terça-feira, 15 de setembro de 2009

Acção de Formação em Manteigas - Orientação


Dias 26 e 27 de Setembro 2009
Dias 26 e 27 de Setembro, o Grupo Desportivo 4 Caminhos realizará em Manteigas uma acção de Formação de Orientação, destinada a agentes desportivos e a todos os que se queiram iniciar na modalidade.
Se tem interesse em iniciar-se nesta modalidade, o Grupo Desportivo 4 Caminhos vai ministrar uma acção de formação, homologada pela Federação Portuguesa de Orientação para o seguinte público-alvo:
- Professores licenciados em Educação Física;
- Agentes desportivos que organizam actividades de ar livre;
- Novos praticantes da modalidade;
- Amantes do contacto com a Natureza.
A acção terá uma parte teórico-prática em sala com apresentação multimédia e uma parte prática.

Organização
Câmara Municipal de Manteigas
Associação Manteigas Solidária
Grupo Desportivo 4 Caminhos

Local
Junta de Freguesia de Santa Maria - Manteigas (parte teórica)
Penhas Douradas (parte prática)

Programa
Dia 26 de Setembro 2009 (1.º Dia)
09:00 Horas
Recepção/Entrega de documentação
09:30 Horas
Apresentação
Orientação por métodos expeditos
Enquadramento
Modalidade/Actividade
Jogos didácticos
10:00 Horas
História e organização da modalidade
10:30 Horas
Intervalo
10:45 Horas
Noção de planificação
Localização e orientação do mapa através de pontos de referência
Automatização do gesto (localização e orientação permanente do mapa)
11:30 Horas
Leitura e Interpretação do Mapa
Legenda
Simbologia
12:30 Horas
Intervalo (Almoço)
14:00 Horas
Sinalética especifica de Orientação
15:00 Horas
Noção das distâncias e escalas
16:00 Horas
Introdução da Bússola
16:30 Horas
Realização de um percurso formal
18:00 Horas
Final

Dia 27 de Setembro 2009 (2.º Dia)
09:30 Horas
Realização de um percurso formal (Penhas Douradas)
11:30 Horas
Entrega de Diplomas
12:00 Horas
Encerramento

A acção inclui acompanhamento por monitores, bibliografia de apoio e mapas.

Observações
Os formandos devem ser portadores de uma bússola (no caso de a possuírem) e uma muda de roupa completa para a parte prática;
A organização assegura o almoço do 1.º dia da Acção de Formação.

Inscrições
Até ao dia 23 de Setembro 2009
Associação Manteigas Solidária (amanteigassolidaria@gmail.com)
Grupo Desportivo 4 Caminhos (ori@gd4caminhos.com)

Mais informações pelo telemóvel número 936 264 216

Data Início :
26-09-2009
Data de Fim :
27-09-2009 0:00
In CM Manteigas

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Comunicado Quercus

Propostas ambientais da Quercus – ANCN

para as eleições legislativas de 2009

as dezanove áreas principais

Na semana em que tem início oficial a campanha eleitoral para as legislativas de 2009, a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza envia a todos os partidos candidatos propostas de acção em dezanove áreas*, organizadas em: questões transversais e áreas temáticas.

Muito embora seja difícil seleccionar áreas principais, a articulação entre políticas, o respeito e fiscalização da aplicação da legislação existente e o respeito pelas regras dos processos de avaliação de impacto ambiental e de avaliação ambiental estratégica, são alguns dos temas identificados como transversais.

De facto, na legislatura que agora termina foram vários os exemplos de infra-estruturas cujos processos de avaliação foram meros pró-forma para justificar decisões já tomadas, tendo ainda sido possível observar o Governo criar excepções para determinados projectos e interesses. Para além dos efeitos perversos ao nível do ordenamento do território que muitas destas decisões de excepção podem ter, não se podem ignorar os impactos na credibilidade do sistema legislativo, ou na criação de um sentimento generalizado de injustiça e de falta de rigor.

Assim, é fundamental que o próximo Governo demonstre claramente que o caminho a seguir é outro. Um caminho onde, antes de se decidir sobre um dado projecto, plano ou infra-estrutura, se avaliam, em igualdade de circunstâncias, várias opções ou vários cenários, no sentido de permitir clareza, transparência e eficácia no processo de decisão. Eliminar os regimes de excepção é outra das medidas fundamentais.

No que concerne às áreas temáticas, temas como as alterações climáticas, a energia, os recursos hídricos ou a conservação da natureza marcam presença. As alterações climáticas, com as suas múltiplas ligações a quase todas as áreas ambientais, assumirão algum protagonismo no início desta nova legislatura, uma vez que Portugal estará envolvido nas negociações internacionais sobre o período pós Quioto. Contudo, para Portugal esta área é um desafio mais a nível interno do que externo, pois é aí que os passos mais importantes, no sentido de reduzir as nossas emissões de gases com efeito de estufa, terão que ser dados. Mas para atingirmos os nossos objectivos neste domínio são vários os sectores onde teremos que trabalhar, desde a energia e a forma como a usamos e produzimos, à mobilidade, ou à agricultura e floresta.

Ainda associado ao tema das alterações climáticas, mas mais por via das consequências que poderão resultar duma eventual falta de coragem política para agir no momento certo, os recursos hídricos, bem como o fenómeno da desertificação deverão ser olhados com particular cautela.

De referir ainda a importância da educação, sensibilização, formação e informação enquanto elementos chave a reforçar numa sociedade que apresenta grandes possibilidades de melhorar o seu desempenho e contributo em termos ambientais. O reforço de actuação a estes níveis não se deverá cingir aos cidadãos, mas alargar-se a públicos diferenciados, fugindo da tendência, algo generalizada, para considerar que ao investirmos nas crianças estamos a garantir o futuro. Esse investimento é fundamental, mas não é suficiente, sendo necessário trabalhar com públicos que estão hoje a tomar decisões que poderão condicionar fortemente o futuro em termos ambientais.

Para terminar, referir a importância de, quer em termos de medidas transversais, quer ao actuarmos ao nível de uma área específica, ser fundamental manter sempre presente a importância de procurar criar uma cultura na sociedade onde consumir e produzir sejam sinónimos de actos medidos à luz da sustentabilidade.

Lisboa, 14 de Setembro de 2009

A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

Para mais informações contactar: Susana Fonseca 937788471 ou Francisco Ferreira 937788470

* O documento completo pode ser consultado em www.quercus.pt

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

GreenFest | BCSD Portugal | Conferências‏



O BCSD Portugal e a organização do Green Fest tem o prazer de o convidar a participar nas três Conferências que terão lugar no Centro de Congressos do Estoril, das 14h00 às 18:00.



Dia 18 de Setembro



· Em parceria com a SDC, a Conferência Relatórios de Sustentabilidade: Tendências e Desafios



· Em parceria com o Grupo Luís Simões, a Conferência Gestão de Frotas Sustentável



Dia 23 de Setembro



· Em parceria com o Grupo Portucel Soporcel, a Conferência Sustentabilidade do Ciclo do Papel





A inscrição é gratuita mas limitada aos lugares disponíveis e sujeita a confirmação.



Para inscrições e informações por favor contactar:



BCSD Portugal

Cátia Dias

email: catia.dias@bcsdportugal.org

Telefone : 21-7819001



Para obter informações sobre outras conferências, consulte http://www.greenfestival.pt/2009/



Certos do V. interesse



Com os melhores cumprimentos,



____________________________________________



Karina Rodrigues

(Assistente de Projecto)



cid:image002.jpg@01C99D7E.6FB6A250


Av. de Berna, nº 11, 8º Andar, 1050-036 Lisboa

Telefone: +351 21 781 90 01 | Fax: +351 21 781 91 26
karina.jesus@bcsdportugal.org | www.bcsdportugal.org

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Homenagem a Francisco Caldeira Cabral na CM de Gouveia‏

No centenário do nascimento de Francisco Caldeira Cabral

A Câmara Municipal de Gouveia está a organizar uma exposição
e vai realizar
um Colóquio sobre o seu ilustre munícipe Francisco Caldeira
Cabral,
1º Arquitecto Paisagista português, ligado a vários projectos
na zona,
ao Parque Natural da Serra da Estrela, etc. (Mais informações
sobre
em
http://proffranciscocaldeiracabral.portaldojardim.com/ )

O tema geral é "Francisco Caldeira Cabral
- O Homem e a Obra".
O Colóquio e a inauguração da Exposição são na próxima 4ª feira,
dia 16 de Setembro. A sessão de abertura do Colóquio é às 10.00 h.,
na Biblioteca Virgílio Ferreira, seguindo-se uma Conferência
pela Profª. Teresa Andresen, e, ainda da parte da manhã,
uma sessão mais informal de testemunhos sobre o Homem e a Obra,
em que intervêm Gonçalo Ribeiro Telles, Ilídio Araújo,
Joaquim Elias Gonçalves e Luís Maria Lopes da Fonseca.

À tarde, haverá uma outra sessão, dedicada ao tema do
Ambiente e Protecção da Natureza e da colaboração
dada ao Parque da Serra da Estrela,
com intervenção dos dois primeiros dirigentes do Parque
- José Maria CC e Eduardo Osório e de João CC.
A inauguração da Exposição está marcada para as 17.00 h.,
no Cine-Teatro de Gouveia, onde ficará até 31 de Outubro.

Haverá também uma pequena brochura "Francisco Caldeira Cabral,
o Homem e a Obra".

domingo, 6 de setembro de 2009

26ª CAMINHADA PELO INTERIOR

26ª CAMINHADA PELO INTERIORA Câmara Municipal do Sabugal vai realizar a 26ª CAMINHADA PELO INTERIOR, no dia 20 de Setembro de 2009, pelas 9h00. A Concentração será no Largo da Igreja, na freguesia da Rapoula do Côa.

O programa será o seguinte:

09h00 - Concentração no Largo da Igreja da Rapoula do Côa
09h30 -
Início da Caminhada
10h30 -
Pequeno-almoço nas Termas do Cró
13h00 - Almoço no Parque de Merendas da Rapoula do Côa

CLIQUE AQUI para visualizar/descarregar o cartaz do evento.

Para mais informações:

271 751 040 ou 927 530 195

CAMINHE CONNOSCO com a Câmara Municipal

sábado, 5 de setembro de 2009

Agricultores pedem apoios do Governo após incêndios no Sabugal

Populações do concelho falam em forte abalo da economia local

04.09.2009 - 11h49 Lusa
A Associação Distrital dos Agricultores da Guarda (ADAG) defendeu hoje que o Governo "deve apoiar imediatamente as populações e os agricultores" que foram atingidos pelos fogos registados no concelho do Sabugal na última semana.

"A ADAG reclama ao Governo o rápido e participado levantamento dos prejuízos dos agricultores e restante população para que, também rapidamente, sejam atribuídos todos os apoios públicos indispensáveis à reposição de infra-estruturas e bens afectados", refere a associação em comunicado.

Segundo o presidente da ADAG, António Machado, no caso dos agricultores, "para além de ajudas financeiras a fundo perdido para garantir o relançamento da actividade nas explorações, é de imediato necessário que o Governo apoie a alimentação animal". Salienta que na base deste pedido está o facto de a produção pecuária ser "uma actividade de interesse relevante para a região e para o Sabugal em particular".

A associação de agricultores coloca-se "à disposição do Ministério da Agricultura e do Governo para colaborar neste trabalho de levantamento de prejuízos e de atribuição de apoios".

Por outro lado, aponta que "a extensão e violência" dos incêndios que atingiram aquele concelho "põem a nu a continuada falta de prevenção e de ordenamento florestal, males crónicos que sucessivos Governos pouco têm feito para corrigir".

No entender da direcção da ADAG, a falta de investimento público na floresta "com os mais de quatro anos de impossibilidade dos produtores acederem às ajudas comunitárias, aceleraram o abandono, a desertificação rural e o desânimo do sector".

Refere que o cadastro florestal, "que até era considerado como prioritário pelo Governo, e que é um instrumento fundamental na orientação e execução da política florestal", durante a actual legislatura, "nem sequer viu o concurso para a sua execução ser lançado". Deste modo, acrescenta, continua-se "sem sequer saber quem são os proprietários de uma área equivalente a vinte por cento do território nacional".

É também denunciado que as Zonas de Intervenção Florestal "ficaram-se pela sua constituição, embrenhadas em burocracia e sem trazer os benefícios práticos anunciados". "É este desleixo governamental que favorece a violência e a extensão dos incêndios florestais", conclui a associação.

O incêndio, que andou activo durante mais de três dias no concelho do Sabugal, atingiu dez freguesias rurais e destruiu "cerca de 11 mil hectares de área", segundo adiantou à Lusa o presidente da autarquia, Manuel Rito.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

1ª Conferência Ibérica das Zonas Uraníferas" - Mangualde, 5 de Setembro de 2009

A AZU vem por este meio convidar Vª Exc.ª a estar presente na "1ª Conferência Ibérica das Zonas Uraníferas", a organizar no dia 5 de Setembro, Sábado, a partir das 9.30h até às 17.30h, em Mangualde, na Biblioteca Municipal.

Este encontro pretende, por um lado, na parte da manhã apresentar elementos científicos sobre esta actividade e as suas envolvências sociais, ambientais e em termos de sustentabilidade do território e por outro, na parte da tarde dar voz aos candidatos e candidatas às eleições legislativas pelos distritos eleitorais nos quais existe ou existiu actividade de exploração mineira e saber dos projectos para recuperação e desenvolvimento produtivo destas terras, assim como saber que respostas dão os futuros eleitos aos problemas sociais que afectam estas gentes.

Dado que daremos a maior repercussão mediática a este importante evento, contamos com a sua presença.

II Feira de Coleccionismo e do Veículo Antigo‏

Museu,

Exposição e

Feira de Automobilia

Veículos Clássicos, Tractores e Máquinas Agrícolas, Viaturas Militares, Antiguidades, Velharias, Livros e colecções várias!

Depois do sucesso da 1ª edição, visitada por mais de 4.000 pessoas, a Megre Motorsport anuncia a realização da II Feira de Coleccionismo e do Veículo Antigo, de 19 a 20 de Setembro 2009, em Águas – Penamacor.

Este conceito de feira ao ar livre, a exemplo das que existem em diversos países da Europa, nomeadamente Inglaterra, França e Alemanha, foi introduzido em Portugal por José Megre no ano passado, naquela que foi uma das suas últimas iniciativas e concilia a visita à Exposição/Museu com uma Feira de Automobilia e Coleccionismo.

Agradecemos a divulgação deste evento.

Para mais informações contacte:

Telm: +351 912202767

E-mail: feirabb@clubeaventura.pt

Regulação nas organizações da sociedade civil‏

Regulação nas organizações da sociedade civil: estudo publicado e disponível on-line

Na sequência do Ciclo de Conferências Internacionais Organizações da Sociedade Civil: Transparência e Responsabilidade*, venho divulgar a publicação de um estudo da ECNL (European Center for Not-for-Profit-Law) para o qual tive a oportunidade de dar alguns contributos:

Iniciativas públicas e auto-reguladoras para a promoção da transparência e accountability das organizações sem fins lucrativos na União Europeia (Título original Recent Public and Self-Regulatory Initiatives Enhancing NPO Transparency and Accountability of NPOs in the European Union).

Este estudo foi publicado em Agosto e está divulgado no website da Direcção Geral da Justiça, Liberdade e Segurança. O estudo procurou identificar e ajudar a desenvolver as melhores práticas, bem como emanar recomendações para eventuais acções a nível europeu no que respeita à accountability (acção de prestar contas, transparência, responsabilidade) das organizações sem fins lucrativos. A informação apresentada no relatório pretende servir como uma referência útil para decisores políticos, entidades reguladoras e organizações sem fins lucrativos.
Download do estudo em: http://smsh.me/7k29

* Informação e material do Ciclo de Conferências em http://smsh.me/528f

Transportes e mobilidade juntam cérebros em Castelo Branco‏

In Reconquista

Empresários, investigadores e autarcas no Cine Teatro

Transportes e mobilidade juntam cérebros em Castelo Branco
A cidade recebe em Setembro o encontro promovido pela Transportes em Revista. Ferreira do Amaral e Augusto Mateus são esperados na abertura dos trabalhos.

Por: José Furtado


27 de Agosto de 2009 às 10:57h

Os temas ligados aos transportes e à mobilidade vão estar em debate ao longo de dois dias em Castelo Branco. A Transportes em Revista escolheu a cidade para o 6.º encontro que organiza, desta vez com o tema “Cidades competitivas, papel da mobilidade”. Os trabalhos decorrerão a 17 e 18 de Setembro no Cine Teatro Avenida, mas o programa inclui outras iniciativas com as quais a organização pretende envolver a população.

Para a abertura dos trabalhos foi convidado o secretário de Estado do Ordenamento, do Território e das Cidades, João Ferrão. Mas os promotores avançam com outros nomes como dos antigos ministros das Obras Públicas Ferreira do Amaral e Carmona Rodrigues, o economista Augusto Mateus, Miguel Anacoreta Correia ou Vitor Ramalho.

O programa conta ainda com uma forte presença de autarcas, tendo sido convidados os presidentes das câmaras municipais de Albufeira, Vila Real, Évora, Bragança, Viana do Castelo ou Castelo Branco, com Joaquim Morão a abrir e encerrar o encontro.

Para José Limão, director da Transportes em Revista, o convite justifica-se não só porque é às câmaras que cabe a gestão do território como a definição das políticas de mobilidade. Em alguns casos com melhorias face ao que era feito pelo Estado no passado, como aconteceu ao assumirem a gestão do transporte escolares, exemplifica.

José Limão defende que o próprio Estado devia entregar mais competências e meios aos municípios para serem eles a definir o que querem também neste sector, entre outras razões por uma questão de conhecimento da realidade.

“Os problemas que Castelo Branco tem são completamente divergentes de Montesinho, Mirandela ou Viseu”, diz.

O objectivo do encontro em Castelo Branco é abordar os temas de forma criativa “e tendo sempre a preocupação que tragam mais-valias na abordagem e de tentar encontrar laços comuns entre agentes que têm estado muitas vezes de costas voltadas”, sintetiza José Limão.

A publicação que dirige foi criada há sete anos e tornou-se “uma referência neste sector”, atraindo especialistas de renome que participam nas suas páginas mas também em acontecimentos como aquele que Castelo Branco se prepara para receber.

Boleias alternativas

O encontro não ficará confinado ao Cine Teatro Avenida. À hora do almoço de 18 de Setembro a cidade vai assistir a uma Parada de Transportes, com veículos movidos a energias alternativas mas também modos suaves, como a bicicleta.

Os veículos serão assegurados pelas empresas patrocinadoras do encontro e qualquer pessoa pode aproveitar a boleia nos dois percursos definidos. Um tem origem no Cine Teatro Avenida e passagens pela Alameda da Liberdade e Av. 1.º de Maio, terminando no Hotel Rainha D. Amélia.

O outro parte da Praça Rainha D. Leonor (Tílias) seguindo pela Rua Pedro da Fonseca (Escola Superior de Educação), Av. Nuno Álvares, Rua Cadetes de Toledo e o Cine Teatro como destino.

Encontro na terra natal

Para o director da Transportes em Revista a realização do encontro em Castelo Branco é também especial por outras razões. José Limão é natural da cidade e embora não resida há muito anos nela continua a dizer com uma certa graça “sou como o granito bem rijo e moreno”, citando o verso de Saudades da Beira, música popularizada pela Orquestra Típica Albicastrense.

Na cidade diz ter encontrado “um entusiasmo que não conhecia”, referindo-se à câmara municipal e em particular ao presidente Joaquim Morão, que apoiou o encontro desde a primeira hora.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Classificaçaõ do Aproveitamento Hidroagrícola da Cova da Beira de interesse regional

Resolução do Conselho de Ministros n.º 75/2009
Presidência do Conselho de Ministros
Classifica como obra do grupo II o aproveitamento hidroagrícola da Cova da Beira, localizado no concelho do Sabugal, do distrito da Guarda, e nos concelhos de Penamacor, Belmonte, Covilhã e Fundão, do distrito de Castelo Branco

Procura dos produtos florestais começará a aumentar em 2010, conclui estudo

A procura de produtos florestais deverá começar a aumentar no próximo ano, mas uma recuperação significativa demorará mais tempo, conclui um estudo, num momento em que o consumo de papel na Europa e nos EUA cai 16%.


Da autoria do instituto de investigação finlandês Pellervo Economic, o estudo foi elaborado em Maio e prevê a "retoma da economia mundial" e, como tal, também da procura da indústria papeleira, "ainda que de forma ligeira, com poucos impactos na produção".


"Em 2010, a situação da indústria florestal não será muito melhor. Apesar de alguma recuperação económica, o volume de madeira usada será pouco superior no próximo ano", frisa o estudo.


A indústria papeleira europeia e norte-americana registou uma marcada recessão no nível de actividade económica, com fortes reduções nos níveis de emprego, estando a ser afectada pela tendência global de queda na procura de pasta e também do papel.


Só no primeiro semestre deste ano, o consumo de papel caiu na Europa e nos EUA 16%, face a igual período do ano anterior.


O primeiro semestre de 2009 continuou a registar o impacto do processo de encerramento de capacidades produtivas, o que, segundo o estudo, acabou por beneficiar os mercados europeus no final de 2008.


Segundo dados da Portucel, no que diz respeito ao segmento de qualidade, as vendas de produtos 'Premium' mantiveram nos mercados europeus um peso superior a dois terços do volume vendido, "o que é particularmente relevante na actual conjuntura económica".




No mercado de pasta de papel registou-se uma diminuição dos níveis da procura nos mercados europeus, tendo o consumo de pasta recuado 4,5% no segundo trimestre de 2009, reflexo directo do abrandamento da actividade em todos os segmentos e mercados.


De destacar o mercado chinês que, entre os principais consumidores, tem mantido um desempenho superior ao de 2008, o que sustentou um crescimento global das entregas dos produtores de madeira exóticas em cerca de 10%.


No primeiro semestre deste ano, pelos menos cinco milhões de toneladas de produção foram retiradas do mercado, correspondentes a cerca de 10% da capacidade instalada no final de 2008, o que juntamente com o bom desempenho do mercado chinês, contribuiu "para a diminuição acentuada do nível anormalmente elevado de reservas que se verificava no final do primeiro trimestre", de acordo com dados da Portucel.
2009-08-26 10:20
Oje

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Curso de Especialização Tecnológica em HERBALISMO

Última chamada: Inscrições abertas até 31 de Agosto para o

Curso de Especialização Tecnológica em HERBALISMO

O CET é uma formação pós-secundária não superior que visa conferir qualificação profissional do nível 4.

O CET em Herbalismo tem sido desenvolvido sob uma consciente cooperação entre a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Guarda e a Escola de Herbalismo da Associação Luzku, resultando num curso de carácter único. O curso consiste em alguns módulos de carácter geral e científico realizadas na ESTG e uma série de módulos directamente relacionados com as plantas medicinais realizados na Escola de Herbalismo na Quinta Dionísio.

Início do curso: 05 de Outubro 2009

Final do Curso: 01 de Abril 2011

O curso tem um total de 1420 horas das quais:

270 são leccionadas na ESTG

730 são leccionadas na Escola De Herbalismo na Quinta Dionísio

420 correspondem a períodos de estágio, realizadas como formação em contexto de trabalho em entidades e empresas selecionadas

Em anexo encontra-se um folheto informativo sobre o curso.

Coordenação do Curso: Pedro Cardão (ESTG)

Mirjam Olsthoorn (Associação Luzku).


Um Técnico de Herbalismo é um técnico qualificado em Plantas Aromáticas e Medicinais (PAM) com conhecimentos múltiplos sobre as plantas benéficas para o bem-estar, com uma equilibrada base teórica e prática para:

- cultivar as Plantas Aromáticas e Medicinais;

- transformar as Plantas Aromáticas e Medicinais em produtos ervanários;

- proceder à comercialização de plantas ou produtos transformados;

- realizar consultorias informativas e de bem-estar e acompanhamento sequente.

A última década tem demonstrado um crescimento expansivo do interesse público no cuidado de saúde natural baseado em princípios holísticos. O Herbalismo é um dos ramos mais antigos e amplamente implementados dentro das práticas de saúde natural.

Um Técnico de Herbalismo é um representante de uma profissão muito antiga, transformada num novo formato. O Técnico de Herbalismo contemporâneo é um especialista em plantas medicinais e aromáticas com conhecimentos múltiplos sobre as plantas benevolentes para a saúde. A profissão de Técnico de Herbalismo abrange um vasto leque de competências relacionadas: desde a determinação e a botânica, a produção, a colheita e a transformação, a conservação e o controlo de qualidade, a aplicação, a comercialização e a legislação.

Em toda a Europa existem numerosos cursos em assuntos relacionados com o Herbalismo, habitualmente oferecidos por centros de saúde natural e variando em objectivos, conteúdo e duração. Alcançar o grau de Técnicos de Herbalismo profissional tem sido virtualmente impossível em quase toda a CE. Como resultado as pessoas formam-se como ‘especialistas’ não qualificados. Isto reflecte a grande necessidade de Técnicos de Herbalismo formados a desempenhar a sua profissão segundo normas de qualidade regularizadas ao nível governamental; uma necessidade já há anos verificada por especialistas envolvidos na formação e na educação em Herbalismo, bem como por médicos e políticos. O desenvolvimento de um programa educacional para uma qualificação profissional de nível 4 é necessário ao nível Europeu. Em resposta a essa necessidade o CET em Herbalismo - o segundo curso oficialmente acreditado em Europa - oferecerá um curso de qualidade num formato que pode ser transferido ao nível nacional e internacional.


Para informações sobre inscrições, logísticas e Acção Social:

Prof. PEDRO CARDÃO

Escola Superior de Tecnologia e Gestão

Instituto Politécnico da Guarda

Av. Dr. Fransisco Sá Carneiro, 50

6300-559 Guarda

Tel. 271-220120

subdirector.estg@ipg.pt

pcardao@ipg.pt

Para informações sobre o procedimento e o conteúdo do curso:

MIRJAM OLSTHOORN

Luzku-Fuzku - Comunidade Internacional de Terapias Naturais e Artísticas
Trinta
6300-225 Guarda
Tel. 271 230015
Mob. 96 3985049
luzkufuzku@gmail.com
www.luzkufuzku.home.sapo.pt

RuralBio – Feira de Agricultura Biológica

“As Plantas Aromáticas e Medicinais assumiram ao longo dos tempos um protagonismo invulgar na tradição Alentejana, a elas aliam-se a pluralidade das pigmentações, a profusão de odores intensos, as copiosas aplicações tão unanimemente apreciadas. Ilustram os campos e conferem-lhe uma identidade única. Quando produzidas em Modo Biológico promovem a biodiversidade e contribuem para um Alentejo mais equilibrado, competitivo e harmonioso.

Com o intuito da promoção deste recurso a Associação de Defesa do Património de Mértola, organiza em colaboração com a Câmara Municipal de Beja a RuralBio 2009 – IV Feira de Agricultura Biológica, que irá decorrer de 23 a 25 de Outubro no recinto do Parque de Feiras Exposições de Beja cujo tema será os cosméticos.

O evento contará com momentos de animação, ateliers de obtenção de óleos essenciais, velas de cheiros, papel perfumado, obtenção de tisanas e perfumes, sessões de aromaterapia, oficinas de gastronomia, actividades de Educação Ambiental, workshops e venda de produtos obtidos a partir de Plantas Aromáticas e Medicinais certificadas em Modo Biológico. “

Muito obrigada

Cristina Caro

Técnica do Gabinete de Extensão Rural e Ambiente

Associação de Defesa do Património de Mértola

Largo Vasco da Gama, s/n

7750-328 Mértola

Portugal

Tel.: +351 286 610 000

Fax: +351 286 610 001

www.adpm.pt


Festival Sons 09 - Janeiro de Cima - 4 a 6 Setembro‏

Um rio convida estendendo o ar fresco que cativa nas tardes quentes, um programa recheado e aberto a imensas caras alegres no regaço de uma serra que acolhe. Será assim a segunda edição do Sons em Janeiro de Cima, aldeia-casa no Fundão.

Primeira pedra de uma iniciativa que se estenderá nos anos e que nos levará numa viagem incrivel pelos recantos das aldeias do xisto, o Sons 09 será o momento de retomar memórias de 2008 para uns e excusa soberba para arrecadar recordações para todos. Setembro receberá melodias de sempre quando o primeiro fim de semana chegar.

Site com informação detalhada: sons09.rodobalho.com

Uma organização: Tradballs, Rodobalho, Enluarados e rede de aldeias do Xisto

sons09_620_01.

Programa

(Sujeito a alterações)


Sexta - 4 de Set


21h - Projecção de filme
22h - Contos na barca - Marco Luna
23h - Workshop de danças (Bourrées) - Alexandre Matias
24h - Concerto de VENTOS DA LÍRIA (Praia Fluvial)
1.30 - Jam session e Dj Folk (Praia Fluvial)

Sábado - 5 Set:

9h - Visita e raid fotográfico á Lavaria das Minas da Panasqueira
10h - Workshop de cozedura de pão em forno de Lenha- inscrição prévia e limitada (Forno de Xisto - Restaurante Fiado)
11h - Passeios de carroça de burro (actividade paga)
almoço

14h - Workshop de artesanato em materiais reciclados - Agub (Praia fluvial)
14h- Workshop de confecção de linho em teares tradicionais (Casa das tecedeiras)
15.30h- PIMPIDU - Workshop de expressão plástica e pinturas faciais para miúdos e graúdos (Praia Fluvial) -

17h - Corrida de barcas tradicionais na Praia Fluvial da Lavadeira - inscrição prévia
18.30h - Workshop de danças tradicionais (Viras) - Alexandre Matias
jantar

21h - Tertúlia XIS-Tema - Apresentação do Projecto Raiz d'Aldeia e debate aberto sobre actividades de cultura tradicional na Rede de Aldeias do Xisto
22h - Concerto de DEU LA DEU
23h - Contos na barca - Marco Luna
24h - Concerto de FOL&AR
1.30 - Jam session e Dj Folk

Domingo - 6 Set

9h - Visita e raid fotográfico
10h - Workshop de construção em Xisto (inicio de construção em xisto de um muro que será construído, lentamente, todos os anos, pelos participantes do Festival Sons)
11h - Passeios de carroça de burro (actividade paga)
almoço

14h - Workshop de artesanato em materiais reciclado - Agub (Praia Fluvial)
15.30 - Workshop de artesanato em Fitas de orelos (típicas da região)
17h - Workshop de danças tradicionais europeias (Quadrilhas) - Alexandre Matias
18.30 - Concerto dos CABAZ (Praia Fluvial)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Agricultura: INE divulgou ontem dados sobre a produção agrícola



A produção dos cereais , a par do sector do leite, é uma área onde as dificuldades financeiras dos produtores mais se fazem sentir
20 Agosto 2009 - 00h30

Agricultura: INE divulgou ontem dados sobre a produção agrícola

25 por cento em risco de falência

"Estamos a viver uma crise dramática, agravada pela falta de disponibilização das ajudas." O cenário é traçado por João Machado, líder da Confederação dos Agricultores Portugueses (CAP), que acredita que nos próximos meses os abandonos da actividade agrícola vão "aumentar exponencialmente".

"Estimamos que pelo menos 25% dos agricultores vão à falência", admite ao CM o responsável, explicando que, apesar de não haver estatísticas recentes sobre o número de pessoas na agricultura, a percentagem se poderá traduzir "em dezenas de milhares de agricultores".

O presidente da CAP garante que o problema afecta a generalidade dos produtos, mas assume que o "sector do leite é o mais afectado". A explicação para as dificuldades financeiras que atravessam os produtores é simples: a produção sai mais cara e as receitas das vendas caem. "Temos uma redução dos preços pagos aos produtores da ordem dos 40 a 50% nos últimos dois anos, enquanto os custos de produção aumentaram, em alguns casos, para os 100%.

Há dois anos, o leite era vendido a 55 cêntimos o litro, quando hoje os produtores não recebem mais de 25 cêntimos, menos de metade. O mesmo acontece com o milho. Há dois anos, o preço da tonelada chegava aos 240 euros , quando hoje se situa apenas nos 145 euros. A situação é mais grave em sectores como o da cortiça, onde "já nem sequer existem propostas de compra desta matéria-prima". A CAP garante que a soma dos proveitos com as ajudas comunitárias já não é suficiente para pagar os custos de produção.

Além de uma maior rapidez na disponibilização dos apoios comunitários (ver caixa), João Machado afirma serem necessárias ajudas nacionais. "Falamos de linhas de crédito como as que já existem no Ministério da Economia, da reposição da electricidade verde que foi extinta há quatro anos e o fim da aplicação da taxa de recursos hídricos, que Espanha já não cobra", explica o líder da CAP.

AGRICULTORES PORTUGUESES DISCRIMINADOS

Para contrariar a crise, a Comissão Europeia autorizou todos os Estados-membros a antecipar as ajudas habitualmente pagas em Dezembro para o mês de Outubro, revelou ontem a CAP. Ainda assim, a confederação teme que os apoios não cheguem mais cedo aos agricultores portugueses, dada a "incapacidade de resposta dos serviços" do Ministério da Agricultura.

"Os agricultores portugueses vão ficar discriminados", atira João Machado. Isto porque, segundo o dirigente da CAP, os serviços do Ministério estão ainda a comprovar o pagamento das ajudas relativas ao ano anterior. "A União Europeia não vai estar disponível para pagar agora sem que o Ministério faça antes esse levantamento." Por esse motivo, a CAP avança que os agricultores estão agora "apreensivos" face à capacidade de cumprimento dos prazos.

CEREAIS CAEM E A VINHA REGISTA SUBIDA LIGEIRA

Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram uma quebra na produção de cereais, que, no trigo mole, atingiu os 40%. Houve "quebras em todas as espécies", diz o INE, aliada a uma menor área cultivada. João Machado, da CAP, explica que, "não sendo uma cultura anual, o aumento dos custos de produção levou muitos agricultores a não semear". "Há uma quebra significativa da área semeada, da ordem dos 170 mil hectares, em relação há dois anos."

Nas uvas para vinho, o INE estima uma subida na produtividade de 5%, acompanhada de uma boa "qualidade das massas vínicas".

PORMENORES

CRESCIMENTO

Os pomares apresentam-se como uma das áreas mais produtivas. A produção de pereiras e macieiras deverá crescer 5% e a de amendoeiras 10%.

ABANDONO

João Machado, da CAP, admite que o previsível abandono da actividade agrícola pode levar à queda da produção nos pomares.

DADOS OFICIAIS

O último recenseamento geral da Agricultura fez-se em 99 pelo INE. Há uns anos estimava-se haver 400 mil agricultores no País. Diana Ramos

In Correio da Manha


Deixo aqui a opinião pessoal sobre este assunto:


Acho que já é tempo de mudança mas ninguém quer fazer essa mudança, dado que se habituaram a ter ajuda para tudo e mais alguma coisa, seca, inundações entre outras que inventam todos os anos.

Agricultura tem que ser auto sustentável nada de grandes produções, mas sim produção em escala, aqui pelo interior acabaram com as salas de ordenha comunitária, os agricultores acabaram por vender as vacas leiteiras e arranjar vacas de carne, e óbvio que o rendimento não é o mesmo, existiam famílias que viviam do dinheiro que faziam da venda do leite, neste momento tiveram que emigrar ou fazer outra coisa, por falta de rendimento, e os custos de produção neste tipo de produção eram mínimos, uma vez que pastavam durante todo o ano nos lameiros que conseguiam sustentar uma vaca ou duas consoante a dimensão do mesmo.

Este é o exemplo mais comum, dado que a polémica é em torno da produção de leite e custos de produção que dispararam.

Mas poderia referir outros exemplos , em que o abandono de pequena escala para produção em grande escala só beneficia alguns.

No antigo quadro comunitário de apoios, qualquer projecto era aprovado de pequeno investimento e compra de um tractor, para pessoas que não fazem vida da agricultura, só são agricultores ao fim de semana e mal, e os jovens empresários agrícolas que se conseguiram instalar na região, neste momento queria se candidatar a projectos de compra de tractor e não podem dizendo que já há tractores a mais, pudera não há fiscalização nenhuma.


E por aqui me fico......



4ª Reunião Ibérica de Pastagens e Forragens (SPPF-SEEP) 2010‏

A Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens (SPPF) fundada em 1979, tem sede no INIA-Elvas, e conta, actualmente, com cerca de 600 associados (técnicos, agricultores, investigadores, estudantes, etc.). É uma associação pública sem fins lucrativos e tem como principal objectivo a investigação, a reflexão e a divulgação técnico - científica relativas às pastagens e forragens.

Para concretizar este objectivo global desenvolve um conjunto de actividades em que se destaca a organização anual da Reunião de Primavera da SPPF, onde se privilegia, a discussão, o debate e a divulgação de temas (apresentados em conferências e posters) e que envolve os principais elementos da comunidade científica e técnica a nível nacional e internacional que têm vindo a desenvolver trabalhos no domínio das pastagens e forragens.

A Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens (SPPF) e a “Sociedad Española para el Estudio de los Pastos” (SEEP) vão organizar em 2010, em Miranda do Douro (Portugal) e Zamora (Espanha), de 3 a 6 de Maio, a 4ª Reunião Ibérica de Pastagens e Forragens (XXXI Reunião de Primavera da SPPF) subordinada ao tema “Pastagens – Fonte Natural de Energia”.

Para que este evento seja um sucesso é importante uma ampla divulgação, pelo que solicitamos a V. Ex.ª que divulgue a 4ª Reunião Ibérica de Pastagens e Forragens (XXXI Reunião de Primavera da SPPF) da forma que achar mais conveniente.

Mais informações em www.sppf.pt.

Agradecendo, desde já, a atenção dispensada, apresentamos a V. Ex.ª os nossos melhores cumprimentos.

Com os melhores cumprimentos.

Em nome da Direcção da SPPF

Teresa Carita

Secretária Técnica da SPPF

A/c INIA-Elvas

Apartado 6

735-951 Elvas, Portugal

Telf. +351 268 637 740

Fax +351 268 629 295

E-mail: teresacarita@sppf.pt

www.sppf.pt

Debate "O Papel das Comunidades e Associações Locais na Conservação da Natureza"‏

Vimos por este meio convidar V. Ex.ª a participar numa acção que
visa debater "O Papel das Comunidades e Associações Locais na
Conservação da Natureza".

A acção será realizada no Auditório da Caixa Agrícola de S.
Bartolomeu de Messines, no dia 26 de Agosto de 2009, pelas 21 horas e
conta com a presença, como orador, do Dr. Luís Palma.

Não falte e divulgue esta acção!

Obrigada

ORGANIZAÇÃO:

VIVER SERRA - Associação para a Protecção e o Desenvolvimento das
Serras do Barlavento Algarvio

CEAI - Centro de Estudos da Avifauna Ibérica

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Lançamento do Portal do Projecto Territórios Sustentáveis

SUSTENTABILIDADE E CONSUMO RESPONSÁVEL
10 JULHO 2009| 15H
Rua da Prata 70-72, LISBOA

LANÇAMENTO DE NOVO PORTAL PARA UM CONSUMO MAIS RESPONSÁVEL
www.consumosustenta

vel.org

A Cores do Globo (Associação para a Promoção de Comércio Justo), a
QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza) e o ISU
(Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária), apresentam no
próximo 10 de Julho, às 15:00, em Lisboa [Rua da Prata 70-72], o
lançamento de um novo portal - www.consumosustentavel.org - no âmbito
do projecto “Territórios Sustentáveis”, projecto co-financiado pelo
Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento.

“Territórios Sustentáveis: Consumo responsável nas organizações
privadas, públicas e 3º sector” visa trabalhar, ao longo de 2009, as
questões do consumo nas suas várias vertentes (económica, social e
ecológica) e junto de várias entidades da sociedade portuguesa. Para
tal, conta com a colaboração da Universidade Lusíada, da Câmara
Municipal de Loures e da AMI - Assistência Médica Internacional
enquanto organizações piloto que se voluntariaram para serem estudos
de caso para um consumo mais responsável.

Estas entidades servirão de protótipos para a divulgação futura de uma
estratégia transversal, concertada e global na senda de padrões de
consumo internos, mais sustentáveis e mais éticos, em todos estes
sectores da sociedade. Assim pretende-se trabalhar e disseminar as
boas práticas, no território de cada uma destas organizações, e
sectores inerentes.

Estarão presentes neste lançamento convidados de cada uma das
organizações parceiras e estudos de caso.

Este novo portal constituirá uma plataforma de informação sobre o
trabalho desenvolvido ao longo do projecto (nomeadamente o
acompanhamento dos três estudos de caso), bem como de disponibilização
de conteúdos sobre a temática do consumo responsável e divulgação de
iniciativas desenvolvidas nesse âmbito a nível nacional e
internacional. A inovação do www.consumosustentavel.org prende-se com
a oferta de variadas perspectivas, reflectidas nas distintas áreas de
actuação dos parceiros envolvidos. Para além de reflectirmos sobre os
efeitos ambientais do consumo (a vertente mais popular no debate sobre
a sustentabilidade), juntamos-lhe as preocupações económicas e sociais
que se escondem por detrás das práticas de aquisição de bens.

Para mais informações:
Inês Cardoso (Coordenadora do Projecto) / 91 840 14 03
info@consumosustentavel.org

Http://www.coresdoglobo.org/


http://www.consumosustentavel.org

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Neste Verão experimente tornar-se um ecoturista

Férias


por BRUNO ABREU

Já pensou o que vai fazer para descansar este ano? Que tal fugir da cidade e passar uma ou duas semanas só com o som dos pássaros e do vento a passar nas árvores? O ecoturismo está a desenvolver-se e a oferta no nosso país é cada vez maior. Aproveite as actividades oferecidas nos parques naturais e vá conhecer melhor o ambiente enquanto se diverte.

A única coisa que se tira da natureza são fotos e nada se deixa excepto pegadas. Esta é a principal regra que o turista ecológico deve ter em mente quando for de férias. Uma ideia que tem cada vez mais adeptos em todo o mundo, porque o turismo convencional traz vários problemas ao ambiente. "Há pessoas que vão andar de moto4 para as dunas ou escalar falésias com aves em período de nidificação", explica Nuno Sarmento, da Liga para a Protecção da Natureza (LPN). Também o aumento dos empreendimentos turísticos, como no litoral, causa muita pressão sobre o ambiente, devido à poluição e aos danos no terreno.

Evite fazer fogueiras, não deite detergentes nos rios e não despeje lixo na natureza. Estes são comportamentos que deve ter presentes. E se acha que nas áreas protegidas não se vai divertir, tire essa ideia da cabeça. Em todos os parques existem ofertas de divertimento ambiental. Passeios a cavalo no Gerês, canoagem no Douro, observação de flamingos na ria Formosa são actividades que pode realizar, assim como paintball, rappel ou tiro com arco, para emoções mais fortes.

Ecoturismo consiste em passar férias em contacto com a natureza, sem danificar o ecossistema e promovendo o desenvolvimento sustentável. Nuno Sarmento defende que as pessoas devem informar-se acerca do sítio para onde vão e saber se esses locais são fiáveis. Já chegaram queixas à LPN de actividades que no final não são muito ecológicas: "Em Castro Verde (Alentejo) chegaram queixas à LPN de pessoas que foram fazer observação de aves e que os organizadores se chegaram demasiado aos pássaros, assustando-os. Ora isto não é atitude de um ecoturista", revela o ambientalista.

Planeie bem as suas férias e aproveite a Internet para ajudar. Os fóruns costumam ser bons conselheiros, pela partilha de experiências que se faz nesses espaços.

Caso viaje para fora, tenha atenção às emissões de carbono e co-mo organiza a sua viagem. "Use o meio de transporte menos nocivo para o ambiente e não compre pacotes em agências de viagens", recomenda o ambientalista. Pesquise na Internet sítios onde ficar e compre localmente para apoiar as populações. Mas atenção ao que compra, pois há sítios que vendem objectos feitos de marfim, tartaruga, couro de répteis, peles de animais, corais e conchas.

Durante as suas férias dispense o uso do automóvel e prefira uma bicicleta ou andar a pé. Assim estará muito mais exposto aos odores, sons e cenários da natureza. Usar ingredientes regionais na confecção das suas refeições dar- -lhe-á um melhor entendimento dos sabores locais, além de reduzir os custos ambientais decorrentes da importação de produtos.

Tenha atenção ao sítio onde fica alojado. Alugar uma casa é mais amigo do ambiente, já que consegue controlar os gastos em electricidade, água, comida (que nos hotéis é desperdiçada) e controla ainda o ar condicionado. DN


quarta-feira, 24 de junho de 2009

Linces podem chegar mais cedo às serras e montados de Moura-Barrancos

22.06.2009
Helena Geraldes

O regresso do lince-ibérico às serras e montados de Moura-Barrancos, no Baixo Alentejo, pode estar mais próximo do que se julga. Em Espanha há registos recentes de animais que chegam bem perto da fronteira. Mas se por cá as condições ecológicas já são “bastante boas”, falta ainda aumentar um pouco mais a população de coelho-bravo, a sua principal presa, e conquistar as populações locais, considera a Liga para a Protecção da Natureza (LPN).

Há mais de 30 anos que a LPN trabalha pelo regresso a Portugal do lince-ibérico (Lynx pardinus), o felino das barbas e dos pêlos em forma de pincel na ponta das orelhas. Em Dezembro deste ano termina um projecto Life que, desde Outubro de 2006, tem procurado recuperar e conservar habitats e corredores que os ligam entre si nas serras e montados de Moura-Barrancos, dotando-os de condições de sobrevivência para a espécie.

Esta região é uma das oito áreas prioritárias de intervenção do Plano de Acção para a Conservação do Lince-ibérico em Portugal, publicado em Diário da República a 6 de Maio de 2008, juntamente com Malcata, Nisa, São Mamede, Guadiana, Caldeirão, Monchique e Barrocal.

Esta quinta-feira, a associação lançou um site dedicado ao projecto, financiado a 75 por cento pela Comissão Europeia, com actualização constante e uma versão em inglês. Até agora, a informação estava dispersa pelo portal da LPN. “Sempre foi essa a nossa intenção, mas só agora foi possível”, comentou Eduardo Santos, coordenador do projecto, ao PÚBLICO.

No âmbito deste projecto Life, a Liga construiu dezenas de abrigos para coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus), colocou comedouros e bebedouros e recuperou vegetação. “Antigamente era costume dizer-se por lá que havia tantos coelhos que parecia que os montes se mexiam. Hoje, há zonas onde a população ficou reduzida a menos de cinco por cento”, notou. “Precisamos aumentar e estabilizar” os coelhos, a principal fonte de alimento do lince, ainda que um animal adulto consuma apenas um coelho por dia. Muito depende da sua conservação. Apesar de os resultados definitivos só serem conhecidos no final do ano, Eduardo Santos constata que as estruturas colocadas para os coelhos estão a ser utilizadas.

Além disso, estão a ser intervencionadas duas linhas de água, que deverão funcionar como corredores ecológicos para o lince.

Projecto abrange 7700 hectares

Mas para implementar estas medidas é essencial conseguir a colaboração da população local. Desde 2006 foram estabelecidos oito protocolos de cooperação com entidades privadas e públicas de Moura-Barrancos – como proprietários e gestores de zonas de caça – num total de 7700 hectares. “Todas as medidas que propomos no plano de gestão [incluído no protocolo assinado com cada propriedade] não têm qualquer encargo para os proprietários. É tudo suportado pelo projecto”, explicou Eduardo Santos. E, garante, “não há imposição de limitações. Aliás, o que pretendemos é mostrar que é possível fazer uma gestão normal e, simultaneamente, concretizar as medidas de protecção do lince”.

No entanto, se estes 7700 são um “bom início”, não se pode dizer que sejam suficientes. “Gostaríamos de chamar mais pessoas para o projecto”, até porque “uma fêmea reprodutora precisa de 500 a 600 hectares”.

E se não existe antipatia pelo lince, a verdade é que ainda “há algum receio de que a conservação da espécie traga limitações àquilo que se pode fazer na gestão das propriedades”. “Precisamos conquistar as pessoas, mostrando-lhes que o regresso do lince pode ajudar a promover a região”, defende.

Em Espanha, onde ainda há lince, o trabalho é mais fácil porque esta é uma causa que “tem uma cara e as pessoas podem ver os animais. Lá existem populações para se trabalhar. Isso faz toda a diferença”. Mas em Portugal, a situação está prestes a mudar, com a chegada prevista para este ano de alguns linces para o recentemente inaugurado Centro Nacional de Reprodução do Lince, em Silves.

O lince é o felino mais ameaçado de extinção em todo o mundo e estima-se que existam apenas cerca de 150 indivíduos na natureza.Ecosfera


segunda-feira, 22 de junho de 2009

Novo centro de reciclagem vai valorizar entulho de obras



Restos de tijolo do entulho de obras de um edifício podem servir para arranjar uma estrada rural na Beira Interior, graças a um novo centro de reciclagem, revelou hoje o presidente da Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB).

O Centro Integrado de Reciclagem e Valorização Ambiental (CIRVA) vai ser criado no Sabugal, para receber resíduos de construção civil, na mesma altura em que a lei vai obrigar quem constrói a valorizar os inertes produzidos.

«A partir de Julho, quando receberem projectos de construção, as câmaras são obrigadas a exigir uma volumetria dos inertes que vão ser produzidos na obra e onde vão ser entregues», explicou José Biscaia, presidente da Câmara de Manteigas e da AMCB.

«Cada câmara podia criar uma solução, assim como cada construtor é livre de optar por qualquer firma que certifique a entrega dos resíduos. Mas nós pretendemos ajudar nessa solução com o CIRVA», acrescentou.

Segundo José Biscaia, o centro é «um investimento privado das firmas Cirva A. C. E. e Tecnovia, que ascende a 500 mil euros» e que vai ser rentabilizado pelos resíduos que ali forem entregues.

Diário Digital / Lusa