distrito da Guarda. A direcção é constituída por seis engenheiros ligados à área, uma geógrafa e um animador sócio-cultural. Agora é preciso integrá-los da melhor forma. Passada esta fase de integração seremos uma equipa forte e dinâmica em busca de outros colaboradores para podermos dinamizar o núcleo.

P – Quais os principais objectivos traçados para este mandato?

R - Um dos objectivos para o primeiro ano passa por uniformizar os procedimentos da própria estrutura, com vista a facilitar o trabalho a desenvolver no restante período. Falo, por exemplo, de parcerias com entidades e outras associações ligadas à defesa do Ambiente ou as parcerias na divulgação das actividades que realizamos, pois cada vez mais é preciso levar a informação ao cidadão. Nesta fase inicial estarão também em destaque a tesouraria ou os contactos com outros núcleos.

P - E para o segundo ano?

R - Quando os procedimentos estiverem bem enraizados pelos diversos membros da direcção, contamos dar a devida atenção às solicitações que nos vão chegando diariamente e responder de forma mais imediata. As acções nas escolas são importantes porque constituem uma boa oportunidade para divulgar a associação e, acima de tudo, para consciencializar os estudantes dos diversos problemas ambientais existentes. E queremos lançar alguns projectos que andam a ser pensados há algum tempo, como o Censo da Cegonha, que vai consistir num levantamento dos ninhos e número de casais existentes.

P – Há, de momento, problemas ambientais específicos na Guarda que preocupem a Quercus?

R - Existem diversos e devem preocupar todos os cidadãos do distrito. A começar pela reciclagem, por exemplo, e no facto de ainda existirem poucos ecopontos à porta de cada um. Destaco, entre outros aspectos, a questão do abandono da agricultura e o consequente aumento do risco de incêndios, que contribuem para a poluição de rios e perda de solo fértil e da biodiversidade. In O Interior

quarta-feira, 25 de março de 2009

Jovens desinteressados em projectos locais

A maioria dos jovens do Interior inquiridos no âmbito de um estudo divulgado, na sexta-feira, em Proença-a-Nova, não demonstraram interesse em desenvolver um projecto pessoal ou profissional a nível local, apesar de gostarem de viver lá. O estudo, apresentado na conferência “Os territórios de baixa densidade em tempos de mudança”, pela mestranda da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC) Raluca Vieira, foi feito sobre jovens da Guarda. Apesar de gostarem de viver nas suas terras, perto de 70 por cento dos inquiridos «não demonstrou interesse em desenvolver um projecto pessoal ou profissional a nível local», referiu a investigadora, ao intervir no painel final de sexta-feira, sobre “Iniciativas e empresas em espaço rural”. Contudo, os jovens inquiridos manifestaram vontade de se fixar nas zonas onde residem, porque gostam do ambiente e valorizam as relações familiares. «Ninguém nasce empreendedor, os jovens não nascem empreendedores, têm de ser formados», vincou Raluca Vieira, ao insistir na necessidade de existir mais formação para o empreendedorismo.
No estudo “Os projectos empresariais dos jovens do Interior”, verificou-se também que «em Portugal, os jovens aos 30 anos ainda permanecem em casa dos pais, ao contrário do que acontece no resto da Europa». «Há uma desresponsabilização relativamente à independência financeira e não projectam tanto as suas ideias a nível empreendedor. Falta-lhes uma cultura de risco, para a qual é preciso formação», sublinhou. Para Raluca Vieira, «é preciso fazer mais sessões sobre empreendedorismo para jovens e dotá-los de mais capacidades para terem mais confiança neles próprios e desenvolverem a sua ideia de negócio». In guarda.pt

segunda-feira, 16 de março de 2009

votar nas melhores propostas dos cidadãos da UE‏

Neste site podem votar numa série de propostas interessantes feitas por cidadãos, como por exemplo:
- que a UE deve ser livre de OGM
- que a UE deve promover a conversão à agricultura biológica
- que a UE deve promover uma alimentação vegetariana
- que a UE deve abandonar o nuclear e virar-se para as energias renováveis
etc...
Participem. Infelizmente é preciso criar uma conta para se poder votar...
Mas Portugal já é um dos países mais participativos.

http://www.consultations-europeennes-des-citoyens.eu/

domingo, 15 de março de 2009

Reconhecimento de de empreendimentos de turismo de natureza pelo ICNB‏

Portaria n.º 261/2009. D.R. n.º 50, Série I de 2009-03-12
Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e da Inovação
Define
os critérios e procedimentos para o reconhecimento, pelo
Instituto da
Conservação da Natureza e da Biodiversidade, I. P. (ICNB, I. P.),
de
empreendimentos de turismo de natureza

Link

sábado, 14 de março de 2009

FORMAÇÃO DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO

A RRA, em parceria com a APE - Associação Portuguesa de Empreendedores, está a organizar um curso de formação de apoio ao empreendedorismo, destinado a 15 mulheres desempregadas, com habilitações inferiores ao 12º ano, que pretendam criar o seu próprio negócio. As formandas beneficiarão de vários apoios tais como Bolsa de Formação, Subsídio de Alimentação e Subsídio de Transporte.
O curso é totalmente financiado pelo POPH através da medida 7.6 - Apoio ao Empreendedorismo, Associativismo e Criação de Redes Empresariais de Actividades Económicas Geridas por Mulheres
Para informações e inscrições consulte a Ficha detalhada do curso .

sexta-feira, 13 de março de 2009

“FRUTA SIM! BIOLOGICA MELHOR!”.

Exmo(a). Sr(a).,
Em Julho de 2008, a Comissão Europeia lançou uma proposta de distribuição gratuita de frutas e legumes às crianças do 1º ciclo, que visa o aumento do consumo destes alimentos. Esta proposta foi objecto de um acordo político dos Ministros da Agricultura da União Europeia, em Novembro.

Antecipando o seu lançamento em Portugal a INTERBIO - Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica, decidiu associar-se a esta campanha promovendo os produtos biológicos numa iniciativa designada: “FRUTA SIM! BIOLOGICA MELHOR!”.

Para tal, procedeu-se à elaboração de uma petição que visa a distribuição de fruta biológica aos alunos do 1º ciclo a nível Nacional.

A mesma pode ser lida e assinada através do seguinte endereço:
http://www.peticao.com.pt/fruta-biologica
Pedimos que ajude na divulgação da nossa petição enviando um email a todos os seus contactos e peça-lhes que o reencaminhem.


Com os melhores cumprimentos,
--
INTERBIO – Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica
R. Pascoal de Melo, 49
1000-232 Lisboa – Portugal
Tel. [+351] 916576365
mail: interbio.bio@gmail.com
site: www.interbio.pt/