quarta-feira, 16 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
Côa Parque Fundação
Decreto-Lei n.º 35/2011
Ministério da Cultura
Cria a Côa Parque - Fundação para a Salvaguarda e Valorização do Vale do Côa e aprova os respectivos Estatutos
Ministério da Cultura
Cria a Côa Parque - Fundação para a Salvaguarda e Valorização do Vale do Côa e aprova os respectivos Estatutos
sábado, 5 de março de 2011
Estudo alerta que situação do “lince-ibérico está cada vez pior”
02.03.2011
Helena Geraldes
O sinal de alerta vermelho soa há 25 anos para o lince-ibérico. Mas apesar dos esforços, a situação da espécie “está cada vez pior”, diz um investigador espanhol que quis saber o que está a falhar e publicou o estudo na revista "Conservation Biology".
Francisco Palomares, investigador do CSIC (Conselho Superior de Investigações Científicas), não hesita em dizer que hoje, o lince-ibérico (Lynx pardinus) “está cada vez pior”, apesar de “todos os alertas e conhecimento acumulado”, disse ao PÚBLICO.
Em 16 anos, de 1985 – ano em que a União Internacional de Conservação (UICN) classificou a espécie como Ameaçada – a 2001, a área da distribuição geográfica e de reprodução da espécie decresceu. O número de fêmeas reprodutoras e de todos os indivíduos decaiu 86 e 93 por cento e oito das dez populações ainda existentes já desapareceram. Actualmente deverão existir 200 animais divididos por duas populações no Sul de Espanha, separadas entre si por 240 quilómetros. Estes dados fazem parte de um estudo que Palomares e a sua equipa de quatro investigadores publicaram na revista “Conservation Biology”, em Janeiro.
“Fizemos este estudo para que todos estejam conscientes da situação do lince, a fim de sermos capazes de identificar o que estamos a fazer mal e encontrar soluções eficazes”, explicou.
A investigação concluiu que as medidas de conservação, nomeadamente de melhoria de habitats, têm sido aplicadas “em várias áreas pequenas e separadas”, à excepção da intervenção em Doñana. “Um lince-ibérico adulto precisa de um território entre os cinco e os 15 quilómetros quadrados, o que significa que uma população de 50 fêmeas reprodutoras precisa de cerca de 500 quilómetros quadrados de habitat de qualidade”, escrevem os autores.
Em segundo lugar, “têm sido poucos os recursos investidos na monitorização científica do sucesso das medidas de conservação”. Por isso, “apesar de terem sido tentadas várias ferramentas de conservação, pouco se sabe sobre as razões do seu fracasso ou eficácia”, notam os autores do estudo. “Algumas medidas de conservação têm sido aplicadas há 20 anos sem sucesso mensurável.”
Os investigadores salientam ainda que, muitas vezes, os planos de gestão são decididos por responsáveis políticos com mandados curtos, até aos cinco anos, contribuindo para uma “falta de continuidade dos esforços”.
Por último, “quem está no terreno a trabalhar na recuperação do lince-ibérico tem uma confiança limitada no conhecimento científico”. Por vezes, “o conselho científico foi considerado quando já era demasiado tarde”. Segundo Palomares, os cientistas que se têm dedicado ao estudo do lince têm agora uma “sensação de esgotamento e desilusão”. “Os gestores não têm em conta as informações que apresentamos e, além disso, em muitos casos não facilitam que se continuem as investigações”.
Portugal deve ambicionar ter “importantes populações de lince”
Mas o lince ainda não é uma espécie perdida. “Acredito que para o lince não se extinguir é preciso fazer mais conservação efectiva no campo e, além disso, fazê-las melhor”, comentou Palomares. “Com apenas duas populações selvagens, as probabilidades de sobrevivência são muito baixas.”
Para o investigador, a “chave estará em ter várias populações vivendo em zonas extensas, pelo menos dez mil hectares, idealmente de 50 mil hectares”, com “uma boa abundância de coelhos, algum matagal mediterrânico e poucas infra-estruturas humanas”.
Portugal poderá “ter boas e importantes populações de lince. Essa deve ser a ambição de Portugal”, considerou Palomares. Papel “fundamental” será o dos caçadores. “É altura do colectivo de caçadores fazer do lince o seu emblema. Nunca haverá áreas protegidas de um tamanho suficiente para suportar uma população viável de linces a médio e longo prazo. Os linces terão de habitar áreas onde as pessoas façam um uso pouco intrusivo do meio natural. E um desses usos será, sem dúvida, a caça em dois países com tanta tradição cinegética como são Portugal e Espanha”, considerou.
O PÚBLICO pediu um comentário à entidade responsável pela conservação do lince-ibérico em Portugal, o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) mas não obteve resposta.
Francisco Palomares, investigador do CSIC (Conselho Superior de Investigações Científicas), não hesita em dizer que hoje, o lince-ibérico (Lynx pardinus) “está cada vez pior”, apesar de “todos os alertas e conhecimento acumulado”, disse ao PÚBLICO.
Em 16 anos, de 1985 – ano em que a União Internacional de Conservação (UICN) classificou a espécie como Ameaçada – a 2001, a área da distribuição geográfica e de reprodução da espécie decresceu. O número de fêmeas reprodutoras e de todos os indivíduos decaiu 86 e 93 por cento e oito das dez populações ainda existentes já desapareceram. Actualmente deverão existir 200 animais divididos por duas populações no Sul de Espanha, separadas entre si por 240 quilómetros. Estes dados fazem parte de um estudo que Palomares e a sua equipa de quatro investigadores publicaram na revista “Conservation Biology”, em Janeiro.
“Fizemos este estudo para que todos estejam conscientes da situação do lince, a fim de sermos capazes de identificar o que estamos a fazer mal e encontrar soluções eficazes”, explicou.
A investigação concluiu que as medidas de conservação, nomeadamente de melhoria de habitats, têm sido aplicadas “em várias áreas pequenas e separadas”, à excepção da intervenção em Doñana. “Um lince-ibérico adulto precisa de um território entre os cinco e os 15 quilómetros quadrados, o que significa que uma população de 50 fêmeas reprodutoras precisa de cerca de 500 quilómetros quadrados de habitat de qualidade”, escrevem os autores.
Em segundo lugar, “têm sido poucos os recursos investidos na monitorização científica do sucesso das medidas de conservação”. Por isso, “apesar de terem sido tentadas várias ferramentas de conservação, pouco se sabe sobre as razões do seu fracasso ou eficácia”, notam os autores do estudo. “Algumas medidas de conservação têm sido aplicadas há 20 anos sem sucesso mensurável.”
Os investigadores salientam ainda que, muitas vezes, os planos de gestão são decididos por responsáveis políticos com mandados curtos, até aos cinco anos, contribuindo para uma “falta de continuidade dos esforços”.
Por último, “quem está no terreno a trabalhar na recuperação do lince-ibérico tem uma confiança limitada no conhecimento científico”. Por vezes, “o conselho científico foi considerado quando já era demasiado tarde”. Segundo Palomares, os cientistas que se têm dedicado ao estudo do lince têm agora uma “sensação de esgotamento e desilusão”. “Os gestores não têm em conta as informações que apresentamos e, além disso, em muitos casos não facilitam que se continuem as investigações”.
Portugal deve ambicionar ter “importantes populações de lince”
Mas o lince ainda não é uma espécie perdida. “Acredito que para o lince não se extinguir é preciso fazer mais conservação efectiva no campo e, além disso, fazê-las melhor”, comentou Palomares. “Com apenas duas populações selvagens, as probabilidades de sobrevivência são muito baixas.”
Para o investigador, a “chave estará em ter várias populações vivendo em zonas extensas, pelo menos dez mil hectares, idealmente de 50 mil hectares”, com “uma boa abundância de coelhos, algum matagal mediterrânico e poucas infra-estruturas humanas”.
Portugal poderá “ter boas e importantes populações de lince. Essa deve ser a ambição de Portugal”, considerou Palomares. Papel “fundamental” será o dos caçadores. “É altura do colectivo de caçadores fazer do lince o seu emblema. Nunca haverá áreas protegidas de um tamanho suficiente para suportar uma população viável de linces a médio e longo prazo. Os linces terão de habitar áreas onde as pessoas façam um uso pouco intrusivo do meio natural. E um desses usos será, sem dúvida, a caça em dois países com tanta tradição cinegética como são Portugal e Espanha”, considerou.
O PÚBLICO pediu um comentário à entidade responsável pela conservação do lince-ibérico em Portugal, o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) mas não obteve resposta.
sexta-feira, 4 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
EcoGerminar promove casting em Castelo Branco
Nos dias 5 e 6 de Março, das 10h00 às 18h30, na Biblioteca Municipal de Castelo Branco, em simultâneo com a Feira de Trocas, vai ser realizado um Casting para filmes e fotos publicitárias para a LOCANDROLL - Location Scouting Services.
Esta iniciativa é um contributo para a descentralização de oportunidades muitas vezes associadas às cidades de Lisboa e Porto e que, assim, cria a possibilidade às “gentes” do interior. Esta é uma oportunidade para todas as pessoas a partir dos 4 anos de constarem numa base de dados, a partir da qual poderão ser seleccionados para filmagens e fotografias de publicidade.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Celebração tradicional do entrudo nas Aldeias do Xisto de Góis - Serra da Lousã
8 de Março - feriado
Nestas aldeias o Entrudo vivia-se de forma simples. Procurava-se roupa e objectos velhos, algo que ocultasse o rosto e de seguida brincava-se… No Entrudo eram realizadas "corridas" às aldeias vizinhas, onde tudo era permitido: declamar quadras jocosas sobre os habitantes dessas aldeias, atormentar as velhas e seduzir as novas!
Propomos que venha brincar connosco e motivar estas gentes para o convívio, enaltecendo as suas vivências.
O percurso será feito nas aldeias de Esporão, Ribeira Cimeira e Pena, Ponte de Sótão e nas Aldeias do Xisto de Comareira e Aigra Nova.
No final deste percurso haverá um almoço-convívio numa das aldeias (Aigra Nova) com todos os participantes e habitantes locais. No final da refeição será feito, à boa maneira beirã, um bailarico.
Embora os participantes alvos sejam habitantes locais ou descendentes de habitantes locais, podem participar pessoas não residentes nestas aldeias, mas que tenham espírito de folia.
Este evento vai na sua 5ª edição, terá um Concurso de Quadras e um atelier de construção de máscaras e trajes tradicionais.
Ponto de encontro: 9h Aigra Nova (Góis)
Clique aqui para ver programa detalhado (documento Word)
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Próximas actividades
26 de Março – Earth Hour / Hora do Planeta 20h30 – Uma hora em que vamos propor apagar as luzes do centro histórico de Góis e fazer uma velada com a comunidade local. A Earth Hour é uma iniciativa global da rede WWF contra as mudanças climáticas, a que a Lousitânea se irá associar.
2 de Abril - Feira Sustentável de Produtos Locais – Vila Nova do Ceira
22 de Abril - Caminhada / Actividade de combate às Mimosas – DIA DA TERRA
Este calendário de actividades poderá sofrer alterações
Para inscrição é necessário indicar um telemóvel de contacto e um nome de um organizador para:
Rua dos Bois, Aigra Nova 3330-222 GÓIS
tel / fax 235 778 644, telem 969 847 852
mail lousitanea@gmail.com
www.lousitanea.org
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
1.º Festival do Vinho Novo do concelho do Sabugal “O GRAMINÊS”
O “Cinco Quinas” promove o 1º Festival do Vinho Novo, no Sabugal, no dia 6 de Março (Domingo de Carnaval), no Salão da Junta de Freguesia do Sabugal
Há que distinguir no concelho do Sabugal, dois tipos de vinhos:
- O vinho da terra quente, que corresponde praticamente ao antigo concelho de Sortelha, com mais grau e mais encorpado.
- O vinho da terra fria, correspondente ao território dos antigos concelhos do Sabugal, Alfaiates, Vila do Touro e Vilar Maior, palheto e com pouca capacidade de conservação, o GRAMINÊS.
Na actualidade, só há produção praticamente para consumo próprio de uns quantos resistentes, que por tradição insistem no cultivo da vinha.
No entanto o “Cinco Quinas” considera que o vinho é um dos produtos regionais que pode e deve ser valorizado e promovido, como fonte de rendimento e prazer dos sabugalenses.
Conforme se prova pelas colaborações que junto se publicam a produção de vinho no concelho é antiga e teve períodos com produção e venda significativa e era protegida por lei.
Há também actualmente, vinhos semelhantes aos nossos, quer os da terra quente, quer os da terra fria, que têm projecção mundial (por exemplo, o Beaujolais) e é possível hoje fazer a sua venda legal a granel em estabelecimento de restauração e similares.
Assim resolveu o “Cinco Quinas” promover o 1º Festival do Vinho Novo, no Sabugal, no dia 6 de Março (Domingo de Carnaval), com o seguinte programa:
PROGRAMA
09h00 – Recepção dos vinhos dos produtores.
10h30 – Prova cega pelos técnicos do Instituto da Vinha e do Vinho
12h30 – Almoço com os produtores
15h00 – Desfile de Carnaval seguido de Baile de Máscaras no Salão da Junta de Freguesia do Sabugal.
Haverá vinho e petiscos à disposição dos participantes.
19h00 – Entrega de Prémios aos produtores e às melhores máscaras.
19h30 – Continuação de baile.
Por: Cinco Quinas
Andanças
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Lançamento do Guia Turístico Sente e Descobre Figueira de Castelo Rodrigo
| Hora | Domingo, 27 de Fevereiro · 16:00 - 18:00 |
|---|---|
| Local | Cais Turístico de Barca d'Alva - Figueira de Castelo Rodrigo |
| Criado por | |
| Mais informação | “Sente e Descobre Figueira de Castelo Rodrigo” é uma proposta para isso mesmo. Dar a conhecer a oferta turística e as potencialidades de um Concelho no centro dos vales do rio Águeda, Côa e Douro, e no coração da região histórica de Riba Côa. Nas páginas deste guia, o visitante poderá encontrar toda a informação necessária para descobrir o concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, sentir a sua tradição, conhecer a sua história e ...o património edificado, a beleza cultural, natural e paisagística, e comprovar os bons alojamentos, restaurantes, actividades e outros equipamentos para o lazer de adultos e crianças. Em formato de guia de viagem, de 170 páginas, com mais de 400 fotografias a cores, o viajante encontrará ainda os conselhos práticos para a organização de uma viagem inesquecível, e que propõe quatro grandes rotas para desfrutar um imenso e estonteante território. Uma mão cheia de patrimónios, junto à fronteira raiana, onde se inicia o Douro Superior e vinhateiro, onde nasce, e se estende em direcção a Norte, o Parque Natural do Douro Internacional, e onde se guardam na memória os caçadores artistas do Parque Arqueológico do Vale do Côa. Castelo Rodrigo, a bela Aldeia Histórica de Riba Côa e, desde sempre, o valor da transumância dos povos. |
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
O Lobo e a Aldeia
12 e 13 de Março
Duas Igrejas - Miranda do Douro
Apresentação
A relação do homem com o lobo nunca foi pacífica. Para tal contribuíram, entre outros, factores de ordem económica, pela predação exercida sobre os animais domésticos e factores de ordem cultural, que se prendem em grande medida com mitos e crenças falsas. Esta actividade, organizada conjuntamente com o Grupo Lobo, pretende aproximar os participantes da posição assumida e da realidade vivida pelas populações rurais face a este predador, bem como promover o conhecimento da espécie junto das mesmas. Pretende-se de igual modo desmistificar o imaginário colectivo, informar das medidas de prevenção de ataques e sensibilizar para a importância da conservação da espécie. Entre passeios com o pastor e o rebanho, projecção de documentários, tertúlias com pastores e criadores, contadores de histórias, palestras, merenda tradicional e passeios nocturnos, não faltarão bons pretextos para visitar Trás-os-Montes, as suas gentes e paisagens.
Programa
Sábado – 12-03-2011 (Duas Igrejas – Escola Primária) 09:30h – Recepção dos participantes. 10:00h – Apresentação: “Dimensões do Lobo Ibérico: ecologia, etnografia…” – Ana Guerra (Grupo Lobo). 10:30h – Apresentação: “Métodos de Protecção de rebanhos - O Cão de Gado Transmontano” - Departamento de Gestão de Áreas Classificadas do Norte – ICNB. 11:00h – Passeio pedestre em torno da aldeia. 13:00h – Pausa para almoço na Associação dos Pauliteiros de Duas Igrejas. 14:30h – Apresentação: “Lobos - O que se diz por aí...” – Clara Espírito Santo – Montes de Encanto. 15:00h – Tertúlia com pastores locais.
16:30h - Merenda do Pastor. 17:30h – Jogos – “O lobo e a Aldeia” ; “O Lobo”.
– Documentário – “Las montañas del lobo”. 20:00h - Jantar na Associação dos Pauliteiros de Duas Igrejas. 21:30h - Hora do conto - História de Lobos. 16:30h - Merenda do Pastor. 17:30h – Jogos – “O lobo e a Aldeia” ; “O Lobo”.
22:00h - Caminhada nocturna
- Animação musical. Domingo – 13-03-2011 10h00 – Percurso com pastor e rebanho. 13:00h – Pausa para almoço. 14:30h – Passeio pela aldeia. 16:00h – Cinema na Aldeia - "Pedro e o Lobo" - Filme de animação. 17h00h – Encerramento da actividade.
Informações
Workshop Gastronómico & Jantar Gourmet
Workshop Gastronómico & Jantar Gourmet com Luis Baena
Inscrições Limitadas a 60 participantes...
Para mais informações descarregue o panfleto.
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05-03-2011 0:00
Data de Fim :
05-03-2011 0:00
Local Evento :
Lagar Municipal de Celorico da Beira
Destinos traçados nova empresa
Uma nova empresa no sector do turismo, promete actividades diferentes e inesquecíveis não deixem de visitar o site que ainda está em construção, mas deve estar para breve mais informações .
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