
Nos próximos dias 1 e 2 de Maio, o Casteleiro vai ser palco da 1ª Edição da “Festa da Caça”, uma iniciativa da Junta de Freguesia que pretende potenciar o desenvolvimento da Aldeia apostando nas vertentes cultural, de animação, valorização do património e dos produtos locais existentes.
Esta iniciativa tem ainda por meta vir a constituir-se, pela sua repetição anual, como pólo de atractividade e alavanca decisiva no combate à progressiva desertificação a que temos vindo a assistir nos últimos anos.
A 1ª edição da “Festa da Caça do Casteleiro” aposta num programa de qualidade e diversificado, quer a nível da sua estrutura base, quer dos intervenientes. Assim, durante os dias do evento, a Festa irá “ocupar” todos os largos da Freguesia, que os visitantes serão convidados a percorrer, assistindo a diversas actividades temáticas e de animação que decorrerão em permanência.
Igualmente nos dois dias de Festa, mais de duas dezenas de stands exibirão produtos e artesanato local e da região, produtos da terra e os visitantes poderão ainda efectuar passeios a cavalo e de charrette.
A Festa inicia-se no sábado (dia 1 de Maio) com uma largada de perdizes a que se seguirão uma demonstração de “Cães de Parar” e uma mostra de cães de caça. A falcoaria marcará presença com várias demonstrações ao longo do dia. A animação de rua estará a cargo do grupo “Velha Gaiteira” e, no palco principal, actuarão a Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor e o Grupo Musical “Osíris”.
No domingo, um grupo de acordeãos animará as ruas e largos da freguesia e actuarão o Grupo de Cantares de Santa Maria e o Rancho Folclórico de Valverde. Ao longo do dia terá lugar um Mostra de Cães Serra da Estrela, uma demonstração de cães pela equipa cinotécnica da GNR e todos terão a possibilidade de praticar tiro com arco, besta e zarabatana. As tasquinhas, com ementas de pratos de caça, estarão abertas em permanência durante os dias da festa.
Para a realização deste evento, a Junta de Freguesia conta com o apoio decisivo do Clube de Caça e Pesca do Casteleiro e ainda da Câmara Municipal do Sabugal, Empresa Municipal Sabugal +, Federação de Caça e Pesca da Beira Interior e o patrocínio do RaiHotel (Sabugal).
| Por: Sandra Invêncio | |
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| O PNSE motivou várias candidaturas |
Para além da candidatura multi-concelho do próprio PNSE, estão nesta primeira selecção a Nascente do Mondego/Vale do Rossim (Gouveia), o Vale Glaciar do Zêzere (Manteigas) e o Planalto Superior da Serra da Estrela (Seia). As duas primeiras concorrem à categoria Zonas Protegidas, a de Seia integra-se na categoria dos Grandes Relevos e o Vale Glaciar do Zêzere aparece inscrita em ambas. Gouveia candidata também os Casais de Folgosinho, em Grandes Relevos. No distrito da Guarda concorrem ainda a Reserva Natural da Serra da Malcata (Zonas Protegidas e Florestas e Matas), no Sabugal, e o Vale do Côa (Grandes Relevos e Zonas Aquáticas não Marinhas), em Vila Nova de Foz Côa. A lista guardense fica completa com o Parque Natural do Douro Internacional, candidatura multi-concelho e multi-distrito, que abrange Figueira de Castelo Rodrigo – que está em Zonas Protegidas, Grandes Relevos e Zonas Aquáticas não Marinhas. Na Cova da Beira, há dois sítios na corrida. A Covilhã candidatou a Ribeira do Paúl, na categoria Zonas Aquáticas não Marinhas, e o Fundão apresenta-se com a Serra da Gardunha, em Grandes Relevos.
O concurso estará longe de ser fácil para os locais da região, já que a entidade organizadora, a New 7 Wonders Portugal, validou 323 candidaturas oriundas de todo o país, relativas a 270 locais. O Centro é a região que apresenta mais (69), seguido do Norte (56) e Lisboa e Vale do Tejo (47). Após esta primeira listagem, segue-se, a 7 de Fevereiro, a selecção de 77 sítios, 11 por cada categoria – que incluem ainda Grutas e Cavernas, Zonas Marinhas e Praias e Falésias. A votação pública só começa a 7 de Março, altura em que serão conhecidos os 21 candidatos finalistas, escolhidos por igual número de notáveis. Nesta etapa, só irão passar três por categoria. O regulamento do concurso dita que terá que estar presente, no mínimo, um finalista de cada uma das sete regiões, por forma a ser assegurada a representatividade geográfica do país. A votação termina a 7 de Setembro. A organização tem como parceiros o Ministério do Ambiente, Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), Liga para a Protecção do Ambiente (LPN), Quercus, GEOTA e National Geographic Portugal.
A “7 Maravilhas Naturais de Portugal” decorre sob o lema “Se queremos proteger alguma coisa, em primeiro lugar temos de saber apreciá-la”. De acordo com a organização, o objectivo do concurso «não se resume ao interesse meramente estético das belas paisagens do nosso país, mas será antes uma forma de divulgar para poder preservar». A New 7 Wonders Portugal promoveu, em 2007, as “7 Maravilhas de Portugal” e as “Novas 7 Maravilhas do Mundo”, sendo que, em 2009, lançou as “7 maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo”. In o Interior
| Por: Ricardo Cordeiro | Tempo de leitura: 2 m |
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| Centro de Incubação Tecnológica da Guarda vai nascer na área da PLIE |
Em declarações a O INTERIOR, o presidente da Câmara da Guarda explicou que a estrutura estava prevista para o local onde funcionou a antiga Biblioteca Municipal «e ainda era financiado no âmbito do IIIº Quadro Comunitário de Apoio. Entretanto, como estamos a desenvolver o projecto do pavilhão multiusos na área empresarial, a incubadora de empresas de base tecnológica será candidatada ao QREN e ficará localizada num espaço onde ficarão os serviços administrativos da área». Joaquim Valente realça que a incubadora ficará «num equipamento onde se concentra grande parte da actividade económica empresarial da Guarda», garantindo que o projecto é «para avançar na mesma», até porque «poderá ser determinante para reanimar o tecido económico» da cidade.
No entanto, a data ainda é uma incógnita, sendo que «estamos a desenvolver o projecto físico do espaço para depois candidatar a componente tecnológica». Quando foi apresentado, o projecto resultava de uma parceria entre a autarquia e o Centro de Inovação Empresarial da Beira Interior (CIEBI), tendo os estatutos sido ratificados pelo executivo municipal e prevista a entrada de mais parceiros ligados ao ensino superior e à investigação. Agora, o autarca salienta que a incubadora avançará «em parceria com o CIEBI» e com outras entidades: «Estamos disponíveis para uma associação de entidades que tragam valor acrescentado, tanto do lado privado como do público», disse. Entretanto, O INTERIOR sabe que está a ser formada na Guarda uma associação de jovens empreendedores com o edil guardense a admitir que pode ser um dos parceiros na incubadora: «Sem dúvida nenhuma. Nesse sector dos jovens é que deve haver investimento e um esforço no sentido de apoiar, desenvolver e criarem a sua empresa e desenvolverem a sua actividade», sublinhou Joaquim Valente. in o Interior.
Será que irá ter futuro esta incubadora de empresas?
Esperemos que sim pois o interior está a ficar desertificado de pessoas, empresas entre outras coisas.
Boas festas....