segunda-feira, 21 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
I Encontro Fórum Aves

Programa
Dia 21 (sábado)
• 14h00 – Recepção dos participantes e distribuição de documentação
• 14h30 – Sessão de Abertura – Fórum Aves e CISE
• 14h40 – Apresentações “Aves: Cinco Olhares”
• 16h20 – Espaço para debate
• 16h45 – Magusto nos jardins do CISE
• 18h30 – Visita Guiada ao Centro de Interpretação da Serra da Estrela
• 20h00 – Final do primeiro dia
Dia 22 (domingo)
• 08h30 – Saída de campo para observação de aves na Serra da Estrela (com pausa para café a meio da manhã)
• 13h00 – Almoço no Sabugueiro
• 15h00 – Observação de aves na várzea do rio Seia
• 17h00 – Regresso ao CISE
• 17h15 – Sessão de Encerramento – Fórum Aves e CISE
• 17h30 – Final do I Encontro Fórum Aves
Notas
1. A participação no 1º dia (sábado) do I Encontro Fórum Aves é gratuita para todos os membros do fórum e seus acompanhantes.
2. A participação na saída de campo do 2º dia (domingo) é opcional, será realizada em autocarro e implica o pagamento do almoço: €15 (preço de referência)
3. O programa de domingo poderá ser alterado em função das condições meteorológicas.
Inscrições
19 de Setembro a 15 de Outubro de 2009
O I Encontro Fórum Aves tem por objectivo promover o convívio entre os membros deste fórum, pelo que apenas estes se poderão inscrever, indicando os seus acompanhantes (familiares e amigos).
Para nos fazer chegar a sua inscrição, preencha e envie o formulário que se encontra disponível aqui.
Contamos consigo!
A Equipa Fórum Aves
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
I Certame de Energias Renováveis

Realiza-se no final desta semana (18, 19 e 20 de Setembro) o I Certame de Energias Renováveis, organizado pela Fundação Frei Pedro, na cidade da Guarda.
- Sensibilizar para a importância das energias renováveis;
- Alertar para as potencialidades energéticas;
- Promover as energias renováveis no país;
- Divulgar os melhores sistemas e equipamentos para produção de energias renováveis;
- Dar a conhecer a Política Energética para o país, Região Centro e Beira Interior
- Exposição, empresas sector energético
- Colóquios, com oradores convidados (tarde de 18 e manhã de 19 de Setembro)
- Porto de Honra de encerramento Organização/ Expositores (20 de Setembro, 18 h)
Tlm.: +351 96 952 33 42
Telf.: +351 271 214 043
Email: cmo@freipedro.pt
http://cer-guarda.blogspot.com
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Libertação de 6 aves recuperadas no CERVAS: 17 e 21 de Setembro de 2009 (Distritos da Guarda, Coimbra e Bragança)
Esta acção será organizada com a colaboração do Aeródromo de Pinhanços.
Esta acção será organizada com a colaboração do Centro Escolar e do CISE.
Águia-calçada (Aquila pennata)
A águia-calçada (Aquila pennata) é a águia mais pequena que ocorre em Portugal. Mede entre 45 - 53 cm de comprimento e 110 – 135 cm de envergadura. Existem dois tipos de coloração nesta espécie: uma forma clara, em que os indivíduos apresentam o corpo, cauda e a maior parte das asas ventralmente brancos, exceptuando as penas primárias de cor preta, e uma forma escura em que os indivíduos apresentam coloração castanho-escura com as penas primárias pretas e a cauda clara na face ventral. Esta espécie apresenta em ambas as formas uma pequena mancha branca nas áreas frontais da inserção de cada asa no corpo. Os tarsos são completamente cobertos por penas, o que terá dado origem ao seu nome comum. Habita e nidifica em zonas florestais, preferencialmente em montados de sobreiro e pinheiro intercalados com clareiras e zonas abertas. É uma espécie monogâmica, solitária e territorial durante o período de nidificação. Ambos os progenitores cuidam das crias (1 ou 2) que são nidícolas (eclodem do ovo sem estar completamente desenvolvidas, não possuindo ainda penas). A dieta desta espécie baseia-se em aves de pequeno e médio porte, répteis e pequenos mamíferos, que caça entre as árvores e nas zonas abertas de mato. A águia-calçada é uma espécie migratória que se desloca para África em meados de Outubro para passar o Inverno, regressando ao nosso país em fins de Março.
Esta espécie foi classificada pelo ICNB em 2005 como “Quase Ameaçada” sendo as suas principais ameaças a destruição do habitat provocada pelos incêndios e o abate de pinheiros de grandes dimensões, onde esta espécie nidifica. A colisão com estruturas e o abate a tiro são também factores que ameaçam significativamente esta ave.
Cegonha-branca (Ciconia ciconia)
A cegonha-branca (Ciconia ciconia) pertence à ordem dos ciconiiformes e distribui-se por todo o nosso país. Possui um comprimento entre 90 e 105cm (com o pescoço distendido) e uma envergadura entre 180 e 218cm. Pode viver até cerca de 33 anos em estado selvagem. Esta ave tem uma plumagem de cor branca com excepção das penas primárias e secundárias, as grandes coberturas e as coberturas primárias, a alula e as escapulares que apresentam uma coloração preta. A cegonha-branca possui pernas altas de coloração vermelha e pescoço longo. Os juvenis distinguem-se dos indivíduos imaturos e adultos principalmente através da coloração do bico: nas primeiras fases de vida é mais curto e quase preto, passando progressivamente para uma coloração acastanhada ou vermelho-pálido com a ponta preta, até atingir a coloração vermelha, típica dos adultos. Apesar de ser considerada uma ave aquática, a maioria dos casais nidificantes em Portugal utiliza diversos habitats como pastagens naturais, searas, montados ou lameiros. No entanto, charcas, pequenas ribeiras, pântanos, sapais e arrozais são muito utilizados por estas aves como locais de alimentação. A cegonha-branca apresenta uma dieta bastante variada: insectos, lagostim-vermelho, anfíbios, pequenos mamíferos, répteis e até mesmo restos de alimento humano, que encontram em lixeiras e aterros sanitários
Esta espécie é monogâmica e, geralmente, utiliza o mesmo ninho, ano após ano. Os casais podem nidificar isoladamente ou em colónias. Em Portugal, são conhecidas colónias constituídas por mais de 70 casais nidificantes. Esta espécie escolhe árvores, construções humanas de diversos tipos, postes e escarpas fluviais e costeiras para edificar o ninho. A postura é efectuada em Fevereiro/Março, sendo que a incubação dura 33-34 dias. O período de permanência no ninho, após a eclosão, é de aproximadamente dois meses (58-64 dias). A incubação, tal como a protecção e a alimentação das crias, é realizada por ambos os membros do casal, podendo ser criadas 1 a 5 crias.
Esta cegonha é uma espécie caracteristicamente migradora e dispersiva sendo que a maioria das aves nidificantes em Portugal migra para a bacia do Rio Niger através do Estreito de Gibraltar.
Como curiosidade, a associação milenar da cegonha-branca ao nascimento de crianças está intimamente relacionada com os seus hábitos migratórios. O seu regresso à Europa, para aqui se reproduzir, coincidente com a estação da Primavera, que simboliza o renascimento da vida, tornou esta espécie num símbolo de fertilidade.
Em Portugal, a cegonha-branca tem o estatuto de “Pouco preocupante”, atribuído pelo ICNB no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal em 2005.
A destruição do habitat, a intensificação da agricultura e abandono de práticas tradicionais, a contaminação química das cadeias alimentares, o abate ilegal e a electrocussão são os principais factores de ameaça a esta espécie.
Grifo (Gyps fulvus)
O grifo (Gyps fulvus) é uma ave de rapina diurna de grandes dimensões, com uma envergadura que pode atingir os 2,65m, e essencialmente bicolor (penas de voo e cauda mais escuras e corpo e restantes penas das asas mais claras). Possui asas largas com “dedos” muito compridos, cauda curta e arredondada e cabeça de cor pálida e de difícil observação durante o voo. O adulto apresenta uma gola de penas esbranquiçadas em torno do pescoço e bico amarelado enquanto que o juvenil possui uma gola castanha clara e um bico cinzento.
Plana em círculos e desliza com frequência, surgindo em bandos dispersos e confinando-se aos cumes das montanhas. No nosso país, o seu habitat de nidificação corresponde exclusivamente a escarpas rochosas de grande dimensão. Faz o ninho em saliências ou pequenas cavernas nas escarpas e raramente em árvores, reutilizando o ninho em anos consecutivos. O seu habitat de alimentação corresponde a campos desarborizados onde se realiza aproveitamento pecuário extensivo. Por vezes realiza movimentos migratórios para explorar zonas de alimentação. Necessita de uma ampla extensão de correntes de ar ascendentes ou térmicas e procura frequentemente cursos de água para se banhar e beber. Na dormida, é comunal (dormem em pequenas comunidades) e nocturno em grupos desagregados, podendo formar dormitórios em árvores.
A população de grifos em Portugal encontra-se confinada aos vales do Douro superior, e seus afluentes, e do Tejo (troço internacional) e seus afluentes, havendo também alguns casais na Serra de S. Mamede e na zona de Barrancos. Esta ave apresenta hábitos necrófagos (alimenta-se dos tecidos macios – músculos e vísceras – de mamíferos de médio e grande porte). Detecta os cadáveres através da visão, muitas vezes pelo movimento de outras aves, no solo ou no ar. Para reprodução, é uma espécie colonial e ambos os progenitores alimentam as crias por regurgitação, crias estas que são nidícolas (eclodem do ovo sem estar completamente desenvolvidas, sem penas). O período de nidificação decorre entre Dezembro e Agosto.
As principais ameaças a esta espécie são: uso de iscos envenenados para captura de predadores de espécies pecuárias, redução da disponibilidade trófica devido ao cumprimento das exigências higieno-sanitárias, diminuição do aproveitamento pecuário extensivo, a modernização agrícola, a perturbação humana, a colisão e electrocussão, a degradação de habitats, a perseguição humana e a construção de parques eólicos.
Em 2005, o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade atribui-lhe o estatuto de “Quase ameaçado”.
CAMPANHA DE APADRINHAMENTOS: O CERVAS mantém em curso uma campanha de apadrinhamento de animais selvagens em recuperação ou de um projecto desenvolvido no centro. Para apadrinhar um animal ou um projecto através de uma contribuição financeira ou da angariação e cedência de material de diversos tipos, contacte o CERVAS: cervas.pnse@gmail.com / 96 271 44 92.
BLOG DO CERVAS: O CERVAS possui o seu espaço na Internet: cervas-aldeia.blogspot.com. Este blog possui informações sobre o centro e todas as actividades desenvolvidas, inclusive das várias libertações que ocorrerão.
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CERVAS - Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens
Apartado 126
6290-909 - Gouveia
Telm: 962714492 / E-mail: cervas.pnse@gmail.com
http://cervas-aldeia.blogspot.com
O CERVAS é uma estrutura que pertence ao Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) / Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE) e que se encontra actualmente sob a gestão da Associação ALDEIA (www.aldeia.org) com o apoio da ANA – Aeroportos de Portugal e outros parceiros. O centro tem como objectivos detectar e solucionar diversos problemas associados à conservação e gestão das populações de animais selvagens e dos seus habitates. As linhas de acção do CERVAS são a recuperação de animais selvagens feridos ou debilitados, o apoio e/ou a realização de trabalhos de monitorização ecológica e sanitária das populações de animais selvagens, o apoio e fomento à aplicação do Programa Antídoto – Portugal www.antidoto-portugal.org, a promoção da sensibilização ambiental em matéria de conservação e gestão dos animais selvagens e o funcionamento como unidade intermédia de gestão e transferência de informação e amostras tratadas através de parcerias científicas.
Quercus Comunicado: Dia Internacional para a Protecção da Camada de Ozono
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| 16 de Setembro
Dia Internacional para a Protecção da Camada de Ozono
Necessário Prevenir a Libertação de CFC’s |
No Dia Internacional para a Protecção da Camada de Ozono (16 de Setembro), a QUERCUS alerta para a necessidade de reforçar a recuperação dos CFC’s (Clorofluorcarbonetos) contidos nos largos milhares de frigoríficos, arcas congeladoras e aparelhos de ar condicionado que todos os anos vão parar ao lixo. De acordo com dados das entidades gestores de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos, em 2008 foram recuperadas cerca de 34 toneladas de CFC’s, um valor superior em 27% aos montantes de 2007 (24 Toneladas). Apesar desde crescimento, estes são valores que representam apenas uma percentagem pequena do total existente nos equipamentos em fim de vida pelo que algumas centenas de toneladas continuam a ser emitidas para a atmosfera.
Os CFC’s estão ainda presentes nos equipamentos mais antigos pelo que a sua NÃO remoção/tratamento faz com que sejam libertados para a atmosfera, com consequências graves na destruição da Camada de Ozono. Apesar do esforço das entidades gestores de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos e de algumas campanhas de sensibilização, Portugal continua a apresentar um mau desempenho na recuperação e tratamento dos CFC’s. Para que os CFCs sejam removidos e tratados os equipamentos velhos terão de ser encaminhados sem serem compactados ou removidas peças pelo que é essencial que os cidadãos e as autarquias tenham este cuidado.
O que é a Camada de Ozono?
O ozono (O3) que existe na atmosfera localiza-se essencialmente na estratosfera, entre 10 a 50 km acima da superfície terrestre, observando-se as maiores concentrações a altitudes aproximadamente entre 15 e 35 km, constituindo o que se convencionou chamar a "Camada de Ozono". A protecção da Camada de Ozono é fundamental para assegurar a vida na Terra, uma vez que o ozono estratosférico tem a capacidade de absorver grande parte da radiação ultravioleta B (UV-B), radiação solar que pode provocar efeitos nocivos (ou até mesmo letais) nos seres vivos, ameaçando assim a saúde humana e o ambiente (www.iambiente.pt). A libertação de substâncias responsáveis pela destruição da camada de ozono, como é o caso dos CFC’s, provocou ao longo de décadas a diminuição da espessura desta importante camada protectora.
Lisboa, 15 de Setembro de 2009
A Direcção Nacional da
Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
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Para mais esclarecimentos contactar:
Hélder Spínola, 937788472 ou 964344202.
Acção de Formação em Manteigas - Orientação

Se tem interesse em iniciar-se nesta modalidade, o Grupo Desportivo 4 Caminhos vai ministrar uma acção de formação, homologada pela Federação Portuguesa de Orientação para o seguinte público-alvo:
- Professores licenciados em Educação Física;
- Agentes desportivos que organizam actividades de ar livre;
- Novos praticantes da modalidade;
- Amantes do contacto com a Natureza.
A acção terá uma parte teórico-prática em sala com apresentação multimédia e uma parte prática.
Organização
Câmara Municipal de Manteigas
Associação Manteigas Solidária
Grupo Desportivo 4 Caminhos
Local
Junta de Freguesia de Santa Maria - Manteigas (parte teórica)
Penhas Douradas (parte prática)
Programa
Dia 26 de Setembro 2009 (1.º Dia)
09:00 Horas
Recepção/Entrega de documentação
09:30 Horas
Apresentação
Orientação por métodos expeditos
Enquadramento
Modalidade/Actividade
Jogos didácticos
10:00 Horas
História e organização da modalidade
10:30 Horas
Intervalo
10:45 Horas
Noção de planificação
Localização e orientação do mapa através de pontos de referência
Automatização do gesto (localização e orientação permanente do mapa)
11:30 Horas
Leitura e Interpretação do Mapa
Legenda
Simbologia
12:30 Horas
Intervalo (Almoço)
14:00 Horas
Sinalética especifica de Orientação
15:00 Horas
Noção das distâncias e escalas
16:00 Horas
Introdução da Bússola
16:30 Horas
Realização de um percurso formal
18:00 Horas
Final
Dia 27 de Setembro 2009 (2.º Dia)
09:30 Horas
Realização de um percurso formal (Penhas Douradas)
11:30 Horas
Entrega de Diplomas
12:00 Horas
Encerramento
A acção inclui acompanhamento por monitores, bibliografia de apoio e mapas.
Observações
Os formandos devem ser portadores de uma bússola (no caso de a possuírem) e uma muda de roupa completa para a parte prática;
A organização assegura o almoço do 1.º dia da Acção de Formação.
Inscrições
Até ao dia 23 de Setembro 2009
Associação Manteigas Solidária (amanteigassolidaria@gmail.com)
Grupo Desportivo 4 Caminhos (ori@gd4caminhos.com)
Mais informações pelo telemóvel número 936 264 216
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Comunicado Quercus
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| Propostas ambientais da Quercus – ANCN para as eleições legislativas de 2009
as dezanove áreas principais |
Na semana em que tem início oficial a campanha eleitoral para as legislativas de 2009, a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza envia a todos os partidos candidatos propostas de acção em dezanove áreas*, organizadas em: questões transversais e áreas temáticas.
Muito embora seja difícil seleccionar áreas principais, a articulação entre políticas, o respeito e fiscalização da aplicação da legislação existente e o respeito pelas regras dos processos de avaliação de impacto ambiental e de avaliação ambiental estratégica, são alguns dos temas identificados como transversais.
De facto, na legislatura que agora termina foram vários os exemplos de infra-estruturas cujos processos de avaliação foram meros pró-forma para justificar decisões já tomadas, tendo ainda sido possível observar o Governo criar excepções para determinados projectos e interesses. Para além dos efeitos perversos ao nível do ordenamento do território que muitas destas decisões de excepção podem ter, não se podem ignorar os impactos na credibilidade do sistema legislativo, ou na criação de um sentimento generalizado de injustiça e de falta de rigor.
Assim, é fundamental que o próximo Governo demonstre claramente que o caminho a seguir é outro. Um caminho onde, antes de se decidir sobre um dado projecto, plano ou infra-estrutura, se avaliam, em igualdade de circunstâncias, várias opções ou vários cenários, no sentido de permitir clareza, transparência e eficácia no processo de decisão. Eliminar os regimes de excepção é outra das medidas fundamentais.
No que concerne às áreas temáticas, temas como as alterações climáticas, a energia, os recursos hídricos ou a conservação da natureza marcam presença. As alterações climáticas, com as suas múltiplas ligações a quase todas as áreas ambientais, assumirão algum protagonismo no início desta nova legislatura, uma vez que Portugal estará envolvido nas negociações internacionais sobre o período pós Quioto. Contudo, para Portugal esta área é um desafio mais a nível interno do que externo, pois é aí que os passos mais importantes, no sentido de reduzir as nossas emissões de gases com efeito de estufa, terão que ser dados. Mas para atingirmos os nossos objectivos neste domínio são vários os sectores onde teremos que trabalhar, desde a energia e a forma como a usamos e produzimos, à mobilidade, ou à agricultura e floresta.
Ainda associado ao tema das alterações climáticas, mas mais por via das consequências que poderão resultar duma eventual falta de coragem política para agir no momento certo, os recursos hídricos, bem como o fenómeno da desertificação deverão ser olhados com particular cautela.
De referir ainda a importância da educação, sensibilização, formação e informação enquanto elementos chave a reforçar numa sociedade que apresenta grandes possibilidades de melhorar o seu desempenho e contributo em termos ambientais. O reforço de actuação a estes níveis não se deverá cingir aos cidadãos, mas alargar-se a públicos diferenciados, fugindo da tendência, algo generalizada, para considerar que ao investirmos nas crianças estamos a garantir o futuro. Esse investimento é fundamental, mas não é suficiente, sendo necessário trabalhar com públicos que estão hoje a tomar decisões que poderão condicionar fortemente o futuro em termos ambientais.
Para terminar, referir a importância de, quer em termos de medidas transversais, quer ao actuarmos ao nível de uma área específica, ser fundamental manter sempre presente a importância de procurar criar uma cultura na sociedade onde consumir e produzir sejam sinónimos de actos medidos à luz da sustentabilidade.
Lisboa, 14 de Setembro de 2009
A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Para mais informações contactar: Susana Fonseca 937788471 ou Francisco Ferreira 937788470
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
GreenFest | BCSD Portugal | Conferências


Dia 18 de Setembro
· Em parceria com a SDC, a Conferência Relatórios de Sustentabilidade: Tendências e Desafios
· Em parceria com o Grupo Luís Simões, a Conferência Gestão de Frotas Sustentável
Dia 23 de Setembro
· Em parceria com o Grupo Portucel Soporcel, a Conferência Sustentabilidade do Ciclo do Papel
A inscrição é gratuita mas limitada aos lugares disponíveis e sujeita a confirmação.
Para inscrições e informações por favor contactar:
BCSD Portugal
Cátia Dias
email: catia.dias@bcsdportugal.org
Telefone : 21-7819001
Para obter informações sobre outras conferências, consulte http://www.greenfestival.pt/2009/
Certos do V. interesse
Com os melhores cumprimentos,
____________________________________________
Karina Rodrigues
(Assistente de Projecto)
cid:image002.jpg@01C99D7E.6FB6A250
Av. de Berna, nº 11, 8º Andar, 1050-036 Lisboa
Telefone: +351 21 781 90 01 | Fax: +351 21 781 91 26
karina.jesus@bcsdportugal.org | www.bcsdportugal.org
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Homenagem a Francisco Caldeira Cabral na CM de Gouveia
No centenário do nascimento de Francisco Caldeira Cabral
A Câmara Municipal de Gouveia está a organizar uma exposição
e vai realizar
um Colóquio sobre o seu ilustre munícipe Francisco Caldeira
Cabral,
1º Arquitecto Paisagista português, ligado a vários projectos
na zona,
ao Parque Natural da Serra da Estrela, etc. (Mais informações
sobre
em
http://proffranciscocaldeiracabral.portaldojardim.com/ )
O tema geral é "Francisco Caldeira Cabral
- O Homem e a Obra".
O Colóquio e a inauguração da Exposição são na próxima 4ª feira,
dia 16 de Setembro. A sessão de abertura do Colóquio é às 10.00 h.,
na Biblioteca Virgílio Ferreira, seguindo-se uma Conferência
pela Profª. Teresa Andresen, e, ainda da parte da manhã,
uma sessão mais informal de testemunhos sobre o Homem e a Obra,
em que intervêm Gonçalo Ribeiro Telles, Ilídio Araújo,
Joaquim Elias Gonçalves e Luís Maria Lopes da Fonseca.
À tarde, haverá uma outra sessão, dedicada ao tema do
Ambiente e Protecção da Natureza e da colaboração
dada ao Parque da Serra da Estrela,
com intervenção dos dois primeiros dirigentes do Parque
- José Maria CC e Eduardo Osório e de João CC.
A inauguração da Exposição está marcada para as 17.00 h.,
no Cine-Teatro de Gouveia, onde ficará até 31 de Outubro.
Haverá também uma pequena brochura "Francisco Caldeira Cabral,
o Homem e a Obra".
domingo, 6 de setembro de 2009
26ª CAMINHADA PELO INTERIOR
A Câmara Municipal do Sabugal vai realizar a 26ª CAMINHADA PELO INTERIOR, no dia 20 de Setembro de 2009, pelas 9h00. A Concentração será no Largo da Igreja, na freguesia da Rapoula do Côa.
O programa será o seguinte:
09h00 - Concentração no Largo da Igreja da Rapoula do Côa
09h30 - Início da Caminhada
10h30 - Pequeno-almoço nas Termas do Cró
13h00 - Almoço no Parque de Merendas da Rapoula do Côa
CLIQUE AQUI para visualizar/descarregar o cartaz do evento.
Para mais informações:
271 751 040 ou 927 530 195
sábado, 5 de setembro de 2009
Agricultores pedem apoios do Governo após incêndios no Sabugal
"A ADAG reclama ao Governo o rápido e participado levantamento dos prejuízos dos agricultores e restante população para que, também rapidamente, sejam atribuídos todos os apoios públicos indispensáveis à reposição de infra-estruturas e bens afectados", refere a associação em comunicado.
Segundo o presidente da ADAG, António Machado, no caso dos agricultores, "para além de ajudas financeiras a fundo perdido para garantir o relançamento da actividade nas explorações, é de imediato necessário que o Governo apoie a alimentação animal". Salienta que na base deste pedido está o facto de a produção pecuária ser "uma actividade de interesse relevante para a região e para o Sabugal em particular".
A associação de agricultores coloca-se "à disposição do Ministério da Agricultura e do Governo para colaborar neste trabalho de levantamento de prejuízos e de atribuição de apoios".
Por outro lado, aponta que "a extensão e violência" dos incêndios que atingiram aquele concelho "põem a nu a continuada falta de prevenção e de ordenamento florestal, males crónicos que sucessivos Governos pouco têm feito para corrigir".
No entender da direcção da ADAG, a falta de investimento público na floresta "com os mais de quatro anos de impossibilidade dos produtores acederem às ajudas comunitárias, aceleraram o abandono, a desertificação rural e o desânimo do sector".
Refere que o cadastro florestal, "que até era considerado como prioritário pelo Governo, e que é um instrumento fundamental na orientação e execução da política florestal", durante a actual legislatura, "nem sequer viu o concurso para a sua execução ser lançado". Deste modo, acrescenta, continua-se "sem sequer saber quem são os proprietários de uma área equivalente a vinte por cento do território nacional".
É também denunciado que as Zonas de Intervenção Florestal "ficaram-se pela sua constituição, embrenhadas em burocracia e sem trazer os benefícios práticos anunciados". "É este desleixo governamental que favorece a violência e a extensão dos incêndios florestais", conclui a associação.
O incêndio, que andou activo durante mais de três dias no concelho do Sabugal, atingiu dez freguesias rurais e destruiu "cerca de 11 mil hectares de área", segundo adiantou à Lusa o presidente da autarquia, Manuel Rito.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
1ª Conferência Ibérica das Zonas Uraníferas" - Mangualde, 5 de Setembro de 2009
Este encontro pretende, por um lado, na parte da manhã apresentar elementos científicos sobre esta actividade e as suas envolvências sociais, ambientais e em termos de sustentabilidade do território e por outro, na parte da tarde dar voz aos candidatos e candidatas às eleições legislativas pelos distritos eleitorais nos quais existe ou existiu actividade de exploração mineira e saber dos projectos para recuperação e desenvolvimento produtivo destas terras, assim como saber que respostas dão os futuros eleitos aos problemas sociais que afectam estas gentes.
Dado que daremos a maior repercussão mediática a este importante evento, contamos com a sua presença.
II Feira de Coleccionismo e do Veículo Antigo
Museu,
Exposição e
Feira de Automobilia
Veículos Clássicos, Tractores e Máquinas Agrícolas, Viaturas Militares, Antiguidades, Velharias, Livros e colecções várias!
Depois do sucesso da 1ª edição, visitada por mais de 4.000 pessoas, a Megre Motorsport anuncia a realização da II Feira de Coleccionismo e do Veículo Antigo, de 19 a 20 de Setembro 2009, em Águas – Penamacor.
Este conceito de feira ao ar livre, a exemplo das que existem em diversos países da Europa, nomeadamente Inglaterra, França e Alemanha, foi introduzido em Portugal por José Megre no ano passado, naquela que foi uma das suas últimas iniciativas e concilia a visita à Exposição/Museu com uma Feira de Automobilia e Coleccionismo.
Agradecemos a divulgação deste evento.
Para mais informações contacte:
Telm: +351 912202767
E-mail: feirabb@clubeaventura.pt
Regulação nas organizações da sociedade civil
Transportes e mobilidade juntam cérebros em Castelo Branco
Empresários, investigadores e autarcas no Cine Teatro
Transportes e mobilidade juntam cérebros em Castelo Branco
A cidade recebe em Setembro o encontro promovido pela Transportes em Revista. Ferreira do Amaral e Augusto Mateus são esperados na abertura dos trabalhos.
Por: José Furtado
27 de Agosto de 2009 às 10:57h
Os temas ligados aos transportes e à mobilidade vão estar em debate ao longo de dois dias em Castelo Branco. A Transportes em Revista escolheu a cidade para o 6.º encontro que organiza, desta vez com o tema “Cidades competitivas, papel da mobilidade”. Os trabalhos decorrerão a 17 e 18 de Setembro no Cine Teatro Avenida, mas o programa inclui outras iniciativas com as quais a organização pretende envolver a população.
Para a abertura dos trabalhos foi convidado o secretário de Estado do Ordenamento, do Território e das Cidades, João Ferrão. Mas os promotores avançam com outros nomes como dos antigos ministros das Obras Públicas Ferreira do Amaral e Carmona Rodrigues, o economista Augusto Mateus, Miguel Anacoreta Correia ou Vitor Ramalho.
O programa conta ainda com uma forte presença de autarcas, tendo sido convidados os presidentes das câmaras municipais de Albufeira, Vila Real, Évora, Bragança, Viana do Castelo ou Castelo Branco, com Joaquim Morão a abrir e encerrar o encontro.
Para José Limão, director da Transportes em Revista, o convite justifica-se não só porque é às câmaras que cabe a gestão do território como a definição das políticas de mobilidade. Em alguns casos com melhorias face ao que era feito pelo Estado no passado, como aconteceu ao assumirem a gestão do transporte escolares, exemplifica.
José Limão defende que o próprio Estado devia entregar mais competências e meios aos municípios para serem eles a definir o que querem também neste sector, entre outras razões por uma questão de conhecimento da realidade.
“Os problemas que Castelo Branco tem são completamente divergentes de Montesinho, Mirandela ou Viseu”, diz.
O objectivo do encontro em Castelo Branco é abordar os temas de forma criativa “e tendo sempre a preocupação que tragam mais-valias na abordagem e de tentar encontrar laços comuns entre agentes que têm estado muitas vezes de costas voltadas”, sintetiza José Limão.
A publicação que dirige foi criada há sete anos e tornou-se “uma referência neste sector”, atraindo especialistas de renome que participam nas suas páginas mas também em acontecimentos como aquele que Castelo Branco se prepara para receber.
Boleias alternativas
O encontro não ficará confinado ao Cine Teatro Avenida. À hora do almoço de 18 de Setembro a cidade vai assistir a uma Parada de Transportes, com veículos movidos a energias alternativas mas também modos suaves, como a bicicleta.
Os veículos serão assegurados pelas empresas patrocinadoras do encontro e qualquer pessoa pode aproveitar a boleia nos dois percursos definidos. Um tem origem no Cine Teatro Avenida e passagens pela Alameda da Liberdade e Av. 1.º de Maio, terminando no Hotel Rainha D. Amélia.
O outro parte da Praça Rainha D. Leonor (Tílias) seguindo pela Rua Pedro da Fonseca (Escola Superior de Educação), Av. Nuno Álvares, Rua Cadetes de Toledo e o Cine Teatro como destino.
Encontro na terra natal
Para o director da Transportes em Revista a realização do encontro em Castelo Branco é também especial por outras razões. José Limão é natural da cidade e embora não resida há muito anos nela continua a dizer com uma certa graça “sou como o granito bem rijo e moreno”, citando o verso de Saudades da Beira, música popularizada pela Orquestra Típica Albicastrense.
Na cidade diz ter encontrado “um entusiasmo que não conhecia”, referindo-se à câmara municipal e em particular ao presidente Joaquim Morão, que apoiou o encontro desde a primeira hora.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Classificaçaõ do Aproveitamento Hidroagrícola da Cova da Beira de interesse regional
Presidência do Conselho de Ministros
Classifica como obra do grupo II o aproveitamento hidroagrícola da Cova da Beira, localizado no concelho do Sabugal, do distrito da Guarda, e nos concelhos de Penamacor, Belmonte, Covilhã e Fundão, do distrito de Castelo Branco
Procura dos produtos florestais começará a aumentar em 2010, conclui estudo
Da autoria do instituto de investigação finlandês Pellervo Economic, o estudo foi elaborado em Maio e prevê a "retoma da economia mundial" e, como tal, também da procura da indústria papeleira, "ainda que de forma ligeira, com poucos impactos na produção".
"Em 2010, a situação da indústria florestal não será muito melhor. Apesar de alguma recuperação económica, o volume de madeira usada será pouco superior no próximo ano", frisa o estudo.
A indústria papeleira europeia e norte-americana registou uma marcada recessão no nível de actividade económica, com fortes reduções nos níveis de emprego, estando a ser afectada pela tendência global de queda na procura de pasta e também do papel.
Só no primeiro semestre deste ano, o consumo de papel caiu na Europa e nos EUA 16%, face a igual período do ano anterior.
O primeiro semestre de 2009 continuou a registar o impacto do processo de encerramento de capacidades produtivas, o que, segundo o estudo, acabou por beneficiar os mercados europeus no final de 2008.
Segundo dados da Portucel, no que diz respeito ao segmento de qualidade, as vendas de produtos 'Premium' mantiveram nos mercados europeus um peso superior a dois terços do volume vendido, "o que é particularmente relevante na actual conjuntura económica".
No mercado de pasta de papel registou-se uma diminuição dos níveis da procura nos mercados europeus, tendo o consumo de pasta recuado 4,5% no segundo trimestre de 2009, reflexo directo do abrandamento da actividade em todos os segmentos e mercados.
De destacar o mercado chinês que, entre os principais consumidores, tem mantido um desempenho superior ao de 2008, o que sustentou um crescimento global das entregas dos produtores de madeira exóticas em cerca de 10%.
No primeiro semestre deste ano, pelos menos cinco milhões de toneladas de produção foram retiradas do mercado, correspondentes a cerca de 10% da capacidade instalada no final de 2008, o que juntamente com o bom desempenho do mercado chinês, contribuiu "para a diminuição acentuada do nível anormalmente elevado de reservas que se verificava no final do primeiro trimestre", de acordo com dados da Portucel.
2009-08-26 10:20
Oje
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Curso de Especialização Tecnológica em HERBALISMO
Última chamada: Inscrições abertas até 31 de Agosto para o
Curso de Especialização Tecnológica em HERBALISMO
O CET é uma formação pós-secundária não superior que visa conferir qualificação profissional do nível 4.
O CET em Herbalismo tem sido desenvolvido sob uma consciente cooperação entre a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Guarda e a Escola de Herbalismo da Associação Luzku, resultando num curso de carácter único. O curso consiste em alguns módulos de carácter geral e científico realizadas na ESTG e uma série de módulos directamente relacionados com as plantas medicinais realizados na Escola de Herbalismo na Quinta Dionísio.
Início do curso: 05 de Outubro 2009
Final do Curso: 01 de Abril 2011
O curso tem um total de 1420 horas das quais:
270 são leccionadas na ESTG
730 são leccionadas na Escola De Herbalismo na Quinta Dionísio
420 correspondem a períodos de estágio, realizadas como formação em contexto de trabalho em entidades e empresas selecionadas
Em anexo encontra-se um folheto informativo sobre o curso.
Coordenação do Curso: Pedro Cardão (ESTG)
Mirjam Olsthoorn (Associação Luzku).
Um Técnico de Herbalismo é um técnico qualificado
- cultivar as Plantas Aromáticas e Medicinais;
- transformar as Plantas Aromáticas e Medicinais em produtos ervanários;
- proceder à comercialização de plantas ou produtos transformados;
- realizar consultorias informativas e de bem-estar e acompanhamento sequente.
A última década tem demonstrado um crescimento expansivo do interesse público no cuidado de saúde natural baseado em princípios holísticos. O Herbalismo é um dos ramos mais antigos e amplamente implementados dentro das práticas de saúde natural.
Um Técnico de Herbalismo é um representante de uma profissão muito antiga, transformada num novo formato. O Técnico de Herbalismo contemporâneo é um especialista em plantas medicinais e aromáticas com conhecimentos múltiplos sobre as plantas benevolentes para a saúde. A profissão de Técnico de Herbalismo abrange um vasto leque de competências relacionadas: desde a determinação e a botânica, a produção, a colheita e a transformação, a conservação e o controlo de qualidade, a aplicação, a comercialização e a legislação.
Em toda a Europa existem numerosos cursos em assuntos relacionados com o Herbalismo, habitualmente oferecidos por centros de saúde natural e variando em objectivos, conteúdo e duração. Alcançar o grau de Técnicos de Herbalismo profissional tem sido virtualmente impossível em quase toda a CE. Como resultado as pessoas formam-se como ‘especialistas’ não qualificados. Isto reflecte a grande necessidade de Técnicos de Herbalismo formados a desempenhar a sua profissão segundo normas de qualidade regularizadas ao nível governamental; uma necessidade já há anos verificada por especialistas envolvidos na formação e na educação em Herbalismo, bem como por médicos e políticos. O desenvolvimento de um programa educacional para uma qualificação profissional de nível 4 é necessário ao nível Europeu. Em resposta a essa necessidade o CET em Herbalismo - o segundo curso oficialmente acreditado em Europa - oferecerá um curso de qualidade num formato que pode ser transferido ao nível nacional e internacional.
Para informações sobre inscrições, logísticas e Acção Social:
Prof. PEDRO CARDÃO
Escola Superior de Tecnologia e Gestão
Instituto Politécnico da Guarda
Av. Dr. Fransisco Sá Carneiro, 50
6300-559 Guarda
Tel. 271-220120
Para informações sobre o procedimento e o conteúdo do curso:
MIRJAM OLSTHOORN
Luzku-Fuzku - Comunidade Internacional de Terapias Naturais e Artísticas
Trinta
6300-225 Guarda
Tel. 271 230015
Mob. 96 3985049
luzkufuzku@gmail.com
www.luzkufuzku.home.sapo.pt


