terça-feira, 28 de abril de 2009

Promessas de Alqueva apenas aceleraram desertificação de aldeias da Estrela e da Luz

27.04.2009, Carlos Dias (jornal Público)

Populações ribeirinhas que ficaram com o lago artificial à porta de casa não vêem nem novas nem mandado do progresso prometido pela barragem e os mais novos optam pela emigração

Completados em Março sete anos após o encerramento das comportas da barragem de Alqueva, nas aldeias alentejanas ribeirinhas da Estrela e da Luz a desertificação humana avoluma o número de casas vazias e a população activa entra nas malhas da emigração, desiludida com as promessas de desenvolvimento garantidas anos a fio pelas autoridades nacionais, regionais e locais.
Em vez do anunciado progresso sob a forma de grandes projectos turísticos que prometiam levar à pequena aldeia o bem-estar na forma de emprego seguro em lugar do incerto e duro trabalho sazonal na agricultura, o mais que conseguiram foi um cais para os barcos atracarem junto ao esgoto que lança sem tratamento, na albufeira de Alqueva, os efluentes domésticos produzidos na comunidade. Quem sai das embarcações que chegam é imediatamente confrontado pelo cheiro intenso do esgoto.
"No Verão é muito pior com as moscas e os mosquitos", lamenta-se Rui Almeida, presidente da Junta de Póvoa de São Miguel. Os efluentes produzidos na aldeia da Estrela eram lançados, antes da construção da barragem do Alqueva, em quatro fossas sépticas. Com a subida das águas da albufeira ficaram submersas, e até hoje o sistema não foi reposto, responsabilidade que imputa à Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA), mas esta alega que a solução "passa pelo plano de pormenor", processo que está a ser liderado pela Câmara de Moura.
O tratamento dos efluentes domésticos foi assumido pela autarquia, que se comprometeu a solucionar o problema "nos próximos dias", disse ao PÚBLICO o presidente da câmara, José Maria Pós-de-Mina, mas sem deixar de realçar que esta decisão "não corresponde ao que foi acordado" entre as duas entidades, isto é, a responsabilidade era da EDIA, que a passou à autarquia. O plano, refere o autarca, continua "em fase de elaboração", na câmara, há pelo menos oito anos. Sem este documento não se pode fazer o que quer que seja na aldeia.
Esquecidas as promessas anunciadas por autoridades locais, regionais e nacionais, a Estrela apresenta-se hoje como uma aldeia-fantasma. "Vende-se", lê-se nas frontarias das casas, a confirmar o estado de abandono a que chegou o pequeno aglomerado populacional, onde reside uma comunidade de idosos, rodeada de água por todos os lados menos por um.
Um dos moradores, de 82 anos, insurge-se contra a EDIA, "que prometeu muita coisa". "E agora arrimou-
-nos à parede." Recorda que na escola da aldeia chegaram a estar "mais de 40 moços". Os poucos que restavam "já partiram", queixa-se.
Outra das dores colectivas está expressa na igreja da aldeia que a EDIA se comprometeu a recuperar. Josefa Estevão, representante da comissão fabriqueira, insurge-se contra o estado "deplorável" das coisas. Depois de terem recuperado o exterior e o telhado, "deixaram o interior sujo e com obras por acabar", obrigando os paroquianos a celebrar o culto num pequeno edifício. A talha que adorna o altar está a apodrecer e as figuras estão guardadas à espera de melhores dias. "Está assim desde 2005", observa Josefa Estevão.
Rui Almeida foca ainda outra situação insólita. A subida das águas de Alqueva obrigou à desactivação do cemitério da aldeia da Estrela e à construção de um novo. Seguindo a tradição, os corpos não descem à terra, são depositados em ocos (caixas construídas em cimento). Como a região está sujeita a grandes amplitudes térmicas, "as paredes dos ocos abrem fendas", libertando, por vezes, gases da decomposição aeróbica dos corpos. A EDIA, que construiu o cemitério, diz que o facto "nunca foi reportado" pela junta de freguesia, "desconhecendo-se em absoluto a sua existência".
a Construir uma nova Aldeia da Luz para alojar os cerca de 400 habitantes que foram deslocados, em 2003, do aglomerado submerso pelas águas de Alqueva obrigou a um investimento de 50 milhões de euros.
Tida como aldeia-modelo com equipamentos colectivos de que muitas cidades de Portugal não dispunham, com o decorrer dos anos o novo aglomerado não conseguiu atrair novos moradores, nem ter um aumento demográfico. Francisco Oliveira, autarca local, diz que, pelas suas contas, quase 50 moradores já deixaram a terra, "fora os que já morreram", acrescenta.
O decréscimo populacional acabou por se reflectir na escola da aldeia, considerada no acto da sua inauguração, pelo então primeiro-ministro Durão Barroso, como das mais modernas. A população escolar nessa altura rondava os 30 alunos. Hoje restam sete alunos e mais cinco no jardim-de-infância. Perante este cenário, a comunidade anda sobressaltada com a possibilidade do seu encerramento, desfecho que o autarca se recusa a admitir: "Se isso acontecer, a aldeia morre."
Perante a desertificação, o autarca interroga-se sobre o esforço dos portugueses para suportar a construção da aldeia que corre riscos de entrar em colapso, se o desenvolvimento não chegar à Luz, ou pelos projectos turísticos, ou pela componente agrícola.
C.D.

terça-feira, 21 de abril de 2009

É obrigatório duplicar produção agrícola mundial até 2050", apela agência da ONU

19.04.2009
AFP

O presidente do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), uma agência da ONU, Kanayo Nwanze, declarou hoje que é "obrigatório" duplicar a produção alimentar agrícola até 2050 para assegurar a segurança alimentar no mundo. "É obrigatório duplicar a produção [agrícola mundial] porque, em 2050, a população mundial terá crescido enormemente", indicou.

Nwanze falava em conferência de imprensa, à margem da reunião dos ministros da Agricultura do G8, realizada no Nordeste de Itália.

"Nós esperamos, os países do G8 e os países em desenvolvimento aqui presentes, um plano concreto de acção, e não uma nova declaração, para assistir verdadeiramente à inversão da tendência porque a agricultura é a chave do crescimento económico dos países em desenvolvimento e a segurança alimentar é uma chave da segurança internacional", acrescentou o mesmo responsável, de nacionalidade nigeriana.

Nwanze apelou também aos ministros do G8 para que levem o novo apelo "muito a sério" e para que se comece a ver "um crescimento dos investimentos agrícolas e da produtividade".

O presidente do FIDA participa hoje numa reunião ministerial do grupo dos G8, do qual fazem parte os Estados Unidos, Rússia, Alemanha, Japão, França, Canadá, Grã-Bretanha e Itália. Será a primeira deste género, em especial no sector alimentar, e amanhã será o último dia.

Os ministros da Agricultura do G5 ou os respectivos representantes (Brasil, China, Índia, México e África do Sul), tal como da Argentina, Austrália e Egipto, foram também convidados.

http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1375228

You Never Drink Alone: projecto pioneiro de solidariedade sobre a água‏

Arrancou esta semana em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade.
.
A água embalada Earth Water é o único produto no mundo com o selo do
Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR),
revertendo os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela
instituição.
.
Ao nível nacional, a Earth Water é um projecto que conta com a
colaboração da Tetra Pak, do Continente, da Central Cervejas e
Bebidas, da MSTF Partners, do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo.
.
Com o preço de venda ao público (PVP) de 59 cêntimos, a embalagem de
Earth Water diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais
ao programa de ajuda de água da ACNUR», apresentando, mais abaixo, o
slogan «A água que vale água».

Actualmente morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água
potável. Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado
por um dia.http://earth-water.org/".
.
Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e
destas, 80% são crianças.
.
A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma doença relacionada
com a água.

Em:
http://porcatudonamesma.blogspot.com/2009/04/you-never-drink-alone.html

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Desertificação: Portugal morto ou outro olhar do interior

Desertificação: Portugal morto ou outro olhar do interior
O exemplo de um dos concelhos mais envelhecidos do país
Oleiros é um dos concelhos mais envelhecidos do país e da Europa. Terá cerca de 100 jovens para 400 idosos, segundo a especialista em Geografia Humana, Fernanda Cravidão, que aponta como casos idênticos Vila de Rei, Mação e Alcoutim.

Para a professora da Universidade de Coimbra, uma escola reconvertida em capela mortuária representa «o Portugal morto materializado». «Tem essa carga simbólica. As escolas já estão a servir para centros de idosos, agora morgue é o fim da linha», exclama a especialista, com trabalho desenvolvido na área da geografia da morte.

Porém, considera que se dramatiza demasiado e que a solução passa por olhar para o interior de outra forma, tirando «partido daquilo que temos». «Aquele discurso de povoar o interior, subsídios para casais e coisas desse tipo, é tudo muito bem intencionado, mas não resulta. A mobilidade do interior para o litoral é desde sempre. Esse é um discurso perdido», afirma. In Kaminhos

domingo, 29 de março de 2009

Manteigas, Gouveia e Seia recebem Missão Internacional Serra da Estrela 2009


Jovens Reporteres realizam investigações ambientais em Manteigas, Gouveia e Seia entre 29 de Março e 4 de Abril.
iconnoticia yre.jpgde 29 de março a 4 de Abril
Leia as notícias realizadas pelos Jovens Repórteres



Manteigas, Gouveia e Seia vão receber Jovens Repórteres para o Ambiente provenientes de diversas escolas do país e ainda um jovem cipriota que está também integrado neste projecto internacional da Foundation for Environmental Education (FEE).
A actividade a realizar por este conjunto de 16 jovens consiste numa investigação ambiental durante uma semana na região da Serra da Estrela. A comunicação será realizada sob a forma de artigos jornalísticos e foto reportagem.
A Missão que conta com o apoio dos referidos municípios, bem como de um conjunto de entidades locais e nacionais (ver programa e cartaz) tem como objectivo treinar os jovens não só na investigação e comunicação jornalística de temática ambiental, mas principalmente, o seu espírito crítico e criativos essencial ao exercício da cidadania.

No último dia será realizada uma conferência de imprensa, durante a qual serão apresentados os trabalhos realizados nesta semana. O objectivo é também o de debater com todas as entidades envolvidas e outras entidades locais as conclusões da Missão.


Sites onde serão publicados os trabalhos da Missão:
Na página da ABAE
Na página internacional Young Reporters for the Environment
No BLOG JRA Portugal
Neste Portal

O que são os Jovens Repórteres para o Ambiente
A Associação Bandeira Azul da Europa desenvolve há 12 anos um Projecto Jovens Repórteres para o Ambiente (JRA), que se integra numa rede internacional da Foundation for Environmental Education (FEE) .
Portugal é o pais com mais escolas envolvidas na rede internacional estando este ano lectivo inscritos em todo o pais cerca de 150 projectos em 80 escolas secundárias e profissionais.
Em cada escola o Jovem Repórter investiga um problema ambiental de carácter local divulgando o resultado das suas investigações através dos media.Para além das Missões são anualmente organizados : um concurso Nacional de artigos fotografia e vídeo bem como um Seminário Nacional destinado à formação de professores e alunos envolvidos no projecto.
Periodicamente cada um dos países da rede (actualmente com 22, neste projecto) organiza uma Missão JRA que constitui um momento único de aplicação das competências adquiridas pelos jovens das escolas participantes durante a realização dos seus projectos: investigação ambiental e jornalística, produção de peças de comunicação, publicação e comunicação nos media e na comunidade dos resultados da investigação; levantamento de questões e problemas relativos à sustentabilidade e procura de soluções.
O projecto tem o apoio de um conjunto de entidades que constituem a Comissão Nacional: Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular; Agência Portuguesa do Ambiente (APA); Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB); Instituto da Água (INAG); Secretaria Regional de Ambiente e do Mar dos Açores (SRAM Açores); Secretaria Regional de Ambiente e Recursos Naturais da Madeira (SRA Madeira); Agência para Energia (ADENE); Cenjor (Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas)
In Portal da Serra da Estrela

quinta-feira, 26 de março de 2009

Neste mandato queremos sair mais para a praça pública e lançar debates»

P - O que o levou a decidir recandidatar-se à presidência da Direcção do Núcleo Regional da Quercus da Guarda?

R - Vários motivos. Um deles está no gosto que tenho pelo associativismo e pelo companheirismo, que se cria e mantém na família Quercus. Outro está no facto de ser estudante de Engenharia Florestal. Além disso, quero contribuir para o reconhecimento da importância que o Ambiente desempenha nos dias actuais. Nenhuma cidade, distrito ou país conseguirá vingar se não tiver em conta o Ambiente e o conceito de desenvolvimento sustentável. Sou jovem e sinto que sou capaz de fazer mais e melhor.

P – Que balanço faz destes últimos quatro anos?

R - Positivo, dentro do possível. Fizemos o que pudemos nas direcções que tive a oportunidade de coordenar e nunca dissemos que não a uma solicitação. Conseguimos resolver vários assuntos, estabelecemos várias parcerias com entidades da região e interagimos também com a população. Assegurámos, digamos, o mínimo. Mas consegui manter o núcleo aberto, o que é um ponto de partida para estes próximos dois anos serem mais favoráveis.

P – O núcleo não se tem mostrado muito activo. O que tem falhado?

R - Para isso tem que ter uma boa equipa estruturada, o que não tem acontecido. Têm estado apenas uma ou duas pessoas à frente do núcleo. Mas a mudança está próxima. Devo também dizer que houve aspectos positivos, como os 20 passeios “Ciência Viva” no Verão do ano passado, nos quais tivemos participantes em 18. O núcleo pode não parecer activo, mas há muito trabalho feito nos bastidores, que também é necessário. Neste mandato queremos sair mais para a praça pública e lançar debates.

P – A continuidade do núcleo chegou alguma vez a estar em causa?

R - O interior já perdeu demasiados gabinetes públicos e privados de vários serviços para outras regiões. Uma vez que o núcleo está instalado há 20 anos é necessário fazer um esforço para o manter, mesmo que pouco activo. Confesso que esta foi uma das razões que levou à minha recandidatura. E esse esforço deve ser feito também pelos associados, pelo que gostaria que passassem a mostrar-se mais activos do que até aqui.

P – O que se pode esperar desta nova equipa?

R - Temos pessoas novas, com novas dinâmicas e métodos de trabalho e, acima de tudo, com muita vontade de trabalhar para fazer mais pelo distrito da Guarda. A direcção é constituída por seis engenheiros ligados à área, uma geógrafa e um animador sócio-cultural. Agora é preciso integrá-los da melhor forma. Passada esta fase de integração seremos uma equipa forte e dinâmica em busca de outros colaboradores para podermos dinamizar o núcleo.

P – Quais os principais objectivos traçados para este mandato?

R - Um dos objectivos para o primeiro ano passa por uniformizar os procedimentos da própria estrutura, com vista a facilitar o trabalho a desenvolver no restante período. Falo, por exemplo, de parcerias com entidades e outras associações ligadas à defesa do Ambiente ou as parcerias na divulgação das actividades que realizamos, pois cada vez mais é preciso levar a informação ao cidadão. Nesta fase inicial estarão também em destaque a tesouraria ou os contactos com outros núcleos.

P - E para o segundo ano?

R - Quando os procedimentos estiverem bem enraizados pelos diversos membros da direcção, contamos dar a devida atenção às solicitações que nos vão chegando diariamente e responder de forma mais imediata. As acções nas escolas são importantes porque constituem uma boa oportunidade para divulgar a associação e, acima de tudo, para consciencializar os estudantes dos diversos problemas ambientais existentes. E queremos lançar alguns projectos que andam a ser pensados há algum tempo, como o Censo da Cegonha, que vai consistir num levantamento dos ninhos e número de casais existentes.

P – Há, de momento, problemas ambientais específicos na Guarda que preocupem a Quercus?

R - Existem diversos e devem preocupar todos os cidadãos do distrito. A começar pela reciclagem, por exemplo, e no facto de ainda existirem poucos ecopontos à porta de cada um. Destaco, entre outros aspectos, a questão do abandono da agricultura e o consequente aumento do risco de incêndios, que contribuem para a poluição de rios e perda de solo fértil e da biodiversidade. In O Interior

quarta-feira, 25 de março de 2009

Jovens desinteressados em projectos locais

A maioria dos jovens do Interior inquiridos no âmbito de um estudo divulgado, na sexta-feira, em Proença-a-Nova, não demonstraram interesse em desenvolver um projecto pessoal ou profissional a nível local, apesar de gostarem de viver lá. O estudo, apresentado na conferência “Os territórios de baixa densidade em tempos de mudança”, pela mestranda da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC) Raluca Vieira, foi feito sobre jovens da Guarda. Apesar de gostarem de viver nas suas terras, perto de 70 por cento dos inquiridos «não demonstrou interesse em desenvolver um projecto pessoal ou profissional a nível local», referiu a investigadora, ao intervir no painel final de sexta-feira, sobre “Iniciativas e empresas em espaço rural”. Contudo, os jovens inquiridos manifestaram vontade de se fixar nas zonas onde residem, porque gostam do ambiente e valorizam as relações familiares. «Ninguém nasce empreendedor, os jovens não nascem empreendedores, têm de ser formados», vincou Raluca Vieira, ao insistir na necessidade de existir mais formação para o empreendedorismo.
No estudo “Os projectos empresariais dos jovens do Interior”, verificou-se também que «em Portugal, os jovens aos 30 anos ainda permanecem em casa dos pais, ao contrário do que acontece no resto da Europa». «Há uma desresponsabilização relativamente à independência financeira e não projectam tanto as suas ideias a nível empreendedor. Falta-lhes uma cultura de risco, para a qual é preciso formação», sublinhou. Para Raluca Vieira, «é preciso fazer mais sessões sobre empreendedorismo para jovens e dotá-los de mais capacidades para terem mais confiança neles próprios e desenvolverem a sua ideia de negócio». In guarda.pt

segunda-feira, 16 de março de 2009

votar nas melhores propostas dos cidadãos da UE‏

Neste site podem votar numa série de propostas interessantes feitas por cidadãos, como por exemplo:
- que a UE deve ser livre de OGM
- que a UE deve promover a conversão à agricultura biológica
- que a UE deve promover uma alimentação vegetariana
- que a UE deve abandonar o nuclear e virar-se para as energias renováveis
etc...
Participem. Infelizmente é preciso criar uma conta para se poder votar...
Mas Portugal já é um dos países mais participativos.

http://www.consultations-europeennes-des-citoyens.eu/

domingo, 15 de março de 2009

Reconhecimento de de empreendimentos de turismo de natureza pelo ICNB‏

Portaria n.º 261/2009. D.R. n.º 50, Série I de 2009-03-12
Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e da Inovação
Define
os critérios e procedimentos para o reconhecimento, pelo
Instituto da
Conservação da Natureza e da Biodiversidade, I. P. (ICNB, I. P.),
de
empreendimentos de turismo de natureza

Link

sábado, 14 de março de 2009

FORMAÇÃO DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO

A RRA, em parceria com a APE - Associação Portuguesa de Empreendedores, está a organizar um curso de formação de apoio ao empreendedorismo, destinado a 15 mulheres desempregadas, com habilitações inferiores ao 12º ano, que pretendam criar o seu próprio negócio. As formandas beneficiarão de vários apoios tais como Bolsa de Formação, Subsídio de Alimentação e Subsídio de Transporte.
O curso é totalmente financiado pelo POPH através da medida 7.6 - Apoio ao Empreendedorismo, Associativismo e Criação de Redes Empresariais de Actividades Económicas Geridas por Mulheres
Para informações e inscrições consulte a Ficha detalhada do curso .

sexta-feira, 13 de março de 2009

“FRUTA SIM! BIOLOGICA MELHOR!”.

Exmo(a). Sr(a).,
Em Julho de 2008, a Comissão Europeia lançou uma proposta de distribuição gratuita de frutas e legumes às crianças do 1º ciclo, que visa o aumento do consumo destes alimentos. Esta proposta foi objecto de um acordo político dos Ministros da Agricultura da União Europeia, em Novembro.

Antecipando o seu lançamento em Portugal a INTERBIO - Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica, decidiu associar-se a esta campanha promovendo os produtos biológicos numa iniciativa designada: “FRUTA SIM! BIOLOGICA MELHOR!”.

Para tal, procedeu-se à elaboração de uma petição que visa a distribuição de fruta biológica aos alunos do 1º ciclo a nível Nacional.

A mesma pode ser lida e assinada através do seguinte endereço:
http://www.peticao.com.pt/fruta-biologica
Pedimos que ajude na divulgação da nossa petição enviando um email a todos os seus contactos e peça-lhes que o reencaminhem.


Com os melhores cumprimentos,
--
INTERBIO – Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica
R. Pascoal de Melo, 49
1000-232 Lisboa – Portugal
Tel. [+351] 916576365
mail: interbio.bio@gmail.com
site: www.interbio.pt/

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Qt lixo produzimos ?‏

por Marcos Guterman, Seção: Zeitgeist 00:23:40.

Dave Chameides e seu lixo: recicle ou morra
Em 1º de janeiro de 2008, o americano Dave Chameides resolveu iniciar uma experiência curiosa: durante um ano, ele não jogaria nada fora, ou seja, todo o lixo que ele produzisse seria armazenado em sua casa. O objetivo era ver quanto lixo um ser humano é capaz de produzir – e, diante dessa visão certamente estarrecedora, entender que as preocupações ambientais não são simplesmente um capricho. Depois disso, a mudança de hábitos parece inevitável.
O resultado da experiência está no divertido blog de Dave, em que ele, a poucos dias do fim de sua prova, convida os leitores a fazer o mesmo que ele por apenas uma semana.
No vídeo abaixo, Dave dá dicas sobre o que levar numa mochila para não precisar usar nada descartável no dia-a-dia

Ecomuseu abre no Redondo para mostrar fauna e flora da Serra d´Ossa


17.02.2009
Lusa, PÚBLICO

Um Ecomuseu destinado a mostrar a rica fauna e flora da região da Serra d´Ossa, no Alentejo, vai abrir em Março no concelho de Redondo, disse hoje fonte do município local.

Trata-se de um projecto de educação e sensibilização ambiental com "um museu a céu aberto", que se estende por uma área de seis mil hectares, permitindo efectuar um reconhecimento directo do património arqueológico e ambiental do concelho.

O vereador do pelouro da Cultura da autarquia, José Portel, adiantou que o projecto envolve a criação de um centro de apoio para percursos pedestres no concelho, estando já definidos dois circuitos, o das antas e do Freixo, em que os participantes serão acompanhados por um guia.

De acordo com o autarca, o Ecomuseu, que se localiza na zona nordeste do concelho, tem como ponto de apoio a antiga escola do ensino básico de São Bento do Zambujal, desactivada há cerca de 20 anos e que foi adaptada para o efeito. A estrutura de apoio inclui uma sala para exposições e colóquios e uma sala multifunções com um atelier para a realização de actividades lúdicas, mas servirá sobretudo para apoio aos caminhantes interessados em percorrer os percursos temáticos que forem definidos.

O Ecomuseu integra uma pequena exposição permanente, na qual o património ambiental e cultural da região ocupa lugar de destaque.

A criação do Ecomuseu, segundo José Portel, envolve um investimento de 250 mil euros na recuperação do edifício e na aquisição de equipamento, contando com uma comparticipação dos fundos da União Europeia.

A autarquia justifica a criação do Ecomuseu com a necessidade de "estimular a compreensão e, ao mesmo tempo, promover a responsabilização da população na perspectiva da preservação e utilização sustentável" das paisagens e conservação das espécies e habitats do concelho. Ecosfera


Centro de recuperação de Silves vai receber 16 linces para reprodução em cativeiro

16.02.2009
Carlos Dias

No concelho de Silves já se prepara o primeiro Centro Nacional de Recuperação do Lince-Ibérico, que faz parte do programa de conservação para este felino que continua ameaçado por perigo crítico de extinção.

A região algarvia surge assim como o local onde vai decorrer a primeira reintrodução do lince-ibérico (Lynx pardinus) em Portugal e conta com o apoio técnico e científico da Junta da Andaluzia, que já assinou, neste sentido, um protocolo de colaboração com o Ministério do Ambiente português.

A União Europeia acaba de dar o seu aval a este projecto no âmbito do programa Interreg que vincula a cooperação entre a Conselharia do Meio Ambiente da Andaluzia e o Governo de Portugal para que sejam criadas, a médio prazo, condições para materializar a ligação territorial entre as populações de linces de Andévalo, em Huelva, com as espécies que se reproduzirem no Algarve, a médio/longo prazo.

Os primeiros passos nesta cooperação consistem no acompanhamento técnico e científico assegurado por especialistas andaluzes dentro de meses, no centro de criação em cativeiro que está a ser instalado no concelho de Silves. Este será o primeiro espaço receptor deste tipo de felinos reproduzidos em cativeiro e nos centros andaluzes de El Acebuche, La Olivilla e o Centro Zoobotânico de Jerez, locais que poderão ficar, em breve, saturados com os nascimentos que tiverem lugar nos próximos meses.

Todos estes esforços, no entanto, não fariam sentido se não tivessem como objectivo colocar a espécie em liberdade. Assim, uma segunda fase do programa de colaboração entre a Junta da Andaluzia e o Governo português passará pela identificação das áreas mais propícias no Algarve para a reintrodução do lince em liberdade, para os quais se prevê a criação de protocolos de trabalho conjunto, entre as duas regiões ibéricas.

Miguel Ángel Simón, responsável

pelo programa Life, é defensor da distribuição da espécie por um vasto território. Diz este especialista andaluz que "ter todos os linces em apenas dois núcleos populacionais (na Andaluzia) torna a espécie mais vulnerável". Ainda recentemente, foram vitimados dez linces por surto de leucemia, dada a escassa variabilidade genética dos exemplares que padecem de uma grande consanguinidade pela elevada endogamia que descompensou a população existente no centro de recuperação de Donãna.

As equipas envolvidas no programa Life, criado para a recuperação do Lynx pardinus, concluíram que a espécie tem cada vez mais área para recuperar no Sul de Portugal. Por isso torna-se imprescindível ir criando novas zonas para a reintrodução deste felino.

As instalações que estão a ser preparadas no centro de recuperação de Silves são amplas e naturais e estão dimensionadas para reprodutores e crias. Cada estrutura (cercado) terá cerca de mil metros quadrados de área, e está equipada com um sistema de videovigilância aplicado ao maneio dos animais, instalações de cria artificial, uma clínica veterinária com laboratório, centro de coordenação, quarentenas, cozinha e edifício de presas vivas, sobretudo coelhos, a base da alimentação do lince.

As especificidades do felino, sensível ao contacto humano, exigem que as áreas de ocupação sejam espaços vedados ao exterior. Para garantir a tranquilidade dos exemplares reprodutores, o centro de recuperação de Silves não estará aberto ao público.

Até 2011, os cientistas que se dedicam à recuperação da espécie vão dispor de 25,6 milhões de euros para aplicar um programa que evite o desaparecimento do lince. O ICNB defende o estabelecimento de "uma população em cativeiro de linces, viáveis do ponto de vista sanitário, genético e demográfico, que permita o desenvolvimento de técnicas de reprodução natural e assistida". A população do Lynx pardinus foi calculada em meados do século XX entre 5000 e 6000 exemplares. A Andaluzia conta com as únicas populações que foram consideradas viáveis (50 exemplares no Parque Donãna e cerca de 150 na Serra Morena). Ecosfera


Site das compras públicas

Conhecer e escrutinar as compras por ajuste directo de toda e qualquer entidade pública passou a estar, desde terça-feira, ao alcance de todos os cidadãos. Este passo de gigante na transparência da administração pública não resulta directamente de uma medida do Estado, mas da iniciativa da Associação Nacional para o Software Livre.

Se se quiser saber, por exemplo, que compras é que uma junta de freguesia fez, a quem e por quanto, não há qualquer problema. Basta aceder ao site http://transparencia-pt.org, escrever o nome da autarquia no campo "pesquisa" e clicar. No monitor do computador surgem todas as aquisições de bens e serviços efectuadas por ajuste directo por aquela entidade, desde Agosto de 2008, com indicação da data, do fornecedor, do objecto da aquisição e do preço.


Clicando sobre o preço ou o objecto abre-se imediatamente uma janela do portal oficial dos contratos públicos (www.base.gov.pt), criado no Verão no âmbito do Ministério das Obras Públicas, onde constam os dados mais detalhados daquele negócio. Se se clicar em cima do nome da entidade adjudicada (empresa fornecedora) surge a informação disponível sobre a mesma no site Publicacões Online do Ministério da Justiça (http://publicacoes.mj.pt). Neste site, que desde 1 de Janeiro de 2006 publica todos os registos a que as sociedades comerciais estão obrigadas, e que até então saíam na terceira série do Diário da República, extinta pelo Simplex, encontram-se, entre outros, todos os elementos relativos à identidade dos sócios e dos gerentes, e à distribuição do capital, registados depois daquela data.

Erros crassos no site oficial
As possibilidades de pesquisa oferecidas pelo site Transparência na AP incluem, para lá do nome da entidade adjudicante, o tipo de fornecimento. Torna-se assim possível procurar todas as compras de vinho, papel higiénico ou quaisquer outras, efectuadas pelas cerca de 12 mil entidades públicas sujeitas a registo obrigatório das suas aquisições por ajuste directo, da mesma forma que se localizam as contratações de empreitadas, consultorias ou outros serviços. A pesquisa pelo nome dos fornecedores também está disponível.
A matéria-prima deste "milagre" da tecnologia reside nas duas bases de dados oficiais referidas, sendo que a das Obras Públicas, gerida pelo Instituto da Construção e do Imobiliário (INCI) e criada em nome da transparência dos contratos, apresenta desde o início grandes problemas de acessibilidade e erros graves. Já com cerca de 15 mil registos de ajustes directos, este portal não obedece sequer a uma ordem cronológica, nem permite a realização de qualquer tipo de pesquisas, o que o torna em grande parte inútil. Por outro lado, as informações fornecidas estão longe de ser seguras, chegando a ser caricatas.
Basta dizer que a Câmara de Loures lá está com uma compra de vinho de 652.300 euros e que a de Castro Marim aparece como tendo contratado um professor de Educação Física por um milhão e 53 mil euros. Isto quando o limite legal para as aquisições por ajuste directo de bens e serviços está fixado, no caso das autarquias, em 206 mil euros. Casos como estes, que estão a fazer as delícias de muitos bloggers desde anteontem, são às dezenas, havendo até uma renovação de licenças de software da Microsoft que custou 14 milhões e 360 mil euros à Agência para a Modernização Administrativa.
Os erros em causa têm sido objecto de reclamação por parte de várias entidades, como é o caso da Câmara de Loures, que desde o início de Novembro está a protestar, sem sucesso, contra muitos deles, designadamente os dois zeros que foram acrescentados aos 6523 euros que pagou pelo vinho. A última reclamação desta autarquia data de 18 de Dezembro e consta de uma carta do seu presidente ao ministro das Obras Públicas, que ainda não teve qualquer efeito nem resposta.
Para explicar as fragilidades do portal Base, o presidente do INCI, Ponce Leão, disse ao PÚBLICO que o mesmo "ainda está em desenvolvimento", acrescentando que os erros que têm sido detectados correspondem normalmente a problemas na introdução dos dados e não ao software. Quanto à impossibilidade de fazer pesquisas no portal, Ponce Leão diz que os motores respectivos deverão estar a funcionar "dentro de dez dias", acrescentando que a prioridade para o INCI tem sido a criação da base de dados e a segurança do sistema.

16.01.2009, José António Cerejo

Público

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Nove cidades portuguesas assinam pacto europeu para a redução do CO2 até 2020

Quem diria que a nossa Capital de distrito era das pioneiras nestas questões...
Parabéns.
10.02.2009
PÚBLICO

A capital portuguesa é uma das nove cidades do país que assinaram hoje o acordo europeu para a redução das emissões de CO2 em 20 por cento até 2020. O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), António Costa, e o vereador José Sá Fernandes estiveram em Bruxelas para a assinatura do Pacto dos Autarcas que reuniu mais de 400 cidades da União Europeia.

A iniciativa da Comissão Europeia propõe a redução das emissões através de planos de acção para as energias sustentáveis e renováveis. Para além de Lisboa, as cidades de Almada, Aveiro, Cascais, Ferreira do Alentejo, Guarda, Moura, Porto e Vila Nova de Gaia aderiram ao projecto.

Segundo o comunicado de imprensa da Câmara de Lisboa, a autarquia definiu uma política neste sentido através da Estratégia Energético-Ambiental com o objectivo de assumir até 2013 “a dianteira a nível europeu e nacional em matéria de eficiência energética”.

O comunicado explica que durante vários anos houve uma recolha e tratamento de dados quanto aos fluxos de energia, água e materiais no Concelho de Lisboa. A câmara espera conseguir em quatro anos uma redução de 8,9 por cento do consumo de energia primária nos sectores dos edifícios residenciais, edifícios de serviços e transportes rodoviários com uma redução anual de 1,85 por cento, e uma redução de 9,4 por cento nos próprios serviços da CML com uma diminuição por ano de 1,95 por cento. Ecosfera


sábado, 14 de fevereiro de 2009

PROJECTO OFÉLIA ...Afinal em que ficamos??????'

MEGA PROJECTO ANUNCIADO PARA A BARRAGEM DO SABUGAL PARECE QUE É UM ESQUEMA DE BURLA.
SE EU FOSSE A CÂMARA MUNICIPAL TINHA MAIS CUIDADO COM O QUE ANDAM A FAZER.
EM 5 MINUTOS DE PESQUISA PELO NOME DA EMPRESA EXISTENCE, S.A DESCOBRI 4 PROJECTOS IDÊNTICOS LANÇADOS EM OUTROS MUNICÍPIOS DO PAIS.
FAÇAM A PESQUISA E VEJAM PELOS PELOS VOSSOS OLHOS.
FICAM AQUI ALGUNS LINK'S

PESQUISA NO GOOGLE:

ANUNCIADO PELO MUNICÍPIO DE ABRANTES:

POR CASTELO BRANCO:

ENTRE OUTRAS SERÁ QUE A CÂMARA MUNICIPAL DO SABUGAL PODE FAZER UM ESCLARECIMENTO, É QUE EM TEMPO DE CRISE UM PROJECTO DESTA ENVERGADURA JÁ ERA BOM E DIFÍCIL DE ACREDITAR AGORA COM 3 OU 4 IDÊNTICOS PARECE ME SER UM ESQUEÇA DE BURLA........

Caminhadas Pelo Interior

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Lince ibérico evita extinção

Em Espanha, no Parque Nacional de Doñana, os especialistas acreditam que o lince ibérico tenha encontrado a solução para a sua extinção, que consiste em acasalar 80 vezes em 48 horas.link

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Curso Online Grátis sobre Planificación Estratéxica Municipal e Marketing Terrirorial‏

A Fundación CEER organiza unha nova edición do curso sobre Planificación Estratéxica Municipal e Marketing Territorial

Traloséxitos acadados en anteriores edicións, o Campus Virtual do CEER oferta
unha nova convocatoria do curso “Planificación Estratéxica Municipal e
Marketing Terrirorial”, dirixo polo Prof. Carlos Ferrás e organizado
polo Grupo de Investigación Socio-Territorial GIS-T pertencente ó
Instituto de Estudios e Desenvolvemento de Galicia (IDEGA) da
Universidade de Santiago de Compostela.

Este curso é de modalidade a distancia, de xeito telemático, e está
composto por tres módulos impartidos ó longo dun período lectivo de
tres meses, cuxos contidos teñen como obxectivo principal capacitar ós
seus alumnos na exposición e discusión de casos prácticos de
planificación estratéxica comparativamente a nivel internacional;
aplicar metodoloxías de marketing territorial en municipios concretos;
á vez que proporcionar coñecementos fundamentais teórico -metodolóxicos
para desenvolver plans estratéxicos municipais e políticas de marketing
territorial no ámbito local.

Durante todo o proceso lectivo o alumnado poderá contar co apoio dos
docentes do curso e disporán de horas de titorías para a resolución das
dúbidas plantexadas.

A matrícula é de balde é estará dispoñible a tódalas persoas
interesadas, tras previo rexistro no Campus Virtual da Web do CEER, até
o vindeiro día 1 de marzo.

Para máis información poden consultar o seguinte enderezo electrónico:
http://www.fceer.org/formacion/ ; ou contactar a través do email:
xestion@fceer.org

Governo aprova decreto-lei que altera regime jurídico da Reserva Agrícola Nacional


29.01.2009
Lusa

O Governo aprovou hoje um decreto-lei que altera o regime jurídico da Reserva Agrícola Nacional (RAN), ficando estabelecida "uma gestão mais adequada dos espaços agrícolas" e uma "mais fácil harmonização" entre municípios.

Este decreto-lei aprovado hoje em Conselho de Ministros, visa, de acordo com o comunicado "aperfeiçoar os procedimentos de delimitação da RAN, essenciais para a preservação do solo como recurso natural finito, com uma multiplicidade de funções estratégicas relevantes na dinâmica dos processos económicos, sociais e ambientais".

"Estabelece-se uma gestão mais adequada dos espaços agrícolas, assente em cartografia digital como ferramenta de rigor e apoio à decisão, assegurando um maior controlo na gestão do território, compatibilizando-se com os restantes instrumentos de ordenamento e permitindo, ainda, uma mais fácil harmonização inter-municipal", refere o comunicado da Presidência do Conselho de Ministros (PCM).

De acordo com o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, o diploma irá também "aperfeiçoar os procedimentos de delimitação da RAN" e assegurar "a articulação entre este procedimento e a elaboração dos planos municipais de ordenamento do território".

"Esta alteração legislativa tem como pressupostos fundamentais a manutenção da natureza jurídica da RAN enquanto restrição de utilidade pública e o reforço da importância estratégica da RAN", refere o comunicado, enquanto o "regime agora aprovado introduz na ordem jurídica uma nova classificação das terras e dos solos, a da metodologia da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação".

Este método, "que permite uma nova abordagem na classificação e garante uma maior protecção dos recursos pedológicos nacionais, já se encontra aplicável a três regiões do país - Trás-os-Montes e Alto Douro, Entre Douro e Minho e Interior Centro -, prevendo-se a expansão dos trabalhos para a assegurar uma cobertura nacional", refere o comunicado da PCM.

Este novo decreto-lei aprovado hoje em Conselho de Ministros revoga o decreto-lei 196/89, de 4 de Junho. Ecosfera

Governo aprova decreto-lei que altera regime jurídico da Reserva Agrícola Nacional


29.01.2009
Lusa

O Governo aprovou hoje um decreto-lei que altera o regime jurídico da Reserva Agrícola Nacional (RAN), ficando estabelecida "uma gestão mais adequada dos espaços agrícolas" e uma "mais fácil harmonização" entre municípios.

Este decreto-lei aprovado hoje em Conselho de Ministros, visa, de acordo com o comunicado "aperfeiçoar os procedimentos de delimitação da RAN, essenciais para a preservação do solo como recurso natural finito, com uma multiplicidade de funções estratégicas relevantes na dinâmica dos processos económicos, sociais e ambientais".

"Estabelece-se uma gestão mais adequada dos espaços agrícolas, assente em cartografia digital como ferramenta de rigor e apoio à decisão, assegurando um maior controlo na gestão do território, compatibilizando-se com os restantes instrumentos de ordenamento e permitindo, ainda, uma mais fácil harmonização inter-municipal", refere o comunicado da Presidência do Conselho de Ministros (PCM).

De acordo com o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, o diploma irá também "aperfeiçoar os procedimentos de delimitação da RAN" e assegurar "a articulação entre este procedimento e a elaboração dos planos municipais de ordenamento do território".

"Esta alteração legislativa tem como pressupostos fundamentais a manutenção da natureza jurídica da RAN enquanto restrição de utilidade pública e o reforço da importância estratégica da RAN", refere o comunicado, enquanto o "regime agora aprovado introduz na ordem jurídica uma nova classificação das terras e dos solos, a da metodologia da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação".

Este método, "que permite uma nova abordagem na classificação e garante uma maior protecção dos recursos pedológicos nacionais, já se encontra aplicável a três regiões do país - Trás-os-Montes e Alto Douro, Entre Douro e Minho e Interior Centro -, prevendo-se a expansão dos trabalhos para a assegurar uma cobertura nacional", refere o comunicado da PCM.

Este novo decreto-lei aprovado hoje em Conselho de Ministros revoga o decreto-lei 196/89, de 4 de Junho. Ecosfera

Lousã Agricultura Biológica ao acesso de um clique‏

Para conhecimento de todos... para uma alimentação diária saudável, uma
utilização diária e a melhor divulgação.

a agricultura biológica de Filipe Seco dinamizada através do blogue:

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Que organização ecologista?

Não poderemos estar de acordo - o que não significa que não devamosagir, pontualmente, em conjunto - com as propostas apresentadas pelasprincipais correntes do movimento ambientalista, como aconservacionista e a ambientalista, que é onde se inserem asprincipais organizações existentes nos Açores (1). Com efeito,qualquer uma das correntes defende que com pequenas alterações aomodelo de sociedade actual é possível ultrapassar os problemasambientais actuais, uns acreditando que o “capitalismo de mercado”está em condições de regular tudo e outros defendendo que com umalimitada intervenção estatal tudo entraria nos eixos.Quanto a nós, não temos qualquer dúvida que é o capitalismo, seja eleliberal ou de estado, o responsável pela crise global que afecta todosos habitantes do Planeta. Por isso, defendemos que com a manutenção dasociedade actual não conseguiremos acabar com a “mercantilização danatureza” pelo que devemos apostar na educação do ser humano de modo aque numa sociedade futura haja uma diferente relação entre asdiferentes espécies (incluindo a humana) e a natureza.As principais organizações de ambiente, no nosso país, (sobre) vivemtotalmente dependentes de apoios estatais ou das empresas, cada vezmais funcionam com base em pessoal contratado, acabando o voluntariadopor constituir um recurso marginal, e as decisões são tomadas de cimapara baixo, ao invés de contarem com o contributo dos activistas.Nos Açores, a situação não é muito diversa, parecendo-nos que, quandose trata de capacidade de decisão, por vezes, não existem colectivosmas sim pessoas singulares. No que diz respeito ao financiamento, nãotemos dúvida que, enquanto o das empresas não existe ou é residual, oestatal é o que ainda mantém algumas associações.Se queremos criar uma organização e novo tipo, devemos basear a suaorganização interna, entre outros, nos seguintes princípios:
1- A organização ecologista deve ser autónoma, em relação às outrasinstituições, nomeadamente ao Estado, aos partidos políticos, aossindicatos burocratizados, às igrejas, às empresas, etc.
2- O processo de tomada de decisões tem de ser ágil. Emboraconsideremos que o consenso deva ser procurado, dado que o mesmopoderá ser pouco eficiente, defendemos que, após o devido debate, asdeliberações devam ser tomadas por maioria;
3- A democracia directa deve ser o método de tomada de decisões, istoé, todos os membros devem participar, de forma igualitária, noprocesso de tomada de decisões;
4- Cada membro deverá agir com responsabilidade, isto é, deve teriniciativa e assumir as tarefas e cumpri-las, evitando que poucosfiquem sobrecarregados;
5- Os activistas devem agir com ética de modo a que sejam fomentadas acooperação, a solidariedade e o apoio mútuo.6- No caso de representação da organização, o mandato dosrepresentantes deve ser imperativo, ou seja, as posições daqueles sãoas discutidas previamente no colectivo e não as suas. Para além disso,e da obrigação de prestarem contas à organização, os mandatos devemser revogáveis a qualquer momento (2);
7- Os membros dos órgãos sociais das organizações também devem termandatos temporários, rotativos e revogáveis a qualquer momento.Ninguém se pode petrificar em nenhuma função.
(1) Achamos insuficiente, também, o ambientalismo “mudança de estilode vida” ou a educação ambiental que é feita, sobretudo pelasEcotecas, que pouco mais é do que ensino da biologia, sensibilizaçãopara a valorização do património natural ou doutrinação para aalteração de comportamentos, já que não reflecte nem põe em causa osresponsáveis pelos problemas nem aponta verdadeiros caminhos para asua superação.
(2) . Não é isto o que se passa na “democracia representativa”. Serdirigente/ representante de uma organização é para muitos um rentávelmodo de exposição pública, um trampolim para um emprego, um governo ouparlamento, etc. Autor Teófilo Braga
Coloquei este texto da autoria do amigo Teófilo, dado que no interior se passa o mesmo, passa-se o mesmo em todo o lado mas no interior vê-se mais este tipo de jogadas quando as pessoas só assumem os cargos de qualquer organização para subir mais na vida e se mostrarem ao povo mas na realidade não valem nada e andam só a procura de uma escada cada vez mais alta, mas cuidado que a queda pode ser grande....

domingo, 21 de dezembro de 2008

Cientistas portugueses e espanhóis propõem salvar lince ibérico recuperando diversidade genética do coelho

19.12.2008 Lusa
Cientistas portugueses e espanhóis propõem uma nova estratégia para salvar da extinção o lince ibérico assente na recuperação da diversidade genética do coelho, a sua principal presa, e do seu habitat natural.A proposta é apresentada por Márcia Barbosa e colegas das universidades de Évora, Málaga e da Estação Biológica de Doñana num estudo a publicar na revista científica internacional Diversity and Distribution, especializada em biogeografia da conservação.O felino mais ameaçado de extinção em todo o mundo alimentava-se até ao século passado de duas linhagens genéticas de coelho com habitat em duas zonas distintas da Península Ibérica, uma situada no nordeste e outra no sudoeste.Os dois animais surgiram aproximadamente ao mesmo tempo na península e evoluíram em conjunto ao longo do último milhão de anos, período durante o qual estabeleceram inter-relações complexas cuja preservação é agora defendida pelos cientistas.Devido a doenças, a população de coelhos do nordeste sofreu nos anos 1980 uma redução drástica que foi acompanhada por um declínio da população de linces, tendo estes passado a ficar confinados ao sudoeste, numa área que abrange Espanha e Portugal.As duas zonas geográficas são, grosso modo, separadas por uma diagonal situada entre Vigo e Múrcia, sendo que o lince foi ficando relegado à parte esquerda desta diagonal e, mais recentemente, ao sul desta área.Perante esta situação, a equipa de investigadores procurou saber se o declínio do lince seria apenas um problema de falta de coelhos ou também, como suspeitavam, de falta de diversidade desta presa.Para testar esta hipótese desenvolveram dois modelos matemáticos, um para cada espécie, em que relacionaram conjuntos de factores ambientais, como o clima e o estado dos solos, com a abundância da população.Os modelos foram depois usados para testar se a razão principal do declínio do lince eram variações ambientais ou variações nas populações de coelhos, tendo a conclusão apontado fortemente para a última hipótese.A equipa constatou também uma associação negativa entre a linhagem de coelhos do sudoeste, a única actualmente ao dispor do lince, e as condições óptimas de vida do coelho, sugerindo que esta subespécie não está a prosperar, contrariamente à do nordeste, o que compromete ainda mais a situação do lince."Os planos de conservação actuais consistem em tentar manter ou reintroduzir o lince no sudoeste, com a ajuda de repovoamento de coelhos, mas os resultados não têm sido satisfatórios", disse à Lusa Márcia Barbosa, que durante o estudo estava a fazer o seu doutoramento na Universidade de Málaga (Espanha)."Propomos complementar isto com reintroduções de lince também em zonas mais a nordeste, de onde o lince se extinguiu há mais tempo, mas onde os coelhos hoje em dia parecem estar a dar-se melhor", afirmou."Isso permitiria ao lince contar com toda a diversidade natural da sua presa", acrescentou.O objectivo é restabelecer as antigas inter-relações entre os dois animais, de modo a que o lince volte a contar, como no passado, com ambas as linhagens genéticas do coelho, reduzindo-se desse modo o risco de doenças ou mudanças ambientais que prejudiquem mais uma raça do que a outra."Já é bastante arriscado para um predador limitar-se a uma só espécie de presa, mas quando o lince se viu restringido ao quadrante sudoeste da península ficou também restringido a uma das duas raças de coelho, aumentando ainda mais o risco", acrescentou a investigadora."Vieram depois as doenças do coelho, que ainda por cima parecem ter afectado mais a raça do sudoeste, e ficou o caldo entornado", comentou.Para outro dos autores do estudo, Raimundo Real, do Departamento de Biologia Animal da Faculdade de Ciências da Universidade de Málaga, "há também que ter em conta que o coelho tem uma estratégia reprodutora muito diferente da do lince e pode recuperar depois de vários anos de declínio"."É que se durante vários anos seguidos as populações de coelho escassearem, o lince poderá extinguir-se localmente", referiu o investigador espanhol à Lusa.Associadas a este estudo estão a Estação Biológica de Doñana, a Universidade de Málaga, o Imperial College de Londres e a Universidade de Évora. Márcia Barbosa participou no trabalho na Universidade de Málaga, quando estava a fazer o doutoramento, depois no Imperial College de Londres, onde faz actualmente um pós-doutoramento, e na Universidade de Évora, para onde se muda em Fevereiro.O estudo foi financiado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia espanhol, o FEDER e a Junta da Andaluzia, sendo Márcia Barbosa apoiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. In Ecosfera

sábado, 13 de dezembro de 2008

18ª CAMINHADA PELO INTERIOR

A Câmara Municipal do Sabugal vai realizar a 18ª CAMINHADA PELO INTERIOR, no dia 14 de Dezembro de 2008, pelas 9h30, junto à sede do Grupo Cultural e Desportivo de Rebelhos.



O programa será o seguinte:

09h30 - Concentração Junto à sede do Grupo Cultural e Desportivo de Rebelhos
09h45 - Início da Caminhada
10h30 - Pequeno-almoço oferecido pela Associação Cultural dos Amigos dos Trigais
13h00 - Almoço na sede do Grupo Cultural e Desportivo de Rebelhos

CLIQUE AQUI para visualizar/descarregar o cartaz do evento.

Para mais informações:

271 751 040 ou 961 889 791

CAMINHE CONNOSCO!!

sábado, 29 de novembro de 2008

Campanha de Sensibilização – Entrega de Pinheiros de Natal

No Concelho do Sabugal, a floresta com as suas múltiplas funções, é um recurso estratégico e um dos pilares principais da política de desenvolvimento rural, especificamente no que respeita à sua contribuição para a criação de emprego e rendimentos e ao seu valor ecológico e social.

Além do valor económico e social, a paisagem, a biodiversidade, o património genético e cultural são reconhecidos pela sociedade.
Tão vasto e importante património não nos é alheio, procurando a Câmara Municipal conservar e proteger estes valores da sua principal ameaça – o fogo. A maior parte dos incêndios que ocorrem no Concelho é devido a negligência, sendo a prevenção fundamental com acções de informação, formação e educação. Torna – se assim importante alertar, informar e consciencializar as pessoas, para os perigos que representam, em determinada altura do ano, algumas práticas aliadas ao uso do fogo.
Tendo em conta que nos encontramos próximos da Época Natalícia, sendo frequente as pessoas dirigirem – se aos povoamentos à procura de um pinheiro de natal, queremos inverter essa tendência e acima de tudo sensibilizar a população do Concelho para o valor da floresta e a necessidade crescente de a proteger. Um dos meios de divulgação que a Câmara Municipal pretende levar a cabo é através da distribuição de Pinheiros de Natal à População do Concelho, provenientes dos desbastes efectuados pelas equipas de sapadores florestais em áreas de baldios.
Assim sendo, a partir do dia 06 de Dezembro 08, os escuteiros do Sabugal e Soito irão efectuar a distribuição nessas localidades, com o objectivo de fornecer gratuitamente a toda a população do Concelho, os Pinheiros de Natal, de forma a embelezar esta Quadra Natalícia. Assim, gostaríamos de abraçar esta iniciativa colocando as melhores expectativas no seu sucesso. Depende de todos, por isso divulgue esta mensagem a familiares e amigos. Não deixem que outros destruam o que é de todos, ainda que seja pelo melhor motivo: O NATAL!
Agradecemos desde já a participação de toda a população e um agradecimento especial aos Escuteiros, por nos ajudarem a promover esta iniciativa, relembrando sempre o lema:
“Defender a floresta começa em cada um de nós”
Para qualquer contacto:
Município do Sabugal – Câmara Municipal Carla Pereira
(Gabinete Técnico Florestal) telem. 967834179
Ana Morgado e Tânia Alves (Sector de Acção Social e Educação) telef. 271 752230

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

NOTA DE IMPRENSA



Associação Cultural AMIGOS DA SERRA DA ESTRELA
Rua General Póvoas, 7 – 1º – 6260-173 Manteigas
www.asestrela.org
e-mail: asestrela@gmail.com
Telemóvel: 965839564


N.º 036.G.2008


VENDA DOS EDIFÍCIOS MILITARES DA TORRE – SERRA DA ESTRELA


O território do planalto da Torre, na Serra da Estrela, é pertença dos baldios de 4 freguesias: Alvôco da Serra e Loriga, do concelho de Seia; S. Pedro e Unhais da Serra, respectivamente dos concelhos de Manteigas e da Covilhã.

Em finais dos anos 50 do século XX, o Estado Português tomou posse duma vasta área daquele espaço, para aí instalar a Esquadra nº 13 do Grupo de Detecção Alerta e Conduta de Intercepção que, entretanto, acabou por ser desactivada no início da década de 70 desse século, por razões técnicas e operacionais.

A partir da desactivação e do desinteresse manifestado pelo Estado em manter ali qualquer base militar, cessam, no entendimento da ASE, quaisquer direitos de transacção dos terrenos ou negociação que envolvam esses mesmos direitos.

Parece-nos justo que deixando aquela área de ter o interesse militar para que foi desanexada os terrenos regressem à gestão dos seus titulares, pelo que o anúncio, tornado público, da venda dos edifícios militares, sem que para o efeito se invoque o direito dos Concelhos Directivos dos Baldios – titulares no âmbito da Lei dos Baldios – a serem ouvidos no processo é uma injustiça e um atentado aos Direitos consagrados na Constituição da República.

A ASE entende que a venda dos edifícios poderá estar ferida de ilegalidade, uma vez que se desconhece qualquer venda ou doação, para outros fins que não os militares, com a agravante do futuro objecto dos imóveis virem a parar a mãos privadas e assim abrir um precedente muito grave no Parque Natural da Serra da Estrela.

A ASE considera importante que o Parque Natural da Serra da Estrela informe quais as condicionantes e funções que os edifícios poderão vir a merecer para que depois não surjam motivos de contestação que poderão ser lesivos da imagem da Serra da Estrela pela polémica que uma transacção menos transparente poderá gerar na sociedade portuguesa.

Serra da Estrela, 25 de Novembro de 2008
A Direcção da ASE

terça-feira, 18 de novembro de 2008

ROLINHAS” CHEGA À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ICNB – Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, AFN – Autoridade Florestal Nacional, APA – Agência Portuguesa do Ambiente, CNE – Corpo Nacional de Escutas e QUERCUS – Associação Nacional de Conservação da Natureza, aliam esforços para proteger e recuperar a floresta autóctone portuguesa.

Depois de instalado em restaurantes, escolas, centros comerciais e outros locais, chega agora à Assembleia da República um novo “Rolhinhas”, o recipiente de recolha de rolhas de cortiça para reciclagem do projecto “Green Cork” desenvolvido pela Quercus.
Os proveitos económicos do “Green Cork” são convertidos em financiamento de parte do Programa “Criar Bosques, Conservar a Biodiversidade” e é chegado agora o momento de dar início à plantação de árvores (Quercus spp. entre outras) e arbustos constituintes da floresta original portuguesa.
Assim, e na sequência de um trabalho já iniciado pelo ICNB, de recolha de sementes para posterior germinação em viveiro de espécies autóctones ameaçadas (a maioria com áreas de distribuição relativamente reduzidas mas algumas em sério risco de extinção), foram desenvolvidos esforços de concertação entre as várias entidades nas áreas ambiental e florestal, para que este projecto pudesse ser o mais abrangente possível, não só ao nível das 56 espécies de flora portuguesa nas quais se pretende intervir, bem como ao nível do alargamento do projecto a todo o território nacional.
Este projecto aposta no estabelecimento de canais de comunicação entre os vários intervenientes e apoia-se numa forte componente de parceria entre a sociedade civil e o Estado, envolvendo as empresas e o voluntariado, nomeadamente através do Corpo Nacional de Escutas, comprometendo assim a população portuguesa com a preservação e recuperação da sua floresta original.
As vantagens das florestas autóctones são variadas e vão desde um sequestro de carbono com muito maiores garantias de durabilidade, uma vez que são mais resistentes aos incêndios; a um melhor suporte de biodiversidade e a uma perfeita integração com os ciclos da água e bioquímicos dos ecossistemas naturais. Recuperar e repor as nossas florestas originais, articulando-as de forma sustentável com as florestas de produção, será uma das melhores heranças que poderemos deixar às próximas gerações.
Estão já disponíveis para plantio cerca de 220.000 árvores provenientes de sementes colhidas em Portugal no ano transacto, e que irão ser plantas um pouco por todo país. Para algumas espécies estima-se que o número de plantas existentes neste momento em viveiro seja maior do que o existente na natureza.
Durante o corrente ano, já com uma significativa ajuda voluntária, foi possível recolher sementes suficientes para no próximo ano se atingirem, pelo menos, os dois milhões de árvores e arbustos autóctones para plantar.
A cerimónia de apresentação do projecto “Criar Bosques”, que conta já com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, decorrerá a 19 de Novembro no Auditório do Edifício Novo da Assembleia da República, com início às 15h.

Para mais informações poderá consultar Quercus ou Condominio da Terra

Hélder Spinola – 93 7788472
Paulo Magalhães – 93 9575888

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Actividade: Apanha da Azeitona‏


A ATN vem por este meio solicitar a divulgação da Actividade de voluntariado "Apanha da Azeitona". A ATN, ONG de ambiente, sediada em Figueira de Castelo Rodrigo (distrito da Guarda), tem desenvolvido um projecto multi-disciplinar e inovador de conservação da natureza na ZPE do Vale do Côa, a Reserva da Faia Brava. A ATN conta já com cerca de 500 ha de propriedades, nas margens do rio Côa, que foram adquiridas pela associação para a conservação de natureza e gestão sustentável dos recursos naturais. Temos vindo a desenvolver várias campanhas para dar a conhecer a associação e para angariação de sócios, e mostrar o que temos de melhor: a ZPE (Zona de Protecção Especial) do Vale do Côa, uma zona riquíssima em biodiversidade e ainda muito desconhecida do público português. Através destas campanhas procuramos sensibilizar e alertar as pessoas para os problemas relacionados com a conservação da natureza, integrando-as no nosso grande projecto que é a Reserva da Faia Brava. Em baixo e em anexo, encontra toda a informação sobre esta campanha para a conservação do Vale do Côa. Para mais informações, por favor consulte a página web da associação em http://www.atnatureza.org/ ou contacte-nos por email (geral@atnatureza.org).

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Campanha “Reflorestar a Faia Brava” com o Colectivo Germinal



A Associação Transumância e Natureza (ATN), ONGA com sede em Figueira de Castelo Rodrigo, e o Colectivo Germinal estão a organizar dois campos de trabalho voluntariado para a reflorestação da Reserva da Faia Brava, que irão decorrer dias 24,25 e 26 de Outubro e dias 7,8 e 9 de Novembro.

O objectivo primeiro é o repovoamento de áreas ardidas e agrícolas abandonadas, promovendo assim a recuperação destes ecossistemas. Haverá também a manutenção de um viveiro florestal e recolha de sementes de espécies autóctones.As árvores utilizadas para os repovoamentos são autóctones, como carvalhos (sobreiros, azinheiras, roble, etc), freixos, entre outras. As áreas intervencionadas são propriedade da Associação Transumância e Natureza, sendo portanto protegidas. Toda a área está inserida num projecto de criação de uma futura reserva natural. Estas acções têm por objectivo criar as condições necessárias para a recuperação de um ecossistema natural onde espécies da fauna e flora autóctones, possam sobreviver e prosperar. Os acampamentos de voluntários realizam-se de Sexta a Domingo, sendo a Sexta-feira para recepção dos participantes. O ponto de encontro é Figueira de Castelo Rodrigo, junto à Câmara Municipal. A partir daqui asseguramos transporte até ao local do Acampamento e retorno. Durante os três dias da reflorestação, garantimos refeições veganas / vegetarianas confeccionadas no acampamento (Pequeno-almoço, Merenda no campo e Jantar).
Necessitas trazer tenda, saco-cama, o teu próprio prato, copo e talher, lanterna, termo, impermeável e roupa quente, botas ou galochas, instrumentos musicais, alegria e boas vibrações!! Para participares não te esqueças de quando fizeres a inscrição , indicares o fim-de-semana que pretendes estar presente e aguardar a nossa confirmação.
Colectivo Germinal - Associação Cultural
Rua Dr. Pedro Lemos nº 14, R/c 3200-237 LOUSÃ
Telefones: 239422927 963605378

sábado, 11 de outubro de 2008

País das cunhas e do "mexer de cordelinhos"


Estudo revela que portugueses são permissivos com a corrupção e o pequeno tráfico de influências
CLARA VASCONCELOS
Um inquérito realizado à população portuguesa revela que os portugueses toleram bem o tráfico de influências e vêem nele a única forma de ultrapassar um Estado lento e desatento aos seus direitos e necessidades.
A maioria dos portugueses tem uma "visão permissiva" da corrupção e é bastante tolerante quando o acto corrupto é realizado em nome de uma "causa justa" ou se traduz "em benefícios para a população". Quando questionados sobre o que fazer para combater o fenómeno, 11% dizem não saber, mas a maioria aponta para a criação de uma agência anti-corrupção, com altos poderes de investigação.
Os resultados deste estudo vão ser apresentados no próximo dia 16, altura em que será lançado o livro "A Corrupção e os Portugueses. Atitudes, práticas e valores", de Luís de Sousa e João Triães, editado pelas RCP Edições. O trabalho foi financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, no âmbito do projecto "Corrupção e Ética em Democracia: o caso de Portugal" e resulta de um inquérito à população portuguesa onde se procurou perceber o que pensam da corrupção e que comportamentos reputam de corruptos.
Os resultados revelam, segundo a análise feita pelos próprios autores - ambos sociólogos - que "o problema da corrupção em Portugal não é apenas um problema legal, mas, também, de cultura cívica". Os portugueses tendem a considerar "actos corruptos" aqueles que "mais se aproximam da definição penal", deixando, assim, de fora uma série de outros comportamentos tipo "cunhas", "favorecimentos", ou "patrocinato político".
Em relação a esses comportamentos revelam-se permissivos e até favoráveis, sempre que os mesmos tenham por objectivo uma causa justa ou o interesse colectivo (o orçamento limiano, por exemplo). É o que os autores chamam de "corrupção ao estilo Robin Hood", própria de "uma cultura cívica ainda muito assente na satisfação das necessidades básicas". Continuação da Noticia in JN

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Caminhos da Ruralidade em Baião‏

Desafios para uma ruralidade

O que é a ruralidade hoje e como se pode construir a realidade de amanhã? Quais são os problemas do desenvolvimento rural na zona do Tâmega? Estas são algumas das questões que Baião, o concelho mais verde do distrito do Porto, vai debater, sábado, no Auditório Municipal, durante a jornada de reflexão 'Desafios para uma Ruralidade com futuro' " Se é o concelho mais verde, honra lhe seja, mas há 300 e mais concelhos portugueses, inclusive em regiões urbanas, que muito ganhariam em fazer reflexão idêntica. O caminho para as regiões rurais não está em imitar a (má) urbanização mas em redescobrir a sua base na terra, sem menosprezar o bem-estar dos seus residentes. E isso significa necessariamente que o cultivo sustentável da terra e outros aspectos do sector primário (florestas, solos) tem que ganhar ou voltar a ganhar, em novos moldes embora (a par da conservação da natureza, da agricultura biológica, etc) um peso determinante. Só assim se conseguiria talvez evitar ainda o caminho descendente para o abandono e a monocultura florestal, com seu cortejo de ruínas e degradações. E é esse o maior contributo que pode ser dado pela maioria do nosso território ao combate às alterações climáticas. Continuar a consentir em alterações imprevidentes do uso do solo que vão no sentido da mineralização (as "grandes obras") é que certamente não ajudará. In Público

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Contabilistas são os que mais procuram as hortas distribuídas pela Câmara de Guimarães

04.10.2008

A câmara de Guimarães está a oferecer hortas para que os habitantes cultivem alimentos biológicos e já tem 25 candidatos, maioritariamente contabilistas.

“Já existem 25 inscrições para o cultivo das hortas mas ainda existem muitos espaços vagos”, disse à Lusa Costa e Silva, vereador dos Serviços Urbanos e do Ambiente na câmara de Guimarães. Após uma nova campanha de divulgação, a autarquia decidiu prolongar a inscrições para “hortelãos” até ao dia 15 de Outubro.

A Horta Pedagógica de Guimarães está situada na Veiga de Creixomil, à entrada da cidade, a 100 metros de um hipermercado e num dos terrenos outrora mais férteis e cultivados do concelho.

Por cinco euros anuais, os candidatos ficam na posse de uma parcela de terreno apenas com a única obrigação de a cultivarem.

Cedência por um ano

Entre os candidatos a uma parcela de terreno, estão maioritariamente contabilistas mas também, educadoras de infância, professores e um serralheiro. “São pessoas que querem cultivar um terreno pelo prazer de lidar com a terra e não exactamente por necessidade”, frisou o vereador.

Os campos, em tempos cultivados pelos proprietários, estavam agora desocupados. “A câmara decidiu fazer uma horta pedagógica e biológica nos terrenos não cultivados para permitir uma maior educação ambiental mas também para que os habitantes da cidade possam cultivar produtos para depois consumir”, referiu ainda o vereador.

A Horta está dividida em pequenas parcelas delimitadas por caminhos e regatos, apresentando várias actividades ligadas à agricultura e à educação ambiental. Com uma área de três hectares, as hortas cedidas pela câmara têm áreas que vão dos 50 aos 100 metros quadrados e o contrato de cedência tem a validade de um ano.

Até que todos os espaços estejam entregues à população, os serviços camarários estão a cultivar legumes, fruta e ervas aromáticas. “Os produtos serão entregues a uma cooperativa de solidariedade para que façam parte do banco alimentar e possam ser entregues a famílias carenciadas”, frisou Costa e Silva.

Aos técnicos camarários cabe depois o fornecimento de informações sobre as épocas de cultivo, as formas de rega e até sugestões culinárias. Os utensílios agrícolas, propriedade da autarquia, ficarão guardados num anexo que está ainda a ser construído pela autarquia e que funcionará também como ponto de encontro dos pequenos agricultores.

Projecto do Continente abrange 20 concelhos

Integrado no projecto HiperNatura Continente, o conceito de hortas pedagógicas custou 600 mil euros. A verba destina-se a recuperar, edificar e modernizar espaços verdes de 20 cidades de norte a sul do país onde existam hipermercados da marca Continente [detidos pelo grupo Sonae, proprietário do PÚBLICO] e em que as autarquias se queiram associar ao projecto.

“É uma forma de participar activamente na preservação e na revitalização da natureza urbanas”, segundo Miguel Rangel, da empresa promotora do projecto.

Além de Guimarães, as autarquias abrangidas pelo projecto são Albufeira, Amadora, Cascais, Covilhã, Coimbra, Leiria, Lisboa, Loures, Maia, Matosinhos, Ovar, Porto, Portimão, S. João da Madeira, Seixal, Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia, Vila Real e Viseu.

Em Guimarães, a câmara continua à procura de novos agricultores. “Queremos pessoas que gostem da terra, que queiram semear e colher de uma forma biológica”, finalizou Costa e Silva.



Até já os contabilistas estão a ver a crise que se avizinha e começam a procura de terra para cultivar as batatas.....
Ainda vamos ter todos os cantinhos do interior culvidados novamente...

Lista Vermelha

Mamíferos e anfíbios atravessam "crise de extinção"

07.10.2008

O lince ibérico foi ontem utilizado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) como um exemplo da "crise de extinção" por que passam os mamíferos do mundo. A edição de 2008 da Lista Vermelha de espécies ameaçadas, ontem divulgada pela UICN, dá conta de 1141 mamíferos em risco de extinção - cerca de 21 por cento das 5487 espécies conhecidas.
Pela primeira vez, a Lista Vermelha avaliou todas as espécies descritas de mamíferos. Mas, entre elas, existem 836 para as quais não há dados suficientes para se saber se estão ou não ameaçadas. O número de mamíferos em perigo pode chegar aos 36 por cento do total.
Há 188 mamíferos "criticamente em perigo" de desaparecer, entre eles o lince ibérico (Lynx pardinus), "que tem uma população de 84 a 143 adultos e que continua em declínio", sustenta a UICN, num comunicado. Também os anfíbios atravessam uma séria crise de sobrevivência. Praticamente um em cada três espécies que existem no mundo corre o risco de se extinguir. Mamíferos, anfíbios e aves são os únicos grupos de seres vivos cujas espécies estão quase todas identificadas e estudadas. O mesmo não ocorre com répteis, peixes, invertebrados e plantas.
No total, dos cerca de 1,6 milhões de espécies até agora descritas no mundo, apenas 2,7 por cento foram avaliadas pela Lista Vermelha. Destas, 38 por cento estão em risco de extinção.
Do resto pouco se sabe, sendo impossível fazer-se uma avaliação completa, por exemplo, das quase 300 mil plantas ou dos 1,2 milhões de invertebrados conhecidos.
Por isso, a UICN está a lançar um índice que funciona como uma espécie de Dow Jones - o indicador da tendência das bolsas norte-americanas - para a biodiversidade. O índice SRLI (Sampled Red List Index) avalia a tendência de extinção dentro de um grupo a partir de uma amostra aleatória das suas espécies.

domingo, 5 de outubro de 2008

Pobreza e Conservação: paisagens, povos e poder‏

A IUCN/UICN publicou em 2008 o livro "Pobreza y Conservación: Paisajes, Pueblos y Poder" no qual se analisa e discute como contribuir para a conservação da natureza e, ao mesmo tempo, para a redução da pobreza e para uma maior justiça social.Neste documento é enfatizada a importância de encontrar mecanismos económicos que assegurem uma relação harmoniosa entre conservação e desenvolvimento, de forma a garantir um futuro sustentável. Os interessados poderão obter a versão digital deste livro a partir do seguinte link:

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Passeio Fotográfico por Terras do Lince



A Transcudânia em associação com diversas entidades privadas, promove nos dias 17, 18 e 19 de Outubro, um passeio com workshop de fotografia acompanhado de um biólogo e um historiador à descoberta do concelho do Sabugal.
O Sabugal é uma das regiões mais desconhecidas do País, cheia de coisas novas a descobrir, as surpresas surgem a cada pedaço de caminho.A organização propõe que venham descobrir e fotografar algumas das pérolas escondidas deste maravilhoso concelho do Sabugal, os recantos pitorescos, a arquitectura militar, religiosa e rural, as florestas da Reserva Natural da Serra da Malcata, as aldeias históricas, os locais de sonho onde a saborosa gastronomia regional será servida.No final será seleccionada uma fotografia por participante para realizar uma exposição que estará na galeria do bar «O Bardo» no bairro do Castelo do Sabugal.
Programa do workshop
17 de Outubro
20.00 - Sabugal – Porta do Castelo – Bar «O Bardo» – Recepção dos participantes, breve introdução à visita, apresentação da equipa.
21.00 - Sabugal – Casa do Castelo – Jantar - entradas de produtos regionais, enchidos e queijos, «assado de porco à Monumenta», sobremesas típicas.
22.30 - Sabugal Castelo - Workshop de fotografia nocturna à envolvente do Castelo do Sabugal acompanhada por um historiador que fará o enquadramento histórico.
23.30 - Sabugal - Hotel – dormida.
18 de Outubro
8.30 - Sabugal - Pequeno-almoço.
9.00 - Sabugal – Partida em autocarro para a Reserva Natural da Serra de Malcata.
10.00 - Malcata - Whorkshop de fotografia de natureza com acompanhamento de um biólogo.
13.00 - Malcata - Almoço em plena mata da Serra da Malcata – Ementa surpresa de produtos da terra.
15.00 - Malcata - Partida em autocarro para Sortelha.
16.00 - Sortelha - Workshop de fotografia de arquitectura histórica e rural, a visita será acompanhada por um historiador que fará o enquadramento histórico.
19.00 - Sortelha - Jantar numa quinta rural com um ambiente único e uma paisagem de cortar a respiração – entradas de enchidos e queijos, borrego assado na brasa e sobremesa.
21.00 - Sortelha - Partida em autocarro para o Sabugal
22.30 - Sortelha - Analise critica do trabalho realizado – debate sobre os resultados obtidos. A exposição, o enquadramento a estética.
23.30 - Sabugal - Hotel – dormida.
19 de Outubro
8.30 - Sabugal - Pequeno-almoço.
9.00 - Sabugal / Sortelha - Partida em autocarro para Alfaiates.
9.30 - Alfaiates - Sacaparte - Alfaiates Sacaparte, continuação do workshop de fotografia de monumentos e património arquitectónico.
10.30 - Alfaiates - Sacaparte - Partida em autocarro para Vilar Maior.
11.00 - Vilar Maior - Enquadramento histórico seguido de período livre para explorar e por em pratica alguns dos conhecimentos partilhados.
13.00 - Vilar Maior - Almoço típico de produtos regionais.
16.00 - Vilar Maior - Partida em autocarro para o Sabugal.
17.00 - Sabugal - Analise dos trabalhos realizados e selecção de um trabalho por participante para exposição na galeria de «O Bardo».
19.00 - Sabugal - Despedidas.
Sobre os preços e condições de participação devem os interessados contactar a organização através do email: transcudania@gmail.com

domingo, 21 de setembro de 2008

Pró-Raia prevê criar 400 postos de trabalho

Lurdes Saavedra, presidente da Pró-Raia-Associação de Desenvolvimento Integrado da Raia Centro Norte, anunciou esta quarta-feira, 10 de Setembro, a apresentação de uma candidatura ao PRODER-Programa de Desenvolvimento Rural que prevê a criação de cerca de 400 novos postos de trabalho nos concelhos do Sabugal e da Guarda.
«A candidatura ao PRODER-Programa de Desenvolvimento Rural no valor de 11,5 milhões de euros foi entregue nos serviços do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e da Pescas, insere-se no âmbito do QREN-Quadro de Referência Estratégico Nacional e visa a criação de dinâmicas territoriais económicas, sociais e culturais», explicou Lurdes Saavedra, presidente da Pró-Raia e vereadora da Câmara da Guarda.
A autarca adiantou que em caso de aprovação da candidatura global «serão convidados os privados, as associações locais, as Juntas de Freguesia a apresentarem os seus projectos no âmbito do referido programa de desenvolvimento».
A proposta económica pretende aumentar o investimento produtivo, a fixação da população activa jovem, incentivar o empreendedorismo jovem e apostar na agricultura biológica. «Está prevista a criação de um observatório para investimento produtivo e escoamento de produtos do território, a criação de pequenas infra-estruturas de diversificação nas explorações agrícolas e a criação de micro-empresas locais em respeito pelo ambiente», esclareceu Lurdes Saavedra.
A candidatura da Pró-Raia tem ainda como objectivo promover a inserção social e profissional elevando o número de empregos qualificados e a empregabilidade de jovens e mulheres em meio rural e aumentar a capacidade instalada em respostas sociais, como serviços itinerantes de saúde, acompanhamento domiciliário e animação sócio-cultural.
href="http://capeiaarraiana.wordpress.com/">In CapeiaArraiana

Vamos ver se torna realidade ou é mais uma promessa!!!
É preciso começar a prepara a campanha eleitoral para a próxima temporada que se avizinha......
Estamos cá para ver.....

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

5,6 e 7 de Setembro – Sortelha [aldeia histórica] – Sabugal



Uma muralha impenetrável assalta o topo do monte, dentro dela, protegida como o maior tesouro de reis e princesas, uma aldeia, Sortelha, parece saída intocada dos séculos passados. À porta principal, uma ginginha-de-rei envolve no verde todo o largo de onde é possível ainda ver as feridas deixadas pelo assalto das tropas Francesas, a mando de Napoleão. Um cenário cinematográfico que recebe um projecto cheio de ambição, própria da sua juventude, o Iberfolk 2008.

O Iberfolk é um desafio permanente ao público, aos conceitos culturais estabelecidos, à criatividade, à participação activa e à descoberta, que as associações Transcudânia e Tradballs, o colectivo Rodobalho e a Junta de Freguesia de Sortelha preparam entre 5 e 7 de Setembro, na aldeia histórica de Sortelha.

Num formato centrado na participação daqueles que seriam os espectadores, o Iberfolk pretende levar o valor histórico e patrimonial de Sortelha, e da região, a novos públicos mas também cativar os milhares de visitantes da aldeia para desconcertantes formas de fazer cultura. Pretendemos construir um ponto de encontro saudável, partilhado em redor dos valores patrimoniais, da música, da dança e da cultura tradicional, nas suas diversas formas de reconstrução e re-interpretação.
Depois do sucesso da 2ª edição, com a magia de Sortelha aclamada por todos, temos a certeza que Setembro abrirá as portas da muralha a almas novas em busca de momentos ímpares.

O programa será um misto de aprendizagem e descoberta – das danças, dos instrumentos, das artes, da paisagem.
À música de grupos de raiz tradicional com propostas inovadoras de interpretação, como as adufeiras de Paúl, João Gentil e Luís Formiga ou No Mazurka Band adicionaremos projectos novos e dinâmicos como Rabies Nubis, Ishbarian Bagpipe, PortFolk ou Arranca Telhados e juntaremos a paisagem ímpar de Sortelha e arredores para que o olhar, a audição, o tacto e o olfacto se sintam em casa, numa casa-aldeia.
Mas porque a participação do público é essencial também o dia será feito de desafios: Workshops de instrumentos tradicionais e dança, escalada, caminhadas e passeios de burro.

Assente numa organização voluntária e na conjunção de muitos esforços e iguais vontades, o programa será aberto a propostas de todos quantos se queiram juntar. Seja na preparação, na logística ou no palco [que pode ser improvisado].


Todas as actividades serão gratuitas, havendo inscrição prévia obrigatória nas caminhadas.

Haverá campismo gratuito, com chuveiros de água quente [a confirmar] e serviço de cantina.

Destes ingredientes nascerão 3 dias de intensa vivência e descoberta, crescerá um projecto de participação e utopia, cimentará uma forma de dinamizar espaços de inegável valor patrimonial construído e humano.

Em Setembro as muralhas desaparecem.


Programa detalhado


Sexta,5

21:00 - Documentário
21:00 - Observação astronómica
21:30 – Arranca Telhados
22:30 – Hora do conto
23:00 – Rabies Nubis
00:00 – No Mazurka Band
DJ Folk

Sábado, 6
11:00 - Workshop de reciclagem

11:00 – Passeio de burro
13:00 – Caminhada à descoberta da serra da Malcata *
15:00 - Documentário
16:00 – Escalada do castelo
16:00 – Workshop de dança tradicional
17:00 - PortFolk

22:00 – Observação Astronómica
22:00 – Adufeiras de Paúl
22:40 – Hora do conto
23:30 – Ishbarian Bagpipe
00:30 – João Gentil e Luís Formiga
DJ Folk




Domingo, 7
11:00 – Passeio de Burro

11:00 - Workshop de reciclagem

16:00 – Workshop de dança tradiconal
16:00 – Workshop de inic. Gaita-de-foles
17:00 – Escalada do castelo
17:30 – Workshop de dança tradicional



Endereços Web

www.transcudania.com
www.rodobalho.com
www.tradballs.com
ww.myspace.com/nomazurkaband
ww.myspace.com/arrancatelhados
ww.myspace.com/rabiesnubis
www.myspace.com/ishbarianbagpipes
portfolk.no.sapo.pt/
www.joaogentil.com
Contactos

Transcudânia – Carlos Alexandre – 917021183 - www.transcudania.comtranscudania@gmail.com
Colectivo Rodobalho – Ana Bica - 968197601 - www.rodobalho.com - rodobalho@rodobalho.com

terça-feira, 12 de agosto de 2008

III IBERFOLK 5,6 e 7 de Setembro 2008 em Sortelha


Já mexe mais uma edição do melhor festival do interior o III IBERFOLK organizado pela associação Transcudania com a colaboração de algumas entidades da região e do pais.
Para estar actualizado com as novidades do evento até a data visite as páginas da associação e do Rodobalho.
Algumas bandas já confirmadas
Rabies Nubis.
Adufeiras do Paul
Arranca telhados
Porto folk



Não falte.......

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Oficina de Formação de Guardiões

* A Colher para Semear informa a todos os sócios, amigos e interessados que noprimeiro fim-de-semana de Setembro, respectivamente dias 6 e 7, terá lugarem Figueiró dos Vinhos, na Quinta do Olival, na localidade de Aguda (sede danossa associação), um conjunto de oficinas práticas, onde todos os amantesdas variedades tradicionais poderão participar na recolha de frutos elegumes, para posterior extracção de sementes, tratamento e sua preservação.Pretendemos assim, partilhar com todos vós alguns ensinamentos e preceitosno sentido de vos proporcionar mais sucesso na recolha e conservação dasvossas sementes. Deste modo, informamos que: - O programa para os dois dias de oficinas, consiste no sábado, em colheitae extracção, e no domingo, em limpeza e acondicionamento; - O custo das oficinas é de 15 euros para não sócios e de 7,5 euros parasócios; - O alojamento pode efectuar-se em tendas próprias em espaços da quinta, ouem residenciais/ hotéis na região (ficando a procura e o contacto a cargodos próprios); - A alimentação é da responsabilidade de cada um, pelo que podem trazercomida própria para merendar ou fazer piquenique, ou ainda, procuraralternativas na região; - Está prevista a possibilidade de degustar alguns dos produtos colhidos; - O número de inscrições é limitado pelo que deverão efectuar a vossainscrição até final do mês de Agosto (dia 31), através dos seguintescontactos:
José Miguel Fonseca (236622218);
Graça Ribeiro (914909334) ou
José Mariano Fonseca (919969311).
Em caso de previsão de condições climatéricas adversas para as datasmencionadas, todos os participantes inscritos serão avisados com 48 horas deantecedência sobre possíveis alterações.